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  1. Dreamer, Creio que essa solução não é prática. Aceita o princípio que se aumentas a área de vidro (mais perdas térmicas) tens que aumentar a eficácia do isolamento (reduzir as perdas) noutro lado para compensar... isto não é complicado de conseguir... Da mesma forma que aumentar a área de vidro a Sul não é o mesmo que colocar vidros a Norte. Vê a casa SOLAR XXI (INETI) onde existe uma fachada com bastantes envidraçados a Sul e com poucos a norte. No entanto está termicamente optimizada porque apresenta um conjunto de soluções não consumidoras de energia eléctrica (ou que permitem reduzir significativamente o seu consumo) para garantir elevados níveis de conforto: iluminação zenital, ventilação cruzada, aquecimento com painéis solares, vidros fotovoltaicos que simultâneamente servem para captação de electricidade, para aquecimento (por efeito de parede de Trombe - Inverno) e de chaminé natural para arrefecimento (Verão). Não entendas de forma alguma que eu sou partidário do "cortar" no vidro; sou é adepto de se pensarem nas consequências de todas as soluções arquitectónicas e construtivas. TiCo, Gosto muito da casa dos "manos" Mateus, não obstante partilhar as reservas que tu apontas relativamente ao rodapé e aos remates dos focinhos da escada, mas isso é de somenos importância. O que para mim é verdadeiramente importante é que esta é uma casa diferente, com uma visão original (invulgar, será mais correcto) da forma de utilizar o espaço, bem integrada na envolvente e de desenho sóbrio (menos é mais), por isso acho que é cinco estrelas. Mais, acho que esta é uma das poucas casas em que a arquitectura ultrapassa o mero edifício...e poucas são aquelas em que sinto que isso acontece (mas isso é outra história). A arquitectura é pimba não é por ter telhas cerâmicas. Quanto ao Fernando Távora recordo bem a casa de Ofir (com telhado cerâmico) ou ainda de forma mais marcante o edifício da estalagem da Serreta, na Terceira (não me lembro do nome do arquitecto), com um telhado imponente, como sendo dois exemplos que marcam (e dos quais eu gosto muito) a arquitectura Nacional, quer se queira quer não. Mas isso não quer dizer que se faça hoje arquitectura com as formas plásticas dos anos 60 e 70. Tenho muitas dúvidas, contrariamente ao que dizes, que a arquitectura pimba seja mais barata, racionaliza os consumos energéticos ou tenha uma linguagem mais nacional (e racional) do que a arquitectura dos caixotes. Aliás a casa em Janas dos Arqs João Santa Rita e Filipa Moura, sendo um exemplo de arquitectura moderna (caixotes) ganhou o prémio da eficiência energética da DGE em 2003; a sua sobriedade ornamental, sem nhoquices do tipo socos, sancas, frizos (os elementos característicos da arq. pimba) de certeza que a tornam uma construção mais barata e com mais qualidade do que as casas neo-rococós do sec. XXI. ... Ao que isto chego, TiCo, eu sou engenheiro e tu arquitecto e és tu quem me falas de "caixotes" e "casas para a fotografia"? - Tá tudo ao contrário...
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