JVS Posted January 24, 2009 Report Posted January 24, 2009 NOTICIAS Novo Estádio dos Barreiros poderá não estar pronto em 2010 Sábado, 18 de Outubro de 2008 00:52 O presidente do Governo Regional da Madeira, Alberto João Jardim, admitiu hoje que a obra de remodelação do Estádio dos Barreiros, que ficará na posse do Marítimo, não deverá estar pronta no prazo previsto. Jardim, que discursava no jantar comemorativo do 98º aniversário do clube, apontou uma série de vicissitudes que atrasaram o processo, apesar de, há precisamente um ano, na mesma cerimónia, ter prometido que o novo Estádio dos Barreiros estaria pronto por altura do centenário do Clube, em 2010. Jardim, cujo Governo regional é sócio minoritário do Marítimo SAD (40 por cento), fez um resumo histórico sobre a pretensão de o clube ter o seu próprio estádio, denunciando que o projecto inicial foi "sabotado por fascistas, que impuseram barreiras burocráticas" Com a decisão de atribuir a titularidade dos Barreiros ao Marítimo, o que tornou o projecto muito mais barato, "surgiram novamente sabotadores, alguns deles, apesar de também terem gozado de benesses, cuspiram no prato de quem lhes deu, pelo que o processo jurídico teve de ser reformulado". Daí a cedência do estádio, não ao Marítimo da Madeira SAD, mas sim ao Club Sport Marítimo, "para evitar a qualquer momento impugnações ou providências cautelares, tão em voga neste país". Por outro lado, o governante afirmou que, face às actuais circunstâncias financeiras e económicas que a região, o país e o mundo atravessam, o projecto do Estádio teve que ser reformulado: "Uma coisa vos garanto. Quando faço uma promessa cumpro-a e o Marítimo vai ter o seu Estádi o nos Barreiros". Carlos Pereira, presidente do clube "verde-rubro", defendeu que o "Estádio do Marítimo será a cereja no topo do bolo" e garantiu que o clube "será sempre parte da solução, nunca dos problemas". Antes de ouvir as palavras de Jardim, afirmou ainda que a inauguração do novo estádio "será o ponto alto das comemorações do Centenário". Evitando falar na polémica componente comercial que pretendia aplicar no Estádio e nas estruturas que Jardim já afirmou não irem ser construídas, como constava do projecto inicial, Carlos Pereira prometeu a construção de um "estádio multi-funcional, requalificado e profissional". Foi também tornado público que o prazo final para a entrega de propostas de adjudicação da obra, que terminava hoje, foi alargado até final deste mês. No jantar comemorativo, estiveram presentes várias outras autoridades regionais e cerca de 600 sócios do Marítimo. AGÊNCIA LUSA in http://ultimahora.jornaldamadeira.pt/index.php?/pt/noticias/200810182684/noticias/desporto/novo-estadio-dos-barreiros-podera-nao-estar-pronto-em-2010.html Parecer que 'blinda' cedência barreiros podem ser cedidos desde que se mantenham como estádio de futebol Data: 03-08-2008 Um parecer jurídico elaborado pela 'Sérvulo & Associados, Sociedade de Advogados, RL.', e subscrito pelo Professor Doutor José Manuel Sérvulo Correia, professor catedrático da Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa, e pelos drs. Mark Bobela-Mota Kirkby e João Oliveira Geraldes, Mestres em Direito e Assistentes da mesma instituição universitária, é a grande 'arma' que o Governo Regional tem na mão para "blindar" - o termo é do próprio Alberto João Jardim - a cedência do Estádio dos Barreiros ao Marítimo. Depois de no passado dia 22 de Novembro de 2007, através da Resolução nº 1175/2007, o Conselho de Governo se ter pronunciado favoravelmente a que se equacionasse a transferência gratuita e a título definitivo do 'Estádio dos Barreiros' e terrenos anexos, para o Marítimo a fim de este desenvolver um projecto de inegável interesse público relacionado com a modernização e utilização da referida infra-estrutura desportiva, as dúvidas entretanto levantadas levaram o executivo a abordar o assunto com alguma cautela. Francisco Fernandes, secretário regional da Educação, adiantou ao DIÁRIO que "o Governo Regional, posteriormente, solicitou a emissão de novo Parecer de Direito", parecer esse que teria de pronunciar-se sobre as condições de validade de um negócio jurídico que tivesse por objecto a referida cedência analisada de duas perspectivas: - A existência de habilitação legal dos órgãos competentes da Região Autónoma da Madeira para o efeito e os eventuais condicionalismos jurídico-públicos do exercício dessa competência. - A eventual limitação à sua capacidade de dispor sobre o bem em causa no quadro das condições estipuladas no contrato de cedência outorgado a 24 de Fevereiro de 1934, pelo qual foi transferido o direito de propriedade do Estádio dos Barreiros para a Junta Geral Autónoma do Distrito do Funchal. Inalienabilidade não se aplica O parecer, elaborado pela 'Sérvulo & Associados', já foi entregue ao Governo e Fernandes resume-o: "O parece concluiu, em síntese, que o Estádio dos Barreiros não se encontra sujeito ao princípio da inalienabilidade próprio do regime jurídico-público das coisas públicas, uma vez que não integra o domínio público regional" explica o secretário. Mais há mais: "Como bem/coisa do domínio privado da Região, o Estádio dos Barreiros encontra-se submetido a um regime administrativo do domínio privado, mas as normas que integram este regime não impedem a cessão a título definitivo da respectiva propriedade, sendo que o bem em causa não é, enquanto estádio desportivo, susceptível de ser classificado como bem do domínio privado indisponível à luz de qualquer norma jurídica aplicável", acrescenta Fernandes, citando o referido parecer. Não prejudica utilidade pública Mas, segundo a 'Sérvulo & Associados', "ainda que o fosse, a indisponibilidade do bem do domínio privado da Região Autónoma da Madeira não equivaleria à absoluta inalienabilidade, mas apenas à exigência de que a alienação não fosse de molde a prejudicar a utilidade pública a que o bem tem estado afectado". Lembrando que a projectada alienação "tem como pressuposto a dinamização da utilização do Estádio dos Barreiros para efeito da realização da utilidade pública, a cujo serviço tem estado adstrito", Francisco Fernandes cita novamente o parecer para concluir que "a alienação não se defronta, pois, com qualquer obstáculo proveniente do regime do Estádio dos Barreiros enquanto bem do domínio privado da Região Autónoma da Madeira". A conclusão, é, pois, muito simples: "Do prisma do direito privado, é possível transmitir a propriedade do Estádio dos Barreiros, desde que essa transmissão fique contratualmente condicionada às mesmas condições que limitam a posição jurídica do transmitente, o que será devidamente acautelado em sede contratual" resume o secretário regional da Educação. Financiamento por decidir Quanto à percentagem da participação do Governo Regional no financiamento do Estádio, Fernandes garante que ainda não está definida. "Depende da apresentação pelo C. S. Marítimo de um estudo económico, já solicitado, e cuja elaboração se encontra em curso, sendo certo que quaisquer mais-valias financeiras resultantes do empreendimento e dos espaços não desportivos e paradesportivos, além dos inerentes ao campo de futebol, revertem para o financiamento da obra e manutenção da infra-estrutura em causa", justifica. "Só após a definição de todos estes itens é que será finalmente assinado o contrato-programa", informa o secretário. Antes, avança Fernandes, "será assinado o contrato de cedência que conterá as cláusulas que a mesma regerão, nomeadamente as mútuas responsabilidades financeiras, bem como os ónus de serviço público que impendem sobre a cedência e, naturalmente, o conhecimento do valor final da obra, cuja estimativa actual é meramente indicativa e obrigatória em fase de concurso, bem como a previsão obrigatória de possibilidade de reversão". DNoticias Madeira Marítimo - Novo Estádio dos Barreiros poderá não estar pronto em 2010, admite Jardim O presidente do Governo Regional da Madeira, Alberto João Jardim, admitiu hoje que a obra de remodelação do Estádio dos Barreiros, que ficará na posse do Marítimo, não deverá estar pronta no prazo previsto. Jardim, que discursava no jantar comemorativo do 98º aniversário do clube, apontou uma série de vicissitudes que atrasaram o processo, apesar de, há precisamente um ano, na mesma cerimónia, ter prometido que o novo Estádio dos Barreiros estaria pronto por altura do centenário do Clube, em 2010. Jardim, cujo Governo regional é sócio minoritário do Marítimo SAD (40 por cento), fez um resumo histórico sobre a pretensão de o clube ter o seu próprio estádio, denunciando que o projecto inicial foi "sabotado por fascistas, que impuseram barreiras burocráticas" Com a decisão de atribuir a titularidade dos Barreiros ao Marítimo, o que tornou o projecto muito mais barato, "surgiram novamente sabotadores, alguns deles, apesar de também terem gozado de benesses, cuspiram no prato de quem lhes deu, pelo que o processo jurídico teve de ser reformulado". Daí a cedência do estádio, não ao Marítimo da Madeira SAD, mas sim ao Club Sport Marítimo, "para evitar a qualquer momento impugnações ou providências cautelares, tão em voga neste país". Por outro lado, o governante afirmou que, face às actuais circunstâncias financeiras e económicas que a região, o país e o mundo atravessam, o projecto do Estádio teve que ser reformulado: "Uma coisa vos garanto. Quando faço uma promessa cumpro-a e o Marítimo vai ter o seu Estádio nos Barreiros". Carlos Pereira, presidente do clube "verde-rubro", defendeu que o "Estádio do Marítimo será a cereja no topo do bolo" e garantiu que o clube "será sempre parte da solução, nunca dos problemas". Antes de ouvir as palavras de Jardim, afirmou ainda que a inauguração do novo estádio "será o ponto alto das comemorações do Centenário". Evitando falar na polémica componente comercial que pretendia aplicar no Estádio e nas estruturas que Jardim já afirmou não irem ser construídas, como constava do projecto inicial, Carlos Pereira prometeu a construção de um "estádio multi-funcional, requalificado e profissional". Foi também tornado público que o prazo final para a entrega de propostas de adjudicação da obra, que terminava hoje, foi alargado até final deste mês. No jantar comemorativo, estiveram presentes várias outras autoridades regionais e cerca de 600 sócios do Marítimo. LAR. Lusa/fim IN http://futebolar.portugalmail.pt/artigo/20081017/maritimo-novo-estadio-dos-barreiros-podera-nao-estar-pronto-em-2010-admite-jardimVIDEOS [ame=""]YouTube - Estádio do MarÃ*timo[/ame] [ame=""]YouTube - Projecto do novo estádio do CS Maritimo[/ame]DADOS O Club Sport Marítimo apresentou ontem o projecto do seu estádio, a ser edificado na zona da Praia Formosa. Trata-se de um infra-estrutura que, de acordo com Francisco Fernandes, deverá estar pronta na temporada 2008/09, pese nesta altura ainda decorrerem algumas negociações que impedem o lançamento do concurso público internacional que, conforme expressa Carlos Pereira, deverá acontecer muito em breve. Os responsáveis do clube e do Governo Regional consideram que o Estádio do Marítimo poderá ser construído entre um ano e meio e dois anos. A apresentação do projecto, da autoria do arquitecto Pedro Araújo, concretizou-se no Salão Nobre da Câmara Municipal do Funchal, com Miguel Albuquerque a enaltecer a importância da obra e respectiva edificação numa zona que, considera, constitui a nova centralidade da cidade do Funchal. Nesta altura não existem valores ainda definidos, dada que ainda não foi lançado o concurso, mas Francisco Fernandes releva que será utilizado um modelo de financiamento que se prolonga no tempo, um financiamento a 15 anos que faz diluir no tempo as responsabilidades financeiras, não comprometendo o equilíbrio das finanças regionais. O recinto terá capacidade para 9.553 lugares cobertos. Características Áreas de construção • Edíficio Comercial e Administrativo • Estádio de futebol • Parque de estacionamento norte e sul, com capacidade para 1.580 lugares. Acessibilidades • Acessos: Cota 200 (Desde a Estrada Monumental ao nó de São Martinho), Cota 40 (para as bancadas Nascente e de topo) e Estrada Monumental (para a bancada Poente). Características do Estádio • Capacidade: 9.553 lugares cobertos • Área: 57.443m2 • Campo - comprimento: 105m; largura: 68m; Área de segurança entre o relvado e as bancadas: 6m. • Espaços interiores: Quatro balneários para atletas, dois para treinadores e outros tantos para árbitros. Gabinete para o delegado do jogo, instalações de serviços médicos, serviços de controlo antidopagem, duas instalações de aquecimento e musculação e um Centro de estágio e Health Club. Três aneis para espectadores • 1.º Anel: Situado junto ao relvado que acolhe 2.856 lugares em redor de todo o estádio. Este sector terá acessos e entradas independentes para bilhetes mais económicos através de caixas de escadas centrais. • 2.º Anel: Destinado aos sócios e cativos (bancada sul) com acessos pelas rampas dos cantos e tem a capacidade para 6.066 lugares, divididos pelas quatros bancadas do recinto. • 3.º Anel: Área dos camarotes: Destinados aos camarotes empresas, aos camarotes da comunicação social, e aos camarotes VIPs com um total de 631 lugares. Nota: Todos os lugares serão providos de cadeiras individuais a cor vermelho escuro com 0,50 m de largura por lugar com costas e assentos rebatíveis, com excepção dos lugares cativos, tribunas e camarotes que terão cadeiras com características diferentes, isto é com 0,70m de largura estofadas e com braços. Pormenores • Tribuna Presidencial: Situada na bancada poente, será destinada a convidados, direcção do clube e administração da SAD com capacidade para 124 lugares. • Camarotes: Destinados a empresas com instalações sanitárias e mobiliário para serviço de catering num total de 18 camarotes, 16 com 11 lugares e 2 com 20 lugares. • Bares: Para servir os diversos sectores do estádio são distribuídos de forma proporcional e dimensionados de acordo com as necessidades de cada sector. • Lojas do clube: Localizadas umas junto à porta poente e outra na porta nascente, para venda de artigos do clube e outros que se considerem importantes para angariar receitas extraordinárias para o clube. IN http://forum.autohoje.com/showthread.php?t=17065 Quote
ricardo Posted January 30, 2009 Report Posted January 30, 2009 Estou impressionado com a falta de qualidade do vídeo...mas enfim... O projecto que corre no vídeo e é apresentado no diário, por acaso não é nos Barreiros, mas a primeira localização na praia formosa... Como vivo a uns 400 metros do estádio, tenho muita curiosidade para ver o que vai ser feito. Para já fiquei com duvidas da zona vip ser ao lado dos bares públicos, mas posso ter percebido mal, o que acho que não percebi mal foram as cadeiras do 3º anel taparem a vista para o campo a quem pagou para estar num camarote, nem vale a pena porem cadeiras porque vão de estar de pé. O projecto para os Barreiros terá de ser substancialmente diferente porque acho que a área disponível longitudinalmente é bem menor. É esperar para poder ver em condições o projecto. Há uns anos deitaram o Pavilhão de São João a baixo para se construir um túnel, esse pavilhão era centro de treinos e competição de basket, badminton esgrima e karaté, era o segundo com melhores instalações para o basket e onde muitos jogadores se reuniam no fim do dia para jogar. Pois bem, foi a baixo e as pessoas dispersas por outras instalações com menos qualidade,pelo menos no basket, ou seja nos Barreiros vai acontecer o mesmo, todos os que usam o estádio, as pistas de atletismo ou simplesmente usavam para fazer manutenção vão ter de ir para a ribeira brava.... Estão simplesmente a fechar todas as possibilidades de fazer desporto em instalações com o mínimo de qualidade, sem pagar... Como na periferia dos terrenos do estádio estão a instalações do clube de ténis da madeira, também estou curioso para ver se os vão mandar pregar a outra freguesia. Quote
JVS Posted July 11, 2009 Author Report Posted July 11, 2009 Não é líquido que o Estádio 'arranque' em Junho Decisão de remodelação dos Barreiros por 46,5 milhões pode ser impugnada DN Madeira, 21-05-2009 Foi a 29 de Setembro de 2008 que Alberto João Jardim afirmou que o projecto de renovação do estádio dos Barreiros, porque repetia infra-estruturas que o Marítimo já possuía em Santo António, iria ser alterado. O argumento para a não duplicação de infra-estruturas era a contenção de despesas pelo que se impunha rever o projecto inicial. O problema é que o processo já estava em curso (o concurso público internacional foi aberto a 31 de Julho de 2008). Ora, embora todas as propostas a concurso tenham apresentado variantes, entendem agora os preteridos que o Clube Sport Marítimo (CSM) não pode negociar com o consórcio ganhador uma alteração ao caderno de encargos para 'poupar' no projecto. Sob pena de tal alteração ser ilegal. Aliás, quando Jardim veio a terreiro falar em alterações, o procedimento concursal deveria ter sido interrompido (anulado) para se lançar novo concurso, com novo caderno de encargos. Tudo para salvaguardar o interesse público e a igualdade dos concorrentes face a uma nova realidade. Segundo conseguimos apurar, este é um dos argumentos mais fortes que pode ser utilizado na impugnação da decisão do CSM de, com base na Comissão de Análise, adjudicar a obra à Tecnovia/Zagope' por 46,5 milhões de euros, o valor mais alto apresentado pelos cinco concorrentes. Os consórcios que se apresentaram ao concurso para a remodelação do Estádio dos Barreiros foram a 'Tecnovia/Zagope' (vencedora); a 'AFA/Concreto Plano/Tâmega/FunchalBetão', a 'Somague', a 'Mota Engil' e a 'Edifer/Lena/Abrantina', esta última afastada à partida (ver destaque abaixo). A 'AFA/Concreto Plano/Tâmega/FunchalBetão' terá apresentado a proposta mais baixa (31 milhões de euros). Outras duas propostas andaram na casa dos 34 e 36 milhões de euros. Anteontem, à saída da Quinta Vigia, o presidente do CSM, Carlos Pereira disse que o Marítimo está preparado para "assegurar a diferença (15 milhões) entre a verba que é dada pelo Governo (31,5) e o custo total (46,5)" e que as obras poderiam arrancar durante o mês de Junho. Consórcio excluído perde acção O consórcio 'Edifer/Lena/Abrantina', que foi excluído do concurso público internacional para a empreitada de construção do recinto desportivo 'Arena Marítimo - Madeira' perdeu a providência cautelar que deu entrada a 2 de Janeiro, no Tribunal Administrativo de Círculo do Funchal (TACF). A decisão é de 11 de Maio último, tendo os juízes do TACF decidido julgar a acção improcedente e absolvido os demandados do pedido. O pedido consistia na readmissão do consórcio ao concurso. A 'Edifer/Lena/Abrantina' contesta a decisão da comissão de análise de a excluir com base na falta de uma declaração assinada pelo representante legal da empresa 'Abrantina'. Uma formalidade essencial insanável prevista no programa do concurso, segundo a comissão. Uma simples "irregularidade", segundo o impugnante. O TACF veio agora dizer que a declaração assinada era mesmo essencial e que não bastava uma relação nominal do quadro técnico da empresa 'Abrantina' como a que foi apresentada. Segundo conseguimos apurar, o consórcio está ainda a estudar se recorre da decisão da 1.ª instância para o Tribunal Central Administrativo Sul (TCAS). via http://www.skyscrapercity.com/showthread.php?t=401573Contestada adjudicação do estádio do Marítimo DN Madeira, 02-06-2009 Há questões de ordem técnico-jurídicas que falam mais alto do que a declaração política do presidente do Governo Regional e sócio do Marítimo, segundo a qual não quer "empatas" no processo de cessão e remodelação do estádio dos Barreiros. Se, por um lado, os três consórcios preteridos na intenção de adjudicação da obra à 'Tecnovia/Zagope' estão receosos no afrontamento político, por outro, querem fazer valer as suas posições técnico-jurídicas relativamente ao concurso público internacional n.º 1/2008/CSM. Daí que pelo menos o consórcio 'AFA/Concreto Plano/Tâmega/ Funchalbetão' vá avançar com uma reclamação graciosa junto da comissão de análise das propostas. O consórcio tem essa faculdade legal nos 10 dias posteriores à intenção de adjudicação, conhecida a 19 de Maio. Segundo explicou ao DIÁRIO o director de produção da AFA, eng. Martinho Caires, está a ser elaborado um documento com os argumentos técnicos e financeiros a contestar a intenção de adjudicação à proposta base vencedora (46,5 milhões). Martinho Caires disse que a proposta base do consórcio liderado pela 'AFA' era superior à vencedora (49,9 milhões) mas a variante era a mais baixa (31,5 milhões). Refira-se que se apresentaram a concurso cinco consórcios. Com a exclusão da 'Edifer/Lena/Abrantina' (que não vai recorrer da decisão de 1.ª instância que deu razão ao Marítimo) ficaram quatro e ganhou o consórcio 'Tecnovia/Zagope'. A contestação/impugnação só pode vir da 'Mota Engil', 'Somague Engenharia' ou 'AFA/Concreto Plano/Tâmega/Funchalbetão'). Da parte da AFA, Martinho Caires explica que, nesta fase, não se coloca ainda a questão da impugnação em Tribunal. Estamos numa fase anterior a esse expediente. E a primeira nota vai no sentido de verificar alguma incongruência na adjudicação por 46,5 milhões quando, há algum tempo, "as entidades públicas" consideraram "exorbitantes" os valores da proposta-base. Valores que iam ao encontro do projecto megalómano inicial ao qual, por intervenção de Jardim, deveriam ser retiradas infra-estruturas já existentes (não duplicação). Por outro lado, Martinho Caires disse que estamos a falar de um diferencial de 16 milhões de euros entre a proposta variante da AFA e a que foi adjudicada. É muito dinheiro/poupança. E essa variante respeitava todas as exigências do Decreto regulamentar n.º 10/2001 (regime de instalação e funcionamento das instalações desportivas), propondo os cerca de 9 mil lugares sentados, estacionamentos e cobertura da Central e do Peão (topos abertos). Acresce, lembra, que mesmo em termos de proposta-base, a mais baixa nem era da 'Tecnovia/Zagope' mas da 'Somague'. E não deixa de fazer, como cidadão, um reparo: Se calhar o Marítimo não sabe bem o que quer, se um propalado 'estádio comercial'/projecto imobiliário se um recinto desportivo funcional e mais económico. É que são concepções e filosofias diferentes. Carlos Pereira: "A decisão está juridicamente bem sustentada " Falando à margem de uma iniciativa do Marítimo alusiva ao Dia Mundial da Criança, e mesmo sem ter conhecimento do teor da notícia da contestação à adjudicação do Estádio dos Barreiros apresentada nesta página, Carlos Pereira já admitia esse cenário como provável. "Tudo é possível", atirou numa primeira reacção, justificando-se de seguida com "as grandes dificuldades que o sector de construção atravessa devido à crise" para considerar como normal que "todas as empresas queiram ganhar aquela obra". O presidente do Marítimo mostra-se tranquilo quanto a qualquer desenvolvimento que o processo venha a ter, seja ele contestação ou providência cautelar, porque alega que a decisão tomada está "juridicamente bem sustentada". "Apadrinhámos aquele projecto porque é dele que gostamos", completou. Coisas para o Guiness... Confrontado com as declarações de Rui Alves, que em entrevista ao DIÁRIO, referiu, entre outras considerações, que a remodelação do Estádio dos Barreiros merecia ir para o Guiness, Carlos Pereira disse: "Haveria muito mais coisas que também o mereciam, mas reservo-me a falar delas numa outra oportunidade". Nessa altura, refere, "terei todo o cuidado de mencionar as obras que poderiam entrar para o Guiness, desde as estradas até à altura...". via http://www.skyscrapercity.com/showthread.php?t=401573Marítimo - 'Somague' junta-se à contestação Passo seguinte: A comissão pronuncia-se sobre os argumentos dos reclamantes DN Madeira, 10-06-2009 Terminou ontem o prazo para que os consórcios preteridos na intenção de adjudicação da obra de remodelação do estádio dos Barreiros, por 46,9 milhões de euros, à 'Tecnovia/Zagope' reclamassem junto da comissão de análise das propostas. Segundo conseguimos apurar, depois de conhecida a intenção de reclamação por parte do consórcio 'AFA/Concreto Plano/Tâmega/ Funchalbetão', soube-se ontem que também a 'Somague' reclamou da adjudicação no concurso público internacional n.º 1/2008/CSM. A contestação/impugnação só poderia vir da 'Mota Engil', 'Somague Engenharia' ou 'AFA/Concreto Plano/Tâmega/Funchalbetão'. As razões que estão na origem da reclamação apresentada pela 'Somague' não foram adiantadas ao DIÁRIO pelo responsável regional da empresa, António Mesquita. Já o director de comunicação e imagem da outra empresa preterida, a 'Mota-Engil -Engenharia e Construções', Rui Pedroto assegurou que a empresa não tencionava "reclamar ou impugnar judicialmente o acto em apreço". Mais esclareceu que a 'Mota-Engil' apresentou a este concurso apenas uma proposta-base cujo valor não foi anunciado mas que o DIÁRIO apurou que se aproximava dos 50 milhões de euros. Recorde-se que só quatro consórcios poderiam ganhar o concurso uma vez excluída na fase procedimental a 'Edifer/Lena/Abrantina'. Ganhou a 'Tecnovia/Zagope' com a proposta base apresentada a concurso. A proposta base do consórcio liderado pela 'AFA' era superior à vencedora (49,9 milhões) mas a variante era a mais baixa (31,5 milhões). E a proposta-base apresentada pela 'Somague' era ligeiramente inferior (46,2 milhões de euros) à vencedora. via http://www.skyscrapercity.com/showthread.php?t=401573Remodelação dos Barreiros avança em duas fases Obras começam na bancada nascente e vão limitar a capacidade do estádio a metade DN Madeira, 26-06-2009 Ainda não está determinada a data para o início das obras do novo Estádio do Marítimo nos Barreiros. Mas o plano de remodelação está idealizado e até já foram efectuadas as respectivas perfurações (na pista de atletismo) necessárias para o conhecimento do terreno e consequente avanço das obras. O DIÁRIO sabe que a primeira fase de remodelação (total) do recinto compreende a bancada nascente (ex-peão) prolongando-se até à bancada lateral junto à porta principal dos Barreiros. Os bares posicionados nesse espaço já receberam inclusivamente ordens para encerrar a actividade. Após a conclusão desta primeira fase, arranca a segunda etapa das obras, que abrange a as bancadas laterais e central. Divisão que possibilita à equipa de futebol a realização dos jogos caseiros no recinto com o único condicionante da lotação ficar reduzida a metade durante o período de construção. via http://www.skyscrapercity.com/showthread.php?t=401573 VIDEOS [ame=""]YouTube - Novo Estadio dos Barrreiros[/ame] [ame=""]YouTube - Projecto do novo estádio do CS Maritimo[/ame] Quote
JVS Posted July 29, 2009 Author Report Posted July 29, 2009 Câmara aprova projecto de arquitectura A Câmara Municipal do Funchal (CMF) aprovou, ontem, o projecto de arquitectura para o novo estádio de futebol do Clube Sport Marítimo, apesar da abstenção dos vereadores do PS e da CDU. O novo espaço desportivo obrigará à Câmara a fazer uma intervenção na estrada, no lado poente do estádio, aumentando a sua largura para sete metros de faixa de rodagem e dois metros de passeio. Esta foi uma imposição da Câmara, no respeito pelo Plano Director Municipal do Funchal. E esta é também a única alteração, em relação à restante rede rodoviária da zona. Outras matérias consideradas neste projecto, aprovado na reunião semanal da CMF, foi a criação de um silo-auto na zona do antigo polidesportivo dos Barreiros, vulgarmente conhecido por zona do galinheiro, e o novo estacionamento da bancada sul, onde está actualmente a zona do peão. O porta-voz da reunião, Bruno Pereira, explicou, por outro lado, que a zona do estádio não obedece a parâmetros urbanísticos, porque desde o PDM de 1997 que aquela é considera uma zona de equipamentos. Ao ser assim, a construção terá de ser adequada aos «regulamentos em vigor», sejam os gerais ou os específicos de infra-estruturas desta natureza, e não aos parâmetros urbanísticos. E é isso que tem acontecido, atestam os serviços da CMF. O Instituto do Desporto da Região Autónoma da Madeira corrobora, em parecer já emitido. «Com total normalidade, este processo está a cumprir a burocracia normal para a sua aprovação», conclui Bruno Pereira. Depois de aprovado o projecto de arquitectura, agora o promotor terá de apresentar os projectos de especialidade e só após a sua aprovação é que a Câmara emitirá o alvará de construção. Apesar de ainda não ter licença para construir, há já obras no estádio, nomeadamente no sistema de drenagem nas zonas do relvado e da pista de atletismo. Mas, por serem «obras de escassa relevância urbanística» e por ter havido a necessária «comunicação prévia» do clube à Câmara, está tudo certo, garante Bruno Pereira. A Câmara poderá, até, vir a emitir uma licença de escavação e demolição, antes de ser emitida a licença de construção. «Caberá ao promotor saber quais são os próximos passos que quer dar», disse. Alberto Pita in http://www.jornaldamadeira.pt/not2008.php?Seccao=14&id=129319⊃=0&sdata= Quote
JVS Posted July 6, 2010 Author Report Posted July 6, 2010 Três bancadas no Centenário Segundo fontes ligadas ao processo de reconstrução do Estádio dos Barreiros, a obra poderia ficar concluída já este ano, mas tal obrigaria que a equipa de futebol tivesse de jogar os primeiros cinco meses da próxima época (2010/2011) num outro recinto, pois seria necessário utilizar o relvado como suporte para o avanço do projecto. Mas tal significaria, também, encarecer da obra, que está estimada em 46 milhões de euros - será adjudicada por esse valor. Mesmo assim, e tendo em conta o rápido avanço da obra, a cargo da Tecnovia, a 20 de Setembro deste ano, dia em que o Marítimo comemora cem anos de vida, segundo as melhores previsões, a direcção verde-rubra poderá inaugurar três novas bancadas, Norte, Sul (novidade) e Nascente, ficando apenas por concluir a bancada Central, que, nessa altura, já estará em andamento, em obras. Apesar dos atrasos provocados pelo mau tempo que se fez sentir durante quase todo o Inverno na Região, a percepção de quem idealizou o projecto - a equipa técnica que esteve na base da construção do Estádio do Dragão e Alvalade XXI é a mesma que trabalha no Estádio dos Barreiros - é de que a obra poderá ficar concluída mais cedo do que é previsto. O atraso impediu que as bancadas Norte e Nascente fiquem concluídas a tempo da Cerimónia de Abertura do Desporto Escolar, no entanto, ficarão prontas a tempo do Centenário, registando-se ainda que logo após a realização do último jogo do Marítimo em casa - 2 de Maio com o Vit. Setúbal -, a bancada Central deverá entrar em obras, bem como o relvado, que será removido na totalidade, dando lugar a um novo de raiz, por forma a se resolverem de uma vez por todas os problemas de escoamento. Portanto, no dia 20 de Setembro não só os adeptos verde-rubros deverão ver as três bancadas concluídas, como também o novo relvado, para além da estrutura de betão da bancada Central. Área comercial em equação A um outro nível, registe-se que o projecto de reconstrução do Estádio dos Barreiros não prevê nenhuma área comercial, mas estará preparado para o efeito, caso surja algum investidor interessado. Tal como acontece com o Estádio da Luz, se aparecer uma empresa pronta a negociar, como foi o caso da Media Markt, o Marítimo poderá ceder parte dos estacionamentos para uma área comercial. Estão previstos cerca de 700 lugares de estacionamento, mas segundo foi possível apurar poderão não ser necessários tantos e, como os pisos inferiores são altos, parte do estacionamento poderá reverter para um negócio. No entanto, é preciso alertar que tudo não passa de uma mera possibilidade, uma vez que o projecto inicial para a remodelação do 'velhinho caldeirão' não prevê, como foi referido, áreas comerciais. A finalizar, registe-se que o Governo Regional vai ainda celebrar um contrato-programa com o Marítimo, de 31 milhões de euros, para a reconstrução do Estádio dos Barreiros. Mesmo assim, a obra está a avançar a bom ritmo, devido a um acordo de cavalheiros que foi estabelecido entre o a direcção do Marítimo e os patrões da Tecnovia, que para já estão a assumir todos os custos da remodelação. Marítimo defende custos da obra com período de carência O investimento da região na remodelação do Estádio dos Barreiros, tem merecido por parte de alguns quadrantes, algumas críticas, fundamentalmente após o temporal que assolou a Região a 20 de Fevereiro. Contudo, para o Marítimo não era curial nem lógico que, por causa disso, se parasse uma obra que estava em pleno curso. Depois os encargos que a Região terá com as obras nos Barreiros só começarão a ter efeitos cinco anos após a concessão do financiamento bancário de 31 milhões de Euros (o Marítimo suporta os restantes 15 milhões), que é o período de carência que esse mesmo financiamento contém. E, nesse período de cinco anos, os cofres da Região receberão, da obra, cerca de 7 milhões de Euros em impostos directos e outros tantos em indirectos, como seja os custos sociais dos cerca de 300 operários que trabalham na obra. Fonte da direcção revelou-nos, ainda, que, por outro lado, e sendo agora o estádio propriedade do Marítimo, o IDRAM deixou de ter custos, quer com pessoal, quer com a luz, água, relvado, etc. DN Madeira in http://vistadaserra.blogspot.com/ Barreiros- «Estádio será auto-sustentável Importante fonte de receita A Carlos Pereira não duvida que o estádio do Marítimo será uma infra-estrutura auto-sustentável na sua gestão. Alerta que não poderia ser de outra forma e encara o novo recinto como fonte de receitas, decisiva para o futuro próximo, no qual prevê um esvaziamento dos subsídios. «Nós sempre dissemos que o estádio seria comercial. Um estádio comercial não significa dizer que terá lojas. Um estádio comercial poderá ser com espaços que gerem comércio. Há actividades praticadas que são comerciais e não passam, necessariamente, pela abertura de espaços comerciais. Também os terá. O restaurante é, com certeza, um espaço comercial. O próprio espaço do clube e da SAD será comercial que irá gerar receitas a partir do marketing e merchandising. Não haverá é aquele conceito de lojas – não se pense que será uma loja aqui, uma loja ali – mas haverá espaços comerciais. Isto para dizer que sim, que a nossa perspectiva que é seja um estádio que a curto prazo seja auto-sustentável. Nem poderia ser de outra forma». Pormenorizando as suas expectativas, revela que «não seria justo da nossa parte não pensarmos assim. O apoio que vem sendo dado ao desporto da Madeira tem tendência a diminuir cada vez mais. Então, é preciso que as instituições comecem a pensar seriamente que essa diminuição vai obrigar a que os seus dirigentes pensem em alternativas a receitas que não aquelas provenientes dos contratos-programa. Vejamos as dificuldades diárias, as dificuldades nos pagamentos que têm acontecido. Há reduções que em alguns casos já vão quase em 25 por cento. Temos consciência que isto tem uma tendência a acabar... as dificuldades são enormes e se nós não conseguirmos trabalhar de forma a que o estádio seja rentável e auto-sustentável, então mais valia não entrarmos nisto». Carlos Pereira constata ainda que, «infelizmente, muitas instituições deram o passo maior que a sua perna e hoje estão falidas e fechadas. Algumas delas em locais privilegiados para o comércio, habitação... estão ocupadas por infra-estruturas desportivas não rentáveis. Estão literalmente falidas. Porque se fizeram apostas desorçamentadas que não respeitaram os orçamentos e entraram numa corrida que ultrapassou o próprio pé. Uns estão preso, outros estão fugidos... outros estão falidos». Remodelação concluída em 2011 Era vontade do Marítimo que por ocasião das comemorações do centenário, as obras de remodelação do estádio dos Barreiros estivessem já (quase) concluídas. Contudo, tal não será possível e Carlos Pereira explica as razões: «temos que recapitular todo o processo do estádio e a forma como se desenvolveu. Se recuarmos no tempo, temos que fizemos um concurso público que ficou concluído com um atraso substancial. Porque houve reclamações, impugnações, acções e outras situações de ordem burocrática, que resultaram no atraso no início da obra. E como se não bastassem esses atrasos iniciais, no decorrer da obra ainda tivemos a intempérie de 20 de Fevereiro. Aliás, não é só a intempérie, mas todo um acumular de mau tempo que se fez sentir a partir de Setembro/Outubro de 2009 até praticamente esta altura. Por isso não foi permitido trabalhar à velocidade que pretendíamos e perspectiváramos. Como também é público, tivemos que fazer alterações e adaptações ao projecto inicial. Tudo isto fez com que a obra se atrasasse, porque era nossa intenção que em Fevereiro/Março de 2010 a primeira fase estivesse concluída e, logo, a segunda fase estaria terminada em 30 de Dezembro de 2010, fazendo a inauguração e estarmos de pleno direito no estádio remodelado». Assim, «é com alguma tristeza que constato que tal não será possível, dentro desses prazos previstos. Mas, lamentando que a primeira fase não esteja já concluído, digo também que é com muita alegria que vamos quase de certeza iniciar a próxima temporada no espaço já actualizado e com melhores condições, do que vem sucedendo até esta altura». Depois, a conclusão final, ocorrerá em 2011. Jornal da Madeira in http://www.skyscrapercity.com/showpost.php?p=56926779&postcount=281 Quote
JVS Posted April 10, 2011 Author Report Posted April 10, 2011 Parlamento PSD chumba “inquérito” aos Barreiros O PSD chumbou ontem, na Assembleia Legislativa da Madeira ALM), a criação de uma comissão parlamentar de inquérito para averiguar as obras dos Barreiros. Os sociais-democratas justificaram esta sua posição perante a iniciativa socialista, referindo que os apoios do Executivo madeirense são dados com transparência, com base em regulamentos publicados, com vistos do Tribunal de Contas. Os socialistas, pela voz de André Escórcio, consideraram que a “bola” está do lado da maioria. Ou seja, ou o PSD «chuta para fora ou tenta jogar o jogo da transparência». André Escórcio referia-se à troca de acusações feita recentemente entre o presidente do Governo Regional e o presidente do Marítimo, algumas delas consideradas graves. Carlos Pereira criticou o atraso nas verbas para a construção do estádio. Alberto João Jardim não gostou e acusou o presidente do Marítimo de estar a ser ingrato. Leonel Nunes, do PCP, criticou o Ministério Público por não intervir nesta matéria, tendo considerado que ali não estava em questão um caso de inquérito parlamentar mas um caso de polícia. O BE, através de Roberto Almada, lembrou a promiscuidade que existe entre o Desporto e Política. Defendeu que a Região eo Governo Regional deviam alienara sua participação na SAD do Marítimo. Lopes da Fonseca, do CDS/PP, solicitou a presença do IDRAM na Assembleia Legislativa da Madeira para explicar esta questão dos problemas financeiros envolvidos no caso do Estádio dos Barreiros. Roberto Vieira, do MPT, disse ser de opinião de que outros clubes beneficiaram destes apoios, pelo que o Marítimo também deve beneficiar dos mesmos. António Fontes, do PND, considerou que a criação de uma comissão parlamentar de inquérito ao Estádio dos Barreiros é «ridícula». O deputado considerou que devia ter sido apenas construído um estádio, em vez de três e «não estaríamos a discutir esta questão». Coito Pita diz que DN escondeu números «Este procedimento em que se falseia dados é de uma comunicação social justa e independente?», questionava ontem Coito Pita no uso da palavra para vir a público explicar alguma informação transmitida pelo Diário de Notícias na sua edição de anteontem sobre as conclusões da comissão de inquérito à comunicação social madeirense. Coito Pita lamentou que aquele órgão de comunicação social se tenha “esquecido” de dizer que o DN recebeu mais de um milhão e meio de euros das Câmaras da Região, um milhão e 200 mil euros de empresas de institutos públicos e sociedades. «O Diário de Notícias omitiu factos, omitiu dados e pergunto se isto é uma comunicação social justa e independente?», referindo para logo adiantar que foram esquecidos determinados números. Apoio financeiro O PSD e o PND rejeitaram a proposta da autoria do PS que estabelece as bases da actividade física, do desporto educativo escolar, do desporto federado e aprova o regime jurídico de atribuição de comparticipações financeiras ao associativismo desportivo na Madeira”. O PS e o BE votaram a favor, enquanto que o CDS e o MPT optaram pela abstenção. André Escórcio foi quem defendeu a proposta socialista, tendo Leonel Nunes criticando o facto de haver equipas que só colocam em campo jogadores estrangeiros e nem um da terra. Roberto Almada, do BE, acusou a existência de diferenças de opinião relativamente a questões colocadas pelo PS mas admitiu poder ser possível aprovar a iniciativa, desde que esta fosse melhor trabalhada em sede de comissão. O deputado do PND aponto ilegalidades no documento apresentado pelo PS. Repetição. No início dos trabalhos, a secretária da Mesa da Assembleia Legislativa da Madeira leu vários pareceres emitidos pela comissão de regimentos e mandatos. A maioria destes recusa a retirada de imunidade parlamentar a alguns deputados para poderem prestar esclarecimentos em tribunal. O deputado do PND, António Fontes, pediu que a deputada repetisse tudo o que foi dito mas o presidente da ALM recusou. ADSE. O PCP pediu à Assembleia Legislativa da Madeira para que possa ser enviado o resultado da votação à sua iniciativa que visou manifestar-se contra a intenção do Governo da República de acabar com a ADSE, aos sindicatos da Administração Pública da Região e à União dos Sindicatos da Madeira. Arquitectura. Para o deputado do PND, o modelo artuitectónico do Estádio dos Barreiros devia ser posto em causa uma vez que com as transmissões televisivas dos jogos de futebol já não será necessário visualizar a bonita baía do Funchal, o que «é lamentável». Carla Ribeiro in http://www.jornaldamadeira.pt/not2008.php?Seccao=14&id=179593⊃=0&sdata= Quote
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