JVS Posted October 26, 2008 Report Posted October 26, 2008 NOTICIASDouro 41": um empreendimento único com vista para o RioNas margens do Rio Douro está a nascer o "Douro 41", um projecto único orientado para o Turismo Residencial, a inaugurar ainda este ano. Em Outubro deste ano, a Bascol Promoção Imobiliária, empresa do Grupo Bascol, prevê finalizar o empreendimento "Douro 41", um projecto de Turismo Residencial localizado no limite do concelho de Castelo de Paiva com Vila Nova de Gaia. «É um projecto muito especial; um projecto que nós acarinhamos muito. É um projecto único no país, nas margens do Rio Douro, na margem esquerda, no limite do concelho de Castelo de Paiva com Vila Nova de Gaia», caracteriza Gabriel Bastos, presidente do Grupo Bascol. O "Douro 41", um dos projectos em destaque no stand da Bascol no IMOBITUR 2008, contará com uma unidade hoteleira de charme, a explorar pela rede Quinta das Lágrimas, e com um conjunto de 25 moradias para habitação permanente ou 2ª habitação. «É um projecto que está ligado ao rio e à água, aproveitando o Douro, que também está 'na moda'». Segundo Gabriel Bastos, é provável que a proximidade a que o empreendimento está da cidade do Porto cative o comprador de primeira habitação, sobretudo com pequenos agregados familiares. «Estamos convencidos que será também primeira habitação para algumas famílias com menos filhos, e portanto estamos convencidos de que grande parte do produto vai ser vendido no Porto mesmo».Douro41 aposta no turismo de excelência em região Património Mundial da Humanidade O Douro41 é o mais recente investimento turístico na Região do Douro. Localizado no concelho de Castelo de Paiva entre as barragens de Crestuma-Lever e Carrapatelo, ao quilómetro 41, o Douro41 nasce da parceria entre a BASCOL e o Grupo Lágrimas e representa um investimento global de 20 milhões de euros. A CB Richard Ellis|Predibisa é responsável pela comercialização, em exclusivo, das 25 villas do empreendimento. O projecto de arquitectura é da autoria de João Pedro Serôdio, sendo os edifícios que o compõem, na sua maioria, construções de piso único ajustados às curvas de nível da topografia, formando patamares murados (socalcos), incluindo as bandas de habitação do tipo unifamiliares geminadas. Implantado na margem esquerda do rio, numa propriedade de 10,6 hectares em declive para o espelho de água, o Douro 41 goza de uma localização única quer em termos situação quer de exposição solar. É formado por um hotel-design e um conjunto de Villas: moradias turísticas vocacionadas para a 2.ª habitação e que podem ser alocadas à exploração hoteleira. As habitações variam entre os 114,7 m2 de Área Bruta Privativa para um T1 e os 451,3 m2 para um T3, oscilando os preços em função das áreas das villas e da sua situação e exposição de vistas. A habitação mais barata, de tipologia T1, ronda os 273 mil euros e a de valor mais elevado — um T3 com vista total de rio — ascende a um milhão e 35 mil euros. O Hotel, com uma área útil de 6500 m2 e que deverá abrir ao público nos primeiros meses de 2009, é composto por: 42 quartos, 1 SPA, 4 salas de estar, 3 bares, um de apoio à marina, um junto à recepção e outro junto ao SPA, 1 restaurante panorâmico com esplanada, 2 piscinas (uma piscina ao ar livre junto à esplanada do restaurante e uma piscina coberta e aquecida no SPA), 1 marina com 19 postos de amarração. O projecto previu ainda a recuperação e execução de todo o arranjo urbanístico do espaço envolvente, como sejam os acessos automóveis, caminhos pedonais, zonas de lazer, etc. Segundo Gabriel Bastos, presidente executivo da BASCOL, «O Douro como todos sabemos é reconhecido como uma região de grande potencial na área do turismo e, como tal, despertou de há muito o nosso interesse em operarmos nesse mercado. A decisão ocorre quando nos é apresentado o terreno do Douro41, o qual apresentava condições verdadeiramente excepcionais para o desenvolvimento da operação» Para José Miguel Júdice, presidente do Grupo Lágrimas, «este hotel tem a particularidade rara de estar mesmo em cima do Douro. É o único hotel com os pés no rio e por cima oferece uma vista deslumbrante sobre o Douro». Na opinião de João Nuno Magalhães, responsável pela CB Richard Ellis|Predibisa (Porto), consultora imobiliária a quem foi atribuída a responsabilidade pela comercialização do empreendimento «poder chegar a casa de barco, poder ter um serviço de apoio total do Grupo Lágrimas e ter uma envolvente única e exclusiva é seguramente um bom investimento com retorno assegurado. ». Casa.SapoVIDEOVIDEOhttp://casa.sapo.pt/news/detalhe.asp...91&newsID=3354IMAGENS http-~~-//casa.sapo.pt/news/multimedia/imagens/80F2377D88B44A418D32E065C8752CA9.jpgLINKShttp://navegando-no-rio-douro.blogspot.com/2008/09/douro-41.html Quote
arqlusiada Posted July 3, 2010 Report Posted July 3, 2010 alguem me consegue arranjar as plantas deste projecto? obrigada Quote
JVS Posted July 6, 2010 Author Report Posted July 6, 2010 Douro 41 Casas no Douro O Douro 41 localiza-se entre as barragens de Crestuma-Lever e Carrapatelo, ao quilómetro 41, na margem esquerda do Rio Douro. Este empreendimento, “ancorado” no Rio Douro, inclui um Hotel de Charme e um conjunto de moradias que se desenvolve nos socalcos do monte em total harmonia com a natureza. Numa paisagem de esmagadora beleza, construímos um complexo que se dilui na envolvência duriense e que integra hotel, marina e villas. Entre socalcos e numa vista que se perde nas encostas talhadas que correm para o rio. Uma simbiose perfeita, que define um estilo de vida, a 41 quilómetros do Porto e onde a arquitectura paisagística se une também, numa mescla, com o traço da edificação, tal como a mão do homem se uniu ao trabalho da natureza. O recurso a coberturas vegetais reforça a perfeita integração do projecto na paisagem telúrica, ponto de harmonia e tranquilidade, entre a marina, o hotel e as suaves villas. Nesta terra, onde os rios se encontram, trazendo paisagens e aromas na corrente e onde o Homem se deixou (co)mover pelo espírito do lugar, nasceu o Douro 41, não apenas para vender estadas ou villas que se dizem únicas, mas principalmente para conceber cenários de conforto e charme, oferecer momentos de verdadeiro bem-estar e enaltecer o luxo que convive com um serviço profundamente personalizado. Cada palavra, cada gesto, todos os detalhes tidos em conta por uma vasta equipa credenciada são pequenos grandes nadas que atestam o genuíno carinho pela sua missão de hospitalidade. Receber é sempre uma honra, oferecer verdadeiras experiências gastronómicas é preparar com carinho e servir com simpatia. No Douro 41 são as pessoas que contam e os momentos querem-se inesquecíveis. No Douro 41 é sempre hora de chegar, o fim nunca vem, como se a porta tivesse um só sentido, o da entrada. Da autoria do Arqt.º. João Pedro Serôdio, um dos mais destacados nomes da nova geração de arquitectos da Escola do Porto, o projecto assenta num conceito assumidamente contemporâneo. Com tipologias T1, T2 e T3, a arquitectura integra as novas construções de piso único na topografia, privilegiando o perfil comum da região duriense, em patamares murados (socalcos), incluindo as bandas de habitação do tipo unifamiliares geminadas. O equilíbrio perfeito, a sintonia com o espaço envolvente, a garantia de qualidade e a solidez da construção da Bascol fazem do Douro 41 um lugar de emoções inesquecíveis. O riquíssimo património cultural e paisagístico da região convida a passeios relaxantes entre os rios Douro e Paiva (o menos poluído da Europa). A marina privativa permitirá realizar actividades náuticas no Douro, como o ski aquático, jet ski e canoagem. O conjunto edificado desenvolve-se junto ao rio, crescendo na encosta de forma a garantir vistas de rio em todos os espaços. O Douro 41 apresenta-se como um projecto único, orientado para o turismo residencial. Assenta num conceito de luxo discreto e contará com um conjunto de 25 villas para habitação e uma unidade hoteleira de charme, quatro estrelas, com 41 quartos, gerida pelo Grupo Lágrimas Hotels & Emotions. A oferta contempla, ainda, um spa e 3 piscinas com vistas para o rio, um restaurante gourmet que será fiel às tradições gastronómicas da região e uma marina com amarração destinada aos proprietários e visitantes. Todos os proprietários poderão usufruir dos serviços do hotel, nomeadamente catering, restauração, spa, piscinas e sala de fitness, para além da marina e dos serviços comuns, como segurança, limpeza, manutenção dos espaços verdes, entre outros. O Hotel, com gestão do Grupo Lágrimas & Emotions, será composto por: - 42 Quartos - 1 SPA - 4 Salas de Estar - 3 Bares: um de apoio à Marina, um junto à Recepção e outro junto ao SPA - 1 Restaurante panorâmico com esplanada - 2 Piscinas: uma ao ar livre junto à esplanada do restaurante e outra coberta e aquecida no SPA - 1 Marina com 19 postos de amarração As Villas serão compostas por: - 25 Habitações Unifamiliares: 5 de tipologia T1, 11 de tipologia T2 e 9 de tipologia T3; - 1 Piscina de adultos; - 1 Piscina de crianças; - 19 Boxes (para arrumação de automóveis e embarcações de pequeno porte). in http://www.empreendimentos-bascol.com/dynamicdata/casas-douro-41.asp Quote
JVS Posted August 23, 2012 Author Report Posted August 23, 2012 No Douro, um hotel que é uma paisagem Por Andreia Marques Pereira 06.03.2012 É em socalco à beira-rio, com marina aos pés e o Douro por toda a parte. Entre transparências e xisto, sobem-se e descem-se os degraus do recém-inaugurado Hotel Eurostars Rio Douro, antes conhecido como o premiado projecto Douro 41. Um descanso, entre o spa e um quarto em que a parede é cenário. Já tínhamos visto fotografias exteriores mas, há que confessá-lo, in situ não o vimos desses ângulos. É necessária distância física para poder apreender o conjunto arquitectónico do novo Eurostars Rio Douro Hotel & Spa e este, aninhado num vale aberto para o rio Douro, só permite essa distância com os pés na água. E, embora não faltem meios que transportem os hóspedes acima e abaixo do Douro, a nós faltou o tempo para o fazermos. Nada que nos tenha perturbado, porque se não o vimos como o postal que é, disposto em socalcos de paredes e muros de xisto ou transparentes, vivemo-lo. E viver este hotel é estar permanentemente de olhos postos no rio, entre duas curvas a fazerem-se e desfazerem-se entre os montes cobertos de vegetação a lamber as águas. Neste Inverno, a fingir Primavera de finais de Fevereiro, o rio é um espelho de tranquilidade. A mesma que preenche os espaços em branco - e são muitos, deste hotel-oásis às portas do Porto mas a um universo de distância. "Ainda ontem recebemos um telefonema de uma pessoa conhecida do Porto que queria descansar. Chegou às onze da noite e hoje já andou pelo spa", conta Cláudia Rebelo, directora do hotel que vê como "seu" - afinal, foi um projecto que embalou desde o início e isso obrigou-a a meter as mãos na massa. Agora que finalmente abriu, a 16 de Fevereiro, há um orgulho indisfarçável de quem conhece profundamente as suas entranhas: desde o funcionamento da casa de máquinas do spa ao porquê da garrafeira transparente do restaurante, uma ideia sua. "É o segundo hotel cuja abertura faço", conta. "É como um filho, é o projecto da minha vida." Um projecto construído degrau a degrau - literal e figurativamente. O edifício, da autoria do arquitecto João Pedro Serôdio (vencedor do prémio Villégiature 2011 para o melhor projecto de arquitectura no sector hoteleiro europeu), presta tributo aos socalcos que são a imagem de marca da paisagem duriense e, por isso, evolui em escada, sendo que aqui os vinhedos são substituídos por jardins, ainda incipientes, de aromáticas e plantas autóctones. E não só presta tributo como se integra organicamente na paisagem, quase como que camuflado, embora o seu perfil seja irredutivelmente contemporâneo, misturando xisto e vidro em formas geométricas e, a momentos, com um piscar de olho óbvio à arquitectura típica destas paragens. Mas já lá iremos. É que entre o projecto e a abertura do hotel outros degraus tiveram de ser ultrapassados e isso levou quatro anos de avanços e paragens. E quando o fim já estava à vista, eis que o hotel, que teve o seu embrião e desenvolvimento no Grupo Lágrimas, passa para as mãos da espanhola Eurostars. Mudou a gestão, mudaram os protocolos - e Pedro Neves, director do Eurostars das Artes no Porto tem supervisionado tudo, em vaivém constante entre ambos os hotéis - mas manteve-se o conceito. E este revela uma certa "obsessão" pela numerologia. Afinal, falam-nos de coisas como um "número místico". Que, aliás, nem sequer foi escolhido, impôs-se como uma evidência. É que o 41 (este é o número mágico neste cantinho de Castelo de Paiva à beira-Douro plantado) é o quilómetro da estrada nacional 222 e o quilómetro do rio (contando da sua foz) onde está implantado o hotel; é o meridiano que atravessa esta zona e é o número de quartos inicialmente previstos. Por isso, na sua pré-vida, o hotel chamava-se Douro 41 - e se o nome se foi, em parte, já o mote não foi escamoteado. Por exemplo, nós ficamos no quarto 20, virado ao rio, e isso é quase como dizer que dormimos no quilómetro 20 desse percurso: a fotógrafa Inês D´Orey recebeu a incumbência de fotografar todos os quilómetros e as imagens estão em cada um dos quartos. Aqui abriu-se uma excepção, acabaram por não ser 41 mas sim 42 com a particularidade - a numerologia, mais uma vez - de não existir o número 13 (entre eles, quatro suites, Ribeira - das Fontainhas, uma das frentes do hotel, mas também alusão à portuense, "conhecida internacionalmente" - Douro, Paiva e Arda, para traçar uma geografia rápida da zona). Em compensação existe o zero e, já se percebeu, uma subversão total das convenções hoteleiras, com a adopção da numeração contínua ao invés dos três dígitos com o primeiro a indicar o piso. As obras de arte São quatro os pisos deste hotel, onde a calma se entranha mal saímos do carro. Temos o rio à frente, em redor eucaliptais trepam os montes, há casas que aí espreitam e aglomerados maiores ao longo do rio. Em manhãs de sol descarado, tudo isto se replica na água; nós apanhámos uma manhã de linhas de névoa a esbaterem contornos, a seguir a uma noite onde as linhas de sombra eram interrompidas por luzes amarelas, aqui e além, com as suas réplicas impressionistas a tremeluzirem na água. O edifício da recepção é de xisto integral, coroado de lousa e irrepreensivelmente moderno: fecha-se a porta e ficam no exterior os barulhos que, por ser aqui, talvez, quase soam a música, uma serra ao longe, um carro de quando em vez, os pássaros constantes e, por vezes, as malas a rodarem pelo empedrado. Da esplanada do bar que, em piso menos 1 relativamente à recepção, é quase de apoio à marina, levantam-se convivas para um passeio, e momentos depois um dos barcos do hotel sai da marina - há dois barcos de passeios, um semi-rígido para esqui aquático, motas de água e um barco que servirá para a pesca, quando esse programa for implantado (guardadas estão ainda as canoas e as gaivotas). Estamos na parte "antiga" do hotel e tal é sinalizado pelo tecto de madeira pintada de branco e pelas janelas mais estreitas (rasgadas de cima a baixo) em homenagem à arquitectura tradicional. Neste local erguia-se um dos dois edifícios da quinta que aqui existia antes e da qual se herdaram lagares e mós, hoje em exibição no caminho junto ao restaurante - "era importante não descontextualizar". Essa pode ser encarada como uma vertente da preocupação de enquadramento em termos ambientais que nunca largou os responsáveis. Por exemplo, a cobertura vegetal dos socalcos ajuda a diminuir as variações de temperatura no hotel, logo leva a uma poupança energética; e o mobiliário é uma espécie de reciclagem. As peças são, em grande maioria, originais e representativas dos vários movimentos de design do século XX, e vêm, sobretudo, do Norte e do Centro da Europa. "Cada peça foi escolhida minuciosamente para cada espaço", conta Cláudia Rebelo. Os sofás de pele do bar, por exemplo: alguns foram novamente estofados, outros ainda mostram as marcas do tempo, polidas, claro; as mesas têm mais do que uma função - a mesa de bilhar que vemos mais tarde é uma antiga mesa de competição inglesa. "Reciclamos as peças e demos-lhes vida neste espaço", considera Cláudia, sublinhando que algumas delas estão em museus. São obras de arte funcionais, chamemos-lhes assim, as que fazem a decoração ("à qual faltam pormenores", sublinham os responsáveis) do hotel que até dá ares de museu de arte moderna. Serralves está na nossa cabeça quando percorremos as rampas que ligam o rés-do-chão ao primeiro andar e vemos a sinalética na parede: para trás ficou a recepção, o bar e a sala de televisão, tudo em espaço amplo com a decoração minimalista que é quem mais ordena entre estas paredes imaculadamente brancas - o único elemento (propositadamente) dissonante nessa área é um moderno sofá em vários tons de azul que é como uma evocação de ondas e se desdobra em curvas, "como as do rio". Nos primeiro e segundo andares andamos quase sempre entre os espaços comuns hotel (spa, "sala" de bilhar, sala multiusos que hoje é de estar, salas de reuniões, biblioteca, restaurante), com todos os olhares a convergirem inevitavelmente para o rio, em transparências constantes, recantos inesperados para desfrutar mais pausadamente da paisagem e pormenores inesperados como uma pequena ponte envidraçada a unir dois blocos. As transparências entram nos quartos, ou não tivessem estes uma parede inteiramente de vidro, com "varanda" encaixada a um canto. O nosso quarto - simples com vista de rio, no quarto piso - tem a cama voltada para fora e um sofá aos seus pés para visão mais panorâmica (na cabeceira fica a secretária). Se percorremos os socalcos deste hotel por dentro, também o podemos fazer por fora, entre patamares de jardins (com carqueja, rosmaninho, menta...), muros de xisto e paredes iguais que nos fazem pensar que estamos a percorrer os caminhos de uma aldeia. Em frente ao restaurante, todo ele luz e com uma cozinha regional e internacional (recomendamos o entrecôte arouquês), e estamos no piso dois, um terraço recebe esplanada e lounge de confortáveis sofás - e a dois passos a piscina, vedada, promete delícias estivais. É uma infinity pool que se despenha na paisagem e nos transporta para dentro dela. E essa virtude não é de somenos. Actualizada a 06.03.2012 http://fugas.publico.pt/hoteis/301585_hotel-eurostars-rio-douro?pagina=-1 Projecto de hotel de luxo no Douro ganhou prémio internacional 21.11.2011 O Hotel Douro 41 recebeu o prémio Villégiature 2011 para o melhor projecto de arquitectura no sector hoteleiro na Europa, batendo concorrentes franceses, gregos e italianos. O Douro 41 é o primeiro hotel nacional a receber este galardão e pertence ao grupo Lágrimas. Situando-se em Raiva, Castelo de Paiva, tem data de abertura ainda por agendar, mas prevê-se a inauguração até ao final deste ano, segundo revelou à Lusa o administrador João Paulo von Hafe Pérez. O Altis Belém era o outro hotel português nomeado para estes prémios, que foram entregues em Paris, tendo estado presente o embaixador português na capital francesa. Entre os concorrentes na categoria de hotel com melhor arquitectura na Europa encontravam-se o Shangri-La Paris, o Majestic Barrière Cannes, o Fresh Hotel de Atenas e o Villa Spalletti Trivelli, em Roma. O Douro 41 fica localizado no quilómetro 41 do rio Douro e da Estrada Nacional 222, em Vista Alegre - Raiva, no concelho de Castelo de Paiva. Integrará villas, marina, spa (Bamboo Spa do Douro) ou restaurante gourmet (D Restaurant) http://fugas.publico.pt/Noticias/297...-internacionalhttp://www.douro41.com/ Quote
Recommended Posts
Join the conversation
You can post now and register later. If you have an account, sign in now to post with your account.