JVS Posted September 26, 2008 Report Posted September 26, 2008 NOTICIAS VIVACI Beja: Início da Obras em Outubro. Investimento 30 milhões de euros 12:51 23-09-2008 Vivaci Beja, o novo centro comercial, tem, segundo o Grupo FDO, empresa imobiliária, mais de 50 por cento das lojas vendidas. Segundo a empresa promotora, o VIVACI Beja, novo centro comercial, abre em 2010 (imagem 3D cedida pelo Grupo FDO) e representa um investimento de 30 milhões de euros e a criação de 1500 postos de trabalho directos e indirectos. Em comunicado o Grupo FDO, anuncia que através da FDO Imobiliária, vai iniciar em breve a construção do centro comercial VIVACI Beja. Representando um investimento de 30 milhões de euros, o centro comercial permitirá a criação de 1500 postos de trabalho directos e indirectos. O novo espaço comercial, que surgirá no Baixo Alentejo em 2010, conta já com uma taxa de comercialização de 55 por cento, tendo assegurada a presença das principais lojas de insígnia, quatro salas de cinemas Vivacine, entre outras lojas de renome internacional. Com uma área bruta de construção (ABC) de cerca de 50 mil metros quadrados e uma área bruta locável (ABL) de 21.300 metros quadrados, o VIVACI Beja terá cerca de 100 lojas, um multiplex de cinemas, um supermercado, zonas de lazer, restaurantes, e mais de 800 lugares de estacionamento coberto. O projecto de arquitectura é da responsabilidade da Promontório Arquitectos. O centro comercial está situado na Estrada das Apolinárias, na zona nordeste da cidade, próximo da rotunda do IP8 – principal via de acesso ao centro da cidade. Segundo o Grupo FDO, “o projecto é sustentável do ponto de vista sócio-económico e urbanístico”. O Grupo FDO, sustenta que o VIVACI Beja apresenta-se como um centro comercial moderno, adequado à cidade e à sua respectiva área de influência. Teixeira Correia in http://www.vozdaplanicie.pt/index.php?q=C/NEWSSHOW/23009IMAGENS http-~~-//www.vozdaplanicie.pt/files/200/23006.jpg http-~~-//www.fdo.pt/fdoicc/UserFiles/Images/vv%20beja.jpg http-~~-//www.vozdaplanicie.pt/files/197/20169.jpg http-~~-//www.correioalentejo.com/fotos/20080423113450.jpg Quote
kwhyl Posted October 6, 2008 Report Posted October 6, 2008 por quanto mais tempo vamos estar a ordenar o nosso território com centros comerciais, shoppings? a sua extrema comodidade assusta-me, parece-me uma "função" extremamente útil nos dias que correm, é concentrado, quentinho e seguro....mas mata completamente os valores que deviam ser entendidos como necessários à continuidade do modelo de cidade e à sua evolução. por um lado até gosto dos shoppings na medida em que seleccionam aqueles que usam a cidade, e não tenho de levar com a parolada toda sem civismo, por outro, o shopping também não ajuda a parolada sem civismo a adquirir esse mesmo civismo e a consciência urbana.. precisamos de pensar o ordenamento do território. por outro lado, porque é que os promontório são os únicos arquitectos "conhecidos" a desenharem shoppings? são os únicos que não pensam no ordenamento do território? Quote
tatlin Posted October 7, 2008 Report Posted October 7, 2008 por quanto mais tempo vamos estar a ordenar o nosso território com centros comerciais, shoppings? a sua extrema comodidade assusta-me, parece-me uma "função" extremamente útil nos dias que correm, é concentrado, quentinho e seguro....mas mata completamente os valores que deviam ser entendidos como necessários à continuidade do modelo de cidade e à sua evolução. por um lado até gosto dos shoppings na medida em que seleccionam aqueles que usam a cidade, e não tenho de levar com a parolada toda sem civismo, por outro, o shopping também não ajuda a parolada sem civismo a adquirir esse mesmo civismo e a consciência urbana.. precisamos de pensar o ordenamento do território. por outro lado, porque é que os promontório são os únicos arquitectos "conhecidos" a desenharem shoppings? são os únicos que não pensam no ordenamento do território? Para ti o civismo mede-se pela utilização de shoppings???? Um dos valores que dá o caracter ás cidades é o cosmopolitismo, coisa que os shoppings matam ao usarem metodos refinados de seleção de utilizadores, mesmo assim com esta seleção vejo muito pouco civismo nos shoppings, em grande medida isto deve-se por a selecção não ter como referencia o grau de civismo mas o tamanho da carteira das pessoas. Um shopping não é um espaço publico é privado e as pessoas dentro dele não são cidadãos mas consumidores e essa é a condição nessesaria para a permanencia nesses espaços. Apesar disso trata-se de um novo facto urbano que deve ser tido em conta no ordenamento do territorio e não ser colocado em oposição com este até porque não existem razões para isso. Sobre o programa em si parece-me aquele que mais tem para crescer no seculo XXI e é pena que em Portugal serem praticamente só os Promontorio a pegar nele quando poderia beneficiar muito da visão heterodoxa de outros arquitectos. Quote
m a r g a r i d a Posted October 7, 2008 Report Posted October 7, 2008 bom...ideias à parte sobre o que é ou não um centro comercial, ou quem o frequenta, ou até mesmo os niveis de culturas dos mesmos, gostaria de falar do projecto em si. beja é a minha cidade e como bejense de gema que sou (e falando como pessoa e nao arquitecta) já não era sem tempo que algo era proposto na cidade. a cidade de beja deve ser a unica neste pais que não tem, repito, não tem um centro comercial. não que isso seja sinonimo, mas não existe uma FNAC, uma ZARA, uma HM... cinemas de qualidade ou outras coisas que tais que os "parolos"/ consumidores de todas as outras cidades têm direito.. estejam eles de fato de treino da jamaica ou de fato e gravata. ainda como pessoa, digo, que a zona escolhida é simplesmente e provavelmente a pior zona da cidade. para quem não conhece, proponho o seguinte exercicio: imaginem que para irem ao centro comercial a pé teriam de atravessar a VCI ou a 2ª circular.. agora retirem algum transito (uma vez que estamos a falar de uma zona no meio do Alentejo) mas mantenham a velocidade, pois trata-se de uma das mais importantes ligações que a região tem para Espanha... estão a imaginar? pois bem, o cenário é esse, com a gravante de que, quem não tem carro não vai poder ir até lá, e não...o metro ainda não chegou a beja. para além disso, estará paredes meias com o bairro mais problemático da cidade o que não deixa de ser engraçado, pois para alem dos fatos de treino, gravatas e afins, também a comunidade cigana vai ser uma constante nesse shoping. como arquitecta digo que a zona pode ser uma boa aposta, visto que a cidade neste momento está a crescer nessa direcção. a zona "nobre", o politécnico e as escolas superiores também estão na zona e a proximidade com o novo aeroporto também pode ser considerado como importante.. (e o facto da minha casa ser também ai, é igualmente importante ) ficarei à espera de mais informações. o tratamento a nível urbano e acessos parece-me ser um ponto bastante importante e neste momento frágil (pela falta de informação) em relação às imagens....digam-me que é uma piada de mau gosto...... :) Quote margarida duarte
rui.dinis Posted October 8, 2008 Report Posted October 8, 2008 no meio disso tudo perdi-me!!! margarida és cigana? agora a sério, não sou contra os shopping's sou contra o absurdo numero de shopping's, zonas/parques comerciais que têm sido inaugurados constantemente... não me parece que todos os que frequentem shopping's usem o fato de treino da jamaica. E porque não propor um novo conceito de shopping's que aliassem o consumismo (que faz parte da nossa sociedade globalizada e que não pode-mos negar) á cultura... que vos parece.... assim derrepente tive esta ideia.... um espaço onde a comunhão entre o consumismo e a cultura existisse... era o ideal... no fim saiam todos (de um colóquio ou exposição, por exemplo) vestidos de fato e gravata mas... de ténis. :) Quote
m a r g a r i d a Posted October 8, 2008 Report Posted October 8, 2008 não sou cigana, mas conheço muitíssimo bem o bairro que vai estar paredes meias com o centro comercial.. acredita, não era alguem que eu gostasse de ter como vizinho...esse tipo de iniciativas que falas e espaços já existem na cidade. aliás, existem espaços que são livrarias mas também são cafés, bares que têm um palco com instrumentos musicais onde as pessoas que lá vão podem, se quiserem, subir para o palco e tocar... há outro bar onde serve comida vegetariana e tu podes aprender como se faz... portanto, acredita não é por ai. alias, estes eventos todos só existem precisamente, porque não há um centro comercial na cidade e o mais próximo é na guia (algarve) ou lisboa.. embora acredite piamente que os mesmos não vao deixar de existir quando o CC existir.. ta-nos nos sangue e precisamos dessas coisas. não me venham falar de iniciativas culturais que incentivem ao consumo... dêem-nos mas é uma FNAC e umas salas de cinema como deve ser!!! e já agora umas lojas de marca acessíveis e todas as outras coisas "banais" em qualquer cidade, mas que pelos vistos em beja é preciso pedir com carinho, e justificar com jeitinho :\ Quote margarida duarte
JVS Posted February 1, 2009 Author Report Posted February 1, 2009 http-~~-//i34.photobucket.com/albums/d130/fred_mendonca/vivaci_beja.jpg in http://www.skyscrapercity.com/showthread.php?t=624343&page=2VIVACI Beja comercializado a mais de 50% - Obras arrancam jé este Outono Centro comercial representa um investimento de 30 milhões de euros e a criação de 1500 postos de trabalho directos e indirectos. Abre em 2010. O Grupo FDO, através da FDO Imobiliária, vai iniciar em breve a construção do centro comercial VIVACI Beja. Representando um investimento de 30 milhões de euros, o centro comercial permitirá a criação de 1500 postos de trabalho directos e indirectos. O novo espaço comercial, que surgirá no Baixo Alentejo em 2010, conta já com uma taxa de comercialização de 55 por cento, tendo assegurada a presença de insígnias como Modelo, Worten, Sportzone, Max Mat, Modalfa, Zippy, Book it, Loop, quatro salas de cinemas Vivacine, entre outras lojas de renome internacional. Com uma área bruta de construção (ABC) de cerca de 50 mil metros quadrados e uma área bruta locável (ABL) de 21.300 metros quadrados, o VIVACI Beja terá cerca de 100 lojas, um multiplex de cinemas, um supermercado, zonas de lazer, restaurantes, e mais de 800 lugares de estacionamento coberto. O projecto de arquitectura é da responsabilidade da Promontório Arquitectos e a comercialização do espaço foi entregue à Jones Lang La Salle, líderes de mercado na área do retail em Portugal. O centro comercial está situado na Estrada das Apolinárias, na zona nordeste da cidade, próximo da rotunda do IP8 – principal via de acesso ao centro da cidade. Sustentável do ponto de vista sócio-económico e urbanístico, o VIVACI Beja apresenta-se como um centro comercial moderno, adequado à cidade e à sua respectiva área de influência Fundado em 1980, o Grupo FDO tem como principais áreas de negócio os sectores da Construção Civil e Obras Públicas, Promoção Imobiliária, Centros Comerciais, Hotelaria, Serviços, Parques de Estacionamento, Ambiente e Energia. O crescimento bem visível reflecte-se na presença além fronteiras, com sucursais em França, Espanha, Angola, Marrocos e Polónia. Em 2007, o Grupo FDO apostou numa marca própria, “VIVACI – Centros Comerciais”, para a construção de vários centros comerciais em Portugal. Centro do Sul in http://www.skyscrapercity.com/showthread.php?t=624343&page=2 Quote
JVS Posted July 3, 2010 Author Report Posted July 3, 2010 Projecto Vivaci Beja alvo de discórdia entre Pulido Valente e Miguel Ramalho “Questões pendentes” e impasse no projecto da Shopping Vivaci Beja foram motivo de discórdia na reunião de Câmara ontem. Pulido Valente, Presidente da Câmara, questionado por Miguel Ramalho, vereador da CDU, para clarificar quais as questões pendentes a que se referiu em notícia avançada na Rádio Pax, explicou que “reuniu com a FDO” e foi-lhe explicado que “a empresa promotora do projecto já tem as empresas âncora que justificam o investimento para construir este Centro Comercial”. Acrescenta Pulido Valente que “em causa estão as contrapartidas solicitadas pelo anterior executivo que foram consideradas pela FDO incomportáveis e que iriam inviabilizar o processo”. Pulido Valente salienta que “a Câmara deve fazer o máximo possível para desbloquear este investimento”. Segundo palavras do Presidente da Câmara de Beja “a FDO garantiu, depois de todo o processo desbloqueado, avançar com as obras no final deste ano”. Miguel Ramalho diz que “o Vivaci é um projecto que o anterior executivo acarinhou desde o início”. O vereador da oposição eleito pela CDU apresentou na reunião de Câmara um historial de todo o processo referindo que a última reunião com a FDO teve lugar em 2009 “onde foi dito pelo promotor que iria atrasar ligeiramente o processo por não ter ainda 75% dos espaços vendidos que iriam viabilizar o Shopping”. “A Câmara fez todos os esforços para levar por diante o processo tendo ultrapassado rapidamente alguns entraves, tendo sido assinado um protocolo onde o promotor se comprometia a cumprir algumas contrapartidas que deverão ser de sua exclusiva responsabilidade”, referiu Miguel Ramalho. Miguel Ramalho aponta três razões para que o Presidente da Câmara diga que o processo do Vivaci está num impasse por culpa do anterior executivo. Uma das razões apontadas pelo vereador da oposição é de que “o presidente da Câmara está a fazer folclore e que por vezes mexe-se na cadeira e manda notícias para a comunicação social para dar a entender que está a fazer alguma coisa”. O Shopping está orçado em 30 milhões de euros, terá cerca de 100 lojas, um multiplex de cinemas, um supermercado, zonas de lazer, restaurantes, e mais de 800 lugares de estacionamento coberto. O centro comercial ficará situado na Estrada das Apolinárias, na zona nordeste da cidade, próximo da rotunda do IP8 – principal via de acesso ao centro da cidade. Fonte: Rádio Pax in http://www.skyscrapercity.com/showthread.php?t=624343 Quote
JVS Posted February 16, 2011 Author Report Posted February 16, 2011 Primeiro grande centro comercial de Beja terá um investimento de 30 milhões de euros Negócios 08/11/10, 15:16 OJE/Lusa A construção do primeiro grande centro comercial do Baixo Alentejo, o Vivaci Beja, com quase 100 lojas, deverá arrancar em 2012, num investimento previsto de 30 milhões de euros, diz à agência Lusa fonte do promotor. O Vivaci Beja "encontra-se em fase de licenciamento" e, "se em 2011 houver sinais de retoma da economia, proporcionando-se uma conjuntura financeira mais favorável, antevemos que a construção se inicie em 2012", precisou Fernando Rocha Pereira, administrador da FDO Imobiliária, do grupo FDO, promotor do projecto. A confirmarem-se as estimativas, o Vivaci Beja, que vai "nascer" na Estrada das Apolinárias, na zona nordeste de Beja, perto da rotunda do Itinerário Principal 8, importante via de acesso à cidade, deverá ser inaugurado "no final de 2013", prevê. Segundo Fernando Rocha Pereira a FDO Imobiliária mantém "todo o interesse estratégico" no Vivaci Beja, que já sofreu vários atrasos e que deveria abrir este ano, segundo as anteriores previsões do promotor. O Vivaci Beja, com uma área bruta de construção total de quase 50.000 metros quadrados e uma área bruta tocável de cerca de 20.500 metros quadrados, terá quase 100 lojas, quatro salas de cinema, um supermercado, restaurantes e 800 lugares de estacionamento. Entre as lojas já comercializadas, a FDO Imobiliária destaca a presença de insígnias como Modelo, Worten, Sportzone e Modalfa, do grupo português Sonae, Max Mat, Zippy, Book it e Loop e Cinemas Vivacine. "Sustentável do ponto de vista socioeconómico e urbanístico", o Vivaci Beja, que poderá criar 1.500 postos de trabalho directos e indirectos, "apresenta-se como um centro comercial moderno, adequado à cidade e à sua respectiva área de influência", refere a FDO Imobiliária. Em 2007 a FDO Imobiliária apostou na marca própria Vivaci e previa construir dez centros comerciais em Portugal até 2010, em Guarda, Caldas da Rainha, Maia, Évora, Setúbal, Covilhã, Felgueiras, Braga, Beja e Gaia. No entanto, "tendo em consideração o período conturbado que a economia nacional e mundial está a atravessar e as alterações de que foram alvo as regras deste mercado", a FDO Imobiliária "reviu" o seu programa de investimentos e "constatou, de forma prudente e muito ponderada, que alguns dos projectos anunciados deixaram de ter interesse estratégico", explica Fernando Rocha Pereira. Actualmente a FDO Imobiliária, através da marca Vivaci, tem em operação e funcionamento três centros comerciais, os Vivaci da Guarda, das Caldas da Rainha e da Maia, que "representam mais de 50.000 metros quadrados de área bruta locável e cerca de 250 lojas". Os Vivaci de Beja e de Barcelos "são os centros comerciais que constam no planeamento de inaugurações futuras", diz Fernando Rocha Pereira. in http://www.skyscrapercity.com/showthread.php?t=624343 Vivaci Beja deverá arrancar até final de 2011 A Câmara de Beja reuniu ontem com a FDO-Imobiliária, empresa promotora do Shopping Vivaci. De acordo com Jorge Pulido Valente a FDO aceitou as novas condições impostas pela autarquia depois do processo ter parado devido às propostas feitas pelo anterior executivo. O promotor assegurou ontem que as obras deverão iniciar-se até ao final de 2011. Se não surgirem dados novos que coloquem em causa a actual estratégia comercial o investimento será assumido e o Vivaci ficará concluído até 2013, anunciou o presidente da Câmara de Beja. O investimento ronda os 30 milhões de euros. O centro comercial ficará situado na Estrada das Apolinárias, na zona nordeste da cidade, próximo da rotunda do IP8 – principal via de acesso ao centro da cidade. Neste momento tem previstas 82 lojas. 02 de Novembeo de 2010 Rádio Pax - Beja in http://www.skyscrapercity.com/showthread.php?t=624343 Quote
JVS Posted August 27, 2012 Author Report Posted August 27, 2012 A FDO acaba de declarar insolvência. A empresa estava já em muito má situação financeira. Certamente terá sido essa a principal causa para a desistência deste Centro Comercial e também do Vivaci de Barcelos. Grupo FDO confirma insolvência mas confia em «rápida recuperação» O grupo FDO confirmou hoje que vai apresentar à insolvência as suas três principais empresas, para definir um conjunto de medidas que possibilitem a sua "rápida recuperação financeira". "Essas medidas de recuperação só podem ter lugar no quadro legal de um plano de proteção judicial de credores, dado que devem agregar ao esforço do grupo os seus maiores credores, especialmente a banca", refere o comunicado. Em causa estão a FDO-Construções, que emprega 400 trabalhadores, a Euroluguer, Transporte e Aluguer de Equipamentos e a FDO - Serviços Partilhados. Os trabalhadores têm em atraso metade do salário novembro, mais os salários de dezembro e janeiro e ainda o subsídio de natal. No comunicado, o grupo lembra que o setor da construção civil e obras públicas nacional "enfrenta hoje graves dificuldades, provocadas pela crise económica e financeira que se vive em Portugal e no mundo, pela retração do investimento público e privado e pelos constrangimentos de tesouraria resultantes dos crónicos atrasos de pagamento do Estado e dos investidores privados". "Conforme é reconhecido publicamente, esta crise teve um severo impacto na banca nacional e internacional, e trouxe consequências graves para as empresas que viram vedado o acesso ao crédito e agravadas as condições dos contratos bancários essenciais ao seu normal funcionamento", acrescenta. Diz que foi neste contexto que a FDO foi "forçada a abrandar" a sua política de investimentos em curso, tendo revisto toda a sua estratégia de crescimento, e iniciando um processo de reorganização funcional e de reestruturação financeira. "A FDO foi ainda confrontada com dificuldades de recebimentos, com a insolvência de alguns dos seus clientes e com a morosidade da Justiça na cobrança de elevados montantes de que as empresas do grupo são credoras", refere ainda o comunicado. Para fazer face a esta situação, a FDO decidiu avançar com um plano integrado de medidas "que minimizem os prejuízos para os seus trabalhadores, fornecedores e clientes, e que lhe permitam continuar com o seu processo de reorganização e de reestruturação, tendo em vista adaptar-se aos diversos constrangimentos do mercado do setor e garantir o seu futuro". "Esperamos o apoio do governo, através do Ministério da Economia, uma vez que, face ao estado de exceção que atravessa o setor da construção nacional, será determinante o papel ativo do Estado na manutenção do tecido económico nacional e do emprego de milhares de portugueses", sublinha a administração. Manifesta-se certa de que o grupo conseguirá ultrapassar "esta fase difícil" da sua existência, "garantindo emprego, preservando o interesse dos nossos credores e adaptando a FDO para os desafios do futuro". http://dinheirodigital.sapo.pt/news.asp?section_id=30&id_news=175821 A FDO - Imobiliária abandonou o projecto de construção do Vivaci Beja, apurou a Rádio Pax junto do Grupo FDO. Aquele que foi apontado como o primeiro grande Shopping Center de todo o Alentejo tinha um investimento inicial na ordem dos 30 milhões de euros. O centro comercial previa a criação de 1 500 postos de trabalho directos e indirectos. O projecto contava com “uma área bruta de construção de cerca de 50 mil metros quadrados e uma área bruta locável de 21.300 metros quadrados”. O Vivaci Beja tinha previstas 100 lojas, um multiplex de cinemas, um supermercado, zonas de lazer, restaurantes e mais de 800 lugares de estacionamento coberto. Com localização apontada para a Estrada das Apolinárias, na zona nordeste da cidade, próximo da rotunda do IP8 – principal via de acesso ao centro da cidade - o investimento não sairá do papel depois de sucessivos adiamentos ao longo dos últimos 4 anos. Contactada pela Rádio Pax a FDO remete explicações sobre esta decisão para hoje. IN: www.radiopax.com Construtora tem em atraso meio salário de novembro, o ordenado de dezembro e o subsídio de Natal FDO tem salários em atraso mas promete regularizar situação ainda esta semana 25/01/2012 | 14:22 | Dinheiro Vivo A construtora FDO tem em atraso meio salário de novembro, o ordenado de dezembro e o subsídio de Natal, mas é "uma situação pontual que vai ser resolvida esta semana", garantiu hoje à Lusa a empresa. Segundo a diretora de comunicação e marketing do grupo de Braga, "a administração esteve em negociações com os seus parceiros financeiros e já teve a confirmação" de que, ainda esta semana, serão libertadas as verbas necessárias à regularização dos salários dos cerca de 400 trabalhadores. Em declarações à agência Lusa, Renata Teixeira assegurou tratar-se de uma situação conjuntural, que neste momento afeta "todas as empresas do setor", salientando que, apesar dos "problemas de tesouraria", a FDO "tem uma boa carteira de obras para este ano" e pretende "continuar no mercado". Confrontada com acusações de que os trabalhadores estarão a ser "pressionados a aceitar rescisões de contratos sem a devida indemnização e uma redução de salário", a responsável afirmou que "as indemnizações nem sempre são do agrado de todos, mas há sempre uma negociação". Já relativamente aos vencimentos, admitiu que a empresa está "a tentar normalizar os salários pelo mercado de trabalho", porque não é possível "fazer face aos salários altos que se pagavam até agora". Em curso, tal como determinado por um plano estratégico elaborado no ano passado pela consultora Roland Berger, está também um processo de emagrecimento dos quadros da FDO: "Se a atividade no setor diminuiu devido à crise, obviamente que os quadros também têm que ser reduzidos, não era possível continuar com a mesma quantidade de colaboradores", sustentou. Sem especificar o número de trabalhadores a dispensar, Renata Teixeira adiantou apenas que, "em determinados departamentos, já diminuíram as pessoas" ao serviço. Garantindo não estar "sequer em cima da mesa" um cenário de insolvência do grupo, a diretora de comunicação afirmou que a FDO mantém "muitas expetativas" de que "o governo e a economia ajudem" o setor. Dinheiro Vivo Quote
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