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Um ambiente silencioso, em equilíbrio. As árvores de grande porte, os muros de pedra, a modelação do terreno descendo suavemente até ao rio. De certa forma encontrávamos na temática do concurso, relacionada com a via romana, a expressão do que pretendíamos para aquele lugar. Uma marcação no terreno que promovesse uma organização para novos desenvolvimentos. Uma via a percorrer toda aquela paisagem até ao rio. O museu deveria integrar-se subtilmente nesse conceito, sem prejudicar o equilíbrio do local, sendo uma porta para a via. O edifício proposto adoça-se a um muro, dando continuidade à plataforma existente que suporta o edifício do museu etnográfico e os espigueiros. Esta implantação permite resolver três problemas: remate da entrada, definição dos limites e reorganizar os percursos de acesso aos museus, tornando-os claros. Mantém a permeabilidade visual que se desenvolve a norte, para o vale, permitindo que o local tenha uma amplitude visual grande. O edifício vira-se para o rio, aproveitando a luz de norte.

mais informações em: http://www.carvalhoaraujo.com/MuseuTerrasBouro.html

e também está publicado, este projecto, na revista arquitectura e vida de julho ou agosto de 2008

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