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Arquitectura: Guilherme Machado Vaz
Cliente: Matosinhos City Hall
Localização: Matosinhos, Portugal
Fase de Projecto: 2002-2004
Fase de Construção: 2004-2005
Área de COnstrução: 220,00 m²
Orçamento: € 200.000,00
Fotografia: Leonardo Finotti, Guilherme Machado Vaz

A esplanada localiza-se no jardim Basílio Teles, em Matosinhos, em frente ao edifício da Câmara Municipal, edifício projectado pelo arquitecto Alcino Soutinho em finais dos anos 80.

A vontade inicial era a de devolver ao jardim (séc. XIX) a sua forma original, demolindo todas as intervenções posteriores, proposta essa não foi aceite pelos responsáveis camarários.

A partir desse ponto, decidiu-se fazer uma construção temporária que possa ser desmontada, ou movida a qualquer instante, uma unidade abstracta que se assemelhe a uma escultura e não a um edifício. A esplanada é assim um objecto orgânico, uma forma curva que se adapta ao local sem que seja necessário demolir qualquer árvore.

A construção base, em madeira laminada, baseia-se numa mesma peça, que assumindo vários tamanhos, se adapta a pavimentos, paredes e tecto. A estrutura de madeira funciona como um esqueleto que protege os espaços interiores. As caixas pretas funcionam como elementos organizadores do espaço e definem as zonas de serviço (bar e instalações sanitárias).

No interior foi usado vidro para preencher os vazios no pavimento, cobertura e para proteger a fachada norte do vento.

As caixas pretas são em estrutura de aço, coberta por painéis Viroc. Estas caixas estendem-se para além do volume base para captar luz natural para o seu interior.

A explanada funciona como uma estrutura flexível que permite aumentar ou diminuir o número de caixas e alterar as suas posições, reorganizando o espaço à medida das novas necessidades.





Link:
Guilherme Machado Vaz

GoogleEarth:

Não é incrível tudo o que pode caber dentro de um lápis?...

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Como estrutura amovível, parece-me interessante, porque o jardim Basílio Teles é um espaço público fortemente protegido pelos cidadãos, dai a proposta inicial não ter sido implementada. Acho que até foi bom para o projecto do Guilherme que assim pode investigar sobre estruturas de madeira laminada para construções efémeras. Como objecto arquitectónico não me vou prenunciar porque ainda não tive oportunidade de o ver in situ, mas com as fotografias disponíveis pelo DREAMER “tem bom aspecto”.
Este tipo de estruturas nos nossos jardins é sempre positivo, porque desencadeia vida no local!

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