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Os concertos são de entrada livre e terão lugar no

Instituto Superior de Psicologia Aplicada

(Lisboa, Rua do Jardim do Tabaco, perto do Museu Militar - Sta. Apolónia)

Classes de Música de Câmara do professor Eli Camargo Jr
(Conservatório Nacional)



17 ABRIL
18h30

Obras de: Eli Camargo Jr, W.A. Mozart, Lutoslawsky, Pixinguinha, André Victor Corrêa, Thea Musgrave, Fernando Lopes-Graça, Almeida Prado e Edward Pinto (estreia de sinais, para fagote e tinta-da-china).

Intérpretes: Las Três (Flauta Transversal: Joana Pereira; Clarinete: Cláudia Varino; Saxofone Soprano: Raquel Martins); Piano4Mãos (Duarte José Martins e Luís Filipe Leite), Daniel Faria (fagote) e Edward Pinto (projecção de imagem).

18 ABRIL
18h30


Obras de: Marlos Nobre, Béla Bártok, Erik Satie, John Corigliano, Francis Poulenc, Dave Brubeck. Estreias de obras de Fábio Boavida, André Hencleeday e Edward Pinto.

Intérpretes:

Duos e Trios [Trombone: Francisco Couto; Trompa tenor: Samuel Cotrim Pestana; Contrabaixo: João Franco]
Quinteto [Flauta: Catarina de Sousa; Fagote: Daniel Faria; Guitarra Portuguesa: Ricardo Bragança; Guitarra: Fábio Boavida; Cello: Sara von Holstein; Contrabaixo: João Franco]
Trio Bartroque [piano: Edward Pinto; piano-dentro (percussão): André Hencleeday; guitarra: Fábio Boavida]
Tragicomédia para Fagote e Tinta-da-china (fagote: Daniel Faria; projecção de imagem: Edward Pinto)
Piano 4Mãos (Duarte Martins, Luís Leite)
Trio (Flauta: Joana Pereira; Contrabaixo: Luísa Marcelino; Piano: Duarte José Martins/ Luís Filipe Leite)


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Notas

Estes concertos têm repertórios fortemente marcados pelo desejo daquilo que é/talvez/será contemporâneo: o Mix, a busca do criativo sem julgamento de hierarquia, a busca das formas relaxadas ou livres e de novas abordagens do arquétipo grupo instrumental/autónomo.
Música para trombones, contrabaixos, cellos, conjuntos não-convencionais, flautas, brasileiros, portugueses e até ouvintes; música francesa, sul-americana, para guitarras;
música para o vento; música rápida, mas alguma é lenta;
música do Lutoslawski, do Marlos Nobre, minha e dum colega, e do Mozart, e do Satie. Chorinhos tem dois e mais alguma do Bartok:
tem música doce; interrogativa; tem música pela música, e também alguma música adolescente – quase – prodígio:
todas elas em partilha, buscando o seu público.

Prof. Eli Camargo Jr.


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