Dreamer Posted February 25, 2008 Report Posted February 25, 2008 É na cidade de Oros, no interior da Mongólia, na China, que cabe a empresa Jian Yuan Water Engineering passar do papel para a realidade um plano que prevê a construção de 100 moradias. A empresa contratou Jacques Herzog para ser o elemento que escolheria os 100 arquitectos para dar corpo à ideia e de entre os escolhidos, pertencentes a 27 países diferentes, encontra-se um gabinete português seleccionado para a segunda fase. No site pode-se ver: PHASE 2 - Sami arquitectos - Setubal, Portugal Desde já os meus parabéns por terem sido escolhidos para este projecto :clap: A cada arquitecto cabe uma parcela de 1000m² para realizarem a sua visão. O master plan está nas mãos do arquitecto Ai Weiwei do Fake Design. Segundo li, se tudo correr como planeado, o projecto estará concluído no final deste ano. Client: Jiang Yuan Water Engineering Ltd.Curator: AI WEI WEI / FAKE DESIGNArchitect Selection: Herzog and de MeuronProject Statement: The scope of the project is to Develop 100 hundred villas in Ordos, Inner Mongolia, China, for the Client, Jiang Yuan Water Engineering Ltd. FAKE Design, Ai Wei Wei studio in Beijing, has developed the masterplan for the 100 parcels of land and will curate the project, while Herzog and de Meuron have selected the 100 architects to participate. The collection of 100 Architects hail from 27 countries around the globe. The project has been divided into 2 phases. The first phase is the development of 28 parcels while the second phase will develop the remaining 72. Each architect is responsible for a 1000 square meter Villa. District site plan Zone "e" site plan with phase 1 of 2 highlighted Zone "e" site plan with roadways highlighted Zone "e" site plan with public green space highlighted Copyright © 2008 ORDOS 100,FAKE DESIGN Link:http://ordos100.com Quote Não é incrível tudo o que pode caber dentro de um lápis?...
Dreamer Posted February 25, 2008 Author Report Posted February 25, 2008 É na cidade de Oros, no interior da Mongólia, na China, que cabe a empresa Jian Yuan Water Engineering passar do papel para a realidade um plano que prevê a construção de 100 moradias. A empresa contratou Jacques Herzog para ser o elemento que escolheria os 100 arquitectos para dar corpo à ideia e de entre os escolhidos, pertencentes a 27 países diferentes, encontra-se um gabinete português seleccionado para a segunda fase. No site pode-se ver: PHASE 2 - Sami arquitectos - Setubal, Portugal Desde já os meus parabéns por terem sido escolhidos para este projecto :clap: A cada arquitecto cabe uma parcela de 1000m² para realizarem a sua visão. O master plan está nas mãos do arquitecto Ai Weiwei do Fake Design. Segundo li, se tudo correr como planeado, o projecto estará concluído no final deste ano. Client: Jiang Yuan Water Engineering Ltd.Curator: AI WEI WEI / FAKE DESIGNArchitect Selection: Herzog and de Meuron [ATTACH]3353[/ATTACH]Project Statement: The scope of the project is to Develop 100 hundred villas in Ordos, Inner Mongolia, China, for the Client, Jiang Yuan Water Engineering Ltd. FAKE Design, Ai Wei Wei studio in Beijing, has developed the masterplan for the 100 parcels of land and will curate the project, while Herzog and de Meuron have selected the 100 architects to participate. The collection of 100 Architects hail from 27 countries around the globe. The project has been divided into 2 phases. The first phase is the development of 28 parcels while the second phase will develop the remaining 72. Each architect is responsible for a 1000 square meter Villa. [ATTACH]3354[/ATTACH] [ATTACH]3355[/ATTACH]District site plan [ATTACH]3357[/ATTACH]Zone "e" site plan with phase 1 of 2 highlighted [ATTACH]3356[/ATTACH]Zone "e" site plan with roadways highlighted [ATTACH]3358[/ATTACH]Zone "e" site plan with public green space highlighted Copyright © 2008 ORDOS 100,FAKE DESIGN Link:http://ordos100.com Quote Não é incrível tudo o que pode caber dentro de um lápis?...
nunomiguelneto Posted February 26, 2008 Report Posted February 26, 2008 Parece-me muito bom o plano... mas será que quando crescer irá continuar? Principalmente a continuação daquela zona verde? será que continua? naquela abundância? Quando Edenezer Howard idealizou a "Cidade Jardim" restringiu a construção a 40% da cidade... Aquilo parece mais um "60-40" para a habitação. E Então meu amigos.... quem ganha? Habitação? ou Verdura? Aceitam-se apostas... heheh:p Quote http://nunomiguelneto.tumblr.com/http://canaisdoneto.wordpress.com
nunomiguelneto Posted February 26, 2008 Report Posted February 26, 2008 Parece-me muito bom o plano... mas será que quando crescer irá continuar? Principalmente a continuação daquela zona verde? será que continua? naquela abundância? Quando Edenezer Howard idealizou a "Cidade Jardim" restringiu a construção a 40% da cidade... Aquilo parece mais um "60-40" para a habitação. E Então meu amigos.... quem ganha? Habitação? ou Verdura? Aceitam-se apostas... heheh:p Quote http://nunomiguelneto.tumblr.com/http://canaisdoneto.wordpress.com
Arq.to Posted May 21, 2008 Report Posted May 21, 2008 Ordos100 - Mongólia - Sami Arquitectos Inês Vieira da Silva e Miguel Vieira [sAMI-arquitectos] são os jovens arquitectos portugueses escolhidos pelos arquitectos suiços Herzog&de Meuron - autores do Estádio Olímpico de Pequim - para desenhar uma villa de 1000m2 na cidade de Ordos, situada na Inner Mongolia, China. A ideia deste projecto - 100 villas a desenvolver por 100 jovens arquitectos em 100 dias - deve-se ao artista plástico chinês Ai Wei Wei, responsável pelo Master Plan de Ordos Jiang Yuan Cultural and Creative Industrial Park situado em KangBaShi New District, cidade de Ordos. O cliente é o também chinês Mr. Cai Jiang e os investidores a Ordos Jiang Yuan Water Engineering Co., Ltd e a Ordos Jiang Yuan Cultural and Creative Industries Development Co., Ltd. Inês Vieira da Silva e Miguel Vieira, únicos representantes portugueses, fazem parte de um conjunto de 100 jovens arquitectos de 29 países de todo o mundo convidados a responder a um dos mais ambiciosos e inesperados desafios de construir, em pleno deserto da Inner Mongolia, uma nova parte da cidade de Ordos: as 100 villas situar-se-ão ao centro de uma nova “cidade cultural” feita de museus, teatros, estúdios, escritórios e apartamentos, num investimento cujo total rondará os 4,5 biliões de RMB. Os 100 arquitectos, por razões de operacionalidade, foram divididos em dois grupos distintos, o primeiro dos quais se deslocou a Ordos no passado mês de Janeiro, tendo apresentado a primeira fase de trabalho durante uma segunda deslocação à China, ocorrida no mês de Abril. Esta última viagem coincidiu com a primeira deslocação do segundo grupo de trabalho, no qual se integra a equipa de jovens arquitectos portugueses, que apresentará a primeira fase de elaboração do projecto no próximo mês de Junho, na China. (Imagens estarão disponíveis logo que possível.) Quote Arquitectura, Arquitetura, Construção, Engenharia e outros Espaço de Arquitetura e Fórum da Casa E LEGO, Comunidade LEGO, notícias e novidade LEGO
Arq.to Posted July 18, 2008 Report Posted July 18, 2008 Mais imagens do projecto: Being given total freedom was initially a daunting prospect. Faced with a landscape in the process of transformation and a client who made few specific demands the project became a challenge to our imaginations. We saw the aim as to build a large house in an area of fairly dense occupation, yet to allow for both privacy and light. Our solution was to follow a continuous line which both divides the inner space and separates it from the exterior. Infinite and unbroken, the line gives strength, cohesion and dynamism to the building. While the function of the line as it moves from interior to exterior and back again may change, its integrity remains the same, giving each interdependent space an equal value. The line flows through the public areas of the ground floor, eddying into more intimate social spaces and allowing a gradation of both light and seclusion. It also creates private compartments at the level of the first floor. The line allows us to maximise the perimeter while respecting the confines of the footprint. Thus we gain in terms of light, privacy and protection from the elements. The openings, both within the building and on the exterior, do not violate the line which remains intact and continuous, giving a sense of fluidity and space to the interior of the home. In the most private part of the house the line continues to allow spaces which are both intimate and secluded. Here small modules containing sanitary installations enable larger areas to be divided without challenging the integrity of the linear flow. The convivial spaces of the house are dynamic and interconnected, permitting a fluid circulation within. The height of the ceilings varies according to the compartments giving a greater intensity and a differing luminosity to each space. The principal dining room is a particularly well lit space, providing a point of reference in the life and course of the home. Here a tree will be planted to link this space with the exterior environment, as this is the part of the house which receives most light when the sun is at its zenith. The interior and exterior openings make this the most introspective part of the house, as though the building were looking inward upon itself. The architectural line goes beyond the footprint in the spaces of the swimming pool and the principal living room, as if in search of a more intense relationship with the exterior, a vital response to fertility and light. The height of the walls at the level of the roof is not constant and these variations are most clearly articulated in the swimming pool, just a single floor in height, but where the flow of the line which drives the whole project is at its strongest and most expressive. We took a line, we followed it and allowed it to create space. The line was our conceptual response to our initial challenge and the functionality of the building is derived from that concept. Imagens e texto gentilmente cedidos por SAMI Arquitectos Quote Arquitectura, Arquitetura, Construção, Engenharia e outros Espaço de Arquitetura e Fórum da Casa E LEGO, Comunidade LEGO, notícias e novidade LEGO
JVS Posted July 23, 2008 Report Posted July 23, 2008 Arquitectura. 'Atelier' português constrói casa no deserto No deserto de Ordos, na Mongólia, China, vai nascer uma cidade para 200 000 habitantes numa área de 197 hectares. O plano da cidade que se prevê estar concluída em 2020, é da autoria do atelier chinês FAKE Design e prevê 100 parcelas destinadas a habitação unifamiliar de luxo, cujo público alvo são famílias amantes das artes, refere a organização. Para esta iniciativa única no mundo, o promotor, também chinês, solicitou aos arquitectos Herzog and de Meuron, galardoados com o Pritzker e dos nomes maiores da arquitectura mundial, para seleccionar 100 dos mais emergentes jovens arquitectos do mundo para fazerem um projecto de uma casa. De entre 29 países dos quatro continentes, a dupla suíça de arquitectos escolheu apenas um atelier português: SAMI. Sediados em Setúbal, o colectivo que engloba Inês Vieira da Silva e Miguel Vieira, teve como condicionantes do promotor pequenas definições: a casa deveria ter uma piscina interior, zona de empregados, um número específico de quartos e cozinha ao estilo "ocidental" e não oriental. E, à semelhança de todas as equipas seleccionadas, total liberdade para conceber uma habitação unifamiliar com 1000 metros quadrados, que se pretende inovadora formal e conceptualmente. Os arquitectos do atelier SAMI explicaram que a quase total liberdade dada pelo cliente e o sítio sem referencias e em constante progresso afiguraram-se como uma " perspectiva assustadora". Mas resolveram o desafio proposto recorrendo a um conceito forte: uma linha imaginária, elemento de composição que atravessa toda a casa, e define os compartimentos, separando o interior do exterior. "Infinita e inquebrável, a linha dá força, coesão e dinamismo ao edifício", referem os arquitectos, que acrescentam: "embora a função da linha à medida que vai do exterior para o interior possa mudar, a sua integridade mantém- -se, dando a cada compartimento um valor igual." A presença da linha como elemento de concepção começa a evidenciar-se no piso térreo, através da piscina, que tem uma forma extremamente fluído e orgânica , encontra-se semi aberta e semi encerrada e comunica visualmente com as salas. A piscina também foi entendida como elemento de mediação entre o interior e o exterior, e cuja presença da água é geradora de luminosidade e fertilidade para todo o edifício. Todos os compartimentos da casa são fluidos e dinâmicos na sua utilização e estas características encontram-se enfatizadas nas áreas sociais da casa, cujos espaços estão interligados física e visualmente. Este dinamismo é estendido às alturas dos compartimentos, extremamente variadas de forma a potenciar diferentes intensidades luminosas. Foi dado especial destaque à principal sala de refeições, o espaço mais iluminado da casa, que comunica com um pátio, também ele uma zona de refeições exterior, e onde irá ser plantada uma árvore, alusão ao espaço natural que irá existir na envolvente. Quanto às propostas habitacionais dos 99 arquitectos remanescentes, foram apresentadas soluções tão variadas como uma casa com 100 quartos, outra para um narcisista, uma casa-monolito, uma casa-montanha ou uma casa-duna. in http://dn.sapo.pt/2008/07/20/artes/casa_portuguesa_mongolia.html Pensar Arquitectura sem Limites Inês Vieira da Silva e Miguel Vieira foram convidados a integrar um projecto de arquitectura na Mongólia Interior. Chama-se “Ordos 100” e os dois jovens são os únicos portugueses escolhidos pelo Herzog e De Meuron - atelier que concebeu o Estádio Olímpico de Pequim - para participar naquele que é o primeiro projecto feito a 100 mãos. Maria João Belchior “Surpresa”. É assim que a arquitecta Inês Vieira da Silva descreve a reacção à escolha dos arquitectos suíços Jacques Herzog e Pierre De Meuron para a Sami - Arquitectos integrar uma equipa onde 100 arquitectos iriam desenhar 100 casas diferentes na cidade de Ordos, na Mongólia Interior. O primeiro contacto aconteceu em Julho de 2007 e três meses depois chegou a confirmação para a Sami – Arquitectos viajar até à China. Parte de um projecto que pretende expandir a cidade de Ordos na província da Mongólia Interior, a ideia das 100 casas desenhadas por arquitectos de todo o mundo, junta novamente o artista plástico chinês Ai Wei Wei e o atelier Herzog e De Meuron. (em caixa). Para Inês Vieira da Silva e Miguel Vieira esta foi a primeira oportunidade de contacto com a China e de uma maneira única porque os obrigou a “pensar a China”. “Ordos 100” é uma ideia ousada que surge através de Cai Jiang, um mongol com negócios na área da exploração do carvão e que nos últimos anos entrou no ramo da imobiliária. Com um percurso ascendente enquanto homem de negócios em várias áreas, Cai Jiang, de 40 anos, partilha um amor especial pela arte e foi ele quem propôs à Herzog e De Meuron a ideia das 100 casas em Ordos. Para o atelier suíço, a ideia podia prometer mais e com Ai Wei Wei, curador do projecto, alargou-se a ideia para uma arquitectura que traga o resto do mundo à Mongólia Interior. Inês e Miguel são unânimes ao dizer que o projecto “Ordos 100” é “arquitectura pura”. Para os jovens portugueses que em Junho passado apresentaram o seu projecto na Mongólia, a forma de pensar para Ordos lançou um desafio uma vez que as casas desenhadas serão depois vendidas a outras pessoas que os arquitectos desconhecem. Cai Jiang é apenas o mentor de uma ideia que Inês Vieira da Silva considera que “alterou a maneira de pensar o início do projecto”. “O processo e os parâmetros mudaram, uma vez que não havia um cliente e era como se fosse um exercício, era arquitectura pura, uma coisa conceptual”. A arquitecta diz ainda que o facto de não haver um sítio e não haver um cliente específico “retira todos os constrangimentos que temos normalmente e isto é o mais difícil de tudo – dizerem-nos que não há limites.” Na verdade, a área onde vão surgir as casas a partir de 2009, estava quase deserta aquando da primeira visita e tem sido objecto de uma reflorestação assim como de uma enorme construção de infra-estruturas necessárias ao novo distrito. Cada arquitecto convidado tem uma área de aproximadamente 1000 metros quadrados o que soma um total de 100 mil metros quadrados. Mas como Inês Vieira da Silva salienta “é apenas uma pequena parte da área do novo distrito artístico e cultural em Ordos”. Um problema, cem ateliers Concentrar 100 diferentes ateliers sobre o mesmo problema foi para a Sami – Arquitectos outro dos pontos fortes deste projecto e como Miguel Vieira refere “foi a primeira vez que tivemos contacto com tantos países diferentes a nível de arquitectura.” “Ordos 100” junta 27 países entre a Ásia, Europa, América e África. De continentes só a Oceânia não consta da lista. Mas trata-se de uma arquitectura sem fronteiras porque imaginada para um espaço onde ainda não havia nada e sem obrigação de ter referências de estilo como por exemplo à Mongólia Interior. Miguel Vieira refere que o projecto da casa que apresentaram se “sintetiza numa parede contínua”. Uma mesma parede delimita a casa relativamente ao exterior mas também divide todos os compartimentos. Para o arquitecto, a ideia, que foi desenvolvida em dois meses, trata-se de “uma coisa conceptual que de alguma maneira nos remetia para a China onde todas as coisas têm um significado próprio e onde as palavras são ideogramas e, logo, uma representação de uma ideia”. Elogiados por vários dos outros arquitectos presentes, a Sami – Arquitectos foi, na apresentação, logo associada à arquitectura de excepção que a nível internacional se reconhece em Portugal através de nomes como o do arquitecto Siza Vieira. Miguel reconhece que “estávamos muito longe de ser anónimos”. “Há uma grande consideração por Portugal em termos de arquitectura com as pessoas a conhecerem o país e inclusive a terem ido lá para fazer o roteiro Siza.” Desta forma, a curiosidade dos outros arquitectos para verem o projecto de Inês e Miguel aumentou devido ao grande respeito pela obra desenvolvida há anos por Álvaro Siza Vieira. Entusiasta da ideia que se desenvolveu, Cai Jiang - que investiu neste projecto 4,5 mil milhões de Renminbis - acompanhou os arquitectos todos os dias e assistiu a todas as apresentações, uma actividade que durou dois dias. No fim, as maquetas que todos levaram até Ordos, juntaram-se como que a fazer um puzzle do que vai ser o Ordos 100. Uma ideia e, por enquanto, um projecto cuja versão final todos os arquitectos terão de enviar durante os próximos dois meses. Depois, a obra ficará a cargo do Chinese Design Institute que a terminará em 2009. Inês Vieira da Silva e Miguel Vieira, que alargam desta maneira o seu trabalho até à Ásia, concordam ao dizer: “vamos ter vontade de voltar à China.” CAIXA Renovar o panorama arquitectónico Ai Wei Wei é um dos mais conhecidos contemporâneos artistas plásticos chineses. Com formação em arquitectura e um trabalho desenvolvido na área da arte conceptual, Ai Wei Wei, nascido em 1957, integra uma geração de artistas que modificou o panorama artístico chinês nos últimos 20 anos. Curador da obra “ninho de pássaro”, Ai Wei Wei aparece associado à ideia desde o primeiro desenho do projecto no ano 2000. O concurso realizado em 2003, foi ganho pelo atelier Herzog e De Meuron para a obra que ficou terminada este ano e se tornou num ícone da China Moderna, tendo sido escolhida para aparecer na primeira nota comemorativa dos Jogos Olímpicos de Pequim. Apesar de ficar para sempre associado a este projecto - entre vários outros que tem na China como o Parque Arquitectónico Jinhua em Zhejiang - Ai Wei Wei distanciou-se desde o início de qualquer campanha a favor dos Olímpicos e já fez saber que não estará presente na cerimónia de abertura. Mas se com a obra do Estádio Olímpico a relação de Ai Wei Wei com o atelier Herzog e De Meuron se afirmou como uma dupla de qualidade, com o projecto “Ordos 100” a tendência é para continuar. Esta terá sido, aliás, uma das principais razões do empresário Cai Jiang ao surgir com uma ideia que vai claramente renovar o panorama arquitectónico da Mongólia Interior. in http://www.hojemacau.com/news.phtml?id=29547&type=culture&today=14-07-2008 Quote
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