m a r g a r i d a Posted December 12, 2007 Report Posted December 12, 2007 Câmara do Barreiro assina protocolo com Fundação Minerva Cooperação na realização de estudos e projectos Hoje, a Câmara Municipal do Barreiro (CMB) assinou um protocolo com a Fundação Minerva – Instituto Lusíada da Investigação em Desenvolvimento (ILID), com o objectivo de promover a parceria na realização de estudos e projectos do Concelho do Barreiro, nas áreas do urbanismo e arquitectura e inclusivamente no Projecto de Investigação: “O Estuário do Tejo e as suas Áreas Ribeirinhas: Estratégias para a sua Sustentabilidade”, questão que o presidente da Câmara Municipal do Barreiro considera essencial na visão do “Barreiro do século XXI”. “Um concelho, uma cidade, uma sociedade só se constrói com muitas parcerias e protocolos” O presidente da Câmara Municipal do Barreiro, Carlos Humberto, disse que a colaboração entre a Fundação Minerva e a Câmara Municipal do Barreiro reflecte a ideia de que “um concelho, uma cidade, uma sociedade só se constrói com muitas parcerias e protocolos”, salientando a importância de se aproveitar os “saberes de outras instituições”. E reconhecendo que: “não conseguimos aproveitar todos os contributos”, uma limitação que diz empobrecer a cidade, comentou: “Felizmente, desta vez, as vontades uniram-se e parece que temos o caminho traçado para trabalharmos em conjunto”. Estágios proporcionados pela CMB aos alunos da Licenciatura de Arquitectura da Universidade Lusíada Da vantagem do protocolo, o edil barreirense sublinha o facto de estar ligado à área do conhecimento, ao que comentou: “o concelho precisa de trazer mais instituições e estabelecimentos de ensino, para além das muitas que tem”. E realçou a importância de o protocolo permitir a junção da universidade à vida profissional, através dos estágios destinados aos alunos da Licenciatura de Arquitectura da Faculdade de Arquitectura e Artes da Universidade Lusíada de Lisboa, proporcionados pela Câmara Municipal do Barreiro, a terem lugar nos Serviços Técnicos. “Construímos, no último século, a cidade de costas voltadas para o rio e é preciso reparar esta visão” O presidente da Câmara Municipal do Barreiro focou ainda o facto de que um dos aspectos em que o protocolo incide ser a questão da zona ribeirinha do estuário do Tejo, “um dos maiores patrimónios do Barreiro”, sublinhou, ao permitir a cooperação das duas entidades no Projecto de Investigação: “O Estuário do Tejo e as suas Áreas Ribeirinhas: Estratégias para a sua Sustentabilidade”. E sobre este aspecto, acrescentou: “construímos, no último século, a cidade de costas voltadas para o rio e é preciso reparar esta visão”. Ao que aludiu para o aproveitamento das zonas ribeirinhas em termos lúdicos, culturais e económicos. O que diz que se insere na “estratégia que temos para o Barreiro do século XXI”. Construir o Barreiro do futuro: “(…) um caminho que não podemos fazer sozinhos” Ainda acerca do conteúdo do protocolo, comentou: “temos a perspectiva de que pode ultrapassar o próprio papel”, realçando a importância das parcerias: “Para construir o Barreiro do futuro, como uma das centralidades de Lisboa, temos a consciência de que é um caminho que não podemos fazer sozinhos”. “Um bom exemplo de boas práticas” O Reitor da Universidade Lusíada de Lisboa, Diamantino Durão, disse ser com satisfação que vê a realização do protocolo, ao que comentou: “Faremos os possíveis e os impossíveis para cumprir com os objectivos propostos”. Na sua opinião, a parceria constitui “um bom exemplo de boas práticas”. E referiu não fazer uso de falsas modéstias quando considera que “o curso de arquitectura da Universidade Lusíada é o melhor do país”. Da vinda ao Barreiro disse ter sido prazeirosa, ao que comentou: “É sempre uma terra muito simpática”. “A universidade tem de ser um elemento da sociedade, não pode estar isolada” Por sua vez, o presidente da Fundação Minerva, António Martins da Cruz, considerou que a colaboração entre as entidades assinantes do protocolo vai ao encontro do que deve ser a preocupação fundamental dos estabelecimentos de ensino superior, ao que comentou: “A universidade tem de ser um elemento da sociedade, não pode estar isolada”, no sentido em que diz: “para que a sociedade possa beneficiar da universidade, em termos de progresso humano”, destacando que a grande valorização do homem está no conhecimento. E expressou ainda um desejo para o Barreiro: “criar aqui um curso de arquitectura”. De sublinhar que o documento protocolado, que tem a duração de três anos, podendo ser renovado por igual período, foi aprovado na Reunião Ordinária Pública de 17 de Outubro, tendo como objectivos a realização de estudos e de investigação, que assentam nos seguintes domínios: no Projecto de Investigação (PI) “O Estuário do Tejo e as suas Áreas Ribeirinhas: Estratégias para a sua Sustentabilidade”; na realização de estudos e projectos de arquitectura e urbanismo no Concelho do Barreiro e na execução de estágios nos Serviços Técnicos da Câmara Municipal do Barreiro, destinados a alunos da Licenciatura de Arquitectura e Artes da Universidade Lusíada de Lisboa. Quote margarida duarte
m a r g a r i d a Posted December 12, 2007 Author Report Posted December 12, 2007 já era tempo de a fundação (que) minerva fazer alguma coisa de jeito! bem haja!:clap: Quote margarida duarte
joaoneves Posted December 14, 2007 Report Posted December 14, 2007 Sim, mas tendo em conta que o reitor afirma: "o curso de arquitectura da Universidade Lusíada é o melhor do país", tendo em conta as condições miseras da univ lusiada de lisboa, vou interpretar isso unicamente pelo ensino. Quote
O.S.F.F. Posted December 15, 2007 Report Posted December 15, 2007 já era tempo de a fundação (que) minerva fazer alguma coisa de jeito! bem haja!:clap: Sim, mas tendo em conta que o reitor afirma: "o curso de arquitectura da Universidade Lusíada é o melhor do país", tendo em conta as condições miseras da univ lusiada de lisboa, vou interpretar isso unicamente pelo ensino. concordo plenamente :clap: Quote
R-L Posted December 15, 2007 Report Posted December 15, 2007 Sim, mas tendo em conta que o reitor afirma: "o curso de arquitectura da Universidade Lusíada é o melhor do país", tendo em conta as condições miseras da univ lusiada de lisboa, vou interpretar isso unicamente pelo ensino. São más as condições em Lx ? Nós no Porto temos 1 prof. de projecto para 35 alunos ! Falo com o prof. de mês a mês e na sala n cabe mais 1 estirador pq n há espaço ! É um estirador para cada aluno, tipo, se quiser trabalhar na maqueta e desenhar ao mesmo tempo n dá ;) Quote
m a r g a r i d a Posted December 15, 2007 Author Report Posted December 15, 2007 é obvio que ele refere-se ao ensino...as coisas estao más, mas há condições bem piores por esse país fora. cá no porto podemos-nos queixar da falta de espaço nas salas, mas temos parque de estacionamento (em lisboa nem ve lo!!) em lisboa tem o atelier para trabalhar "extra aulas" aberto quase 24h por dia, ao passo que o nosso, o mais tardar as 11h da noite já está a fechar.. Quote margarida duarte
joaoneves Posted December 16, 2007 Report Posted December 16, 2007 é obvio que ele refere-se ao ensino...as coisas estao más, mas há condições bem piores por esse país fora. cá no porto podemos-nos queixar da falta de espaço nas salas, mas temos parque de estacionamento (em lisboa nem ve lo!!) em lisboa tem o atelier para trabalhar "extra aulas" aberto quase 24h por dia, ao passo que o nosso, o mais tardar as 11h da noite já está a fechar.. Posso parecer injusto e absurdo, mas o nosso "Espaço Lusíada" apesar do horário alargado, faz-me muita confusão determinadas atitudes por parte da universidade quanto ao funcionamento do mesmo. Passo a explicar: O horário do espaço é todos os dias úteis fecha ás 6h e abre ás 7:30h, menos aos domingos e feriados que abre ás 16h e fecha ás 6h e volta a abrir ás 7:30h. Esta semana aconteceu-me como me aconteceram já dezenas de vezes: Uma pessoa está a trabalhar, chega-se ás 5:45h estão a mandar-nos embora. Ora, se estamos com 20 000Kg de materiais espalhados plo espaço (ou por 2 salas extra que disponibilizam as vezes, junto ao espaço lusíada), e estamos a meio do trabalho, temos que arrumar tudo, fazer tempo até às 8h da manhã (aulas) ou até às 7:30h (hora de abertura da universidade). Não querendo parecer demasiado exigente, torna-se neurótico ter que tirar tudo de lá, para poderem ir 2 mulheres-a-dias fingir que varrem e fingir que limpam, enquanto nós vamos para o cais-do-sodré beber um café ou vamos para casa para tomar banho, ou simplesmente para o carro dormir e acordar lá para as 10h...faltando já ás 2 primeiras aulas. O que quero dizer com isto, é que apesar do horário ser alargado, é um total disparate esta quebra. É sabido que a maioria dos estudantes da univ. lusíada vivem nos arredores de lisboa (sou excepção ) e que é de todo ridículo terem que ir para casa a essa hora, sabendo que 10min depois têm que ir para as aulas. Quanto ao parque de estacionamento, é outra situação bizarra. Existe algures no trajecto "palácio"->"ar líquido" um parque de estacionamento fechado que se encontra disponível unicamente para professores e/ou membros da associação de estudantes (pelo que me disseram). Ora, se ambos os polos têm espaço suficiente no parque para todos os professores, e se o número de elementos da assoc. de estudantes não é assim tão elevado, que sentido faz manter o parque fechado ao estudante "comum"? Resultado: nunca vi o parque cheio a não ser em dias que lhes vou chamar de especiais, por desconhecer de alguma razão para tal acontecimento. O bar do "ar liquido" é mais caro que o bar do "palácio" (em diversos alimentos). A exploração é a mesma. É verdade que o que interessa nisto tudo é o tipo de ensino e o modo como conseguimos apreender conhecimentos e tornarmo-nos bons profissionais. Mas não será de todo conveniente, pelo preço que pagamos pelo ensino+instalações, proporcionar-nos melhores condições para que passemos mais tempo na faculdade a trabalhar e a investigar: "bolonha defende como principio quase primário" ; "lema da universidade: Fundação Minerva - Cultura - Ensino e Investigação Científica ... ONDE? Quote
R-L Posted December 16, 2007 Report Posted December 16, 2007 caro joao, portugal esta muito atrasado em relação aos países (realmente) desenvolvidos. em portugal 1º vem o nome e só depois a função. na lúsiada do porto pago .5€ todos os dias que lá vou para estacionar o meu carro em relativa segurança, já não basta a enorme mensalidade comparada as condições escolares a nivel de instalações e ainda tenho pagar por um parque que tem uma entrada horrivel e muitas vezes esboracada. pelo que sei a de famalicão n tem parque para alunos. agora em relação aos professores terem parque e os alunos que lhes pagam n terem, é o mais puro porteguesismo e depois são esses mesmos professores que são "contra" carros/parques/estacionamentos nos projectos dos alunos. pq ? pq sabem que os "maiorais" teram sempre o seu lugar reservado ! para finalizar, na lúsiada do porto, o dinheiro que os alunos gastam no parque dava para pagar um ou dois salarios a uns srs. agentes da segurança para estarem todos os dias uteis a vigiar uma zona que é famosamente conhecida no país como principal ponto de venda de droga e dai passarem imensos zombies a caminho do "paraiso" que muitas vezes partem uns vidros e roubam uns auto-radios e etc no meio da sua caminhada. Cumprimentos ! Quote
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