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O conselho consultivo do Instituto Português do Património Arquitectónico (IPPAR) aprovou, anteontem, por unanimidade, uma proposta de classificação de duas obras do arquitecto Álvaro Siza Vieira, em Leça da Palmeira (Matosinhos). As Piscinas das Marés e a Casa de Chá da Boa Nova estão em vias de serem consideradas monumentos nacionais. Falta apenas a homologação da ministra da Cultura, Isabel Pires de Lima.

O instituto aprovou ainda uma proposta de classificação da Igreja do Sagrado Coração de Jesus, em Lisboa, da autoria dos arquitectos Teotónio Pereira e Nuno Portas, e deliberou, também por unanimidade, classificar como monumento de interesse público o Pavilhão de Portugal, em Lisboa, outra obra de Álvaro Siza Vieira.

A decisão do IPPAR em classificar como monumentos nacionais a Casa de Chá da Boa Nova e as Piscinas das Marés baseou-se no facto de serem "dois dos edifícios mais emblemáticos da obra de Siza Vieira", e de terem vindo a "impressionar gerações de arquitectos contemporâneos".

O instituto considera que os dois edifícios "impuseram-se como dos mais marcantes da estética organicista (pantaísta) das suas referências relativamente à utilização dos materiais 'naturais' e à sua integração imediata na paisagem".

A Casa de Chá da Boa Nova foi construída entre 1958 e 1963, enquanto as Piscinas das Marés ficaram concluídas em 1966.

Formado na Escola de Belas Artes do Porto, Álvaro Siza Vieira, nascido em Matosinhos, já recebeu importantes prémios qualidade dos projectos que assinou em Portugal e no estrangeiro. Em 1992, Siza Vieira foi distinguido com o Pritzker, um galardão atribuído a nível mundial e frequentemente designado de "Nobel" da arquitectura. Mais recentemente, em 2001, recebeu o prémio Wolf.


Link:
http://jn.sapo.pt/2006/07/28/porto/ippar_quer_classificar_obras_siza_le.html


A mim faz-me uma confusão dos diabos os elefantes brancos... e não será o pavilhão de Portugal, que agora vai ser também classificado, um desses espécimes?

É um edifício marcante, mas teve utilidade apenas durante os meses da Expo98 e mais algumas cimeiras que lá se fizeram... o que é triste...
Porque é que não se foi para a frente com a proposta de levar para lá o concelho de ministros?

Faz-me interrogar sobre qual foi o programa do edifício... será que na fase de projecto não estava nada previsto e apenas foi um exercício de estilo para a famosa Expo? Tenho esperança que não...

E depois é passar por lá e ver as enormes rachadelas nas paredes e as humidades a proliferar, sem que aparentemente ninguém faça nada contra isso...

É triste... muito...


PS: Já me esquecia... a pala já serviu para fazer lá umas festinhas dos avós de Portugal... lol

Não é incrível tudo o que pode caber dentro de um lápis?...

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