asimplemind Posted March 8, 2007 Report Posted March 8, 2007 http://www.irish-architecture.com/news/2004/000109.jpg Gostava de saber se alguém têm informações (para além das do site dos arquitectos) sobre este projecto do Aires Mateus. Sei que está publicado na 2G monográfica, mas não tenho acesso à mesma. Por isso vinha pedir a quem tiver algo digitalizado (principalmente plantas dos quartos) que pudesse partilhar neste espaço. desde já agradeço Quote
3CPO Posted March 8, 2007 Report Posted March 8, 2007 Compra a Arq/A nº 42. Nesse número foi publicado esse projecto. Abraços :) Quote
asimplemind Posted March 8, 2007 Author Report Posted March 8, 2007 obrigado se entretanto souberem de outras informações avisem! Quote
arklab Posted July 22, 2008 Report Posted July 22, 2008 agora sou eu a perguntar...alguém disponibiliza informações, desenhos, fotos 3d, sobre este projecto!? * o que conheço é através do site e da revista mas ainda tenho duvidas acerca do projecto! obrigado e bem haja! Quote
Petrucces Posted September 17, 2008 Report Posted September 17, 2008 ola a todos, nao sei se ja e tarde para postar isto, mas pronto aqui fica.. Aires Mateus - 2G N.28 com o Hotel Park Hyatt, Dublínhttp://www.gigasize.com/get.php?d=sh7ml5r9l0f abraços * Quote
asimplemind Posted September 18, 2008 Author Report Posted September 18, 2008 petrucces obrigado! O meu pedido já foi há ano e meio e pouco depois lá consegui tirar fotocópias numa biblioteca sobre essa obra, no entanto agradeço-te a disponibilidade. Quote
JVS Posted July 1, 2010 Report Posted July 1, 2010 rojectos: novo hotel em Dublim Cruzamento da Irlanda com Portugal por CLÁUDIA MELO06 Junho 2010 Cruzamento da Irlanda com Portugal Dublim está prestes a acolher um hotel de luxo com projecto de Manuel e Francisco Aires Mateus, que venceram o concurso público internacional. O projecto localiza-se numa zona de reconversão ribeirinha das antigas docas da capital da República da Irlanda, um investimento urbanístico de grande escala que inclui outros projectos de arquitectos sonantes, como Daniel Liebskind. Para a concepção do luxuoso hotel , que integra a cadeia internacional Park Hyatt, a dupla portuguesa de arquitectos foi buscar inspiração a um dos mais importantes monumentos naturais e imagem icónica do país, o Giant's Causeway (Calçada dos Gigantes), situado no Norte da ilha. Em particular, reproduziram arquitectonicamente os aspectos telúrico e geométrico desta formação geológica com mais de cinco milhões de anos, composta por cerca de 40 mil colunas de basalto de diferentes alturas, que variam entre 12 metros e poucos centímetros de altura. Com sete pisos de altura, e um programa que acomoda 94 suítes, o hotel assume-se pela sua permanência e solidez, rigor geométrico e ritmos regulares que marcam a composição volumétrica e fachadas, o que evoca a quase escultura natural em basalto. Este mimetismo entre forma natural e arquitectónica resulta da composição volumétrica e de fachada baseada na ideia de desfragmentação, só possível graças à utilização do módulo, medida fixa que se repete uniformemente. Assim, o edifício é predominantemente mais escultórico nos pisos inferiores, junto ao solo, sugerindo a entrada no interior de uma forma rochosa. Esta ideia é enfatizada pelo revestimento, de cor cinza. À medida que o edifício se ergue, a massa construída torna-se branca e vai alternando com envidraçados, criando um interessante jogo de cheios/vazios. As fachadas , com presença extremamente forte no conjunto, resultam da alternância entre opaco/transparente, isto é, parede/vidro. Esta sequência resulta de ritmos cuidadosamente pensados, de forma a imprimir movimento e dinamismo à forma arquitectónica densa e pesada. Esta precisão arquitectónica, que o atelier Aires Mateus tem vindo a investigar nos últimos anos e principais obras, é marcada pela evocação das regras rígidas de composição, dos ritmos fortes e verticais e apreço pelo elemento parede, a massa que delimita o invólucro construído e que medeia o interior e o exterior. Corresponde a uma linguagem arquitectónica plena de precisão, quiçá frieza. Mas também dramatismo, como o da paisagem natural que evoca. Dois dos países mais periféricos da Europa cruzam-se, assim, através da arquitectura e do reconhecimento da importância da paisagem costeira na identidade nacional. in http://dn.sapo.pt/inicio/artes/interior.aspx?content_id=1586626&seccao=Arquitectura Quote
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