A questão central é da ambiguidade da posição da OA. Ou quer tomar posição e deve ser consistente, ou então o omelhor é estar calada.
Agora num dia as notícias são que a Ordem critica, e noutro faz um comunicado a "pôr água na fervura".... nem é carne nem é peixe... e agora vem esta notícia que critica, mas... ou se aparam os golpes - do governo - e o melhor é não falar no assunto... pressão económica, etc e tal, ou não se aparam e critica-se abertamente a situação. O refúgio no "não há ilegalidades" nós conhecemos, interessa é saber se é ou não consistenete com o q a OA defende.
Cumprimentos