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casulodourado

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  1. Eu também vou votar presencialmente na sexta-feira mas, como desta vez só há duas secções de voto (uma em Lx e outra no Porto), devem haver mais colegas a votar por correspondência. Só espero que, desta vez, não haja tanta abstenção!
  2. Eu também vou votar presencialmente na sexta-feira mas, como desta vez só há duas secções de voto (uma em Lx e outra no Porto), devem haver mais colegas a votar por correspondência. Só espero que, desta vez, não haja tanta abstenção!
  3. Como sabem, os votos por correspondência têm que dar entrada na Ordem até às 19H00 do dia 28/02 (quinta-feira); pelo que aconselho todos os que ainda não votaram, e que vão optar por fazê-lo por correspondência, a fazerem-no o mais rapidamente possível. Seguem-se as instruções de votação, as quais podem ser consideradas demasiado básicas e contraproducentes. Eu, que prefiro pecar por excesso do que por omissão, e perante a quantidade de votos que foram invalidados nas eleições anteriores, (80 votos foram considerados inválidos por falta de assinatura do membro e de fotocópia do BI; 6 por impossibilidade de confirmação da assinatura quando comparada com a do BI; etc.), não me inibo de as publicar: Voto por correspondência em 4 passos: 1. Dobram o boletim de voto em quatro (duas vezes), com a face escrita voltada para dentro, e colocam-no no envelope “voto secreto” (o mais pequeno), o qual encerram; 2. No “sobrescrito de votação”, preenchem, de forma legível, o nome e o n.º de membro. Dentro deste sobrescrito colocam o envelope com o “voto secreto”; 3. O “sobrescrito de votação” é, então, fechado e, sobre o fecho, autenticam-no[1] com a v. assinatura (igual à do B.I., não valem rubricas!); 4. Em seguida, colocam no envelope RSF o “sobrescrito de votação” e uma fotocópia do B.I. (frente e verso), fecham-no e colocam-no na caixa de correio azul nacional mais próxima. [1] A v. assinatura poderá funcionar, aqui, como um lacre, desenvolvendo-se de forma a apanhar tanto a aba como o corpo posteriores do envelope, passando pela (sobre a) “junta” de fecho.
  4. Como sabem, os votos por correspondência têm que dar entrada na Ordem até às 19H00 do dia 28/02 (quinta-feira); pelo que aconselho todos os que ainda não votaram, e que vão optar por fazê-lo por correspondência, a fazerem-no o mais rapidamente possível. Seguem-se as instruções de votação, as quais podem ser consideradas demasiado básicas e contraproducentes. Eu, que prefiro pecar por excesso do que por omissão, e perante a quantidade de votos que foram invalidados nas eleições anteriores, (80 votos foram considerados inválidos por falta de assinatura do membro e de fotocópia do BI; 6 por impossibilidade de confirmação da assinatura quando comparada com a do BI; etc.), não me inibo de as publicar: Voto por correspondência em 4 passos: 1. Dobram o boletim de voto em quatro (duas vezes), com a face escrita voltada para dentro, e colocam-no no envelope “voto secreto” (o mais pequeno), o qual encerram; 2. No “sobrescrito de votação”, preenchem, de forma legível, o nome e o n.º de membro. Dentro deste sobrescrito colocam o envelope com o “voto secreto”; 3. O “sobrescrito de votação” é, então, fechado e, sobre o fecho, autenticam-no[1] com a v. assinatura (igual à do B.I., não valem rubricas!); 4. Em seguida, colocam no envelope RSF o “sobrescrito de votação” e uma fotocópia do B.I. (frente e verso), fecham-no e colocam-no na caixa de correio azul nacional mais próxima. [1] A v. assinatura poderá funcionar, aqui, como um lacre, desenvolvendo-se de forma a apanhar tanto a aba como o corpo posteriores do envelope, passando pela (sobre a) “junta” de fecho.
  5. E, conforme já coloquei noutro tema, na próxima terça-feira, dia 26/02/2008, irá decorrer, pelas 21H00, um debate entre as três listas candidatas aos orgãos nacionais, na sede da OA, Tv. do Carvalho, em Lisboa.
  6. E, conforme já coloquei noutro tema, na próxima terça-feira, dia 26/02/2008, irá decorrer, pelas 21H00, um debate entre as três listas candidatas aos orgãos nacionais, na sede da OA, Tv. do Carvalho, em Lisboa.
  7. Na próxima terça-feira, dia 26/02/2008, irá decorrer, pelas 21H00, um debate entre as três listas candidatas aos orgãos nacionais, na sede da OA, Tv. do Carvalho, em Lisboa. Para mais informações, consultar o site da SRS no seguinte link, do qual retirámos o extracto que se segue: http://www.oasrs.org/conteudo/agenda/noticias-detalhe.asp?noticia=1076 «Candidatos na próxima terça-feira na Ordem Os três arquitectos candidatos à presidência da Ordem dos Arquitectos vão debater os seus programas a 26 de Fevereiro, em Lisboa. Os arquitectos João Belo Rodeia (Lista A), Luís Conceição (Lista e Manuel Vicente (Lista C) vão debater os programas de candidatura à presidência do Conselho Directivo Nacional na próxima terça-feira, 26 de Fevereiro, às 21h. O debate é moderado pela jornalista da televisão SIC Notícias e do jornal Expresso, Fernanda Pedro, autora do programa «Magazine Imobiliário» da estação de Carnaxide e decorre em Lisboa na sede da Ordem dos Arquitectos.» 22/02/2008
  8. Na próxima terça-feira, dia 26/02/2008, irá decorrer, pelas 21H00, um debate entre as três listas candidatas aos orgãos nacionais, na sede da OA, Tv. do Carvalho, em Lisboa. Para mais informações, consultar o site da SRS no seguinte link, do qual retirámos o extracto que se segue: http://www.oasrs.org/conteudo/agenda/noticias-detalhe.asp?noticia=1076 «Candidatos na próxima terça-feira na Ordem Os três arquitectos candidatos à presidência da Ordem dos Arquitectos vão debater os seus programas a 26 de Fevereiro, em Lisboa. Os arquitectos João Belo Rodeia (Lista A), Luís Conceição (Lista e Manuel Vicente (Lista C) vão debater os programas de candidatura à presidência do Conselho Directivo Nacional na próxima terça-feira, 26 de Fevereiro, às 21h. O debate é moderado pela jornalista da televisão SIC Notícias e do jornal Expresso, Fernanda Pedro, autora do programa «Magazine Imobiliário» da estação de Carnaxide e decorre em Lisboa na sede da Ordem dos Arquitectos.» 22/02/2008
  9. Amanhã, terça-feira, pelas 21:30h, no Cinema Passos Manuel, no Porto, vai ocorrer um debate entre as três listas candidatas aos orgãos nacionais, protagonizado pelos respectivos cabeças-de-lista. Para mais informações, podem ir ao site da OA-SRN, no seguinte link: http://www.oasrn.org/entrada.php 18/02/2008
  10. Independentemente de não ter votado na mesma, os meus parabéns à lista vencedora, e desejos de um bom trabalho. ----- Uma taxa de participação na ordem dos 15,6% não me parece satisfatória. Votaram mais pessoas, é verdade, mas, proporcionalmente ao n.º de inscritos, esse acréscimo terá rondado os 3%... O que se passa com os outros 84,4%? (Fica a pergunta, para reflexão). Rute.
  11. Hoje, pelas 18:40, vai haver um debate na Rádio Clube entre o Luís Conceição e o João Rodeia. Frequências: Lx - 104.3 Porto - 90.0 Coimbra - 98.4 Faro - 106.1 (P/outras frequências, é favor consultar o site da Rádio Clube). Rute
  12. Ainda relativamente à revisão do Dec. 73/73, permitam-me os seguintes comentários: 1. Relativamente à questão dos projectos dos edifícios com menos de 400 m2 (entre outros) poderem ser elaborados por outros técnicos que não os Arquitectos, perece-me que esse artigo já foi retirado da última versão proposta (que julgo ser a Proposta de Lei n.º 116/X). 2. Não obstante, todas as outras preocupações suscitadas pela colega parecem‑me, mais do que prementes, serem partilhadas, em maior ou menor grau, não só por ambas as listas (também estive em Coimbra), mas, aparentemente, pela Ordem, a qual, através do seu Conselho Directivo Nacional, emitiu um Comunicado datado de 23 de Abril do corrente ano, o qual critica a referida Proposta de Lei, e do qual me vou permitir transcrever o seguinte excerto (o documento é público, encontrando-se patente no site da OA): «(…) algumas formulações da proposta do governo remetem os arquitectos para um tratamento de inferioridade relativamente aos restantes técnicos (…) Esta visão restritiva e desconfiada do papel dos Arquitectos é agravada pela confusa definição de projecto e autor de projecto, criando-se uma distinção entre “projectos de edifícios” e “projectos de outras obras” para confinar a intervenção dos arquitectos aos projectos dos edifícios. É uma proposta incompreensível e totalmente alheia ao normativo comunitário e nacional sobre a arquitectura e o papel dos arquitectos. Seria ridículo que os arquitectos mal pudessem, ou deixassem de poder, desenhar praças, ruas, áreas de lazer, frentes de mar, ambientes urbanos, espaços públicos… Mas seria esse o resultado da manutenção da actual redacção da proposta de lei.» (sublinhado e negrito meus). 3. Para tal, basta ler a proposta de Preâmbulo da mesma, no qual está bem explícito que o campo de actuação desta Proposta de Lei abrange, na sua esfera de aplicação, «(…) a qualificação dos técnicos (…) quer na esfera privada das operações urbanísticas, quer na esfera da contratação pública (…)», sendo que, se lermos o Artigo 10.º referente aos Projectos de Edifícios, o seu n.º 2 afirma que «Os projectos de arquitectura de edifícios devem ser elaborados por arquitectos, podendo esses projectos abranger os espaços exteriores quando sejam complementares aos edifícios ou lhes sirvam de logradouro, não se destinem a utilização autónoma e a sua dimensão possa ser integrada (…) no projecto de arquitectura.», sendo que, por sua vez, os projectos elaborados por arquitectos paisagistas «(…) não incluem ou dispensam outros projectos necessários à caracterização dos elementos edificativos previstos nos projectos de espaços exteriores.» (n.º 5). (?) Lendo, em seguida, o Art. 11.º, temos os “Projectos de outras obras”, os quais não são tão genéricos como nos querem fazer pensar: basta olhar para a definição de obra (Art. 3.º) e para proposta de preâmbulo, onde está bem escrito: incluem operações urbanísticas. E quem faz todos os Projectos de outras obras de acordo com esta proposta de Lei? «(…) devem ser elaborados (…) por engenheiros, engenheiros técnicos e arquitectos paisagistas (…)» Mais à frente: «Os projectos de arquitectura, relativamente às obras previstas no número anterior, podem (e não devem) ser elaborados por arquitectos, (…)». Ou seja, acabo de me aperceber que nem a elaboração do Projecto de Arquitectura por Arquitectos está salvaguardada. A única coisa com que ficamos, com toda a certeza, é com a exclusividade do Projecto de Arquitectura de edifícios? Mas então e os elementos edificativos dos espaços exteriores aos edifícios que façam parte do enquadramento, por ex., de um corpo edificado principal? 4. Art. 12.º, n.º 1: «Podem ainda ser elaboradas por arquitectos de interiores e designers de ambiente (…) as peças escritas e desenhadas de arquitectura respeitantes a obras de alteração no interior dos edifícios, sujeitas a comunicação prévia». N.º 3: «Podem também ser elaboradas por agentes técnicos de arquitectura e engenharia as peças escritas e desenhadas respeitantes a obras sujeitas a comunicação prévia (…)». – A expressão agentes técnicos de arquitectura e engenharia deve ser substituída por: construtores civis (não convém induzir em erro os particulares e n. potenciais clientes)… 5. Art. 14.º - Director de obra – remete para a Portaria n.º 16/2004 - onde estão os Arquitectos? 6. … Concluindo (e muito mais haveria a dizer): perante tudo isto, também eu considero que, antes de termos andado com esta discussão toda à volta da revisão deste Decreto, devíamos era ter, primeiro que tudo, feito prevalecer os Estatutos da Ordem, figura juridicamente superior (Decreto-Lei), designadamente o seu artigo 42.º, exigindo a imediata revogação, implícita nos n. Estatutos, dos artigos do Dec. 73/73 que contrariassem os mesmos; e daqui ter, então, partido para uma discussão fortalecidos. – Sobre este assunto, vide: http://www.porumaordemdevalores.net/arquitectosaordemparaque.pdf Lista B!
  13. Boa pergunta. Também tenho dúvidas. Se, na comunicação escrita, é referido explícitamente que «O envelope «voto secreto» e as fotocópias frente e verso do Bilhete de Identidade devem ser colocados no sobrescrito de identificação (leia-se "sobrescrito de votação") (...)», lendo-se mais à frente que «O sobrescrito de identificação, contendo o envelope «voto secreto» e as fotocópias frente e verso do Bilhete de Identidade (...) é introduzido no sobrescrito «RSF» (...)»; presumindo eu que o que refere como sobrescrito grande é o RSF; o texto que está escrito no sobrescrito de votação/identificação, por sua vez, lança, realmente a dúvida... Tentei esclarecer-me lendo o Regulamento Eleitoral... e fiquei confusa. Mas, e para resumir, da leitura do n.º 9.3 do regulamento, parece-me que a fotocópia do BI deve estar no sobrescrito onde está o nome e n.º de membro, sendo que, comparando isto com o que me chegou, efectivamente, às mãos, leva-me a concluir que a cópia do BI deve, realmente, estar dentro do sobrescrito de identificação/votação. Não obstante, perante as dúvidas levantadas por estas contradições, e tendo em vista a fiel prossecução do direito de voto, desde que inequívocamente expresso por todos os que têm direito ao mesmo, em igualdade de circunstâncias e sem qualquer tipo de discriminação, julgo que a "comissão eleitoral" não terá outra opção legal (embora eu seja manifestamente incompetente na matéria) e, especialmente, ética, a não ser aceitar ambas as situações. Rute.
  14. Boa tarde. Poderá, igualmente, votar presencialmente no dia 18 de Outubro, entre as 17:00 e as 22:00h (de Lx), na secção eleitoral onde o seu nome conste do caderno eleitoral - pf, consulte a comunicação que lhe foi enviada pela Ordem dos Arquitectos conjuntamente c/boletins de voto (têm lá as secções consoante a residência, conhecida pela oa, dos membros); ou vá ao site da Ordem. Não obstante serem omissos a esse respeito no que ao voto presencial se refere, parece-me do senso comum que deverá ír acompanhado do seu BI. Rute PS: reporta-se à questão atempadamente levantada por JVS.
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