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Arquitectura.pt


gigi

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  1. Caros colegas No seguimento da petição "Ajustes Directos da Parque Escolar" - http://www.peticao.com.pt/parque-escolar - dirigida à Assembleia da República (da qual sou um dos autores), foram pedidas audiências aos vários grupos parlamentares no sentido de expormos os nossos argumentos, e podermos abordar e sensibilizar os Srs. Deputados para esta problemática, que julgamos ser de extrema importância. Foram pedidas igualmente audiências ao Ministério da Educação, Provedoria da Justiça e Tribunal de Contas. Entretanto fomos recebidos pelos grupos parlamentares do PCP, BE, PSD e PS… falta o do
  2. amaro gomes diz : "Sobre estas questões, e no que diz respeito à contratação pública dos serviços de um arquitecto, existe Lei em portugal em vigor e aceite pela AO – Ordem dos Arquitectos. Não se trata pois de matéria abstrata ou de interpretação livre. A lei em vigor, regula direitos, deveres e garantias quer aos directamente envolvidos quer à sociedade em geral." a lei existe, é verdade... e não é ou deixa de ser aceite pela OA ou qualquer outra instituição; tem simplesmente que ser acatada e seguida por todos quantos vivem neste país. tem algum nível de abstracção e interpretação, porqu
  3. caro colega amaro gomes passou completamente ao lado da minha questão. é óbvio que aqui não está em causa a qualidade da arquitectura do colega filipe oliveira dias, ou de tantos outros que têm obra feita e provas dadas; falo tão somente dum problema legal e ético. o cerne da minha questão é a entrega de projectos por adjudicação directa sem nenhuma base de sustentação legal ou ética: quer seja pela não observância das mais basilares regras de concorrência consagradas em varíadissimos regulamentos (entre eles o de DISCIPLINA da ordem dos arquitectos), quer seja o gasto de dinheiros públicos se
  4. que legitmidade é que uma câmara tem para aprovar "por maioria, a entrega ao arquitecto portuense Filipe Oliveira Dias do projecto de concepção do Centro de Artes e Espectáculos." ? refresquem-me a memória, porque não me lembro de ter visto nenhum concurso de concepção prévio que validasse esta "entrega". voltamos ao mesmo... não é concebível que se entreguem projectos a arquitectos com base nos seus compadrios ou meras afinidades de gosto dos responsáveis decisores... é perfeitamente disparatado, ilegal e eticamente deplorável: de ambas as partes, do responsável decisor e do arquitecto que ac
  5. leiam aqui http://www.oasrs.org/conteudo/agenda/noticias-detalhe.asp?noticia=1517 e reflictam
  6. a propósito da curiosidade "qual o arquitecto?", posso esclarecer que a m+w zander tem um parceiro em portugal; e como sabemos e vem sendo habitual neste tipo de parcerias fica com o trabalho (quase)todo... e se tiver tratamento preferencial por parte dos decisores ainda melhor, dá sp jeito ateliers bem posicionados juntos das autarquias. facilitam o diálogo o parceiro neste caso é o atelier "bmm arquitectos" (traduzido "balonas.menano.mörschel). não foi este atelier que ganhou o projecto do novo hospital de braga ?? olhe que sim, olhes que sim, ahaha ;)
  7. a propósito do título deste post - "Amadora | Dolce Vita Tejo Amadora | Autor Desconhecido" - posso acrescentar que o projecto é da autoria do atelier "RTKL" na generalidade... no entanto o partner em portugal, ou seja quem no fundo fez tudo o resto (anteprojecto, execução e acompanhamento de obra) é o "Promontório Arquitectos". Mas este é daquele tipo de projectos que alimentam financeiramente ateliers mas não cumprem os requesitos necessários para aparecerem nas revistas, como por exemplo outro empreendimento nosso bem conhecido, o colombo. não condiz com a postura de atelier competente que
  8. http://www.arquitectura.pt/forum/f124/recibos-verdes-a-arquitectura-10237/index7.html FALSOS recibos-verdes 04-11-08, 14:11
  9. o revestimento exterior são placas de betão pré-fabricado, da pré-gaia... foi difícil chegar ao acabamento final; aquele esburacado "vulcânico" é propositado. quase que diria que a pré-gaia teve que encontrar uma maneira de vibrar mal o betão, mas de forma intencional.
  10. este tipo de desenhos é feito/preparado exclusivamente para publicações... não para servirem como documento de obra. a falta de detalhe é deliberada dado que a quantidade do mesmo nos desenhos de projecto de execução é tão grande e complexa que impressos numa escala de página de revista não passariam de grandes borrões. as sombras estão lá para darem profundidade ao desenho. o layout foi assim definido pq sim... é uma representação possível, legível, competente e facilmente reprodutível nos diversos suportes que são diariamente solicitados ao gabinete. o programa em que foram feitos foi o ve
  11. Caros colegas Após 5 anos de colaboração num atelier em Lisboa fui demitido. Por me ter tornado “oneroso para a empresa”; “os estagiários rendem mais” foi-me dito. Após 5 anos e uns míseros 8€/hora a recibo verde tornei-me caro… é este o cenário que nos espera como guilhotina ao fim de algum tempo a trabalhar por conta de outrem sem vínculo definido. Desempenhei funções de arquitecto na dita empresa como funcionário a tempo inteiro. O regime de remuneração em vigor na empresa era o de pagamento mensal calculado com base num preço/hora, pelo qual é passado um recibo verde, mais precisamente
  12. Câmara autoriza demolição do piso das galerias do Hotel Ritz e a cidade tem que assistir a este desfalque sucessivo do seu património impávido e sereno ? acho melhor emigrar... é realmente lamentável
  13. alguns comentários... pode ser que esclareçam alguns distraídos ou menos atentos: 1. o mestre siza, já não participa em concursos... a quantidade de trabalho que tem em mãos não lho permite... e talvez tb não tenha necessidade de se expor a um concurso 2. o concurso não foi para objecto nenhum... nem para nenhum projecto de edificio em particular... foi simplesmente um concurso de ideias em duas fases, para duma short list de 5 equipas, escolher aquela que conjuntamente com a CML fará o plano de pormenor: "1.2 Constitui objecto do concurso relativamente à área que compreende, designadamente
  14. http://noticias.sapo.pt/lusa/artigo/8454d33b8403df9c0c8126.html
  15. e já saíram os resultados... eis a short list, os distinguidos para a segunda fase : 1. aires smateus 2. arx portugal 3. vão 4. souto moura 5. gonçalo byrne estou curioso pelos projectos...
  16. segundo sei o resultado sai deveria sair na próxima semana :)
  17. segundo sei o resultado sai deveria sair na próxima semana :)
  18. brincadeira ou não... é paradigmático!! [ame="http://br.youtube.com/watch?v=yfqsZ5mfXKk"]YouTube - Profissão: Arquitectura[/ame]
  19. brincadeira ou não... é paradigmático!! [ame="http://br.youtube.com/watch?v=yfqsZ5mfXKk"]YouTube - Profissão: Arquitectura[/ame]
  20. a propósito deste mesmo asusnto já tinha posto um post há pouco tempo... que aproveito para relembrar... http://www.arquitectura.pt/forum/f31/arquitecto-paulo-mendes-da-rocha-convidado-a-projectar-museu-nacional-coches-9367.html
  21. as discussões sérias e adultas escusam de se servir de lugares comuns para se legitimarem... não haveria necessidade do comentário jucoso e fácil se a teoria defendida fosse defensável! algumas notas imparcias: 1. quando as obras metem água a culpa pode ser de muita gente: dono de obra, empreitieiro, ficalização... e tb do arquitecto, como é óbvio: . dono de obra: se fizer valer algumas exigências contraproducentes . empreiteiro: se não souber executar bem os trabalhos a que se propõe . fiscalização: se for negligente na sua incubência de "fiscalizar" . arquitecto: se não souber como se
  22. o concurso era público e internacional... por isso, se os arquitectos-mor dos outros burgos quisessem entrar poderiam fazê-lo... assim como todos nós. o paraíso tb tem as suas maçãs envenenadas... e provincianas. e o conceito de obra-prima é deveras discutível... ainda bem que aquela dita era pequena; porque ver uma cidade cheia de obras primas assim é realmente chato. :p
  23. pode ser que desta vez se consiga impor alguma seriedade e dignidade em todo este processo... finalmente uma câmara que submete a concurso público um dos mais significantes espaços da cidade... ainda bem que houve coragem para abandonar projectos megalómanos de umbigos eleitorais, que nada mais queriam senão ver o seu nome inscrito nos anais da cidade. se desde princípio tudo isto tivesse em mente a verdadeira ideia de reabilitar a cidade há muito que teríamos aquele espaço recuperado... sem termos de passar 10 anos a vê-lo decrépito.
  24. era esse o ponto em que queria tocar... dinheiro público gasto sem que para isso tenha existido algo que legitime esse tipo de intervenções. é óbvio que fico satisfeito por ver que lisboa terá a possibilidade de albegar mais uma obra duma das referências mundiais do nosso ofício, mas... pela mão do cliente errado. acho realmente inadmissível que o estado se ache no direito de fazer este tipo de adjudicações directas, tendo em mente um cosmopolitanismo deveras provinciano... "vamos lá encher a cidade de quadros: aqui poderão ver um gehry, ali um nouvel, mais à frente um mendes da rocha..." e se
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