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Duda1000

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  1. Nomada: sem demora fixa, migrator, cigano. Estes são alguns dos objectivos que, á partida, se utilizam para descrever uma realidade que se esconde em frente dos nossos olhos, mas que existe. É uma realidade paralela á vida de uma cidade, que prova que se insere nos ciclos urbanos. São... pessoas. Os nomadas procuram melhores condições de vida mas não procuram alguma coisa que lhes seja familiar, provam a construir o seu mundo, a sua vida... pedaços de uma cultura diversa. Os postos escolhidos são aqueles disponiveis que ninguem quer, escondidos nas areas suburbanas, onde pela janela se vêem os drenos, os ratos, os fossos. Mas detrás de tudo isto existe uma vida. Existem as ortes, o verde.. a água. Em Roma, o Tibre é um elemento de partição, de distribuição, mas também de vazios. Os vazios não construidos a qual se adicionam outras negligências á estrutura industrial antiga. Tudo isto à margem de uma cidade que respira e cresce: existe o movimento, a autoestrada, os parques, os armazens. Os elementos quotidianos da vida privada estão ali, onde tudo se vê: a cozinha em área aberta, os quartos, os habitantes que secam-se sobre o sol. Existe também a mulher que cozinha e se ri, existem as crianças que jogam, existem os animais. Existe o homem que cultiva as batatas e as favas. E detrás, no horizonte está a cidade. Sempre a cidade: o perfil dos edificios, os veiculos ruidosos. A cidade para a qual se vive e em que se trabalha e se procura: é tambem aquela em que nos perdemos. Também, os estudantes de arquitectura de Roma Tre, estão perdidos nesta cidade feita de pequenas cidades. Foram seguindo o percurso do Tibre e descobriram uma realidade onde existem pequenos detalhes da vida das pessoas, deste nomadas sem demora na cidade, mas ao mesmo tempo á margem da cidade. Aqui está: a margem e a barreira. Duarte Macedo www.duda1000.spaces.live.com
  2. Nomada: sem demora fixa, migrator, cigano. Estes são alguns dos objectivos que, á partida, se utilizam para descrever uma realidade que se esconde em frente dos nossos olhos, mas que existe. É uma realidade paralela á vida de uma cidade, que prova que se insere nos ciclos urbanos. São... pessoas. Os nomadas procuram melhores condições de vida mas não procuram alguma coisa que lhes seja familiar, provam a construir o seu mundo, a sua vida... pedaços de uma cultura diversa. Os postos escolhidos são aqueles disponiveis que ninguem quer, escondidos nas areas suburbanas, onde pela janela se vêem os drenos, os ratos, os fossos. Mas detrás de tudo isto existe uma vida. Existem as ortes, o verde.. a água. Em Roma, o Tibre é um elemento de partição, de distribuição, mas também de vazios. Os vazios não construidos a qual se adicionam outras negligências á estrutura industrial antiga. Tudo isto à margem de uma cidade que respira e cresce: existe o movimento, a autoestrada, os parques, os armazens. Os elementos quotidianos da vida privada estão ali, onde tudo se vê: a cozinha em área aberta, os quartos, os habitantes que secam-se sobre o sol. Existe também a mulher que cozinha e se ri, existem as crianças que jogam, existem os animais. Existe o homem que cultiva as batatas e as favas. E detrás, no horizonte está a cidade. Sempre a cidade: o perfil dos edificios, os veiculos ruidosos. A cidade para a qual se vive e em que se trabalha e se procura: é tambem aquela em que nos perdemos. Também, os estudantes de arquitectura de Roma Tre, estão perdidos nesta cidade feita de pequenas cidades. Foram seguindo o percurso do Tibre e descobriram uma realidade onde existem pequenos detalhes da vida das pessoas, deste nomadas sem demora na cidade, mas ao mesmo tempo á margem da cidade. Aqui está: a margem e a barreira.
  3. Nomada: sem demora fixa, migrator, cigano. Estes são alguns dos objectivos que, á partida, se utilizam para descrever uma realidade que se esconde em frente dos nossos olhos, mas que existe. É uma realidade paralela á vida de uma cidade, que prova que se insere nos ciclos urbanos. São... pessoas. Os nomadas procuram melhores condições de vida mas não procuram alguma coisa que lhes seja familiar, provam a construir o seu mundo, a sua vida... pedaços de uma cultura diversa. Os postos escolhidos são aqueles disponiveis que ninguem quer, escondidos nas areas suburbanas, onde pela janela se vêem os drenos, os ratos, os fossos. Mas detrás de tudo isto existe uma vida. Existem as ortes, o verde.. a água. Em Roma, o Tibre é um elemento de partição, de distribuição, mas também de vazios. Os vazios não construidos a qual se adicionam outras negligências á estrutura industrial antiga. Tudo isto à margem de uma cidade que respira e cresce: existe o movimento, a autoestrada, os parques, os armazens. Os elementos quotidianos da vida privada estão ali, onde tudo se vê: a cozinha em área aberta, os quartos, os habitantes que secam-se sobre o sol. Existe também a mulher que cozinha e se ri, existem as crianças que jogam, existem os animais. Existe o homem que cultiva as batatas e as favas. E detrás, no horizonte está a cidade. Sempre a cidade: o perfil dos edificios, os veiculos ruidosos. A cidade para a qual se vive e em que se trabalha e se procura: é tambem aquela em que nos perdemos. Também, os estudantes de arquitectura de Roma Tre, estão perdidos nesta cidade feita de pequenas cidades. Foram seguindo o percurso do Tibre e descobriram uma realidade onde existem pequenos detalhes da vida das pessoas, deste nomadas sem demora na cidade, mas ao mesmo tempo á margem da cidade. Aqui está: a margem e a barreira.
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