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Arquitectura.pt


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  1. A interpretação do Ricardo é muito bem fundamentada e clara. E é precisamente a inclusão dos telheiros e corredores de circulação cobertos que nós pretendemos ver retirada do cálculo da área de construção. São espaços, no nosso entender, muito importantes para a Arquitectura e com uma natureza totalmente diferente dos espaços interiores, para serem calculados segundo a mesma definição. O grande problema, é que com a reformulação deste "conceito de área de construção", as nossas construções "aumentaram" de área e volume e se assim for, toda uma série de revisões teriam de acompanhar esta ref
  2. Colega Ricardo agradeço a oportunidade do seu comentário. Focou o ponto principal ao falar de "uma regulamentação que não será levada a sério e prevalecerá, como sempre, a interpretação da Câmara Municipal". Da nossa experiência, trabalhamos mais de perto com 4 autarquias e cada uma tem uma postura completamente diferente das restantes quanto a este regulamento. Desde a total inobservância até à aplicação estrita. É o caos, quando cada autarquia é levada a substituir-se ao poder central. E no meio desta grande confusão, são os habitantes dos concelhos onde este regulamento é aplicado à ris
  3. Caro Bruno, na generalidade é isso. No entanto é importante perceber as implicações. Por exemplo, o caso de um particular que pretenda construir uma moradia: Com este decreto 9 de 2009 em vigor, o terreno que comprou permite-lhe uma margem de manobra muito mais apertada. Embora se esteja a falar directamente de área de construção, indirectamente isso representaria um valor acrescido na economia familiar. Um lote que até então dava para construir uma moradia, suponhamos, de três quartos, hoje dá apenas para dois. (o terceiro exemplo do artigo demonstra isso claramente) Este decreto não
  4. Caros Colegas! o decreto regulamentar nº 9 de 2009 é um autêntico atentado à prática da Arquitectura em Portugal. Incito todos a ler o excelente artigo disponível online em http://arquimodem.com/dr.html Este "beijo da morte" está em total contra-ciclo com as directivas europeias em termos de consumo energético e sustentabilidade das construções e aprazibilidade e humanização das mesmas. Mais um péssimo exemplo dos legisladores em Portugal, completamente desfasados da realidade, produzem leis contraditórias e com repercussões nefastas. É preciso fazer alguma coisa! Saudoso o te
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