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Gostaria de saber as diferenças entre um Projecto de Loteamento e os Planos de Pormenor (PP). O Projecto de Loteamento não deveria estar regulamentado como um PP e fazer parte do figurinos dos PMOT's (Planos Municipais de Ordenamento do Território - PDM, PU e PP)? Não sendo um PP, o loteamento não faz parte dos PMOT, certo? É correcto enquadrá-lo como projecto de edificação urbana (Arq/Eng) à semelhança de um projecto para uma moradia, edifício de comércio, etc? Qual o enquadramento legal dos loteamentos? Ainda é legal fazer projectos de loteamento?
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Bem ... acho q vou ter de concluir a minha participação neste tópico, pq descambou de vez. Penso q não é assim q conseguimos debates sérios. P'ra quê q eu kero saber de troca de correspondências pessoais, com dados completamente irrelevantes? Qual o objectivo? Não consegui captar o alcance ... mas pronto, cada um sabe de si. Pensava q já tinha visto de tudo em fóruns em pt ... Ninguém fica bem nessa fotografia. Se eu fosse um dos autores do mail, certamente q não iria ficar mto contente com esse "diz q disse" q não interessa a ninguém ... Ainda dizem q só as mulheres é q são peixeiras? enfim! Até sempre camaradas!
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... de facto os bits e os Bytes transmitem carga emocional. só pode. Tenho cá para mim essa teoria ... e às vezes tb acontece cmg. Penso q temos matéria mais do q suficiente para criar um verdadeiro fórum de discussão pt sobre BIM, aberto a todos os softwares e à partilha de experiência nas várias plataformas tecnológicas ... sem exclusão ... Acho q todos nós, independentemente das nossas preferências, devemos estar sempre preparados para toda e qualquer eventualidade a nível de softwar ... prontos a agarrar oportunidades ... se me surgir pela frente a oportunidade de um bom projecto e o cliente exigir Allplan ... só tenho de aceitar o desafio, dar cordas ao sapato e desenrascar ... e mesmo q o trabalho seja desenvolvido em outsourcing eu tenho de perceber minimamente do assunto. Por isso, como profissional tenho de mostrar alguma flexibilidade em relação à ferramenta de trabalho e sem qualquer comprometimento a um a outro fabricante, até porque a bem da verdade, como clientes teremos razões de queixa de todos eles, nenhum deles é santinho ... querem todos o mesmo €€€! nesse aspecto, hoje em dia até a Santa Casa quer a sua parte €€€ Eu fiz a minha escolha tecnológica pelo REVIT ... mas não sou propriamente cego, ao ponto de não reconhecer todos esses aspectos de preços e outras práticas ... e irei continuar a estar atento. Se eu conseguir descortinar um produto com as mesmas características q eu vi no revit a preços mais competitivos, não tenham a mínima dúvida q invisto noutro produto. Satisfação do cliente é das coisas mais importantes num negócio ... e nisso não há exclusividade q nos valham ... Como user, eu ganharia imenso se visse no AC 12 (ou em futuras versões) a simplicidade e as outras características q sinto no Revit ... e é isso q eu espero q venha a acontecer não só com o AC, mas tb com os outros softs (Allplan, Vector, Bentley, Gehry, etc ...)
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No dia em q os arquitectos tirarem medo dos engenheiros ... a coisa pode mudar de figura. Ponham uma coisa na cabeça: os projectinhos de estruturas em Portugal são quase todos feitos por desenhadores. Os engenheiros apenas assinam. Viraram mais especialistas em "canetadas" do q os arquitectos. Não sei porquê, mas hoje a situação inverteu-se ... os desenhadores sairam dos gabinetes de arquitectura e invadiram os gabinetes de engenharia ... vá se lá perceber o fenómeno ... Há algumas excepções ... mas são poucas, mesmo nos grandes gabinetes de engenharia.
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Por analogia podemos até dizer q as Categorias e sub-categorias (à nossa livre escolha e vontade) do Revit são equivalentes aos Layers dos CAD e ArchiCAD, só q com alguma "inteligência artificial" incluída. É justo fazer essa ressalva, pq é esse pequeno pormenor q faz com q o programa diferencie e reconheça que "uma parede é uma parede e uma laje é uma laje e assim por aí adiante" ... Sobre paredes complexas/inclinadas e afins ... Recentemente fiz pequenos testes de interoperabilidade via IFC entre Revit e ArchiCAD. Paredes normais são reconhecidos de um lado e de outro. Paredes inclinadas, com perfís complexos, etc são reconhecidos como sendo "in place". Qto a mim o AC está com redundância de comandos com essas ferramentas de edição de formas mais complexas recentemente incluídas no software ... alguns dos quais com "pequenos/grandes problemas" (para não dizer bug - ver aki) de representação (parede inclinada automática) q esperava ver resolvidos na versão 12. Quanto a mim, a solução passaria por simplificar isso tudo e não misturar ferramentas de edição de paredes normais com ferramentas de paredes complexas (in place) ... apenas uma opinião. PS: Vejo q afinal sempre é possível falar de BIM em Portugal, com elevação :D
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Acho q já disse aki publicamente q gostava MUITO de ter no Revit a nova ferramenta "Partial Structure Display " apresentada no AC12. Lá pq o Revit não tem, não vou nunca usar o argumento falacioso q é desnecessário, prejudicial e q nem sequer sentimos falta dessa ferramenta. Não, não penso assim. Sinto necessidade de ferramentas q realmente fazem falta. Não é o caso do conceito de Layers do CAD, assim como não sinto mais a necessidade de desenhar duas linhas offset 0.20m para fazer de conta q estou a representar uma parede em BIM. São evoluções e há procedimentos q temos de descontinuar. Acho q devemos clarificar esse conceito de Layer de CAD, para ver se fazem ou não falta em BIM. Basicamente temos de responder para q servem, ou seja com que finalidade os usamos ... q eu saiba usamos Layer para: 1. "Organizar" e gerir os elementos construtivos 2. ajudar a seleccionar/isolar objectos organizados em Layer Ora, se existem programas q nos resolvem completamente o problema da Organização (1) de todos os objectos, ainda por cima de forma infalível, então vale a pena perder tempo com isso, ainda por cima correndo o risco "humano" de errar? Por outro lado, se existem ferramentas muito mais poderosas de selecção (2), então porquê recorrer a Layers? Na minha humilde opinião, porque tradicionalmente sempre foi usado ... só isso.
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Lichado, o Revit exporta todo o projecto com Layers mas não tem Layers e nem precisa. Arruma-nos os elementos construtivos de acordo com a estrutura hierárquia q é inerente ao próprio programa. Ou seja, nunca nos preocupamos com Layers e nunca corremos o risco q indevidamente colocar guardas na mesma layer/categoria das paredes. ... para não dizer q o processo de select apresenta muito mais vantagens do q selecção por por Layers. Imaginem q queremos seleccionar todos os objectos paredes (Layer parede) mas com certas particularidades específicas (por exemplo comprimento >= 19 metros) ... São selects q ultrapassam a lógica dos Layers ... Não tenho nada contra Layers. em certos softwares e principalmente no mundo CAD acho q fazem todo o sentido e são deveras úteis. Em BIM por e simplesmente deixou de ser necessário ... pelo menos em Revit e em Softwares de Gestão de Obras e Projectos (empresa de construção), onde a pesquisa é orientada ao objecto e não ao Layer do objecto ... até pq como já disse, indevidamente uma guarda pode estar guardada na Layer parede (quem não conhece esse fenómeno estranho? ) ... e isso pode dar granel nas listagens :)
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Um dia vão-me dar razão ... Vá se lá saber pq o ArchiCAD tem lá uma ferramenta poderosa de SQL por aí escondida (q ninguém utiliza) só para gerir apenas e só Layers e não as Tabelas (infelizmente). Estamos a falar de programas diferentes. BIM pressupõe q estamos em presença de um SGBD (Sistema de Gestão de Base de Dados) e como tal não precisa de Layers à lá CAD para gerir a informação dos elementos contrutivos do projecto virtual. Imaginem só esse cenário futurista de projecto, onde estamos a navegar num projecto virtual online, na nete por exemplo, onde clicamos numa parede ... interessa-nos saber em q Layer essa parede está? Não nos interessa mais ao clicarmos, aparecer a tabela com todas as características desse objecto, inclusive com as opções de visibility por vista ou folha, sendo q todas essas características são pesquisáveis e filtradas em simples operações de Base de Dados?
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Nem tudo o q é "velho" é caduco. Conheço bem as potencialidades de gestão de objectos ou camada de informação dos layers e esse conceito irá continuar a existir durante muitos anos pq faz todo o sentido q alguns programas citados tenham mesmo de trabalhar com isso qdo não têm outros parâmetros de gestão de informação. A virtude dos BIM é q possuem algo mais do q os CAD e os outros softwares, pq passaram a ser Base de Dados. Ora bem, se estamos perante uma base de dados "orientado para o objecto" onde todas as características dos objectos estão armazenados, onde podemos inquirir, podemos filtrar e seleccionar, segundo uma estrutura hierárquica real e mais disciplinada do q na gestão de layers ... então é caso para perguntar: "pq continuamos a usar layers"? No ArcGIS o conceito de layer é um pouco diferente dos CAD ... em GIS layer significa camada de informação passíveis de operações de "Map Algebra" ... podemos adicionar, subtrair e fazer "n" operações com Layers, conceito esse q não existe em CAD. Em GIS esses conceitos há muito q estão bem sedimentados e há muita coisa q o mundo BIM poderia ir lá beber um bocado.
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Hello Zorbatan, Não é preciso exaltar ... estamos a trocar ideias. outra coisa: tente não fazer julgamentos precipitados. Excesso de icons comandos e redundância de operações: Vamos partir do princípio q todos os programas são bons e todos os conceitos tb. Uns gostam de muitos comandos, layers à lá CAD, mtos menus, mtos cursores, mto grafismo, etc ... outros mais minimalistas (meu caso) gostam de poucos comandos mas arrumadinhos qb, e eficientes na lógica de funcionamento e sequência ... como os novos iphones, sem muitos botões e tal, mas com tudo lá dentro, numa sequência lógica q torna mais intuitivo o uso ... pode fazer confusão no início, mas depois de nos habituarmos não vamos querer coutra coisa. o AC 12 não trouxe nenhuma melhoria a esse nível. Eu vejo BIM sem o conceito de layers à lá CAD. aliás, são os próprios users do AC q reconhecem publicamente no fórum Graphisoft q esse conceito deveria ser outro, orientado mais pela categoria do objecto, à semelhança do Revit. Mas pronto, podemos resumir q é tudo uma questão de gosto. Aprendi a gerir a informação sobre os elementos construtivos em BIM de outra forma, não permitindo por exemplo q um objecto tipo guarda seja colocado indevidamente na mesma layer (estrutura hierárquica) de uma parede ... convenhamos, com esse princípio à lá CAD corremos riscos desnecessários e isso pode-nos levar a cometer erro de informação de projecto. o AC 12 não trouxe nenhuma melhoria a esse nível GDL: (meu Deus já escrevi tanto sobre isso ... ) Até compreendo q por birra não queira aceitar a evidência, mas fike sabendo q é algo há muito reclamado pelos users do AC12 ... Vamos por partes. Eu tb posso desenhar/modelar os objectos que kiser com o AutoBAD, o problema não está aí. Se fosse só para desenhar/modelar, nunca mudaria de CAD para BIM. GDL em AC significa parametrizar. Se não usam o GDL seja qual for o motivo (simples, fácil, o q for), significa que não estão a tirar partido do melhor do mundo BIM q é precisamente a parametrização de objectos, ou seja, atribuição de alguma "inteligência artificial" aos objectos ... xerto? Só a título de curiosidade, veja um exemplo prático q colojei aki no fórum: http://www.arquitectura.pt/forum/f52/archicad-9245/index3.html#post49727 outro exemplo: imagina q numa porta simples do nosso modelo BIM, keremos controlar o parâmetro do ângulo de abertura (varrimento), de forma isolada e diferenciada em várias vistas em simultâneo (3D, planta, corte, alçado, pormenor, etc, etc), ou seja, na axonometria 3D vamos querer ver a porta com abertura de 30º, no alçado 10º, na planta 45º, noutra perspectiva a 90º, etc, etc, etc ... O objectivo é manter a mesma porta com diferentes ângulos de abertura nas várias vistas em simultâneo! ...percebeu a ideia? Como é q seria no AC? Como resolveríamos esse petit rien? à unha? Workaround?... A informação q tenho é q em AC tal nem é possível. Pois bem, o Revit possibilita q um simples iniciado faça a referida porta de raiz, com toda a facilidade de parametrização (geométrica/desenhada) sem recorrer a uma única linha de código de Script. Por isso é q digo q o AC 12 tb a esse nível não trouxe nenhuma melhoria. Potencialidades de Scripts -vs- "usabilidade": Zorbatan, acho q anda por aí muita confusão sobre . Vou tentar desmistificar: assim como no AutoCAD não passa pela cabeça de ninguém recorrer a Scripts para construir um bloco de autoCAD, (certo?), também não me passa pela cabeça recorrer a Scripts para parametrizar objectos simples, banais, certo? Recorremos ao Lisp e ao VB para criar rotinas e procedimentos para melhorar o programa, não para construir objectos indispensáveis ao seu normal funcionamento. Penso q aki toda a gente concorda cmg, não? Em parametrizações mais complexas, aí sim, podem entrar scripts, vbs, lips e tudo o resto. Agora para coisas banais, por amor de deus, sou arquitecto, kero fazer bonecos não ser ser programador ninformático Fui claro? Um ab.
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Um Gigante (Nemetschek) com boa quota de mercado compra outro gigante (Graphisoft) tb com boa quota de mercado ... porreiro pá! Não há problema! mesmo q não se perceba bem a estratégia subjacente a essa aquisição, não faz mal, é bom para reactivar o mercado. Agora, qdo o outro Gigante (Autodesk) compra uma tecnologia moderna mas em dificuldade financeira para se aguentar no mercado ... ui, cai o Carmo e a Trindade! está mal! é prática monopolista! Enfim ... Sobre o ArchiCAD 12: Gostei do q vi sobre a novidade "partial structure display" http://www.graphisoft.com/ftp/marketing/ac12/demo/13/AC12-NF-03.html Posso dizer mesmo q fikei surpreendido com esta novidade. O programa continua igual a si próprio, muitos comandos, vários tipos de cursor, muitas opções, excesso de parâmetros pré-feitos - muitos dos quais nunca usamos, continuam a usar o conceito de layers à lá CAD. Não sabia q ainda não tinham o curtain wall; nas escadas parece q houve melhorias mas podemos ficar condicionados aos formatos de escada q fornecem de acordo com os parâmetros pré-feitos ... e não houve melhoria no GDL ... Penso q continuam por corrigir alguns bugs de representação 2D/3D de algumas situações q envolvem formas mais complexas (paredes inclinadas por exemplo).
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Entendo perfeitamente q qdo a discussão se descamba dessa forma para ataques pessoais com promessas de “sopapos” e tudo o mais, há q pôr um stop! ... Estava quase a não responder, mas não resisti ... foi mais forte Antes de mais podem comprovar tudo neste link: http://www.revitpt.com/forum/index.php?topic=289.msg1047#msg1047 Pode-se ver nesse link q MK MENTIU SIM!, ao dizer q o ArchiCAD fazia determinada operação (paredes curvas com perfís complexos) qdo essa mesma operação só veio aparecer algum tempo mais tarde, na versão 11 (?). “Fórum é coisa lixada” ... está lá tudo registadinho. Era a isso q eu me referia, e ele fez isso de forma consciente para não reconhecer a evidência, a verdade daquilo que eu, um ignorante no AC lhe estava a dizer e ele teimava em não reconhecer, remetendo sempre para o “enxovalhanço” em vez do debate de ideias, com verdade e lealdade ... e se ele faz isso dessa foram (e sem necessidade, pq a mentira tem perna curta), fez de forma doentia (=por fanatismo) sim. Há mais outras situações ... mas por aki me fico Mesmo mentido (por fanatismo) nesse caso concreto, não me dá o direito de lhe chamar mentiroso nem doente. Por norma não gosto de generalizar, nem de julgar, nem adjectivar os outros ... e tenho um profundo respeito pela diferença. Sem ofensas a ninguém, em defesa da minha honra, tive de responder ao MK professor universitário que me censura no seu blog apenas porque não tolera as minhas opiniões, mesmo sabendo q sempre o fiz a descoberto de anonimato e com respeito. Infelizmente perdi a qualquer esperança de um dia poder dialogar com o MK de forma civilizada. I rest my case
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Milão | Projecto urbanístico para Milão | Alvaro Siza Vieira
refs replied to Peter's topic in Arquitectura
... e mais um em Miraflores/Algés (vê-se da CRIL) dos jovens empresários q nunca aparece referenciado como sendo obra do Siza na sei porquê ... A bem da verdade quando falamos arquitectura contemporânea em Lisboa, lembramo-nos de q obras assim de maior referência? ... uma imensa maioria de autores anónimos, Taveira (vários edifícios), Carrilho da Graça em Benfica (um mais velho e outro acabado de nascer), Mateus (Reitoria da Universidade Nova) ... e pouco mais :D -
"Vocês só serão verdadeiramente arquitectos a partir dos 40' ... aos 50' irão ter a certeza se são arquitectos ou não" (meu professor do 1º ano de arquitectura, já não me lembro se Eduardo Malhado ou Consiglieri) No início não levei a frase muito a sério ... pensava q estavam a brincar e q era só para assustar :D
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Milão | Projecto urbanístico para Milão | Alvaro Siza Vieira
refs replied to Peter's topic in Arquitectura
O Siza tem obras por todo esse mundo fora. Em Lisboa tem o Chiado e pouco mais ... WHY????
