a virtude está na mão! com um material riscador? melhor! com as teclas? parecem-me todos bons excluindo (da minha parte) apenas o sketch up. muito artificial, pouco dinâmico, "demasiadamente simples". contudo... com o passar dos anos penso que se está a perder algo, que faz parte da arquitectura, e que agora faz parte da "arquitectura antiga" ou como lhe queiram chamar, estou a falar do desenho, e do que ele representa na arquitectura ainda hoje. É insubstituível. Para além disso a apresentação da imagem no ecrã retém ainda hoje, todo o fascínio que essa imagem contém, e esse fascínio influencia e unifica muitas vezes a imagem do arquitecto. Logo, o computador ilude-nos sobre o domínio que temos perante geometrias complexas, mesmo que o séc. XVIII já nos tenha oferecido algumas extraordinariamente complexas.