Não concordo. Nem acho que a O.A. tenha de promover ou não negócios. Não é a sua função. O caso do Software era um exemplo. A O.A. não lhe cabe sequer fiscalizar esse sector (para isso existe a ASOFT, ASAE, etc...). Creio que a O.A. deve apoiar, no sentido de criar condições, para que os jovens arquitectos tenham a sua oportunidade de existir. Todos, pelo menos do universo que conheço, os arquitectos que trabalham como freelancers para ateliers ou que estão a fazer pequenos trabalhos, (e ás vezas não tão pequenos assim) estão a trabalhar com software ilegal, concorrem contra empresas como a minha ou vossa de forma desleal e ilícita com meios que uma empresa média (se estiver a jogar conforme as regras) não possuí. Esta é de facto a realidade. A meu ver não se pode exigir aos jovens arquitectos, que iniciem a profissão, que tenham 10.000 ou 15.000 para dispender em software, nem o que ganham nas empresas privadas (que dava para outro tópico) lhes possibilita juntar para isso. A O.A., por exemplo, poderia falar (e estou a mandar para o ar esta ideia como exemplo) com empresas de software e criar um protocolo em que durante 5 anos (exemplo) com um aumento pequeno nas cotas se comprometia a que TODOS os arquitectos fossem pagando um pack de software legal. sempre actualizado. Isto não seria a meu ver, promover negócios, seria sim a O.A. a tomar uma medida efectiva a proteger esses jovens de um processo legal interposto por algum colega que acorde mal disposto poque perdeu um concurso, por exemplo, para um grupo desses jovens. Posso estar a dizer uma coisa completamente descabida, mas continuar a fechar os olhos a estas verdades é que não pode ser. E não me estou a referir só a software. existem problemas que não faço a mínima ideia que existem e o tópico foi lançado para descobrir quais são e se existe soluções. Também para ajudar a O.A. a resolvê-los...sim, porque a crítica deve servir para alguma coisa (há muitas coisas que a O.A. está a fazer bem.)