CONCURSO - SÓ TRÊS ARQUITECTOS APRESENTARAM PROPOSTAS -
Concurso lançado em 1999 impunha prazos tão apertados que acabou por ficar quase deserto. Siza Vieira diria, mais tarde, ( Agosto de 2000 ) que as decisões relativas à Casa da Música " foram tomadas em cima do joelho " e o tempo acabou por lhe dar razão.
As propostas apresentadas foram dos Arquitectos:
OS Arquitectos portugueses, puseram-se imediatamente de lado, tendo -se apresentado ao concurso apenas sete projectistas.
O francês, Dominique Perrault, o britânico Norman Foster , o suíço Peter Zumthor, o espanhol Rafael Moneo, o norte americano Rafael Viñoly, o holandês Rem Koolhaas, e o japonês Toyo Ito. Pelo meio ficaram três candidaturas e apenas Koolhaas. Viñoly e Perrault chegaram ao fim tendo sido seleccionado o projecto de Koolhaas.
O projecto de Koolhaas impressionou pela sua beleza e impacte arquitectónico " embora também se lhe apontassem defeitos, nomeadamente a nível funcional.
Os custos tinham então disparado para 40 milhões de euros, e Siza Vieira, poucos meses depois garantia que o maior equipamento cultural da cidade iria sair " muito caro, ninguém imagina quão caro ". O seu custo final, pensa-se que irá rondar os cem milhões de euros.