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Nova Estação Central com plano de urbanização

A nova Estação Central de Coimbra e o protocolo estabelecido entre a Câmara Municipal, a Rede Ferroviária de Alta Velocidade (RAVE) e a Rede Ferroviária Nacional (REFER), que tem por base a articulação das três entidades para uma boa integração urbanística da estação na cidade, são assuntos levados hoje à reunião semanal do executivo municipal.

De acordo com João Rebelo, vice-presidente da Câmara, a autarquia pretende ver reforçada a importância da construção da nova Estação Central, que se situará cerca de 500 metros a norte da actual Coimbra B (que será desactivada), junto ao projectado anel da Pedrulha, e que é concebida numa perspectiva intermodal, de confluência dos comboios de alta velocidade (TGV), do futuro metropolitano do Mondego, do transporte ferroviário convencional e também dos transportes colectivos rodoviários. Uma intervenção que o autarca reputa de «grande complexidade» e que levanta questões urbanísticas que a autarquia vai acompanhar de perto, em colaboração com a RAVE e a Refer.

Segundo o responsável, a Câmara Municipal de Coimbra fez questão que o plano de urbanização da entrada poente e a nova Estação Central (Interface Modal) fosse coordenado por Juan Busquets, arquitecto espanhol que já havia feito o anterior projecto da gare intermodal bem como da requalificação da zona ribeirinha, no âmbito do plano de requalificação das estações, antes de introduzida a questão do TGV. Um projecto chamado “Estações com Vida” que não chegou a nascer em Coimbra.

A nova Estação Central entrecruza serviços e sistemas de transportes: a Linha do Norte (com ligação à Guarda, Figueira da Foz e à linha do Oeste), a linha de alta velocidade para o TGV, o metropolitano, os transportes rodoviários e municipais, além dos transportes privados.

Recorde-se que, no que respeita ao TGV, estão em análise duas hipóteses de travessia do Rio Mondego previstas no estudo prévio do projecto: um viaduto ou um túnel, a construir ligeiramente a jusante da Ponte-Açude, estando as entidades responsáveis mais inclinadas para esta última solução. A Câmara Municipal suspendeu a revisão do Plano Director Municipal até que exista decisão.

Numa reunião de trabalho realizada em Coimbra com a autarquia, em Novembro passado, Carlos Fernandes, administrador da RAVE, previa que no final do primeiro semestre deste ano estivesse concluída a avaliação de impacte ambiental, condição para avançar para a fase seguinte, que é o lançamento do concurso para concepção.

in http://www.diariocoimbra.pt/index.php?option=com_content&task=view&id=1244&Itemid=135

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