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Cultura: Três câmaras algarvias apostam em centros de arte contemporânea

21 de Outubro de 2008, 16:33

Faro, 21 Out (Lusa) - Os presidentes das câmaras de Loulé, Faro e Tavira querem instalar centros de arte contemporânea nos seus concelhos, sendo que nestas duas últimas cidades os projectos estão prestes a arrancar.

No Algarve não existem equipamentos culturais dedicados à arte contemporânea, havendo apenas exposições pontuais, algumas realizadas ao abrigo do programa "Allgarve", em parceria com a Fundação Serralves.

Em Faro, o futuro Museu de Arte Contemporânea deverá ficar instalado na antiga Fábrica da Cerveja, na zona da cidade velha, equipamento que já tem servido para acolher exposições itinerantes.

Segundo o presidente da autarquia, o levantamento arqueológico do espaço já foi realizado, encontrando-se neste momento em consulta o projecto de arquitectura, que aguarda luz verde das autoridades.

José Apolinário disse ainda que já há uma equipa a trabalhar no programa museológico, mas que a Câmara ainda aguarda a abertura de candidaturas ao Programa Operacional (PO) de Cultura para captar verbas.

A estimativa orçamental para erguer o futuro Museu de Arte Contemporânea de Faro - que integrará uma área de exposições de 2.500 metros quadrados -, ronda os quatro milhões de euros.

Em Tavira, o projecto de um Centro de Arte Contemporânea está também em fase final, disse à Lusa o presidente da autarquia, Macário Correia, que pensa que a obra poderá ser lançada para o ano.

O centro ficará instalado junto ao Palácio da Galeria, local situado na zona antiga da cidade, que já acolhe exposições artísticas e onde se realizam eventos culturais.

De acordo com Macário Correia, o projecto, no qual já se trabalha há alguns anos, está "em fase final" e procede-se agora à recolha de pareceres das entidades responsáveis.

A ideia é que o centro funcione como local de apresentação de artistas que estejam num patamar intermédio entre espaços de revelação, como galerias, e de consagração, como Serralves ou o Centro Cultural de Belém.

Loulé é a terceira autarquia a querer um centro do mesmo género, embora não haja ainda nenhuma candidatura ou projecto formal, disse à Lusa o líder da autarquia, salientando que por agora existe apenas essa vontade.

"Consideramos que a zona litoral entre Vilamoura e a Quinta do Lago seria a de atrair para a zona litoral do concelho um equipamento destes", revelou Seruca Emídio, que diz já se ter manifestado disponível para o efeito ao Governo.

De acordo com o presidente da Câmara, o projecto envolveria parte dos "grandes empreendedores" daquela faixa litoral do Algarve, onde se concentra a maior parte da riqueza da região.

"A ideia até surgiu da parte de alguns empresários do concelho, que querem definir um objectivo comum para elevar a qualidade daquela zona", concluiu.

MAD.

Lusa/Fim

in http://noticias.sapo.pt/lusa/artigo/43d835511bdfe3c1e0ef32.html

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