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Sim, concordo contigo JVS, neste ramo, ja está quase tudo inventado! Mas uma coisa é copiar a base... outra é fazer igual!


então deveria copiar as bases de algumas cidades,seria bompara Lisboa,mas para falar do projecto eu acho este projecto muito bom,e espero que o arquitecto consiga fazer o CBD,o primeiro de Lisboa e de Portugal.
  • 3 weeks later...
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Grandes transformações a Oriente


In Notícias da Manhã (18/7/2008)

«A zona oriental vai manter o uso industrial, mas prescinde das indústrias pesadas a favor das tecnologias de informação e comunicação e das biotecnologias. Este é um dos aspectos fundamentais do Documento Estratégico de Monitorização da Zona Ribeirinha Oriental, aprovado pela Câmara de Lisboa, o qual divide a área de intervenção em cinco zonas: Envolvente à Gare do Oriente (zona 1); Avenida Marechal Gomes da Costa (zona 2); Matinha/Braço de Prata (zona 3); Santa Apolónia/Braço de Prata (zona 4) e Área entre as linhas férreas (zona 5).

Contrariamente ao que estava previsto no Plano de Urbanização da Zona Ribeirinha Oriental, que foi chumbado pela Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional de Lisboa e Vale do Tejo devido ao excessivo peso da componente habitacional (cerca de 80 por cento), esta proposta de estruturação urbana contempla para habitação apenas 30 por cento da superfície, sendo o restante ocupado por actividades económicas.

QUEM FICA COM O QUÊ?

A zona envolvente à Gare do Oriente será destinada aos serviços, hotelaria e novas actividades e será fortemente reduzido o uso habitacional na Avenida Infante Dom Henrique. A excepção vai para as avenidas de Berlim e de Pádua e para a área habitacional a Norte da Gare do Oriente que será requalificada.
A Avenida Marechal Gomes da Costa será destinada às novas indústrias criativas ligadas às tecnologias de informação e comunicação, tirando partido da presença de empresas como a RTP, e futuramente a Tobis, não se admitindo habitação, excepto na zona junto à Rua Vale Formoso de Cima.
A zona oriental servirá igualmente como localização preferencial para novas produtoras de audiovisual em espaços industriais obsoletos.

Outra das potencialidades desta área é a fixação de empresas ligadas à biotecnologia, em articulação com o hospital CUF Descobertas, vocação que poderá ser reforçada pela instalação em Marvila do Parque Hospitalar Oriental.
Na área da Matinha/Braço de Prata, os espaços industriais serão reconvertidos e transformados em habitação.

Prevê-se o reordenamento da frente ribeirinha promovendo novos espaços públicos de recreio e lazer para dar continuidade urbana ao Parque das Nações, em articulação com um corredor verde de ligação entre o estuário e o sistema de vales, designadamente o Vale Fundão Também as zonas industriais obsoletas de Santa Apolónia e Braço de Prata vão ser reconvertidas, dando lugar a novas actividades de comércio, serviços e indústrias criativas.

A Câmara quer ainda promover novas tipologias de habitação nesta zona, através da reabilitação do património arquitectónico existente.
O eixo cultural Santa Apolónia/Largo David Leandro da Silva será recuperado, introduzindo novas valências culturais e turísticas.

A zona entre linhas férreas, uma “área de enquadramento da nova travessia sobre o Tejo”, será valorizada com uma estrutura ecológica articulada com novos equipamentos de recreio e desportivos.

No futuro, prevê-se a reabilitação do núcleo antigo de Marvila e a reestruturação da área habitacional junto ao bairro da Madre de Deus. (...)»

in http://cidadanialx.blogspot.com/2008_07_01_archive.html
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mas para quê? qual é a necessidade a que esse edificio vem responder?


ter mais densidade em menos espaço,Exemplo:3 km2 com patos bravos da 20'000 habitantes ou 50'000 lugares de trabalho mas 3 Km2 com édifiçios altos da 100'000 habitantes ou 500'000 lugares de trabalhos(bancos,seguros...).
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não foi isso que eu perguntei. achas que temos assim tanta lotação de espaço em lisboa? eu acho que ele está mal organizado, mas a organizaçao não se faz para cima! essas 100,000 pessoas, iam ter que estacionar o carro em algum lado, iam ter que sair para ir às compras. E numa cidade um pouco confusa como lisboa, não é num arranha-ceus que vão resolver o problema da mobilidade lisboeta!

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não foi isso que eu perguntei. achas que temos assim tanta lotação de espaço em lisboa? eu acho que ele está mal organizado, mas a organizaçao não se faz para cima! essas 100,000 pessoas, iam ter que estacionar o carro em algum lado, iam ter que sair para ir às compras. E numa cidade um pouco confusa como lisboa, não é num arranha-ceus que vão resolver o problema da mobilidade lisboeta!


isso eu sei mas eu acho que fazer uns arranha-céus nâo feria mal a ninguem,e as compras,podia ser construidos mais centros commerciais em Lisboa mas eu pensava mais num centro commercial com 600 lojas 50 restaurantes-fast food 15 salas de cinema 8'000-10'000 lugares cobertos de parque e 10 andares,isso em 10 andares de lojas e 5 de estaçionamentos ou subterranios,e com uma torre de escritorios por cima com 40-50 andares,no centro do PDN.:)
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pessoalmente nunca entraria num edificio que fosse um reflexo de consumismo pleno. Não como fast-food, não preciso de 600 lojas, só 3 ou 4, e cinema já há que chegue... mas isto é só a minha opinião. Acho que os problemas da sociedade não se resolvem com arranha-ceus nem com centros comerciais.

"Primeiro corrigir o que temos, depois construir o que podemos" (Eduardo Souto Moura)

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pessoalmente nunca entraria num edificio que fosse um reflexo de consumismo pleno. Não como fast-food, não preciso de 600 lojas, só 3 ou 4, e cinema já há que chegue... mas isto é só a minha opinião. Acho que os problemas da sociedade não se resolvem com arranha-ceus nem com centros comerciais.


tem um centro commercial que ja não me lembro do nommes mas ele tem 8 andares e uma torre por cima quer dizer que é possivel.eu vivo na suiça acabarom o centro commercial mais carro da suiça 1 mil milhâo de francos suiços e tem um aquapark um tobbogang de 500metros e termas e ainda mais mas tem poucas lojas porque na suiça uma centro commercial de 20'000m2 so tem 30 lojas em são joâo da madeira tem um de 20'000 e tem 130 lojas mas lisboa mereçia uma de 600 lojas com dez andares no centro do PDN.
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ja três respostas que deste, e em três respostas estás sempre a bater na mesma tecla. Tenta esquecer por momentos o centro comercial e as torres (não os sabes fundamentar) o que farias se não pudesses construir em altura, que soluções propunhas?


eu faria a mesma coisa mas debaixo da terra,mas custara mais caro,muito mais caro,e se não tinha outra ipotse fazia um mais pequeno,mas como temos muito mais ipotses eu cria um CC como eu ja te disse,não achas que era preciso fazer uma torre,mete-me nojo de ver que um pais como a suiça pode ter torres mais altas do que portugal (uma de 126 metros em zürich chama-se Prime tower e a Bau 1/tower roche em Basel/basileia 160 metros e um projecto de uma torre 175 metros em genebra.
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debaixo da terra??? então vamos todos trabalhar em escritórios sem uma unica entrada de luz natural? acalma os pensamentos utópicos e pára para pensar nas propostas que fazes! eu volto a dizer, que acho um disparate pensar primeiro em altura e grandeza, e depois na organização urbanística.


debaixo da terra erra so para dizer uma coisa utopica mas o centro commercial de 10 andares não o abandono,se vocez não gosta das altura eu compriendo som os seus gostos,mas eu gosto então sempre que posso tento falar disso.:)
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Isto parece uma conversa de surdos! Eu nunca disse que não gostava de edificios altos! Só disse que, primeiro devemos pensar em organizar a malha urbana e então ai sim depois disso organizado partimos para o skyline. Mas se vais passar o tempo todo a falar da altura como se fosse solução para todos os problemas do mundo, não contes comigo nesse barco. Acho que cada caso é um caso, e cada problema tem a sua solução.

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Isto parece uma conversa de surdos! Eu nunca disse que não gostava de edificios altos! Só disse que, primeiro devemos pensar em organizar a malha urbana e então ai sim depois disso organizado partimos para o skyline. Mas se vais passar o tempo todo a falar da altura como se fosse solução para todos os problemas do mundo, não contes comigo nesse barco. Acho que cada caso é um caso, e cada problema tem a sua solução.


ai concordo comtigo temos de organizar a malha urbana e depois a skyline mas na portela iabem um CBD digno desse nome construido de raize mas tambem temos pessiso de coisas mais baixas.concordo a 100 por cento com tigo.:)
  • 1 year later...
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Lisboa quer expandir "big bang" da Expo-98 à envolvente da gare

Por Inês Boaventura

Plano de Urbanização propõe acabar com o feudo dos automóveis na Avenida Infante D. Henrique e prevê intervenção na Quinta das Laranjeiras

A intervenção na zona oriental de Lisboa, a pretexto da Expo-98, foi "um big bang" com efeitos semelhantes aos de "um cataclismo". E o Plano de Urbanização da Área Envolvente à Estação do Orienteambiciona expandir os efeitos do "big bang" a novos terrenos.

Joan Busquets, autor do referido plano de urbanização, explicou ontem, naquela que foi a última conferência de um ciclo de divulgação de alguns planos de pormenor e de urbanização de Lisboa, que o seu projecto abrange uma área "quase tão grande" como o vizinho Parque das Nações. Fora isso, sublinhou o arquitecto que coordenou o urbanismo de Barcelona, são duas áreas "completamente diferentes".

A localização na Gare do Oriente da estação de alta velocidade é a "oportunidade" na génese deste plano de urbanização, que segundo Joan Busquets vai "tentar pôr em prática" duas realidades: por um lado, dar "mais carácter" à zona de construção mais recente e, por outro, investir em espaços "pendentes de requalificação", como o bairro camarário da Quinta das Laranjeiras. Também a Avenida Infante D. Henrique, que constitui o eixo central da área em causa, vai ser alvo de uma intervenção, com o objectivo de impedir que continue a ser um feudo de automóveis.

A directora municipal de Planeamento Urbano de Lisboa defende que a localização da estação da alta velocidade nesta zona de Lisboa vai representar uma"grande capacidade de fixação de empresas e actividades". Aliás, é isso mesmo que diversos estudos verificaram em situações semelhantes noutros países. Teresa Almeida adiantou que a proposta preliminar do Plano de Urbanização da Envolvente à Estação do Oriente está aprovada e a proposta final será apresentada em Março de 2010, para discussão na câmara e posterior envio à Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional.

in http://jornal.publico.clix.pt/noticia/18-12-2009/lisboa-quer-expandir-big-bang-da-expo98-a-envolvente-da-gare-18440040.htm

  • 1 year later...
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2009

E se a cidade deixar de ter lotes e passar a ter clusters? Essa é a proposta do arquitecto de Joan Busquets para a área envolvente à Gare do Oriente.

A localização da estação de alta velocidade na Gare do Oriente é a grande "oportunidade" que justifica o Plano de Urbanização que Joan Busquets, considerado por muitos o pai da renovação urbana de Barcelona, está a desenvolver para a área entre os Olivais e o Parque das Nações, em Lisboa. Através de um modelo original que propõe a divisão da zona de intervenção em mais de uma dezena de "clusters",e da aposta na fixação de actividades inovadoras como a biotecnologia e as tecnologias de informação, o arquitecto ambiciona prolongar o "big bang" que considera ter sido a Expo-98.

A proposta de Joan Busquets, cuja versão preliminar já foi aprovada pela Câmara de Lisboa, assenta numa "estratégia dupla". Por um lado, a criação de "uma pequena downtown" em redor da estação ferroviária e, por outro, a organização do restante espaço como um "sistema de peças, os clusters, que têm a sua independência". Quem viver ou trabalhar na "downtown" , vai poder estabelecer a pé a relação com a Gare do Oriente. Nesta área, a habitação será claramente minoritária, representando apenas dez por cento da construção. Serão sobretudo lofts ou apartamentos de pequena tipologia. Predominantes serão os serviços e a hotelaria e comércio, numa definição alargada que inclui também restauração, espaços recreativos e salas de espectáculos ou de congressos.

Para peões e bicicletas

São 13 "clusters" (nichos) que o arquitecto propõe. Cada um deles terá habitação e serviços em pé de igualdade. Vinte por cento da área edificada será consagrada ao comércio e à hotelaria. "A cidade vai fazer-se por fragmentos", sintetiza Joan Busquets, explicando que, idealmente, não haverá mais do que três ou quatro proprietários no interior de cada um desses nichos, que serão autónomos mas terão comunicação entre eles.

O arquitecto e professor na de urbanismo quer que essa comunicação possa ser feita a pé ou em bicicleta. Daí que assuma, desde logo, o encargo de alterar profundamente a Avenida Infante D. Henrique, torná-la apetecível para os "edifícios de primeiro valor" que lá pretende instalar. Joan Busquets considera que "na história de Lisboa as avenidas são muito mal tratadas pelos carros". Por isso, quer arborizar e abrir a peões e ciclistas aquele que é o eixo central da área de intervenção deste plano de urbanização.

O arquitecto defende, ainda, que não há necessidade de fazer "grandes parques" entre os Olivais e o Parque das Nações. A sua aposta passa, antes, pela criação de pequenos espaços ajardinados no interior de cada cluster. Se por questões de segurança tal se vier a revelar desejável, Joan Busquets garante que é possível encontrar uma solução que permita fechá-los durante a noite.

A directora de Planeamento Urbano da Câmara de Lisboa, Teresa Almeida, lembra que a prática habitual é intervir na cidade a partir da sua divisão em lotes. Mas a filosofia que Busquets procura é diferente e, por isso, aquela responsável sublinha o carácter "inovador" desta estruturação do território em clusters. Aos 13 nichos já referidos, o arquitecto planeia juntar um último, singular pelo facto de ter como única proprietária a Empresa Portuguesa das Águas Livres. A expectativa da autarquia e também do autor do plano é que a zona junto à estação da alta velocidade tenha "capacidade de fixação de empresas e actividades".

Inspiração: 22@Barcelona

Joan Busquets foi beber inspiração ao projecto 22@Barcelona, que arrancou no início da década, com o objectivo de transformar os quase 200 hectares de solo industrial de Poblenou no distrito da inovação. No caso da zona oriental de Lisboa, a ideia é que as antigas zonas industriais dêem lugar a actividades emergentes.

O balanço oficial desse projecto catalão, publicado em Dezembro de 2008, diz que 1441 empresas estavam em vias ou já se tinham instalado naqueles 200 hectares. Daquele universo empresarial, cerca de 69 por cento pertenciam a um dos cinco sectores eleitos como estratégicos pela capital da Catalunha: media, tecnologias de informação e comunicação, tecnologias médicas, energia e design. O objectivo de Barcelona era criar 150 mil empregos, permitindo em simultâneo uma renovação urbana, económica e social.

É esta realidade que se pretende clonar em Lisboa, com a ajuda de uma estação onde convergem todos os meios de transporte, assinala João Busquets.

Na década de 1980, o arquitecto coordenou o Urbanismo de Barcelona. Baseado nessa experiência, sugere que a Câmara de Lisboa conceda benefícios fiscais às "actividades inovadoras".

Quanto à sempre controversa questão das cérceas, o arquitecto que, numa ocasião anterior já tinha adiantado que os edifícios previstos não teriam cérceas superiores às do vizinho Parque das Nações, garante: "Não vamos ter grandes alturas".

Teresa Almeida, por seu lado, explicou ao Cidades que não foram ainda fixados valores, mas sempre acrescenta que os prédios mais altos vão pontuar de forma regular o trajecto ao longo da Avenida Infante D. Henrique. Como é comum, os prédios mais altos serão as referências desse canal de circulação.

Projecto não é consensual

Apesar de considerar que está tudo ainda numa fase muito preliminar, Ruben de Carvalho, vereador da Câmara de Lisboa já tem "duas grandes objecções" à proposta de urbanização da área envolvente à Estação do Oriente, que foi apresentado na última quinta-feira, em Lisboa. Por um lado, o vereador comunista discorda da construção de edifícios em frente à gare, porque isso pode cortar as vistas para "o apeadeiro mais caro da Europa". Por outro lado, preocupa-o o futuro incerto das instalações camarárias na Avenida Infante D. Henrique, onde trabalham cerca de mil pessoas.

Ainda durante a campanha para as últimas eleições autárquicas, aquele vereador da CDU tornou públicas as suas reservas, explicando que aquelas instalações - onde funcionam as oficinas eléctricas e de reparação e manutenção da frota bem como os serviços de metrologia -, apareciam assinaladas a vermelho num documento distribuído numa reunião camarária de Setembro. O vermelho é uma das cores usadas para assinalar perigo; na legenda desse documento, correspondia a novos edifícios ou parcelas a construir.

Ruben de Carvalho continua hoje a questionar se há algum projecto de alienação destes terrenos, apesar de o presidente António Costa e o vereador Manuel Salgado terem sido "categóricos" ao afirmarem que nada estava previsto nesse sentido.

Praça subterrânea

Questionada pelo Cidades sobre o futuro dessas instalações nos Olivais, a directora municipal de Planeamento Urbano não foi clara. Teresa Almeida começou por dizer que não estava prevista qualquer deslocalização dos serviços camarários, mas depois acabou por admitir que a área que estes ocupam pode vir a diminuir para receber "outro tipo" de serviços.

Quanto ao surgimento de edificações em frente à Gare do Oriente, a responsável adiantou que serão "edifícios com alguma volumetria mas que deixam respirar a estação". E sublinhou que vai ser feita a "valorização" do alçado poente da infra-estrutura projectada por Santiago Calatrava, que hoje "é muito desinteressante".

Sobre a estação, Joan Busquets frisou que quer que ela constitua "um elemento central" e não "um elemento barreira", mas admitiu que o caminho de ferro pode ser "um grande obstáculo". Para o vencer, o arquitecto propõe que se dê "maior continuidade aos espaços inferiores" da Gare do Oriente, fazendo com que o nível subterrâneo deste equipamento como que "se converta numa grande praça que vai de um lado ao outro" da ferrovia.

Segundo informações da Câmara de Lisboa, a concretização deste plano de urbanização, cuja proposta final deverá estar concluída em Março de 2010, devendo depois ser remetida para discussão camarária, a cidade de Lisboa ganhará 4692 novos habitantes e dará emprego a 5309 pessoas.

Além da requalificação da Avenida Infante D. Henrique, outra das mais-valias que a autarquia associa ao projecto é a intervenção no degradado bairro municipal da Quinta das Laranjeiras.


Lisboa quer expandir "big bang" da Expo-98 à envolvente da gare
«Plano de Urbanização propõe acabar com o feudo dos automóveis na Avenida Infante D. Henrique e prevê intervenção na Quinta das Laranjeiras


A intervenção na zona oriental de Lisboa, a pretexto da Expo-98, foi "um big bang" com efeitos semelhantes aos de "um cataclismo". E o Plano de Urbanização da Área Envolvente à Estação do Orienteambiciona expandir os efeitos do "big bang" a novos terrenos.

Joan Busquets, autor do referido plano de urbanização, explicou ontem, naquela que foi a última conferência de um ciclo de divulgação de alguns planos de pormenor e de urbanização de Lisboa, que o seu projecto abrange uma área "quase tão grande" como o vizinho Parque das Nações. Fora isso, sublinhou o arquitecto que coordenou o urbanismo de Barcelona, são duas áreas "completamente diferentes".

A localização na Gare do Oriente da estação de alta velocidade é a "oportunidade" na génese deste plano de urbanização, que segundo Joan Busquets vai "tentar pôr em prática" duas realidades: por um lado, dar "mais carácter" à zona de construção mais recente e, por outro, investir em espaços "pendentes de requalificação", como o bairro camarário da Quinta das Laranjeiras. Também a Avenida Infante D. Henrique, que constitui o eixo central da área em causa, vai ser alvo de uma intervenção, com o objectivo de impedir que continue a ser um feudo de automóveis.

A directora municipal de Planeamento Urbano de Lisboa defende que a localização da estação da alta velocidade nesta zona de Lisboa vai representar uma"grande capacidade de fixação de empresas e actividades". Aliás, é isso mesmo que diversos estudos verificaram em situações semelhantes noutros países. Teresa Almeida adiantou que a proposta preliminar do Plano de Urbanização da Envolvente à Estação do Oriente está aprovada e a proposta final será apresentada em Março de 2010, para discussão na câmara e posterior envio à Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional.»


IN http://www.skyscrapercity.com/showthread.php?t=711462

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