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Câmara quer demolir vivenda desocupada junto à José Malhoa e fazer novo Plano Pormenor

A Câmara de Lisboa vai negociar a demolição do único edifício desocupado na zona da Avenida José Malhoa para concretizar o novo Plano de Pormenor para aquela área, cujos objectivos serão apresentados quinta-feira

Segundo o documento que define os objectivos e necessidades (termos de referência) do novo Plano de Pormenor da Avenida José Malhoa, o sucesso das negociações com o proprietário do edifício - uma vivenda - é determinante para permitir a demolição da estrutura e viabilizar a «ultimação do desenho urbano» naquela zona.

Além de demolir o edifício, a autarquia pretende definir os parâmetros de construção para os dois únicos lotes vagos da José Malhoa e ordenar o estacionamento à superfície, admitindo a possibilidade de limitar a oferta de lugares para «reduzir o recurso ao transporte individual».

Entre os vários objectivos do plano está igualmente a definição de ligações pedonais seguras aos equipamentos existentes na área envolvente, designadamente o Museu e Jardins da Fundação Calouste Gulbenkian.

A zona da Avenida José Malhoa já teve um Plano de Pormenor (elaborado pelo arquitecto Siza Vieira) aprovado pela Câmara de Lisboa em 1992, que serviu de base ao licenciamento aos edifícios hoje existentes.

Treze anos depois, em Janeiro de 2005, a autarquia aprovou os termos de referência para a elaboração de um outro plano, que abrangia a Praça de Espanha e a Avenida José Malhoa, documento que viu a sua área de intervenção ser ampliada três meses mais tarde.

Contudo, o município alega agora que o contexto urbanístico em que a área de intervenção do plano foi definida «sofreu alterações relevantes que põem em causa os respectivos termos de referência».

Entre as alterações mais significativas estão a futura localização do Instituto Português de Oncologia (IPO), em Marvila, deixando vagos os terrenos que actualmente ocupa, contíguos (a Norte) à área do Plano de Pormenor da José Malhoa.

A Câmara de Lisboa pretende igualmente consolidar na cidade duas áreas de concentração de actividades terciárias especializadas: as telecomunicações entre o Rego e Entrecampos e as actividades financeiras e de serviços entre a Praça de Espanha e Sete Rios.

O Plano de Pormenor agora proposto abrange exclusivamente a Avenida José Malhoa, tendo como restantes limites a Avenida Columbano Bordalo Pinheiro (Norte), a Rua Ramalho Ortigão (Sul), a linha férrea (Poente) e a Avenida Calouste Gulbenkian (Nascente).

Actualmente esta zona concentra sete hotéis, numa oferta total que ronda as 3.000 camas, diversas actividades financeiras e de serviços e tem boas acessibilidades em transporte colectivo (Interface de Sete Rios, Metro e rede ferroviária suburbana - CP e Fertagus).

Os termos de referência do plano de pormenor serão apresentados publicamente no Campus de Campolide, quinta-feira às 18:30.

Lusa/SOL

in http://sol.sapo.pt/PaginaInicial/Sociedade/Interior.aspx?content_id=107660

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