JVS Posted August 19, 2008 Report Posted August 19, 2008 Quatro campos de jogos em construção no Parque Obras preparatórias já em curso e Sport Club lançou concurso para colocar equipamentos 2008-08-15 CARLA SOFIA LUZ O estaleiro não passa despercebido a quem passeia no Parque da Cidade, no Porto. A vedação impe- de o acesso aos antigos campos em saibro que, até ao final do ano, desaparecerão para dar lugar ao segundo pólo da Vila Desportiva. Os trabalhos preparatórios para a execução de quatro campos de jogos na área, que até agora era ocupada por um recinto pelado, junto ao Pavilhão da Água, já estão em curso. A tarefa de movimentação de terras e de construção de muros e de caminhos cabe à Câmara portuense. O Sport Club do Porto, parceiro do Município na concretização da Vila Desportiva, dará o seu contributo a partir do próximo mês. A Empresa Municipal de Gestão de Obras Públicas lançou, em Fevereiro deste ano, o concurso público para a realização da intervenção paisagística naquela zona que nunca foi alvo de uma acção de fundo, embora, de acordo com a Autarquia, o arquitecto Sidónio Pardal - autor do projecto do Parque da Cidade - tivesse previsto a criação de uma zona desportiva na área em causa. Nunca foi feito um desenho detalhado. O plano, acordado entre o Sport Club do Porto e a Câmara, cumpre essa pretensão, dando resposta, também, à ambição antiga do clube de criar uma Vila Desportiva na cidade. O segundo pólo (ler caixa) contempla a instalação de quatro campos de jogos. Assim, a poucos passos do Pavilhão da Água, surgirão dois campos de voleibol e dois campos de jogos com relvado sintético. Um dos espaços relvados terá medidas adequadas à prática de futebol, enquanto o outro será mais pequeno e aberto a todas as modalidades. Os trabalhos paisagísticos em curso pela empresa municipal (adjudicou-os à Sociedade de Infra-estruturas e Obras Públicas - António Moreira dos Santos) orçam 313,5 mil euros. Com um prazo de execução de 100 dias, deverão ficar concluído até ao final de Setembro. Então, o Sport Club pagará a colocação do relvado sintético, das balizas e das redes e da iluminação. Para isso, o clube lançou, esta semana, um concurso público para a execução da zona desportiva ao ar livre no Parque da Cidade. As propostas serão abertas dentro de 20 dias, seguindo-se a selecção (mais célere possível) da empresa que executará os trabalhos finais. O objectivo municipal é ter os quatro campos operacionais até ao final do ano. No entanto, a utilização dos novos espaços será paga. O acordo entre o Sport Club do Porto e a Câmara, aprovado no passado dia 5 de Junho em reunião do Executivo, fixava as tarifas de utilização dos futuros equipamentos: 10 horas por hora pelo aluguer dos campos de voleibol e do pequeno campo de jogos relvado e 60 euros por hora pelo campo de futebol com relva sintética. Prevê-se que, ainda este ano, avance a obra de recuperação do edifício cor-de-rosa, sito no terreno do antigo estaleiro do parque onde foi construído o complexo de ténis (já em funcionamento). A reabilitação do imóvel permitirá retirar a tenda branca, pois acolherá os serviços administrativos, salas de estar e três ginásios. in http://jn.sapo.pt/paginainicial/pais/concelho.aspx?Distrito=Porto&Concelho=Porto&Option=Interior&content_id=979931 Quote
JVS Posted April 18, 2009 Author Report Posted April 18, 2009 Enterrar metro custa mais 20 milhões 00h30m HUGO SILVA Enterrar o o metro entre Matosinhos e as Condominhas, no Porto, aumentará 20 milhões de euros o preço da Linha do Campo Alegre. "Menos de 10% do custo total", contabilizou a Comissão de Acompanhamento da Câmara. Os números foram apresentados por Rui Moreira, presidente da Associação Comercial do Porto e membro da Comissão, aludindo aos valores indicados pelo presidente da Metro do Porto, Ricardo Fonseca, em entrevista ao JN: a diferença de custos entre um quilómetro à superfície e um quilómetro enterrado através do sistema "cut and cover" (sem tuneladora) é de oito milhões. Na terceira e última sessão pública de esclarecimento sobre o projecto da Linha do Campo Alegre, em Nevogilde, os membros da comissão nomeados pela Câmara reiteraram críticas ao troço à superfície, defendendo o enterramento da linha. Que só faria subir a factura de 320 milhões para 340 milhões, disse Rui Moreira. "Será que investir 20 milhões no Porto não é investimento público?", questionou Pedro Mendes, um dos muitos participantes no debate. A maioria também defendeu o enterramento da linha. "Não há um centavo gasto em expropriações", acrescentou Lino Ferreira, vereador do Urbanismo e também membro da comissão. "Se tivermos em conta o que o metro de Lisboa gasta em cada quilómetro, não temos dúvida absolutamente nenhuma de que o enterramento não acarreta custos significativos", acrescentou. O problema mais complicado continua a ser a passagem na zona do Fluvial. A comissão critica a estação no meio de uma rotunda e o emaranhado de ligações viárias. Propôs "puxar" a plataforma para o lado do Parque da Pasteleira. Nesse sentido, a projectista do espaço verde, Marisa Lavrador, vai ser consultada. Também o arquitecto Sidónio Pardal será ouvido sobre a forma de atravessamento do Parque da Cidade. O projecto prevê a construção de um segundo viaduto para a passagem da Linha do Campo Alegre. Rui Moreira revelou, ainda, que também foram pedidos estudos adicionais à empresa Tremno, de Álvaro Costa, sobre o projecto, designadamente a passagem por Diogo Botelho. Os membros da comissão nomeados pela Autarquia (há mais três, designados pela Metro) alertaram, porém, que não querem prolongar demasiado a discussão, para que depois a Câmara não seja acusada de impedir o lançamento do concurso global para as linhas da segunda fase na data prevista (Setembro próximo). Lino Ferreira afirmou que a Metro do Porto tem vindo a mostrar abertura à posição da Câmara e voltou a lembrar que, na entrevista ao JN (publicada anteontem), o próprio presidente da empresa admitiu que poderá avançar-se para o enterramento da linha, em nome do consenso. Ricardo Fonseca afirmou que não será possível impor uma solução contra a vontade do Município. in http://jn.sapo.pt/paginainicial/pais/concelho.aspx?Distrito=Porto&Concelho=Porto&Option=Interior&content_id=1204824 Quote
JVS Posted May 16, 2009 Author Report Posted May 16, 2009 Metro no Parque da Cidade sem túnel nem viaduto Sidónio Pardal está a ultimar solução. Linha do Campo Alegre será quase toda enterrada 00h30m CARLA SOFIA LUZ E HUGO SILVA Nem viaduto nem túnel. O metro deverá cruzar o Parque da Cidade do Porto à superfície, ocupando parte do terreno usado como pista de aviação pela Red Bull. Afinal, a linha do Campo Alegre será quase toda enterrada. Os representantes da Câmara do Porto e da Metro na comissão de acompanhamento chegaram a um consenso, depois das críticas do Município e das juntas da Foz, de Nevogilde e de Lordelo do Ouro ao traçado à superfície entre a Boavista e as Condominhas. Agora, as composições seguirão enterradas à saída do Parque da Cidade e passam em túnel pela futura Via Nun'Álvares, pela Praça do Império e pela Rua de Diogo Botelho. Nesse troço, só vêem a luz do dia no Fluvial. A ribeira da Granja obriga a uma solução à superfície menos complexa e onerosa, que será estudada pela arquitecta Marisa Lavrador. A projectista do Parque da Pasteleira é chamada, pois o metro ocupará a bordadura daquele espaço. O troço entre as Condominhas e S. Bento mantém-se inalterado (em túnel). Mas está projectado um viaduto entre as faculdades de Arquitectura e de Letras. O entendimento foi alcançado a 27 de Abril, como noticiou o jornal Público, e o relatório da comissão já foi enviado para a Metro. Em aberto continua o atravessamento do Parque da Cidade. Por sugestão do Município, foi solicitado ao arquitecto Sidónio Pardal, autor do Parque, que estudasse a melhor solução, uma vez que a construção de um segundo viaduto, prevista inicialmente, desagrada às duas entidades. Há duas hipóteses: o enterramento ou a passagem do metro à cota do terreno do Parque da Cidade, a poucos metros do actual viaduto. Sidónio Pardal prefere a segunda. "Estamos a fazer os estudos para ver a melhor forma de integrar o metro, do ponto de vista funcional, paisagístico e de custos. A possibilidade de enterramento é caríssima e, do ponto de vista paisagístico, é a menos interessante. Não se justifica. Para o Parque seria neutro e indiferente. Se for à superfície, as milhares de pessoas que usarão o metro terão uma paisagem bem mais interessante, em vez de passarem por um túnel escuro", defende, em declarações ao JN, o arquitecto, considerando que o metro do Porto é um "eléctrico rápido" que "convive bem com os peões". Sidónio Pardal crê que o espaço verde não será prejudicado pela opção do atravessamento à superfície. "Não toca na alma do Parque. É um corredor periférico e exterior ao projecto original. Não há razão técnica, paisagística e urbanística para o enterramento. O metro é uma grande mais valia, pois permitirá que muita gente aceda rapidamente ao Parque", assinala. O arquitecto salvaguarda, no entanto, que a opção será política. E poderá estar para breve. O vereador do Urbanismo da Câmara do Porto, Lino Ferreira, sustenta que as soluções para o Parque deverão ser entregues na próxima semana à Empresa do Metro. A decisão final cabe à Administração da empresa, embora, como reconheceu o presidente Ricardo Fonseca em entrevista ao JN, necessite do acordo da Autarquia. Em simultâneo, está a ser negociada a passagem do metro na Circunvalação com a Câmara de Matosinhos. A solução mais provável é o enterramento da linha na Rua de Brito Capelo, vencendo a Estrada da Circunvalação em túnel. O projecto da linha, que será concretizado agora, vai ser enviado ao Governo no pacote global da segunda fase de desenvolvimento da rede do metro. A empresa ainda alimenta a expectativa de lançar o concurso até Setembro. Contactado pelo JN, o Ministério das Obras Públicas não deu resposta. in http://jn.sapo.pt/paginainicial/pais/concelho.aspx?Distrito=Porto&Concelho=Porto&Option=Interior&content_id=1234368 Quote
kwhyl Posted May 18, 2009 Report Posted May 18, 2009 tudo muito bem feito, chamam os arquitectos responsáveis pelos parques verdes para dar opinião, mas no fim das contas será tudo uma decisão politica aborrece-me que as decisões do ordenamento do território continuem entregues a políticos, já que não podem ser os arquitectos, urbanistas, sociólogos, artistas, geógrafos, historiadores, preferia que fossem apenas os economistas, esses ao menos sabem fazer só as contas e arranjariam uma solução económica, os políticos, um caso raro de um ser que sabe de tudo tudo ( e não de tudo um pouco) vão cruzar o seu vasto saber de economia com o de urbanismo e fazer um bolo bem jeitoso já vencemos o 7373, para quando o ordenamento do território, daqui a outros 35anos com mais 5 de tolerância para os políticos se habituarem à ideia ? Quote
Marki Posted May 18, 2009 Report Posted May 18, 2009 Pois é, 20 milhões no Porto não é o mesmo que na capital. Esta mesma situação em lisboa nem havia discussão, fazia-se e pronto, ate se necessário, banhava-se as estações a ouro. Na estação do terreiro, coitadinhos, fizeram um esforço para acabar a obra porque, o estalar de dedos dá trabalho mas é o necessário para o dinheiro aparecer. No túnel do rossio...nem vale a pena. Quote
JVS Posted April 2, 2010 Author Report Posted April 2, 2010 Câmara do Porto opta por enterrar metro no Parque da Cidade Abertura de concurso público para construir mais quatro linhas já não acontecerá em Abril 2010-03-31 CARLA SOFIA LUZ O metro atravessará o Parque da Cidade em túnel. A decisão da Câmara do Porto foi comunicada à Empresa do Metro. Agora terá de rever o estudo de impacte ambiental da Linha do Campo Alegre, que não tinha contemplado a hipótese do enterramento. A correcção desta omissão vai contribuir para mais um adiamento da abertura do concurso público que seleccionará o construtor das quatro linhas da segunda fase de expansão da rede. No início do ano, o presidente da Administração da empresa, Ricardo Fonseca, apontou o lançamento desse concurso para Abril, já com sete meses de atraso em relação à data inicial de Setembro de 2009. Mas o prazo não será cumprido. Fonte da Metro especifica que é obrigatório ter as declarações de impacte ambiental das quatro linhas emitidas, antes de lançar o procedimento. O balanço não é favorável, pois apenas a ligação entre Matosinhos e o Pólo da Asprela (Porto), por S. Mamede de Infesta, possui essa declaração. O prolongamento da Linha Amarela a Vila d'Este, em Gaia, deverá obtê-la a curto prazo, enquanto o traçado da segunda linha para Gondomar, por Valbom, só será submetido a consulta pública no início do próximo mês. Quanto à Linha do Campo Alegre, o facto de não ter sido incluída no estudo (submetido a discussão pública em Fevereiro) a possibilidade de passagem em túnel no Parque vai atrasar o processo de avaliação ambiental. Face à opção camarária pelo enterramento, a Metro contactará a Agência Portuguesa do Ambiente para saber se a alteração ao traçado obriga à entrega de um aditamento ao estudo. Se for necessário, o mais provável é que o documento seja alvo de nova consulta pública. Enterrado na Rua de D. Pedro V A posição da Câmara do Porto é condicionada pela decisão de enterrar as composições na Rua de Brito Capelo, em Matosinhos. O presidente Rui Rio sublinha que "só admitia o atravessamento do metro à superfície" no Parque da Cidade, se circulassem desse modo no concelho vizinho. "Aí, teria de decidir se enterrava antes da Circunvalação, no Parque ou depois do Parque, porque o professor Sidónio Pardal [projectista do espaço verde] considerava melhor a solução à superfície", refere o autarca. O arquitecto desenhou as duas hipóteses e nunca fez segredo da sua preferência pelo atravessamento das composições em vale, próximo do mar, com canal protegido por encostas e muros de contenção. "Como o metro vem em túnel de Matosinhos, seria um absurdo desenterrá-lo só no Parque. É irracional fazer uma trincheira enorme para colocá-lo à superfície e outra para enterrá-lo alguns metros à frente", assinala Rui Rio. A pedido da Autarquia, a empresa está a analisar, ainda, o atravessamento da Rua de D. Pedro V pelo subsolo, em vez de construir um viaduto. Tudo indica que a ideia é tecnicamente possível com a alteração da cota de circulação das composições no vale. Logo que o traçado esteja totalmente definido, o autarca garante que apresentará o projecto em reunião do Executivo. in http://jn.sapo.pt/paginainicial/pais/concelho.aspx?Distrito=Porto&Concelho=Porto&Option=Interior&content_id=1532395 Enterramento do metro no Parque gera consenso Sidónio Pardal afirma que a solução foi projectada e a opção é política Ontem CARLA SOFIA LUZ O atravessamento do metro em túnel no Parque da Cidade, no Porto, gera consenso. A maioria das personalidades ouvidas pelo JN apoia a decisão da Câmara. O arquitecto Sidónio Pardal, que preferia a passagem à superfície, lembra que a opção é política. O projectista do Parque estudou as duas hipóteses, tendo apresentado uma solução à superfície e outra enterrada à Empresa do Metro e à Autarquia. Reconhece que, por razões "estéticas, plásticas e paisagísticas", preferia que as composições da Linha do Campo Alegre circulassem à vista de todos. "A Câmara ponderou outros factores. O projecto do Parque da Cidade está preparado para ter uma ou outra solução. A escolha foi sempre política", considera Sidónio Pardal. E, politicamente, a decisão municipal da coligação PSD/PP, liderada pelo presidente Rui Rio e divulgada ontem pelo JN, merece a concordância do presidente da Junta de Freguesia de Nevogilde, João Luís Roseira, convencido de que o enterramento "valoriza" o Parque mais do que o atravessamento do metro em viaduto ou em vala, e do vereador socialista Manuel Correia Fernandes. "Estou de acordo com a opção do presidente Rui Rio. A travessia não podia ser à superfície, mas não concordo com a localização", acrescenta o autarca. Para o arquitecto, o traçado da Linha do Campo Alegre naquela zona deveria ser analisado no âmbito de um estudo mais alargado sobre a mobilidade entre Porto e Matosinhos. Correia Fernandes entende que a linha não deveria entroncar em Brito Capelo, onde a população já está servida pela rede actual, mas na Avenida de D. Afonso Henriques, em Matosinhos, com largura suficiente para colocá-la à superfície. "O metro passaria em túnel a meio do Parque e seria uma ligação directa entre a Via Nun'Álvares e a Avenida de D. Afonso Henriques. Já que se abre o túnel para o metro, podia associar-se uma via rodoviária entre as avenidas", argumenta. O arquitecto está convicto de que o traçado teria mais procura e menos custos. Rui Sá critica facto consumado Já o vereador da CDU, Rui Sá, não tem uma opinião formada, pois, apesar das solicitações feitas em reunião do Executivo, nunca teve acesso a informação. "O correcto seria apresentar e discutir um documento com as alternativas na Câmara, para que cada vereador formasse a uma opinião. Esta decisão significa que seremos confrontados com um facto consumado", salienta o comunista, admitindo que, enquanto antigo responsável pelo espaço verde, a circulação do metro à superfície não o chocaria. Teria de avaliar os impactos e os custos das alternativas. Em declarações ao JN, Rui Rio garantiu que apresentará o traçado da linha à vereação, quando estiver totalmente definido. O ambientalista Bernardino Guimarães destaca o bom senso da posição de Rio. "De facto, não fazia sentido que o metro só andasse à superfície no Parque. Sempre achei que a linha criaria um efeito barreira desagradável. Geralmente, tem-se a ideia de que nas áreas verdes pode fazer-se tudo. Cá fora, já não é assim, porque colide com interesses privados e com a circulação dos automóveis", conclui, lamentando que a Empresa do Metro não tenha incluído a hipótese de enterramento no estudo de impacto ambiental da Linha do Campo Alegre. in http://jn.sapo.pt/paginainicial/pais/concelho.aspx?Distrito=Porto&Concelho=Porto&Option=Interior&content_id=1533349 Expansão do Parque da Cidade para Matosinhos ainda em estudo 2010-03-16 A requalificação do troço da Circunvalação entre a Rotunda da Cidade de S. Salvador e o Hospital de Magalhães Lemos encontra-se em fase de estudo. A obra, que abrange os concelhos do Porto e de Matosinhos, ainda não tem projecto de execução concluído, embora tenha financiamento comunitário assegurado desde Julho passado. O Quadro de Referência Estratégico Nacional (QREN) reserva 6,9 milhões de euros a fundo perdido para esta empreitada, cujo orçamento inicial ultrapassa os 9,92 milhões. O acordo de financiamento prevê que os trabalhos tenham de ser executados no prazo de três anos, ou seja, em 2012. Uma das ideias fortes do estudo, desenvolvido pelo arquitecto José António Barbosa (sem deixar de atender aos planos de urbanização já aprovados pelas câmaras do Porto e de Matosinhos), é a expansão do Parque da Cidade para Matosinhos, unindo-o ao Parque Real. Na candidatura aprovada, o espaço verde cresceria e passaria sob a estrada nacional. Em Matosinhos, essa solução obrigará à reconversão das gasolineiras em zona verde. A ambição maior é converter a Circunvalação numa alameda com duas vias de circulação em cada sentido, passeios alargados e arborizados com ciclovia anexa. Então, a gestão da estrada passaria a ser municipal. in http://jn.sapo.pt/paginainicial/pais/concelho.aspx?Distrito=Porto&Concelho=Porto&Option=Interior&content_id=1519875 Quote
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