JVS Posted August 14, 2008 Report Posted August 14, 2008 Barreiro | Rossio Plaza | Américo, Rodrigues & Seruca, Lda. Américo, Rodrigues & Seruca, Lda. no Barreiro “Rossio Plaza” promete “dar uma nova ‘alma’ ao centro da cidade” “O contínuo do espaço do campo, dentro da cidade” Já lá vão 47 anos desde que a “Américo, Rodrigues & Seruca, Lda.” abriu as suas portas no Barreiro. Inicialmente vocacionada para a revenda e distribuição de electrodomésticos, em finais da década de 80 alargou a sua actuação a duas outras áreas de actividade, o vestuário e a construção civil. Depois de ter terminado este ano a construção da urbanização ”Ribeira das Naus”, prepara-se para levar a cabo o empreendimento “Rossio Plaza”, no Campo das Cordoarias, que promete revolucionar e dar uma nova vida ao centro do Barreiro. São seis edifícios de oito andares, com certificação energética classe A+, em que o elemento verde e a transparência do vidro são uma constante. Uma extensão do centro do Barreiro – “pólo aglutinador de comércio e serviços” Depois de ainda este ano ter terminado a construção dos 40 fogos da urbanização “Ribeira das Naus”, o próximo projecto da empresa Américo, Rodrigues & Seruca, Lda., tem como ambição “dar uma nova ‘alma’ ao centro da cidade”, através do empreendimento “Rossio Plaza”, junto ao Fórum Barreiro, que conta com 6.500 metros quadrados de área. E até o nome da urbanização têm esse propósito. Em representação da empresa, Sara Seruca diz que a palavra: “Rossio” foi escolhida por ser um termo que outrora era utilizado para “designar os centros das vilas” e associado à designação: “Plaza”, procura “reforçar a ideia de lugar central”. Um nome que, no seu entender, “deixa transparecer glamour, classe e qualidade” e que pretende ser uma extensão do centro do Barreiro, “um pólo aglutinador de comércio e serviços”. “Preços bastante competitivos numa aposta clara na relação preço/qualidade” Segundo Sara Seruca, o empreendimento “irá contribuir fortemente para todo o desenvolvimento da zona, não só pela própria área comercial, como ainda por oferecer uma zona residencial de qualidade no centro da cidade.” Ainda sem poder adiantar os preços finais dos andares, refere que o objectivo é “ter preços bastante competitivos, numa aposta clara na relação preço/qualidade”. E quanto ao público-alvo, diz “ser caracterizado por um estilo de vida activo e citadino, com uma atitude prática perante a vida”. Um público que diz ser informado “e que aprecia a facilidade de ter tudo à porta de casa.” “Vamos ter um jardim por todo o edifício” “Rossio Plaza” é uma urbanização composta por 167 fogos, distribuídos por seis edifícios com oito pisos acima do solo e dois a três abaixo, com tipologias de T2 a T5. O arquitecto Miguel Amado, da Progesto - Gabinete Técnico de Gestão, Arquitectura e Planeamento lda, responsável pelo projecto, a par com a arquitecta Rosário Ribeiro, conta que, apesar de ser um projecto de conjunto, “cada edifício vai viver por si só”, com a particularidade de ter um jardim contínuo na cobertura, “onde as pessoas podem apanhar sol e conversar e aproveitar para sentir o cheiro das plantas” e também árvores plantadas nas varadas de cada habitação, dando essa continuidade do elemento verde: “Vamos ter um jardim por todo o edifício” e por isso fala de uma “habitação em que se viva de dentro para fora”. Aproveitamento das energias renováveis A arquitectura sustentável é aplicada no empreendimento, através do aproveitamento das energias renováveis, uma preocupação que diz que se estendeu também aos espaços comuns: “todas as caixas de escada têm uma clarabóia na cobertura, revestida a chapa de alumínio, ultra polido, de modo a que a luz vá canalizando e reflectindo pela escada”. Adianta ainda que nos edifícios “a água da chuva que cai na cobertura é toda guardada na cobertura para regar o jardim”. “Consumo energético inferior a 60 por cento do que era normal num edifício desta dimensão” Para além da certificação energética A+, em que sublinha: “as necessidades de consumo energético são inferiores a 60 por cento do que era normal num edifício desta dimensão”, adianta que os edifícios contam com a certificação da qualidade do ar interior, assim como foi feito um estudo de ruído dentro do edifício. Quanto aos materiais utilizados, o arquitecto diz que também são certificados e de origem nacional, para evitar custos desnecessários com o transporte. “O contínuo do espaço do campo, dentro da cidade” Em termos estéticos salienta a imagem do verde e do vidro das varandas que sobressai, numa “linguagem muito calma”, o que diz ter resultado também pelo facto de nos edifícios “não se acentuar a verticalidade mas sim a sua horizontalidade”, com o intuito de que “não pareçam edifícios maiores do que o que são” e de que “não abafem a praça”. Considera por isso que representam “o contínuo do espaço do campo, dentro da cidade”. E sobre os espaços para serviços, comenta: “vai ter uma actividade interessantíssima não só na perspectiva do produtor mas do cidadão do Barreiro”. Vai constituir uma “marca de referência na cidade” Trata-se de um projecto estimado para estar concluído em dois anos, sobre o qual o arquitecto diz não ter dúvidas de que vai constituir uma “marca de referência na cidade”, ao que fundamenta: “primeiro pela sua qualidade técnica, mas também pela imagem que vai produzir no centro do Barreiro”, considerando que vai permitir alargar também a zona do comércio, localizando-se no que chama de “ponto nevrálgico” da cidade. Defende que “o custo desta construção e destas tecnologias não aumenta o preço final” e acrescenta: “podemos oferecer o mesmo no centro do Barreiro, como em qualquer outro ponto do país, ou no estrangeiro, é possível, não custa mais, é preciso é ser bem feito e bem gerido”. Seruca - “uma marca reconhecida” pela cidade que a viu nascer Nos 47 anos de actividade da empresa Seruca, sempre com morada na Rua Eusébio Leão, os laços com a cidade do Barreiro foram-se estreitando, também “através dos mais diversos apoios à sociedade civil”, sublinha Sara Seruca. E em jeito de balanço, considera que a Américo, Rodrigues & Seruca é hoje “uma marca reconhecida” pela cidade que a viu nascer. Andreia Catarina Lopes in http://www.rostos.pt/inicio2.asp?cronica=40835&mostra=2 http-~~-//img401.imageshack.us/img401/3428/rossiobarreiro1oa8.jpg http-~~-//img514.imageshack.us/img514/6386/rossiobarreiro2sj7.jpg Quote
oint Posted May 29, 2009 Report Posted May 29, 2009 Sendo a classificação energética atribuída após a construção e avaliação do edifício como é possível afirmar a mesma quando ainda hoje, e já passou quase um ano desde esta publicação, ainda não encontramos edificações correspondentes no rossio do barreiro!!?!!! Quote
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