JVS Posted June 30, 2008 Report Posted June 30, 2008 Projectado grande parque metropolitano 2008-06-21 Hugo Silva Sete jovens arquitectos estrangeiros projectaram soluções para o território atravessado pela Via Diagonal, uma estrada com 10 quilómetros que rasga o concelho da Maia. Entre as soluções, um a criação de um grande parque metropolitano. Um americano, dois argentinos, um italiano, um salvadorenho, um chileno e um porto-riquenho idealizaram um conjunto de projectos no âmbito da tese de mestrado, sob coordenação do arquitecto português João Álvaro Rocha. O "Proyecto Maia", da Escola Superior de Arquitectura da Universidade de Navarra, aposta no verde e na consolidação de um território pouco homogéneo: a Via Diagonal atravessa zonas rurais, urbanas e industriais. Um desafio para Dennis Bartolomeo, Sofia Cascchione, Ignacio Carón, Felipe Croxatto, José Luis Fortuño, Alberto Pierdo e Javier Rosa. "É um estudo académico, mas sobre o qual vamos reflectir. Gostaríamos de utilizar algumas das ideias num futuro próximo", admitiu António Tiago, vice-presidente da Câmara, ontem, na apresentação pública dos projectos. O autarca lembrou, ainda, que a Câmara também está a desenvolver, internamente, um estudo sobre o alinhamento e sobre os usos do território ao longo daquela via. O parque público, o Parque Millenium, na zona de Silva Escura, agregaria campo de golfe, centro polidesportivo, áreas de equipamento comercial e pequenos áreas de bairro e hortas. Javier Rosa idealizou um parque de grandes dimensões, à escala regional, com um conjunto de percursos para a contemplação da paisagem e zonas para desporto informal. Na área de implantação do projecto destacam-se, por exemplo, a zona recreativa do Monte de Santo António e a parcela do hipódromo. Sublinha-se ainda a hipótese de interligação com equipamentos noutras áreas, como a Quinta da Gruta. "A Via Diagonal é pensada como um corredor verde que remata na área de projecto de modo a constituir o acesso principal ao parque", lê-se na proposta. Dennis Bartolomeo criou uma espécie de condomínio ambiental, junto ao aeródromo de Vilar de Luz. Uma área delimitada por um circuito recreativo, uma cicloviva e um anel verde. Lá dentro uma comunidade voltada o ambiente, com um centro de bem estar, um mercado e um restaurante biológicos, percursos pedonais e espaços para agricultura biológica. Em cada uma destas parcelas agrícolas, uma habitação. No fundo, o jovem licenciado em Arquitectura preconiza a marca "Maia Spa". "Uma marca de produtos, serviços e instalações que representam uma maneira de viver. Maia Spa funciona numa escala local, nacional e internacional, criando uma economia positiva baseada na agricultura biológica e num tipo de turismo de menor impaacto", sustenta o projectista. Para o "sector urbano com maior grau de consolidação", Felipe Croxatto idealiza a diminuição da velocidade de circulação na Via Diagonal. Além disso, propõe que se "termine" a construção da cidade naquela zona, terminando, assim, com a indefinição que actualmente existe. Alberto Pireddu tratou de organizar uma plataforma logística, "na planície entre a A3 e o IC24, o Parque Metropolitano e as áreas agrícolas que se situam na base das colinas deFolgosa e Camposa. Uma plataforma literalmente desenhada a régua e esquadro, com quadrados de 190 por 190 metros, apoiados por uma área de estacionamento para pesados, escritórios, uma estação de passageiros e outros equipamentos. A Via Diagonal, passando sobre a plaraforma, permitiria ligar as duas partes que a compõem. in http://jn.sapo.pt/paginainicial/pais/concelho.aspx?Distrito=Porto&Concelho=Maia&Option=Interior&content_id=960362 Quote
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