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Núcleo histórico de Oeiras já tem plano de revitalização

Os arquitectos Filipe Almeida, Raquel Almeida, Luís Chastre e Joana Martins, da Genoma Urbano Arquitectos, assinam o projecto vencedor do Concurso de Ideias 2007.

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Os arquitectos Filipe Almeida, Raquel Almeida, Luís Chastre e Joana Martins, da Genoma Urbano Arquitectos, Lda, venceram a edição 2007 do Concurso de Ideias, organizado pelo Salão Imobiliário de Lisboa, intitulado "Intervenção no Núcleo Histórico de Oeiras".

O júri de avaliação das propostas era constituído por Rolando Borges Martins, da Parque Expo, presidente deste júri, por João Santa-Rita, representante da Ordem dos Arquitectos, Gilberto Jordan, Mário Sua Kay, Vasco Massapina, Leonel Fadigas e por Cristina Ribeiro, representante da Câmara Municipal de Oeiras.

A proposta baseou-se na crescente necessidade de revitalização dos espaços tradicionais de utilização colectiva e consequente reivindicação do valor, importância da comunidade e da recuperação de espaços de convivência com significado para a paisagem urbana e para a identidade da cidade, o que exigiu o desenvolvimento de uma proposta de desenho urbano, onde se combina a comunidade com o sistema de relações, consubstanciado na urgência da sociabilidade, da apropriação colectiva e interactiva dos espaços.

O projecto apoiou-se numa imagem de uma cidade desenvolvida para o peão, onde se pretende defender o património urbano, através da garantia de melhores condições de vida urbana, contendo registos do passado e mantendo a autenticidade do lugar, garantindo o seu valor económico, gerando mais-valias, contribuindo desta forma para a sustentabilidade.

Pretendeu-se aproveitar um tecido expectante no centro histórico de Oeiras, para relançar a vida pública contemporânea mediterrânica, interligando um espaço central a um novo local de permanência sequente, como forma de entendimento da importância da reconquista de espaços vivíveis no contexto de regeneração urbana.

O projecto pretende valorizar o espaço como uma estrutura deambulatória ordenada, apenas com conexões pedonais à superfície, onde a composição urbana define o grau de participação da população, expõe imagens distintas da cidade, alarga o sentimento de identidade, em que a relação próxima dos usos públicos com os privados é chave para uma apropriação dos espaços urbanos contemporâneos.

O objectivo é sintetizar o equilíbrio estável entre as condições do meio existente e o modo de vida contemporâneo, com a história, a economia e a formação de paisagens urbanas; o que implica uma demarcação do espaço como parte integrante da sua origem, numa dualidade entre o exterior e o interior.

Fonte: Casa.Sapo

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