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Construção com melhorias reage às intenções de aumento de investimento do Governo

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Obras
A Federação Portuguesa da Indústria da Construção e Obras Públicas (FEPICOP) reconhece que os sinais positivos já detectados nos últimos meses, particularmente em Julho e que se prolongaram em Agosto, parecem "consolidar uma situação mais favorável do que a vivida nos anos anteriores", nomeadamente nos segmentos da habitação não residencial privada e, em alguma medida, nas obras de engenharia civil.

A reacção do sector surge na sequência do anuncio do primeiro-ministro, José Sócrates, de aumentar o investimento público neste sector, naquele que é o reconhecimento do Governo que a economia nacional não conseguirá crescer ao ritmo pretendido enquanto a produção da Construção continuar a cair.

Segundo a FEPICOP, "esta perspectiva positiva detecta-se especialmente no segmento da construção não residencial (sobretudo nas obras privadas) e, em alguma medida, no sector das obras de engenharia civil, onde o andamento dos concursos públicos parece em recuperação efectiva", considerando no entanto que há ainda uma evolução negativa na construção de habitação. "E este poderá ser o segmento mais afectado com o encarecimento e a escassez do crédito em consequência da crise que afecta os mercados financeiros a nível internacional", pode ler-se no comunicado.

A FEPICOP sublinha que apesar destas evoluções, continua a verificar-se um agravamento da concorrência no mercado de obras públicas, com os preços de adjudicação cada vez mais degradados (em média 13,8 por cento abaixo das respectivas bases de licitação), "problema ao qual há que adicionar os atrasos nos pagamentos por parte do Estado e das autarquias. Também a produção de edifícios não residenciais privados está a evoluir positivamente, reflectindo o maior dinamismo da economia nacional no seu conjunto", pode ler-se na nota da confederação de empresas.

A federação assume, no entanto, uma posição crítica em relação a medidas consideradas estruturais pelo Governo, nomeadamente o regime de arrendamento urbano, "que, em vigor há cerca de um ano, não atingiu nenhum dos objectivos que se propunha, especialmente revitalizar este mercado e dinamizar a reabilitação urbana. E só quem não quer não vê que nunca os atingirá".

A FEPICOP constata ainda na sua análise a existência de mais empresas em Setembro, com o índice de empresas activas a atingir em Agosto um acréscimo de 0,6 por cento face a Janeiro de 2007.

Fonte: Jornal Construir

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