Gerson Dinau M. Galvarros Posted June 15, 2007 Report Posted June 15, 2007 Casulo um Módulo de AcolhimentoAutor -Arquiteto Gerson Dinau Moraes GalvarrosCo-autora - Academica de Arquitetura Mariana WeckerleCASULOUm Módulo de AcolhimentoO “Habitar’, implica sempre no “Morar” como pressuposto inicial.A habitação temporária ou de “passagem”, deve dar um mínimo de conforto e abrigo, para situações que mostrem características efêmeras, como alojamentos hoteleiros ou de emergências e, situações de acomodação extraordinária. Muito comuns em assentamentos migratórios e catástofres climáticas.Esta “célula”, visa contemplar, única e exclusivamente, este público-alvo.Inspirada nos “Hotéis-Células” japoneses, este habitáculo de 27,00m3, foi criado como um módulo componível, em estrutura de Alumínio, com fechamento (de paredes) em Fibra-de-vidro e, proteção interna das “paredes” com materiais termo-acústicos, como a Lã-de-rocha e o Isopor.Sua leveza e praticidade de transporte e montagem, remete a uma situação de imediato atendimento, quando da necessidade de agrupamentos habitacionais temporários emergenciais.Implicará tão somente, na construção (esta também de uma forma modular) de uma coluna de estruturação e “encaixe” da infra-estrutura (eletricidade e serviços hidrossanitários), como também da circulação vertical (escada).No caso de uso destes módulos como composição de um edifício, de até três níveis (pavimentos), com 17 unidades, maximiza-se a versatilidade do Módulo em um conjunto.Pode-se arrojar na sua implantação, tanto como unidades individuais, como com “empilhamentos” (aleatórios) adequados a topografia e irregularidades dos terrenos de implantação.Surge aqui uma “Favela High-tech”, que de certa forma, disciplinaria aglomerados e reuniões habitacionais, vistos comumente mundo afora – em especial no meu país (Brasil). Dando infra-estrutura mínima e unidade social em núcleos sem planejamento.Esta solução possibilita ainda, a composição de dois ou mais módulos (em conjunto), de forma a compor uma célula com mais “recursos” e espaço.A composição coletiva destes pequenos edifícios, adotando-se um lote de 60 x 36m, comporia um pequeno grupamento habitacional de 05 edifícios com 17 apartamentos (Módulos) cada, totalizando 85 abrigos – como Casulos em uma árvore – em 0,216 hectares. Resultando assim, numa taxa de ocupação habitacional de 25,41m2 de solo urbano por unidade habitacional temporária.Nosso lugar no mundo sempre foi limitado ao nosso bem-estar.O espaço físico que ocupamos, é meramente temporal, porém diretamente determinante aos anseios que compõe nossa existência e necessidade de abrigo e proteção. Quote
Gerson Dinau M. Galvarros Posted June 18, 2007 Author Report Posted June 18, 2007 CASULOUm Módulo de AcolhimentoO “Habitar’, implica sempre no “Morar” como pressuposto inicial.A habitação temporária ou de “passagem”, deve dar um mínimo de conforto e abrigo, para situações que mostrem características efêmeras, como alojamentos hoteleiros ou de emergências e, situações de acomodação extraordinária. Muito comuns em assentamentos migratórios e catástofres climáticas.Esta “célula”, visa contemplar, única e exclusivamente, este público-alvo.Inspirada nos “Hotéis-Células” japoneses, este habitáculo de 27,00m3, foi criado como um módulo componível, em estrutura de Alumínio, com fechamento (de paredes) em Fibra-de-vidro e, proteção interna das “paredes” com materiais termo-acústicos, como a Lã-de-rocha e o Isopor.Sua leveza e praticidade de transporte e montagem, remete a uma situação de imediato atendimento, quando da necessidade de agrupamentos habitacionais temporários emergenciais.Implicará tão somente, na construção (esta também de uma forma modular) de uma coluna de estruturação e “encaixe” da infra-estrutura (eletricidade e serviços hidrossanitários), como também da circulação vertical (escada).No caso de uso destes módulos como composição de um edifício, de até três níveis (pavimentos), com 17 unidades, maximiza-se a versatilidade do Módulo em um conjunto.Pode-se arrojar na sua implantação, tanto como unidades individuais, como com “empilhamentos” (aleatórios) adequados a topografia e irregularidades dos terrenos de implantação.Surge aqui uma “Favela High-tech”, que de certa forma, disciplinaria aglomerados e reuniões habitacionais, vistos comumente mundo afora – em especial no meu país (Brasil). Dando infra-estrutura mínima e unidade social em núcleos sem planejamento.Esta solução possibilita ainda, a composição de dois ou mais módulos (em conjunto), de forma a compor uma célula com mais “recursos” e espaço.A composição coletiva destes pequenos edifícios, adotando-se um lote de 60 x 36m, comporia um pequeno grupamento habitacional de 05 edifícios com 17 apartamentos (Módulos) cada, totalizando 85 abrigos – como Casulos em uma árvore – em 0,216 hectares. Resultando assim, numa taxa de ocupação habitacional de 25,41m2 de solo urbano por unidade habitacional temporária.Nosso lugar no mundo sempre foi limitado ao nosso bem-estar.O espaço físico que ocupamos, é meramente temporal, porém diretamente determinante aos anseios que compõe nossa existência e necessidade de abrigo e proteção. Quote
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