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Casulo um Módulo de Acolhimento
Autor -Arquiteto Gerson Dinau Moraes Galvarros
Co-autora - Academica de Arquitetura Mariana Weckerle
CASULO
Um Módulo de Acolhimento

O “Habitar’, implica sempre no “Morar” como pressuposto inicial.
A habitação temporária ou de “passagem”, deve dar um mínimo de conforto e abrigo, para situações que mostrem características efêmeras, como alojamentos hoteleiros ou de emergências e, situações de acomodação extraordinária. Muito comuns em assentamentos migratórios e catástofres climáticas.
Esta “célula”, visa contemplar, única e exclusivamente, este público-alvo.
Inspirada nos “Hotéis-Células” japoneses, este habitáculo de 27,00m3, foi criado como um módulo componível, em estrutura de Alumínio, com fechamento (de paredes) em Fibra-de-vidro e, proteção interna das “paredes” com materiais termo-acústicos, como a Lã-de-rocha e o Isopor.
Sua leveza e praticidade de transporte e montagem, remete a uma situação de imediato atendimento, quando da necessidade de agrupamentos habitacionais temporários emergenciais.
Implicará tão somente, na construção (esta também de uma forma modular) de uma coluna de estruturação e “encaixe” da infra-estrutura (eletricidade e serviços hidrossanitários), como também da circulação vertical (escada).
No caso de uso destes módulos como composição de um edifício, de até três níveis (pavimentos), com 17 unidades, maximiza-se a versatilidade do Módulo em um conjunto.
Pode-se arrojar na sua implantação, tanto como unidades individuais, como com “empilhamentos” (aleatórios) adequados a topografia e irregularidades dos terrenos de implantação.
Surge aqui uma “Favela High-tech”, que de certa forma, disciplinaria aglomerados e reuniões habitacionais, vistos comumente mundo afora – em especial no meu país (Brasil). Dando infra-estrutura mínima e unidade social em núcleos sem planejamento.
Esta solução possibilita ainda, a composição de dois ou mais módulos (em conjunto), de forma a compor uma célula com mais “recursos” e espaço.
A composição coletiva destes pequenos edifícios, adotando-se um lote de 60 x 36m, comporia um pequeno grupamento habitacional de 05 edifícios com 17 apartamentos (Módulos) cada, totalizando 85 abrigos – como Casulos em uma árvore – em 0,216 hectares. Resultando assim, numa taxa de ocupação habitacional de 25,41m2 de solo urbano por unidade habitacional temporária.

Nosso lugar no mundo sempre foi limitado ao nosso bem-estar.
O espaço físico que ocupamos, é meramente temporal, porém diretamente determinante aos anseios que compõe nossa existência e necessidade de abrigo e proteção.
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Um Módulo de Acolhimento

O “Habitar’, implica sempre no “Morar” como pressuposto inicial.
A habitação temporária ou de “passagem”, deve dar um mínimo de conforto e abrigo, para situações que mostrem características efêmeras, como alojamentos hoteleiros ou de emergências e, situações de acomodação extraordinária. Muito comuns em assentamentos migratórios e catástofres climáticas.
Esta “célula”, visa contemplar, única e exclusivamente, este público-alvo.
Inspirada nos “Hotéis-Células” japoneses, este habitáculo de 27,00m3, foi criado como um módulo componível, em estrutura de Alumínio, com fechamento (de paredes) em Fibra-de-vidro e, proteção interna das “paredes” com materiais termo-acústicos, como a Lã-de-rocha e o Isopor.
Sua leveza e praticidade de transporte e montagem, remete a uma situação de imediato atendimento, quando da necessidade de agrupamentos habitacionais temporários emergenciais.
Implicará tão somente, na construção (esta também de uma forma modular) de uma coluna de estruturação e “encaixe” da infra-estrutura (eletricidade e serviços hidrossanitários), como também da circulação vertical (escada).
No caso de uso destes módulos como composição de um edifício, de até três níveis (pavimentos), com 17 unidades, maximiza-se a versatilidade do Módulo em um conjunto.
Pode-se arrojar na sua implantação, tanto como unidades individuais, como com “empilhamentos” (aleatórios) adequados a topografia e irregularidades dos terrenos de implantação.
Surge aqui uma “Favela High-tech”, que de certa forma, disciplinaria aglomerados e reuniões habitacionais, vistos comumente mundo afora – em especial no meu país (Brasil). Dando infra-estrutura mínima e unidade social em núcleos sem planejamento.
Esta solução possibilita ainda, a composição de dois ou mais módulos (em conjunto), de forma a compor uma célula com mais “recursos” e espaço.
A composição coletiva destes pequenos edifícios, adotando-se um lote de 60 x 36m, comporia um pequeno grupamento habitacional de 05 edifícios com 17 apartamentos (Módulos) cada, totalizando 85 abrigos – como Casulos em uma árvore – em 0,216 hectares. Resultando assim, numa taxa de ocupação habitacional de 25,41m2 de solo urbano por unidade habitacional temporária.

Nosso lugar no mundo sempre foi limitado ao nosso bem-estar.
O espaço físico que ocupamos, é meramente temporal, porém diretamente determinante aos anseios que compõe nossa existência e necessidade de abrigo e proteção.

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