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Intervenções na Cidade – Reinterpretação da Praça de Santa Apolónia
João Albuquerque e Nuno Galvão

http://img522.imageshack.us/img522/1904/ic013apolonia14d6376hl8.jpg

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A proposta:
Ao mesmo tempo que imaginávamos as possibilidades contidas numa praça como esta éramos forçados a reconhecer as limitações presentes em qualquer projecto – os limites da intervenção. Neste ponto decidimos investir apenas no rectângulo que define a praça conscientes de que uma intervenção como esta implicaria um investimento sustentado no tecido envolvente. Exemplos disso são o arranjo dos passeios que ligam à praça e um projecto que usasse o edifício da estação de Santa Apolónia como um interface de comboio, metro, autocarro, táxi, viatura particular e trânsito pedonal. Neste último seria evidente uma ligação subterrânea entre o estacionamento e a estação. É a partir destes limites que traçámos uma grelha que marca a praça.

Esta mesma grelha, conceptualmente, é deformada pelos fluxos e pelos pontos de torção situados nas arestas de conflito entre os dois edifícios principais aí existentes, Santa Apolónia e o Colégio Militar.

É sobre esta mesma grelha deformada e informada (pelas contingências locais) que a evolução projectual decorre, definindo circulações e vivências a estrutura e estereotomia do seu revestimento.


O que disse o júri:
Esta proposta para o Largo da Estação de Santa Apolónia denúncia um espaço que apesar de formalmente consolidado não consegue integrar de forma pacífica os diferentes atravessamentos. A proposta assume-se na vertente de clarificar zonas estáticas e dinâmicas de um espaço incontornável da cidade.


Contributo para uma reflexão:
Um exercício de design urbano que parte de um pressuposto teórico forte: dramatizar as tensões e os fluxos de uma praça para com eles formalizar torções espaciais. A modelação da plataforma resulta em consequência desses movimentos espaciais e através deles traça os seus sentidos de percurso. O resultado é tão espectacular quanto funcional, fazendo conviver as diversas “layers” de circulação e desbloqueando conflitos para tornar mas pacífica a sua vivência.

Fonte:
Blog _ Trienal de Lisboa

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