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Pavilhão dá lugar a multiusos

O Pavilhão Rosa Mota deverá transformar-se num multiusos com capacidade para acolher congressos e eventos desportivos e para funcionar como sala de espectáculos. A Câmara do Porto quer começar as obras de reabilitação ainda este ano ou no início de 2008.


A Câmara do Porto conta avançar com as obras de reabilitação total do Pavilhão Rosa Mota ainda este ano ou, pelo menos, no início do próximo. Na revista municipal deste mês de Abril, a autarquia adianta que o estudo de mercado realizado pela Parque Expo/Pavilhão Atlântico para o edifício aponta como ideia fundamental a transformação daquele espaço num multiusos que estará ainda dotado de uma nova área destinada a congressos e eventos empresariais. A edilidade indica que o projecto delineado aponta também para a manutenção da funcionalidade do Rosa Mota “intacta”, ou seja, a infra-estrutura continuará a acolher eventos desportivos, facto que “sempre constituiu uma preocupação” da autarquia. O pavilhão terá ainda “condições para receber outro tipo de realizações como por exemplo concertos ou diversas outras manifestações culturais”.

Mas para que seja possível concretizar o novo conceito de ocupação, o Rosa Mota terá de passar por uma série de obras que irão respeitar, é garantido, a sua traça original. A Câmara do Porto salienta que já contactou para o efeito o arquitecto José Carlos Loureiro, autor do projecto inicial. Resta agora delinear o projecto de arquitectura e de especialidades, encontrar a forma de financiamento da empreitada e obter as autorizações para a intervenção nomeadamente do Instituto Português do Património Arquitectónico (Ippar).
O estudo feito pela Parque Expo/Pavilhão Atlântico está na posse da autarquia desde o início do ano, como o JANEIRO já noticiou, tendo a sua encomenda sido feita em meados de Julho do ano passado, altura em que a edilidade também anunciou que o Rosa Mota iria necessitar de “uma fortíssima intervenção desde o telhado às infra-estruturas”. Em termos de investimento estimado apontou-se o valor de cinco milhões de euros. Na altura, o presidente da câmara municipal, Rui Rio, admitia já a criação de um pavilhão multiusos, mas deixou também assente que dificilmente iria aceitar um modelo de gestão do espaço unicamente municipal. A autarquia pretende ou uma parceria público-privada ou mesmo só privada, mas, ressalve-se, o Rosa Mota manter-se-á sempre na posse do município. Actualmente o edifício está a ser gerido pela Empresa Municipal PortoLazer e custa anualmente à edilidade cerca de 300 mil euros. Nos jardins do Palácio de Cristal e segundo indicou já a PortoLazer no seu Plano de Actividades e Orçamento para este ano vão ser investidos 20722,67 euros.
Recorde-se que as privatizações do Rosa Mota e do Rivoli Teatro Municipal foram anunciadas em conjunto e consideradas um passo final na reforma estrutural da Câmara do Porto.

Pavilhão em Gondomar

Com a transformação do Rosa Mota em pavilhão multiusos, a Área Metropolitana do Porto passará a dispor de dois equipamentos daquele género não ligados a clubes desportivos. Em Gondomar, está em fase final de construção o multiusos da autoria do arquitecto Álvaro Siza Vieira. Fonte da autarquia adiantou ao JANEIRO que a nova infra-estrutura deverá ser inaugurada até ao próximo Verão. Os atrasos na obra que estava previsto abrir portas até ao final do ano passado derivou das alterações na cobertura do pavilhão que foi necessário modificar e a “chuva intensa que se fez sentir quando estava a ser colocada a nova cobertura”, explicou. A fonte salientou que, de resto, do ponto-de-vista de construção civil a obra está pronta, estando de momento a empresa construtora a proceder aos acabamentos e aos arranjos na envolvente do pavilhão. Quando inaugurar, o multiusos de Gondomar tornar-se-á no maior do Norte de Portugal (actualmente está à frente em dimensão o Pavilhão de Guimarães). Em Novembro, o espaço irá acolher um evento de cariz internacional. Trata-se do Campeonato Europeu de Futsal, tendo Gilberto Madaíl, presidente da Federação Portuguesa de Futebol, e um representante da UEFA visitado já a empreitada para aferir da viabilidade de realização daquele campeonato.

Fonte: O Primeiro de Janeiro

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