JVS Posted July 10, 2011 Report Posted July 10, 2011 24-10-2007 João Paulo Cardielos assegura que se trata de uma «obra marcante» em Aveiro: Núcleo de Arquitectos louva «arrojo» do Centro Ambiental O Núcleo de Arquitectos de Aveiro (NAAV) enalteceu o projecto do Centro de Monitorização e Interpretação Ambiental de Aveiro (CMIA) pela «qualidade e arrojo da solução proposta». O desenho do edifício foi elaborado pela dupla Célia Gomes e Pedro Machado Costa, do Atelier de Santos, que venceu o concurso público aberto pela Câmara de Aveiro em 2003 João Paulo Cardielos, presidente da direcção do NAAV e professor do Departamento de Arquitectura da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra, lembra os centros de monitorização e interpretação ambientais já construídos no país se têm revelado «obras especiais» e uma «enorme mais-valia pública e cultural», além de traduzirem a «contemporaneidade das arquitecturas de referência portuguesas actuais». O CMIA de Aveiro, com cerca de 500 metros quadrados, será igualmente uma «obra marcante», avalia. O responsável do núcleo louva ainda o Atelier de Santos pela «enorme capacidade de adaptação face às circunstâncias difíceis que a Câmara de Aveiro atravessa e às imposições e exigências adicionais colocadas ao processo». «Gostaríamos de ver, a partir de agora, o executivo municipal empenhado num bom desempenho do processo de obra que implica, naturalmente, muito rigor, uma assistência técnica eficaz e uma fiscalização rigorosa, para que tanto os critérios orçamentais como a qualidade constante dos elementos do projecto, a reverter posteriormente sobre o edificado, possam engrandecer Aveiro», acrescenta Cardielos. O presidente do NAAV acredita que «por fim se encontraram os meios e as vontades» para avançar com a construção do CMIA, projecto que irá «tornar atractivo e compreensível o usufruto do precioso património que constitui a ria de Aveiro». A construção do CMIA de Aveiro vai custar 462 mil euros. A obra, adjudicada a semana passada à empresa Isofrei – Estudos e Empreitadas de Isolamentos e Revestimentos, faz parte do conjunto de intervenções previstas no âmbito do programa Polis (agora nas mãos da autarquia), devendo arrancar em Janeiro e ficar concluída em Julho ou Agosto de 2008. O centro ficará situado entre a Marinha da Troncalhada e o espaço do TIRTIF, numa outra marinha propriedade do município. De acordo com a memória descritiva, o equipamento dispõe de uma localização «privilegiada» dado estar junto às salinas, estando prevista a construção de um edifício «bastante transparente», de modo a obter uma iluminação natural em todos os compartimentos «julgados fulcrais», mas também para obter um «contacto visual forte com o exterior». O projecto prevê a criação de um circuito público que permitirá aos visitantes o acesso às diferentes zonas do centro, estando ainda contemplada a existência de uma zona expositiva, um espaço polivalente, um anfiteatro, um bar, salas técnicas, gabinetes privados e instalações sanitárias. Haverá ainda uma estrutura envidraçada com acesso a uma varanda que, por sua vez, garante a ligação à cobertura. O acesso ao edifício será feito através de escadas ou rampas. A memória descritiva do CMIA revela ainda que as «condicionantes financeiras e técnicas» obrigaram à «escolha de materiais duradouros». Os constrangimentos não impedirão, porém, a realização de um «trabalho final de qualidade» em que o edifício terá «fortes características visuais e arquitectónicas». «Em contraste com a leveza e o desenho da caixilharia exterior metálica, que irá encerrar a totalidade do edifício, toda a matéria do edifício será a do betão aparente texturado, evidenciando as zonas de opacidade, dando ao edifício um peso que depois será negado pela própria concepção da estrutura», lê-se no documento, que acrescenta que serão também utilizados materiais como madeiras, borracha ou pedras, que «irão definir os ambientes de cada um dos diversos espaços». in http://www.aveiro.co.pt/noticia.aspx...ro%20AmbientalCâmara Municipal de Aveiro assinou no dia 22 de Setembro, o auto de consignação da obra do CMIA - Centro de Monitorização e Interpretação Ambiental com o empreiteiro ACF – Arlindo Correia & Filhos, SA Braga. O Centro Interpretativo Ambiental será construído junto ao Tir-Tiff e resultará na criação de um equipamento museológico, permitindo ao visitante o acompanhamento necessário à interpretação das salinas enquanto espaço natural e ambiental, em estreita relação com a laguna, e será, em simultâneo, uma mais-valia do Ecomuseu Museu Marinha da Troncalhada enquanto sítio integrado na Sal Tradicional Rota do Atlântico, criada no âmbito do projecto Sal do Atlântico. Miguel Capão Filipe, Vereador responsável pelo Pelouro dos Assuntos Culturais, destaca que “o Centro de Monitorização e Interpretação Ambiental constitui uma mais valia para a expansão do Museu da Cidade de Aveiro que integra os vários espaços museológicos municipais do Concelho e para a sua importância para a política ambiental”. O valor da adjudicação é de 739.841,41€, sendo comparticipado pelo PORC – Eixo 3 – Medida 3.13 – Ambiente com 478.018,89€, estando previsto terminar dentro de seis meses. A área bruta de construção é de 240.00 m2, ficando no piso 0 a entrada, recepção/bar e espaço técnico; no piso 1 haverá uma sala com pequeno auditório, gabinete de trabalho e instalações sanitárias e no último piso, haverá terraço/cobertura acessível. O Centro Interpretativo e Ambiental – Ecomuseu Marinha da Troncalhada será integrado no conceito de museu polinucleado – Museu da Cidade de Aveiro – composto pelo Museu da Cidade (centro nevrálgico), pelo Núcleo Arte Nova, pelo Ecomuseu Marinha da Troncalhada e Museu – Centro Interpretativo e Ambiental e pelo Museu Etnográfico de Requeixo. O Centro de Monitorização e Interpretação Ambiental tornar-se-á um espaço de acolhimento e contextualização pedagógico formulado numa lógica de serviços educativos integrados no Museu da Cidade, para além de constituir um centro Pedagógico Ambiental. O projecto de arquitectura foi concebido pelo *atelier de santos, arquitectura sob a alçada de Pedro Machado Costa e Célia Gomes. O Centro de Monitorização e Interpretação Ambiental será “um meio, um instrumento de descoberta, que permita – de forma franca – o estabelecimento de um diálogo activo entre os futuros utentes e o lugar” realçou o arquitecto responsável pelo projecto. in http://www.cm-aveiro.pt/www/Template...d_object=30770Aveiro: Financiamento permite retomar obras no centro de monitorização ambiental 06 Jun 2011, 13:42 As obras do centro de monitorização e interpretação ambiental (CMIA) estão em vias de ser retomadas. A Câmara de Aveiro só agora assegurou o financiamento necessário para prosseguir os trabalhos. A expectativa da autarquia é concluir o edifício, junto ao Tir-Tif, contíguo à marinha da Troncalhada, até ao final do Verão. Os trabalhos, que arrancaram no mandato anterior, encontram-se suspensos há vários meses. A construção foi adjudicada por quase 750 mil euros mas o valor terá sido ajustado. Um contrato assinado entre a Autoridade de Gestão do Programa Operacional Regional do Centro e a Comunidade Intermunicipal da Região de Aveiro, em Abril, prevê um investimento de 912.589 euros, comparticipado em 730.071 euros. O edifício faz parte do projecto museológico na zona das salinas, onde a autarquia mantém uma das últimas marinhas em funcionamento. Com 240 metros quadrados de área, tem dois pisos com auditório, gabinete de trabalho e um terraço acessível, devendo acolher actividade pedagógicas (educação ambiental) e de divulgação do salgado. O CMIA / Ecomuseu Marinha da Troncalhada fazia parte do projecto de criar um museu polinucleado na Cidade de Aveiro. O projecto de arquitectura é Pedro Machado Costa e Célia Gomes. in http://www.noticiasdeaveiro.pt/pt/22346/aveiro-financiamento-permite-retomar-obras-no-centro-de-monitorizacao-ambiental/ Quote
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