JVS Posted July 2, 2010 Report Posted July 2, 2010 No dia sete de Maio, o Salão Nobre da Câmara Municipal, recebeu a apresentação da Nova Estação Central de Coimbra para as redes de Alta Velocidade e Convencional. Nesta cerimónia, foi feita a apresentação do projecto da Rede de Alta Velocidade, dos Estudos Urbanísticos para a Entrada Poente e Nova Estação Central de Coimbra (Interface Intermodal), e foi ainda assinado o protocolo de colaboração para o projecto de construção da estação. No início da sessão usando da palavra o Presidente da RAVE e da REFER, Engenheiro Luís Filipe Pardal, disse que "a REFER e RAVE se têm empenhado em estudar as estações necessárias para a implementação da rede de alta velocidade, de forma a contemplar processos integrais e englobados, nas duas redes". Referindo-se ao caso de Coimbra, Luís Filipe Pardal, referiu que "foram pensadas várias soluções para implantação da estação, acabando por se optar pela localização, a uma centena de metros a norte da actual". Seguidamente o Engenheiro Carlos Fernandes e o Engenheiro António Laranjo da RAVE fizeram a apresentação do projecto da Rede de Alta Velocidade, com enfoque no troço Lisboa-Coimbra, integrado no eixo Lisboa-Porto. Referindo-se ao troço Lisboa-Coimbra, Carlos Fernandes disse que "a construção nunca começará antes de três anos". Para ele há "um conjunto de vantagens em não adiar" o comboio de alta velocidade. Como explicou o troço Lisboa-Porto representa um investimento de 4,5 milhões de euros. "Se os 1,5 milhões de euros de fundos comunitários não forem utilizados, terão de ser devolvidos", continuou. A fase de construção da nova estação poderá fazer com que sejam criados "100 mil postos de trabalho, além da potencial participação da indústria nacional entre 80 a 85%.", concluiu. Carlos Fernandes referiu, ainda, que a introdução da alta velocidade vai contribuir para o «bem-estar social», além de gerar riqueza. "A actual linha do norte está no limite da capacidade, com a circulação diária de 620 comboios e 46 milhões de viagens por ano", disse Carlos Fernandes, que espera que "com a introdução do TGV, se maximize as duas redes". Seguidamente o Professor Juan Busquets, autor do projecto, apresentou a Nova Estação e a sua envolvente urbanística. Durante esta cerimónia foi assinado, entre a Rede Ferroviária de Alta Velocidade SA, a Rede Rodoviária Nacional E.P.E. e o Município de Coimbra um protocolo relativo à construção da Nova Estação Central de Coimbra. Este protocolo tem por objectivo definir os ternos de colaboração entre as partes, em tudo o que se relacione com o projecto de construção desta estação para a rede ferroviária de alta velocidade e rede convencional, e com os impactos no tecido urbano na sua envolvente. À RAVE compete a coordenação e o desenvolvimento dos estudos e trabalhos necessários à formação de decisões de planeamento, financiamento, e construção e exploração de uma rede ferroviária de alta velocidade a instalar em Portugal Continental. A REFER será a entidade gestora da infra-estrutura ferroviária nacional que integra a estações ferroviárias das redes de alta velocidade e convencional. Ao Município de Coimbra estão cometidas amplas atribuições em matérias de planeamento, licenciamento e fiscalização das obras particulares da cidade. No final da cerimónia, Carlos Encarnação, Presidente da Câmara Municipal de Coimbra disse, no uso da palavra, que "não precisava de ser convencido para aderir à alta velocidade". Para ele as muitas viagens que fez entre Coimbra e Lisboa, eram sempre mais agradáveis em comboio do que em carro. Portanto, para Carlos Encarnação, "não há problema quanto à alta velocidade", uma vez que não é ele quem tem que decidir, "e aquele que tiver que decidir terá que o fazer sem titubear". Carlos Encarnação ficou satisfeito quando a RAFE foi clara e se criou um diálogo frutuoso com a equipa liderada por António Laranjo. A Câmara Municipal de Coimbra e a REFER vão alterar o protocolo com vista à requalificação da frente ribeirinha. Está patente no átrio da Câmara Municipal de Coimbra uma exposição explicativa da Nova Estação Central de Coimbra. Fonte: website da CMC. IN http://www.skyscrapercity.com/showthread.php?t=1111957A RAVE, a REFER e a Câmara Municipal de Coimbra assinaram hoje o Protocolo de colaboração para o projecto de construção da nova Estação Central de Coimbra, que irá integrar as linhas ferroviárias convencional e de Alta Velocidade, o Sistema de Mobilidade do Mondego e os transportes rodoviários. Foram apresentados hoje os Estudos Urbanísticos para o Plano de Urbanização da Entrada Poente e Nova Estação Central de Coimbra, abrangendo uma área de 107 ha, adjudicados à BAU, B. Arquitectura y Urbanisme, e coordenados pelo Prof. Joan Busquets. A nova estação ficará localizada na proximidade da actual Estação de Coimbra B, e irá potenciar a reconversão urbanística de toda a zona envolvente e desenvolver um novo espaço da cidade, integrando-a na malha urbana e reforçando o impacto positivo desta nova infra-estrutura na economia local. Os estudos desenvolvidos integram uma estrutura verde que se articula com as áreas naturais envolventes, permitindo a continuidade do Vale de Coselhas até ao Choupal. Foi ainda elaborada uma maqueta de toda a zona de intervenção, para ensaio de soluções volumétricas, em particular na zona envolvente à nova Estação de Coimbra, e melhor visualização das soluções alternativas pelas diferentes entidades envolvidas na aprovação do Plano. Esta maqueta foi hoje apresentada e estará exposta ao público nos Paços do Concelho em Coimbra. Protocolo de Cooperação O projecto de construção da Estação Central de Coimbra, para as redes de alta velocidade e convencional, é um projecto de interesse nacional, com impacto na esfera de responsabilidades de diversas entidades entre as quais se destacam: •A RAVE, a quem compete a coordenação e o desenvolvimento dos estudos e trabalhos necessários à formação de decisões no âmbito do Projecto de Alta Velocidade português; •A REFER, como entidade gestora da infra-estrutura ferroviária nacional; e •O MUNICÍPIO DE COIMBRA, a quem estão atribuídas responsabilidades em matéria de planeamento na cidade de Coimbra. Para a execução deste projecto, que exige a partilha de informação e a conjugação de esforços das entidades intervenientes, foi hoje assinado um protocolo que define os termos da cooperação entre a RAVE, a REFER e o Município de Coimbra, no desenvolvimento do projecto de construção da Estação Central de Coimbra e da sua integração no tecido urbano envolvente. A Estação Central de Coimbra No eixo Lisboa-Porto, do projecto de Alta Velocidade, está prevista a construção da nova Estação Central de Coimbra, que integrará os serviços das redes de alta velocidade, convencional e metro ligeiro de superfície. O programa preliminar da Estação, que será incluído no concurso para a ligação Lisboa-Coimbra (PPP3), contemplará a intermodalidade e interoperabilidade da estação sob o aspecto ferroviário e ainda a ligação ao Sistema de Mobilidade do Mondego, cujo projecto está em desenvolvimento e construção. Este novo complexo intermodal de transportes terá também um terminal rodoviário e um parque de estacionamento, e permitirá uma fácil tomada e largada de passageiros. A localização da Estação Central de Coimbra permitirá um novo enquadramento da sua acessibilidade local, através do prolongamento da Av. Fernão Magalhães, das reformulações da EN111 e da Av. Marginal. Quanto às ligações regionais, está prevista a continuação e fecho do Anel da Pedrulha, com a ligação da EN111 (Figueira da Foz) ao IC2. Avaliação ambiental Foi emitida Declaração de Impacte Ambiental (DIA) favorável para o troço Soure - Mealhada (Lote :s, da Ligação Ferroviária de Alta Velocidade entre Lisboa e Porto, com uma extensão aproximada de 70 km. A DIA, emitida a 27 de Abril de 2010 pelo Ministério do Ambiente, foi condicionada à integração no projecto de execução de um conjunto de medidas de minimização, de compensação e de programas de monitorização, a concretizar no Relatório de Conformidade Ambiental do Projecto de Execução. Neste troço está prevista a nova Estação de Coimbra, a norte da actual Estação de Coimbra-B, na zona do Loreto. A chegada de Sul à futura estação obriga à travessia do Mondego, que será feita em túnel, a jusante do açude Ponte de Coimbra. Imediatamente a norte da nova estação será instalado um Aparelho de Mudança de Bitola (AMB), que permitirá a articulação da Linha de Alta Velocidade com a rede ferroviária convencional, promovendo, assim, a interoperabilidade e a flexibilidade do sistema ferroviário nacional. Eixo Lisboa – Porto A linha de Alta Velocidade Lisboa – Porto trará importantes benefícios resultantes da transferência de passageiros e mercadorias de outros modos de transporte para a ferrovia, de que se destacam a redução do tempo de viagem e da sinistralidade rodoviária, a melhoria da qualidade do ar e a redução das emissões poluentes. A análise custo-benefício realizada para este eixo aponta para uma TIR (taxa de rendibilidade económica) de 10,8%. A linha de alta velocidade permitirá uma viagem directa entre Coimbra e Lisboa em 45m e de Coimbra ao Porto em 30m e a redução para menos de metade do tempo actual de viagem entre Lisboa e Porto (de 2h35m para 1h15m). A transferência dos comboios de longo curso para a linha de Alta Velocidade irá reduzir o congestionamento que hoje se verifica na Linha do Norte, e aumentar a capacidade da linha para comboios de mercadorias, suburbanos e regionais, contribuindo para a melhoria destes serviços. 07-05-2010 No website da RAVE in http://www.skyscrapercity.com/showthread.php?t=1111957 Estação CentralNova estação de Coimbra adiada dois anos em três semanas Administrador da RAVE considera que «há um conjunto de vantagens» em não adiar o eixo Lisboa-Porto do TGV Em cerca de três semanas, o prazo para a entrada em funcionamento da nova Estação Central de Coimbra passou de 2015 para 2017. À margem da sessão pública de apresentação do plano de urbanização da zona envolvente à estação intermodal, Carlos Fernandes, administrador da Rede Ferroviária de Alta Velocidade (RAVE), adiantou que o concurso para a parceria público-privada do troço Lisboa-Coimbra deverá ser lançado «até daqui a 12 meses», decorrendo durante dois anos, pelo que, «a construção nunca começará antes de três anos», explicou. Recorde-se que, em meados de Abril, quando foi instalada no átrio da autarquia a maqueta do plano de urbanização, assinado por Juan Busquets, a RAVE adiantou que o respectivo concurso deveria arrancar no final de 2010, prevendo-se que a estação pudesse estar a funcionar em cinco anos. Na sessão pública, que decorreu no salão nobre dos Paços do Concelho, Carlos Fernandes realçou que há «um conjunto de vantagens em não adiar» o comboio de alta velocidade, que, entre Lisboa e Porto, representa um investimento de 4,5 milhões de euros. A começar pelo aproveitamento de 1,5 milhões de euros de fundos comunitários, que, se não forem utilizados, terão de ser devolvidos. Depois, há a possibilidade de, durante a fase de construção, serem criados 100 mil postos de trabalho, além da potencial participação da indústria nacional entre 80 a 85%. Por fim, sublinhou o administrador, as condições actuais do mercado permitem realizar a obra a custos mais reduzidos, o que representa «avultadas poupanças nos custos de construção e manutenção». A título de exemplo, Carlos Fernandes lembrou que o contrato para a área entre o Poceirão e Caia, que será hoje assinado, sofreu uma redução de custos de 40% entre 2005, altura em que foi apresentada, e Junho de 2009, passando de 2,2 milhões de euros para 1,3 milhões. Realçando que a introdução da Alta Velocidade vai contribuir para o «bem-estar social», ao mesmo tempo que gera riqueza e desenvolvimento económico – prevê-se um aumento cumulativo de receitas fiscais seis vezes superior ao custo da obra -, Carlos Fernandes sublinhou que a Linha do Norte se encontra «no limite da capacidade, com a circulação diária de 620 comboios e 46 milhões de viagens por ano. Com a introdução do TGV, espera-se a maximização das duas redes, frisou. Em termos da rentabilidade sócio-económica, na análise custo-benefício, prevê-se um retorno aproximado de 11%, «um resultado espantoso», em que entram várias variáveis: criação de emprego, redução de acidentes, ganhos ambientais, poupança de tempo, resultado de exploração e pagamentos do Estado. Luís Filipe Pardal, presidente da RAVE e da Refer reconheceu que se trata de um processo «relativamente exigente», que só é possível com a colaboração de entidades com competências distintas, como os municípios. Por isso mesmo, foi ontem assinado um protocolo de colaboração entre a RAVE, Refer e Câmara de Coimbra para o projecto de construção da nova estação central, que integrará as linhas ferroviárias convencional e de alta velocidade, o Sistema de Mobilidade do Mondego e os transportes rodoviários. Museu de Arte Contemporânea na Estação Nova A Câmara Municipal de Coimbra e a Refer vão alterar o protocolo com vista à requalificação da frente ribeirinha, que contempla também o aproveitamento da Estação Nova, que será desactivada em breve. A ideia, explicou Carlos Encarnação, é instalar em Coimbra-A o Museu de Arte Contemporânea que irá acolher a colecção privada de Telo de Morais, cedida à autarquia e exposta no Edifício Chiado. O que estava previsto inicialmente era um pólo sócio-cultural, no entanto, Carlos Encarnação considera que, com o Convento de S. Francisco, deixa de fazer sentido um equipamento deste género, daí que tenha sugerido a alteração ao presidente da Refer. Avaliação ambiental favorável ao túnel sob o rio A Declaração de Impacte Ambiental (DIA) para o troço Soure-Mealhada da ligação ferroviária de Alta Velocidade entre Lisboa e Porto é a favor da solução em túnel para a travessia do Rio Mondego, a jusante do açude-ponte de Coimbra. Emitida a 27 de Abril pelo Ministério do Ambiente, a DIA está condicionada à integração no projecto de execução de um conjunto de medidas de minimização, de compensação e de programas de monitorização. Segundo Carlos Fernandes, é normal, as avaliações ambientais terem «pequenos pontos que é preciso corrigir, mas são coisas mínimas», explicou. Diário de Coimbra Coimbra: Estação central integra TGV, Metro e Linha do Norte Um protocolo de colaboração subjacente ao projecto de construção da futura estação ferroviária central de Coimbra foi assinado, hoje, pelo presidente da Câmara local e pelos seus homólogos das empresas RAVE e Refer. O prometido complexo irá integrar a Rede de Alta Velocidade, as linhas ferroviárias convencionais e a do Sistema de Mobilidade do Mondego (Metro de superfície). A nova estação ficará situada um pouco a Norte da actual de Coimbra-B, esperando-se que potencie a reconversão urbanística de toda a zona envolvente. Neste contexto, foram apresentados estudos atinentes ao Plano de Urbanização da entrada citadina a Noroeste de Coimbra. Durante alguns anos, foi equacionada a coexistência da estação de Coimbra-B com a criação de outra vocacionada para a Rede de Alta Velocidade (TGV), cuja implantação chegou a estar prevista numa de duas freguesias a Poente de Coimbra, Ribeira de Frades ou Taveiro. Segundo foi anunciado, o futuro complexo intermodal de transportes incluirá um terminal rodoviário e um parque de estacionamento. O TGV entrará em Coimbra (no sentido Sul / Norte) através de um túnel sob o planalto de Santa Clara e o rio Mondego. O protocolo, subscrito por Carlos Encarnação e por Luís Pardal (presidente da Rede Ferroviária Nacional e da Rede de Alta Velocidade), define os termos da cooperação entre a Câmara conimbricense e as referidas empresas. Segundo Carlos Fernandes, um dos gestores da RAVE, o TGV irá permitir viajar em 45minutos de Coimbra a Lisboa e em meia hora entre Coimbra e Porto, garantindo a ligação entre as duas principais cidades portugueses num horizonte de 75 minutos (em vez das duas horas e meia actualmente necessárias). Campeão das Províncias Diário da República, 2.ª série — N.º 87 — 6 de Maio de 2009: CÂMARA MUNICIPAL DE COIMBRA Aviso n.º 9123/2009 João José Nogueira Gomes Rebelo, vice-presidente da Câmara Municipal de Coimbra: Torna público, nos termos e para os efeitos do disposto nos n.os 1 e 2 do Artigo 77.º do Decreto-Lei n.º 380/99, de 22 de Setembro, com a redacção dada pelo Decreto-Lei n.º 310/2003, de 10 de Dezembro, Decreto-Lei n.º 316/2007, de 14 de Setembro e Decreto-Lei n.º 46/2009, de 20 de Fevereiro que, por deliberação de 30 de Março de 2009, foi determinada a elaboração do “Plano de Urbanização da Entrada Poente e Nova Estação Central de Coimbra (Interface Intermodal)”, para uma área de cerca 107ha identificada na planta anexa, obedecendo aos seguintes termos: * Situação de “pórtico” como referência de entrada na Cidade pelo seu lado Norte e Poente; * Articulação com a Cidade designadamente com o Choupal, EN 111-1/ Campos do Bolão, Loreto/ Pedrulha, Monte Formoso/ R. do Padrão/ Av. Fernão de Magalhães e Estrada de Coselhas/ Rua de Aveiro; * Reforço das continuidades naturais e ambientais: linhas de água e de drenagem natural, Leito Periférico Direito, Vale de Coselhas e Choupal; * Articulação com estudos e compromissos existentes: rectificação do IC2 e nova ponte sobre o Mondego; traçado do Metro Ligeiro do Mondego e possibilidade de sua extensão para Norte; * Consideração de uma gare intermodal que associe e articule os diferentes modos de transporte: -Ferroviário (Metro Ligeiro, RAVE, Linha do Norte, etc.); -Rodoviário (transportes urbanos, suburbanos e expresso, táxis e privados); -Ciclovia, e tipos de uso: -Passageiros; -Mercadorias (pequenas cargas); * Consideração de um pavilhão multiusos com uma capacidade próxima dos 5.000 lugares sentados; * Estacionamento com características de “park&ride”; * Consideração de adequadas acessibilidades, nomeadamente infraestruturas viárias: Anel da Pedrulha, EN111-1 e reformulação da Casa do Sal; * Consideração de uma cota mínima de soleira de 15,2m de acordo com indicações do Ministério do Ambiente/ Instituto da Água; * Articulação com o processo de revisão do Plano Director Municipal e Plano de Urbanização da Cidade de Coimbra, de âmbito mais alargado e em curso. Os cidadãos interessados dispõem do prazo de 30 dias, a contar da data de publicação do presente aviso, no Diário da República, para a formulação de sugestões bem como apresentação de informações sobre quaisquer questões que entendam dever ser consideradas no âmbito da elaboração do Plano de Urbanização. As sugestões e outras informações acima referidas devem ser apresentadas por escrito no prazo mencionado, na Divisão Administrativa e de Atendimento desta Câmara Municipal (Praça 8 de Maio) durante o horário de expediente (8h30m às 16h30m). Quaisquer informações que se mostrem necessárias poderão ser obtidas na Divisão de Planeamento Urbanístico e Projectos Especiais desta Câmara Municipal, sita na Casa Aninhas — Praça 8 de Maio. 14 de Abril de 2009. — O Vice-Presidente da Câmara, João José Nogueira Gomes Rebelo. via http://www.skyscrapercity.com/showthread.php?t=1111957 Quote
Recommended Posts
Join the conversation
You can post now and register later. If you have an account, sign in now to post with your account.