m a r g a r i d a Posted October 30, 2009 Report Posted October 30, 2009 Já abriu a Casa da Vodafone no Porto Foi hoje inaugurado, na Avenida da Boavista, o novo edifício da Vodafone. Com uma arquitectura arrojada, a fazer lembrar a do edifício projectado por Rem Koolhaas junto à Rotunda da Boavista, o novo espaço será a sede da empresa de telecomunicações no Porto À margem da cerimónia, o presidente António Carrapatoso sublinhou a aposta da Vodafone «em continuar a alargar a oferta da empresa na rede fixa de banda larga».No novo edifício, ficarão instalados uma loja de 600 metros quadrados, o serviço de apoio a clientes, os escritórios e um laboratório de assistência técnica a equipamentos terminais. António Coimbra, presidente executivo da Vodafone, sublinhou ainda que o moderno edifício oferece «excelentes condições de trabalho aos colaboradores da empresa no Porto». Para além de um jardim, cujo desenho reflecte a arquitectura do próprio edifício, as instalações, onde funcionam 240 postos de trabalho, contam ainda com estacionamento, restaurante, cafetaria, auditório, salas de reunião, formação e videoconferência, e vistas fantásticas sobre a cidade.A aposta na segunda cidade do país aconteceu naturalmente, disse Carrapatoso, uma vez que a Vodafone «sempre teve uma posição muito forte no norte do país e, especialmente, no Porto», onde é líder do segmento móvel «quase desde o início». O projecto escolhido, de entre 20 propostas, foi o dos arquitectos José António Barbosa e Pedro Guimarães. «Quando recebemos o convite para o concurso de ideias, em Junho de 2006, passava na rádio um spot publicitário que dizia: Vodafone, a vida em movimento. Pensamos que o novo edifício devia ser fiel a esta filosofia», explicou Barbosa. O edifício de oito pisos, construído em betão armado, «está suportado por esta casca estrutural como se de um ovo se tratasse», comparou o arquitecto. A empresa agradeceu publicamente o apoio da autarquia portuense nos processos de licenciamento. Rui Rio, que elegeu como uma das prioridades do seu terceiro mandato à frente dos destinos da Invicta a competitividade económica da cidade, explicou que este era «um esforço que a Câmara do Porto estava obrigada a fazer», o de tentar baixar «os chamados custos de contexto» ao nível mais baixo possível. Crescer no segmento fixo «A aposta da empresa é explorar todas as possibilidades do móvel mas olhar para a banda larga fixa como uma forma cuidada, para desenvolvermos acções para termos uma oferta cada vez mais competitiva nessa área», disse ao SOL António Carrapatoso, sublinhando que a Vodafone tem vindo a «convergir com o seu concorrente que é líder de mercado, a TMN, sendo, neste momento, quase co-líder, com uma cota de 40% e que tem vindo a subir». A Vodafone quer sobretudo crescer no mercado não móvel. Carrapatoso entende que a decisão do governo de abrir concursos para as redes de banda larga apenas nas zonas do interior veio «condicionar o mercado», mas avança que a empresa terá agora em atenção a forma como vai «evoluir o mercado em termos da sua área grossista, nomeadamente nas zonas rurais» e ponderar se «há oportunidade ou não de fazer associações com os outros agentes do mercado de telecomunicações para criar redes conjuntas com eles». A estratégia para os próximos tempos passa também por «expandir a base dos clientes do IPTV». A Vodafone quer ser, «cada vez mais, um prestador de serviços de comunicações globais». http://sol.sapo.pt/PaginaInicial/Economia/Interior.aspx?content_id=152395 Quote margarida duarte
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