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Arquitectura.pt


tatlin

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  1. [ame="

    "]YouTube - Eddie Vedder - Society - Into the Wild Soundtrack[/ame] [ame="http://www.youtube.com/watch?v=UDorNilxPUY"]YouTube - Into The Wild O.S.T - Eddie Vedder - Hard Sun - Music Video[/ame] [ame="
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  2. vOid até que enfim alguem coloca a questão do nó viario. Não percebo todo o mal estar causado por este edificio, se fosse mais uns bloco de apartamentos não dava tanto celeuma. O grande problema do Largo do Rato é ter sido transformado num nó viario sem nenhum significado urbano, esta situação poderia ser resolvida alterando o desenho do chão sem grandes custos para a camara. Naquele local podia nascer uma praça/praceta para a cidade de Lisboa que sente muita falta de espaços publicos qualificados e dirigidos ao peão. Em vez disso discute-se um projecto feito por duas equipas de arquitectos que dão total garantia da qualidade deste e um projecto que pelo ser caracter compacto ajuda na defenição do espaço urbano. O desejo de muita gente parece ser o de deixar o Largo do Rato como está transformado num nó viario.


    Imagem colocada
    (Convento das Trinas - Largo do Rato, Santa Isabel
    Fotografia de 1943, Eduardo Portugal)


    Imagem colocada
    (Largo do Rato, por Eduardo Portugal em 1935)

    Este lugar nasceu no cruzamento de vários caminhos que faziam o escoamento do trânsito da cidade.

    Além da antiga Cotovia, agora Escola Politécnica, ali entroncavam também o Salitre, proveniente das Hortas de Valverde e Rua das Pretas, o caminho de São Bento, que nascia na Boavista, junto ao rio, a estrada de Campolide, hoje rua das Amoreiras e, por fim, duas estreitas azinhagas que levavam uma ao alto de Campo de Ourique, a actual rua do Sol, e outra aos terrenos da quinta dos padres do Oratório.

    O nome desta zona tem origem na alcunha que popularizou o esquecido patrono do Convento Trino, que domina o largo, e até finais do século XIX o único edifício de características nobres. Em 1621, Manuel Gomes de Elvas, influente cristão-novo de Lisboa, ali fundou um convento para Senhoras da Ordem da Santíssima Trindade, o primeiro desta Ordem em Lisboa. Depois da sua morte continuou a ser apadrinhado pelos seus descendentes, um deles, Luís Gomes de Sá e Meneses, tinha por alcunha “o Rato”, alcunha que se apegou ao convento e estendeu-se ao largo fronteiro. O edifício, que hoje se vê, foi profundamente alterado ao longo dos tempos e, entre 1881-85 – depois da extinção dos conventos –, sucessivamente adaptado para outros fins.

    A construção do Aqueduto tornou o lugar mais procurado, e a consequente abundância de água permitiu a instalação de algumas indústrias como a “Real Fábrica das Sedas”, a “Real Fábrica de Loiça do Rato”, e a inauguração, em 1744, do chafariz na esquina com a rua da Escola Politécnica.

    Em 1781 Luís José de Brito, "Contador do Real Erário e tesoureiro das contribuições para a superintendência das obras das Águas Livres", construiu uma enorme casa-nobre com dois pisos: o inferior com janelas de peito, o segundo de sacadas e, ao centro, um enorme portal de acesso sustenta um janelão com varanda, ao gosto da época.

    Depois da morte de Brito o palácio foi comprado pelo barão de Quintela. Aqui viveu a sua filha D. Maria Gertrudes e o marido, 4º conde da Cunha. Neste palácio se deram as festas mais badaladas da Lisboa cabralista. Em 1839, a casa é aumentada à custa da fábrica de loiça e os donos mandam construir uma capela, hoje mais conhecida por “capela do Rato”, onde se realizou a célebre vigília contra a guerra colonial nos dias 30 e 31 de Dezembro de 1972. Em 1876, os problemas financeiros dos marqueses de Viana obrigam à alienação do palácio, sendo adquirido pelo visconde de Monforte. Até à sua venda ao Partido Socialista foi propriedade dos marqueses da Praia e Monforte.

    Só nos finais do século XIX o velho largo, cujo crescimento não tinha merecido qualquer atenção por parte das autoridades, conhece alguma disciplina urbana mantendo o seu carácter de largo de cruzamento de caminhos. Abriu-se a rua Alexandre Herculano, ligando o local à avenida Liberdade, cerca de 1930 cortou-se a avenida Pedro Álvares Cabral, ligando à Estrela, e depois a rua de D. João V.

    Numa tentativa de homenagear a República dos Estados Unidos do Brasil, a jovem República Portuguesa tentou mudar-lhe o nome para Praça do Brasil, esforço inglório. Não obstante o total desconhecimento do "Rato", patrono do convento Trino, os lisboetas resistiram à mudança toponímica.

    - Revelar Lisboa

    (Publicado originalmente no CDS-PP Santa Isabel)


    http://carmoeatrindade.blogspot.com/2007_04_01_archive.html
  3. Durante a minha estadia no Porto vi este edificio ser construido sem saber para que se destinava, normalmente reparava nele e parava para ver a sua construção depois de uma saida para compras no Norteshopping, parece um edificio muito bem concebido, por acaso não sabia essa das saidas de emergencia nos hospitais. Como já se disse anteriormente Portugal em algumas areas tem um grande atraso em termos de infraestruturas relativamente aos paises mais desenvlvidos, isso é uma coisa que o Eduardo Souto Moura refere sempre nas suas entrevistas,para isso basta ver as mais recentes escolas e hospitais em Espanha, Holanda, etc... Apesar de já conhecer o arquitecto Carlos Prata não tinha bem ideia da extenção da sua obra e da qualidade da mesma, que se iguala a qualidade deste projecto, de facto tem projectos muito interessantes no seu site.

  4. A grande diferença que vejo ser atribuida ás duas series de três filmes é a falta do politicamente incorrecto da ultima série a ser realizada. Pessoalmente concordo bastante com esta critica. Sobre esta animação aquilo que mais me aborreceu foi a péssima montagem, sem o ritmo dos primeiros filmes ou do ultimo filme da segunda serie, o argumento (se é que existe argumento) estapafurdio e banal (mais valia filmarem o Darth Vader a fazer as compras da semana) que podera ficar bom num mal episodio de uma serie mas nunca num filme onde se pagam 5 Euros de bilhete. Faz lembrar-me, por contraste, os filmes do Dragon Ball que geralmente ficam bem melhores que qualquer episodio da serie a todos os niveis.

  5. Bom eu não sei se é mesmo muito mal porque deu-me o sono e estive a dormir a meio do filme, mas daquilo que vi é mesmo muito rasca... Muito muito mauzinho.... Já o Wall.e teve uma primeira parte fantastica a segunda não gostei la muito, mesmo assim esta ao nivel de qualquer bom filme animado, agora a primeira parte esta muito boa.

  6. California, Nevada, Novo Mexico, Arizona e Texas é tudo praticamente a mesma coisa... Mas mesmo assim é interessante ver as diferenças entre estes estados. O Nevada sendo um estado absolutamente desertico, sem grandes recursos teve de criar os seus proprios recursos para sobreviver... ex: aceitar Testes nucleares no seu territorio assim como uma base militar muito conhecida, Las Vegas, Intervenções de Land Art... Basicamente uma é de "caixinha" de areia.

  7. O que sei do autor deste projecto é que é de Lisboa, gosto do projecto embora o resultado seja uma amalgama, a residencial tem um tratamento totalmente diferente da estação antiga, da nova cobertura e da estação rodoviaria e estas são diferentes entre si. Para quem passa por la parece que, mesmo aquilo que esta construido não esta acabado dou o exemplo do pavimento em beão da praça de entrada na estação.

  8. Baixando um bocadinho o nivel....

    Imagem colocada

    Esteve melhor que o primeiro filme, mas podia estar ainda melhor. o realizador parece o mais acertado para este genero de filme, no entanto há uma certa indefenição no genero de filme que se queria fazer, por vezes parece um filme de super herois outras parece algo semelhante a um de aventuras e as vezes um policial.... O filme deveria ser na minha opinião bem mais Barroco e assumir o caracter de aventura que é onde este universo se encaixa melhor e com este argumento até podia ser dividido em três partes tipo senhor dos aneis. Pelo menos sai bem satisfeito do cinema coisa que já a algum tempo é raro, para quem gosta deste tipo de filme aconselho vivamente a ver.

  9. O interior é claramente do Siza Vieira, alias grande parte da intervenção é de interiores visto o exterior estar defenido previamente lembro-me quando esta escola foi inaugurada costumava aparecer em monografias com fotografias do interior onde isso se via muito bem, na altura muito provavelmente seria dos espaços mais "sizianos" até então. Não vejo quais são os problemas que encontram no interior, falta de espaço? os "bonecos" coloridos colados na parede? Vejo isso em todos os infantarios, o mesmo acontece no infantario em frente a minha casa feito também por um conhecido arquitecto do Porto

  10. Andava com a duvida da defenição de atmosfera, pois o tema também me interessa um pouco, por isso fui ver ao dicionario e aparece isto:

    atmosfera

    do Gr. atmós, vapor + sphaîra, esfera

    s. f.,
    camada gasosa que envolve a Terra;
    o ar, o espaço em que respiramos;

    Mecân.,
    a unidade de pressão de gases e vapores;
    unidade de tensão ou força elástica dos fluidos;

    fig.,
    ambiente moral.

    Agora tenho a duvida do que significara ambiente moral. O que é que entendem por ambiente moral?????

  11. Pelo que ouvi nos Estados Unidos havia exames de caligrafia ou esta era avaliada de alguma forma para permitir o ingresso dos estudantes ao curso de arquitectura. Para ver mais um exemplo desta caligrafia e da forma como é importante para comunicar os projectos nesse pais (onde se escreve muito nos desenhos dos projectos) é ver os livros do Francis Ching...

  12. Não concordo com a separação feita neste tópico entre desconstrutivistas e contextualista apesar de ser uma separação muito comum. Isto porque muita da arquitectura dita desconstrutivista é bastante contextual, como por exemplo quase toda a obra do Gerhy (ver o museu gugenhein de Bilbao) e do próprio Peter Eisenman (casa Guardiola, Wexner center), são obras que têm pelo menos uma relação genérica com o contexto, isto acontece também com muitas obras dos arquitectos referidos como contextualistas. No mesmo grupo dos ditos contextualistas incluía o Siza que muitas vezes faz um objecto que não precisa de grandes referencias vindas do contexto em que se insere e que ficaria bem inserido em diferentes lugares.
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