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Arquitectura.pt


tatlin

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Posts posted by tatlin

  1. Coloquei um texto sobre este tema noutro tópico sobre uma obra do mesmo autor do projecto do terminal de cruzeiros, achei por bem coloca-lo aqui também onde poderá ter mais significado:

    Sobre o terminal de cruzeiros discordo sobre tudo do programa, ao contemplar um hotel quando primeiro as pessoas que atracam no terminal já têm hotel (o navio de cruzeiro) e as pessoas que puderam começar em Lisboa o seu cruzeiro coisa que hoje não acontece mas que é intenção do porto de Lisboa e da CML pode ficar nos hotéis já existentes beneficiando assim a cidade e não criando mais uma estrutura que compete com os serviços já prestados pela cidade nessa área.
    Outra questão que também não gosto no terminal de cruzeiros é o tratamento do chão, muito devido a existência do hotel, feito uma manta de retalhos com acessos para tudo cargas, descargas, bombeiros, etc. quando aquela zona esta a pedir uma praça ou um facto urbano que funcione como porta da cidade.
    Sobre a arquitectura que é o que ao arquitecto diz respeito não gosto muito mas posso aceitar, aquilo que mais me aflige no projecto é o conjunto de formas escolhidas para o terminal, no meu entender não respeitam as formas compactas e ortogonais do neoclássico museu do exército e da estação de campanha. Sobre a galeria de acesso aos vários navios estando ela elevada permitindo assim o aceso das pessoas ao rio e sendo uma forma não fragmentada por mim não tem grande problema.

  2. Sobre o terminal de cruzeiros discordo sobre tudo do programa, ao contemplar um hotel quando primeiro as pessoas que atracam no terminal já têm hotel (o navio de cruzeiro) e as pessoas que puderam começar em Lisboa o seu cruzeiro coisa que hoje não acontece mas que é intenção do porto de Lisboa e da CML pode ficar nos hotéis já existentes beneficiando assim a cidade e não criando mais uma estrutura que compete com os serviços já prestados pela cidade nessa área.
    Outra questão que também não gosto no terminal de cruzeiros é o tratamento do chão, muito devido a existência do hotel, feito uma manta de retalhos com acessos para tudo cargas, descargas, bombeiros, etc. quando aquela zona esta a pedir uma praça ou um facto urbano que funcione como porta da cidade.
    Sobre a arquitectura que é o que ao arquitecto diz respeito não gosto muito mas posso aceitar, aquilo que mais me aflige no projecto é o conjunto de formas escolhidas para o terminal, no meu entender não respeitam as formas compactas e ortogonais do neoclássico museu do exército e da estação de campanha. Sobre a galeria de acesso aos vários navios estando ela elevada permitindo assim o aceso das pessoas ao rio e sendo uma forma não fragmentada por mim não tem grande problema.
  3. Quando o vi pela primeira vez na trienal de arquitectura não gostei muito deste projecto, na altura parecia que estava cheio de gestos inúteis, agora com o edifício colocado no local e com as relações com a envolvente bem definidas penso que se trata de uma boa proposta primeiro pela contraposição com a torre do Byrne, pela concordância com a horizontalidade do rio na fachada que da para o Tejo e pelas """rampas"" que penso serem em relva e que trazem uma dinâmica ao projecto por contraste com a horizontalidade de todo o projecto na facha contraria ao Tejo.
  4. Quando referi que os arquitectos estavam a espera que as traseiras se transformem em cafés, quiosques, etc. Não o disse com certeza, foi uma coisa que li algures, talvez no público, para mim essa solução até pode ser má caso se opte por demolir os edifícios existentes.
    Sobre a relação nula do museu com as traseiras basta ler Gordon Cullen para ver que não é nula e pode ser até bastante rica.
    Ricardo criar uma praça ali nunca iria monumentalizar a pré-existência, trata-se de umas casinhas com um ou dois andares cuja única característica a beira de uma praça é a escala domestica das mesmas, assim também construir um museu com uma escala maior perto dessas casas não revela uma faceta miserabilista destas mas a sua escala domestica e pitoresca em contraste com o carácter monumental e monolítico do museu. O mesmo efeito é usado nos Jerónimos, quando se esta em frente ao palácio de Belém e se olha para os Jerónimos este vê a sua escala aumentada pelo contraste com os edifícios de habitação e de serviços onde se situam os pasteis de Belém.
    Por mim melhorava os edifícios existentes com traseiras para o museu e tentava adaptar esses edifícios aos programas já referidos.
  5. Penso que a relação com as traseiras das casas da rua da junqueira é fundamenal para elevar a escala do proprio museu, pelo que ouvi os arquitectos esperam que nessas traseiras apareçam programas (cafes, etc...) que tornem o espaço entre o museu propriamente dito e as traseiras da rua junqueira uma verdadeira praça. Quanto a ponte pedonal, aquilo que se deveria fazer era enterrar o comboio e os carros do CCB ate a central electrica, coisa que penso já esta planeada para a frente ribeirinha, a ponte ou viaduto não parece ter escala para aquela zona e para o edificio, parece uma ponte de via rapida, no meu entender devia ter mais espessura.

  6. Fico sem saber como é que é trabalhada toda a zona do alçado que nunca é mostrado, se é cego ou como é, já que este também tem implicações ao nível do funcionamento da casa. Mesmo considerando-a como protótipo, a organização do interior da casa é interessante pois privilegia os espaços de vida diária ao colocá-los nas zonas superiores abrindo-os para a luz e para o ar. No entanto pelo facto de haver uma série de pisos compactados numa área de 100m2, torna-se pouco funcional o excessivo uso de escadas para aceder aos vários patamares de uso diário da casa.

    No entanto acho especialmente interessante a referência para as políticas para a construção sustentável na Inglaterra. Deveriam ser exemplo para nós.




    Imagem colocada

    uma imagem que mostra a tal parede que de facto nunca aparece
    e uma imagem da implantação do edificio, esta implantação surpreendeu-me, sempre pensei que o alçado maior fosse o principal e que se encontra-se deimpedido.

    http://www.offsite2007.com/progress-photos/vistors_9472.jpg
  7. Um arquitecto deste edificio deu uma palestra no ano passado juntamente com outros arquitectos espanhois na Univesidade Lusiada onde mostrou este projecto, foi o arquitecto que na altura menos me impressionou, sobre tudo porque os outros arquitectos tinham muita qualidade. A estas imagens do edificio ja concluido levam-me a reconsiderar sobre a qualidadede do mesmo, por curiosidade devo referir que na altura o arquitecto andava com problemas por usar um sistema contructivo pouco comum e parece que o LNEC la do sitio estava a fazer testes ao sistema contrutivo a ver se o aprovava ou não.
    Este projecto mostra bem a influencia dos mvrdv, atelier onde trabalhou durante algum tempo e do qual tirou grande parte da teoria, e faz lembrar o edificio de habitação social dos Morphosis esse sim publicado em varias revistas:

    Imagem colocada

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