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Arquitectura.pt


tatlin

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Posts posted by tatlin

  1. Recebi um e-mail a dar conta da forma de envio das propostas, mas não compreendi o envio por correio, pelo que li parece que é preciso enviar a proposta por e-mail e enviar ao mesmo tempo pelo correio, não me poderão explicar melhor como se processa o envio por correio e e-mail? Parece também que não é preciso entregar nenhum elemento identificador na parte posterior do painel como costuma acontecer normalmente (pelo menos na minha experiência), isso é assim e identificam-me pelo codigo que me enviaram, ou é preciso enviar mais alguma coisa com o painel de modo a poderem-me identificar?

  2. Vou enviar esta semana os meus primeiros painéis para um concurso e tenho algumas dúvidas sobre a forma de enviar que gostava de colocar aqui. Eu estou a pensar em usar os CTT mas estou a ver que ninguém os refere neste tópico, porquê? Não são fiáveis? Como costumam enviar os vossos painéis para o estrangeiro? Os painéis chegam ao destinatário ou este precisa de ir levantar a encomenda?
  3. Este novo complexo museológico, perspectivado à escala nacional tem a possibilidade de contribuir decisivamente para a resolução de uma série de questões que se colocam no Entroncamento à escala da cidade.


    1 - O estacionamento


    Actualmente existe um forte deficit de parqueamento, particularmente na área do centro da cidade.
    Para além do seu trânsito interno, o Entroncamento recebe diariamente um largo fluxo viário proveniente dos concelhos limítrofes, que embora com carácter temporário, muito contribui para o congestionamento do centro urbano.
    A construção deste equipamento museológico, que exige ele próprio generosas áreas de estacionamento, não pode realizar-se sem a prévia resolução deste problema. Neste sentido propomos a construção de um parque de estacionamento subterrâneo com capacidade para cerca de 1200 veículos, em dois pisos, localizado sob a área de implantação do futuro edifício do Museu Nacional Ferroviário. Com acesso do lado nascente, a partir da rua Latino Coelho e do lado poente, a partir da Rua Ferreira de Mesquita, este parqueamento minimiza o atravessamento de veículos no centro urbano, e estabelece uma ligação complementar aos circuitos pedonais da cidade.


    2 - Os circuitos pedonais


    Actualmente a ligação entre as zonas nascente e poente da cidade, só é possível através da ponte pedonal existente.
    Propomos que o acesso público ao museu seja subterrâneo, estabelecendo a ligação entre as áreas nascente e poente da cidade, possibilitando ao mesmo tempo o acesso ao estacionamento e ao parque urbano.
    No acesso a poente, a partir da rua Ferreira de Mesquita, propomos a criação de uma nova praça urbanisticamente integrada entre o armazém de víveres e a futura biblioteca municipal. Esta praça poderá permitir o estacionamento de autocarros.
    No acesso a nascente, que liga ao centro da cidade e à rua Latino Coelho, propomos a criação de uma possível nova estação ferroviária subterrânea.



    3 - O parque urbano

    Dentro da área reservada ao Museu Nacional Ferroviário, propomos um novo espaço verde público à escala da cidade. Um jardim temático, lúdico e cultural que preserva e divulga o património ferroviário nacional. Um testemunho da génese e crescimento da cidade do Entroncamento.
    A extensa área ocupada pelas faixas de linhas ferroviárias tem uma enorme beleza própria. No entanto, imaginar a possibilidade de construir um parque urbano arborizado no contexto do novo Museu é uma evidente mais-valia para o conjunto e para a cidade.
    Neste parque urbano serão instalados novos sistemas de linhas ferroviárias que permitirão a existência de circuitos internos com visitas guiadas, integradas na programação expositiva do museu. Este sistema de linhas permitirá também o necessário movimento do material circulante museológico ou o transporte a pontos específicos do parque, como à Central Eléctrica. A instalação do restaurante no edifício da Central Eléctrica tirará partido do seu carácter museológico e contribuirá decisivamente para a vivência e usufruto do conjunto.


    4 - O museu


    O novo edifício do museu estabelece continuidade formal com os edifícios existentes, testemunhos da arquitectura industrial ferroviária. Prolongando a geometria do corte dos edifícios existentes, fazendo como um deslizamento geométrico do seu perfil, constituem-se as grandes naves expositivas de material circulante e todo o complexo programa expositivo, administrativo e de apoio do Museu Nacional Ferroviário. O edifício do Museu será dotado de um auditório multifuncional, que permitirá a realização de eventos e actividades culturais, paralelos à programação do Museu.
    Através da utilização de materiais como o vidro e o policarbonato, procura-se, em contraponto ao tijolo dos corpos existentes, a transparência e a luminosidade.
    O edifício incorporará novas tecnologias de captação e utilização de energias renováveis, como o solar foto voltaico, tirando partido da sua extensa área de cobertura.


    5 - A possível futura estação ferroviária do Entroncamento


    No contexto da ligação subterrânea sob as linhas ferroviárias existentes sugere-se a criação de uma nova infra-estrutura que responda aos exigentes requisitos deste tipo de equipamentos.
    Construída no subsolo, com ligações verticais às plataformas de embarque, esta infra-estrutura possibilitará a ligação entre as áreas nascente e poente da cidade. Garante também o acesso ao Museu e ao parque, animado por zonas comerciais, contribuindo para a valorização do centro urbano.


    João Luís Carrilho da Graça


    http://www.fundacaomuseuferroviario.org.pt/Apresentação.html

    http://www.fundacaomuseuferroviario.org.pt/files/MNF_pag3.pdf
    http://www.fundacaomuseuferroviario.org.pt/files/MNF_pag3.jpg
    http://www.fundacaomuseuferroviario.org.pt/files/MNF_pag2.jpg
  4. Estava claramente a ser ironico, não sendo arquitecto não me posso queixar dos concursos publicos, mas como estudante de arquitectura também estou um pouco farto de comprar revistas de arquitectura e serem praticamente sempre os mesmos a aparecer e sempre com os mesmos projectos, francamente a unica revista que apresenta alguma diversidade penso que é a Arquitectura e Vida por muitos defeitos que se lhe possam colocar.

  5. Ao contrário da Margarida acho que este ateliê tem grande criatividade e esta habitação revela isso mesmo. Sobre esta casa gostei particularmente da forma como resolveram a entrada. Ainda a poucos dias estava em frente a uma moradia talvez um palácio na rua da junqueira já perto de Algés com uma entrada barroquizante muito proeminente relativamente ao resto do edifício que de certa forma era muito “monolítico” e “apagado”. Esta escada tinha uma intensidade que me fez lembrar o restaurante da equipa Diller + Scofidio
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    perguntando-me como poderia a arquitectura contemporânea introduzir de novo essa teatralidade característica da entrada barroca. Nesta casa penso que se conseguiu uma boa aproximação dessa ideia de entrada não sei se foi intenção dos projectistas mas é como entendo o projecto nesse pormenor.
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  6. A primeira proposta para a colocação de um shopping na estação de Sº Bento foi a uns bons dez anos e era da altoria do arquitecto nuno leonidas, na altura fiquei perplexo com o projecto. O projecto de intervenção apresentado incidia sobra a parte mais interior da estação entre o enorme hall e a entrada do túnel ou seja a gare dos comboios. Assim neste projecto estava previsto demolir as estruturas em alvenaria e madeira com um só piso que delimitam a gare e construir ai duas estrutura com rés-do-chão e primeiro andar (cada um com uns bons quatro metros pelo menos de pé direito) uma na ala Norte e outra na ala Sul, uma ponte liga a meio da gare as duas alas, todo o conjunto tinha uma plasticidade muito pobre e sobre tudo não respeitava a estação,
    Três coisas que para mim são fundamentais naquela estação e que o projecto apresentado na altura não respeita são: o contacto com o exterior na gare dos comboios, uma pessoa entrando ou saindo do comboio sente que chegou ao centro do Porto, acontece uma coisa semelhante com a estação do Oriente em Lisboa, além disso o contraste entre as estruturas direitas e homogéneas da estação com a amalgama de cores e feitios do casario sempre foi no meu entender um dos aspectos que contribuiu para o carácter pitoresco da estação, lembro-me que quando vivia no Porto era frequente ver estudantes de belas artes e arquitectura a desenhar essa relação que se dá da gare de comboios com o exterior da estação. A questão da segurança com a interacção entre comboios, passageiros, clientes do shopping também não é de desprezar, o Eduardo Souto Moura teve de ampliar os cilindros da estação da casa da música, que eram para ser uma espécie de parapeito de varanda sobre o interior da estação, devido a falta de segurança com as catenárias do metro que lhes passam por baixo, uma ponte passando por cima das catenárias na estação de Sº Bento tem o mesmo problema. E por ultimo outro problema que se levanta na proposta é a entrada principal do shopping que da para Sul da gare numa zona que de facto, no meu entender precisa de ser bastante melhorada, mas a forma como o projecto a trata não respeita as características da zona a apresenta-se de forma niilista como uma frente de shopping com um grande parque de estacionamento em frente e não um espaço acanhado em forma de cunha que é.
    Não sou contra a valorização de um pequeno shopping na estação, mas sou contra algo projectado por economistas cuja única finalidade é a da máxima rentabilização financeira do projecto. A valorização comercial de um equipamento como este pode beneficiar muito a relação entre a cidade e a estação, essa valorização deve ser feita por caminhos mais heterodoxos, que passem pelo aproveitamento das características mais particulares desse espaço como lugar de encontro e reunião (por exemplo) com a zona pedonal da gare a ser usada para esplanadas sem prejuízo de quem a usa para apanhar o comboio.

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  7. Eu ainda sou do tempo....

    [ame="http://www.youtube.com/watch?v=pRV9QCXLtHQ"]YouTube - Animals - The House Of The Rising Sun[/ame]

    [ame="http://www.youtube.com/watch?v=-wI6uAOHzvo"]YouTube - The mamas and the papas - California dreamin[/ame]


    [ame="

    "]YouTube - Somebody To Love/White Rabbit Jefferson Airplane[/ame]

    [ame="
    "]YouTube - A Whiter Shade Of Pale - Procol Harum[/ame]
  8. A byblos aqui em Lisboa estava no meu entender muito mal localizada, nem tinha metro á porta como acontece com as três fnac de Lisboa, nem estava intergrada num shopping a verdade é que só lá ia quem queria ir mesmo a Byblos, enquanto que na fnac as visitas acontecem com uma certa regularidade e ganha muito com a "compra por impulso". É uma pena porque de facto em termos de arquitectura tinha la livros dos quais já me esqueci e outros que nem sabia existirem enquanto que nas outras, mesmo na fnac é sempre mais do mesmo, podia ser de facto uma ancora para este projecto da praça de lisboa no Porto (o qual francamente não gosto nada) e aumentar o tipo de oferta literaria no Norte do Pais. Pode ser que alguem compre a ideia e monte de novo esta livraria em tempo de maior prosperidade la para 2014.

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