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Arquitectura.pt


gdionisio

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Posts posted by gdionisio

  1. Olá a todos, tenho duas dúvidas. É possivel importar para um ficheiro archicad elementos de outro ficheiro archicad, nomeadamente folhas mestre, canetas, tipos de linhas, materias, etc?Como se faz? É possivel quantificar o número de horas totais de trabalho dispendidas num ficheiro archicad? lembro-me que no autoCAD era possivel, indo às informações do projecto, aceder ao número de horas que o documento tinha. Agradeço a ajuda.

  2. Realmente uma coisa é certa, o render não favorece em nada o possivel potencial da proposta, além de ser muito pouco esclarecedor. Para mim não passa de um estudo de intenções, fazendo lembrar os meus primeiros renders no 2ª ano de curso. A proposta, na minha opinião, é manifestamente dissonante com as preexistencias e isso revela-se no render de forma berrante e escandalosa. Fico com pena que não haja o descernimento de aproveitar um investimento destes para "cozer" a proposta com a cidade e criar espaço público, relações com a envolvente próxima, etc. abraços

  3. Tens muita informação sobre processos de classificação no site do igespar (ex ippar) em ippar.pt, que remete para a legislação sobre património, podes também investigar as diversas cartas e convenções internacionais tanto online ou na livraria do igespar no palácio da ajuda. Podes também pedir informações tanto nos gabinetes técnicos locais como na divisão de salvaguarda da regional de cultura da zona.

  4. "Um arquiteto PB ou arquitecto PE é o profissional responsável pelo [ame="http://pt.wikipedia.org/wiki/Projeto"]projeto[/ame], supervisão e execução de [ame="http://pt.wikipedia.org/wiki/Obra_de_arquitetura"]obras de arquitetura[/ame]. Embora esta seja sua principal atividade, o campo de atuação de um arquiteto envolve toda as áreas correlatas ao controle e desenho do espaço habitado, como o [ame="http://pt.wikipedia.org/wiki/Urbanismo"]urbanismo[/ame], o [ame="http://pt.wikipedia.org/wiki/Paisagismo"]paisagismo[/ame], e diversas formas de [ame="http://pt.wikipedia.org/wiki/Design"]design[/ame]."
    in wikipedia


    Acho que estás a confundir um pouco as coisas, um arquitecto tem de ser um profundo conhecedor de antropometria e ergonomia, afinal a concepção da obra é essencialmente para o uso do ser humano, senão seria uma escultura. A origem da palavra arquitecto provém de carpinteiro e acho q não é preciso dizer mais nada.
  5. Também acho deve ser somente para designers, contudo já tive de fazer logos e imagens corporativas e etc sempre no formato do desenrasca, contudo reconheço (tenho amigos designers) que tenho as minhas limitações, mas acho que há um ponto onde nos tocamos. Obra de arte total. Tanto que os designers fazem stands, pequenas estruturas, por vezes projectos de alterações de interiores, etc... como voçês sabem.

  6. Bom meus amigos, a conversa está acesa mas para mim, que estou a ponderar tirar um curso de vectorworks, pouco acrescenta. Sem querer sair do tema, estive a "sondar" preços dos cursos em software paramétrico e uma grande desvantagem é a formação em vectorworks ser muito cara (estamos a falar de acima de 650€* pela formação base) e a justificação que me foi dada por telefone é que para o software ser mais barato a formação tem de ser um pouco mais cara, uma vez que os confrontei com preços de formação em softwares da concorrencia. Nestes casos é melhor haver um grupo de pessoas, pelo facto de ser mais barato para grupos. *coloco o valor que me foi facultado por telefone (empresa em lisboa credenciada) para formação individual numa turma de 8 pessoas. Acho que é importante o valor por motivos de comparação, tento em conta que cada um terá de fazer a sua pesquisa de mercado, porque os valores variam, mas é sempre uma referencia para em termos globais.

  7. Caro “Aaliz“

    Quando refere que o “sistema existente é absurdo” fico em total desacordo, existem vários sistemas de gestão do património em prática na Europa, o “adoptado” em Portugal não é perfeito, tal como qualquer sistema, mas acredito que estamos a caminhar para um melhoramento dos instrumentos de gestão. Como deverá saber, neste nível de discussão o poder político sobrepõe-se ao valor dos pareceres técnicos, pelo que por vezes as decisões finais não são as melhores decisões técnicas. Isto acontece na mais pequena câmara municipal.

    Quando refere “extinguissem organismos uns meses depois de na lei os considerarem essenciais para a gestão da qualidade da arquitectura” a lei das acessibilidades refere a DGEMN como sendo a entidade pública com a lei orgânica enquadrada para exercer variadas competências à data da publicação, logo, o legislador não poderia referir outra entidade inexistente. Contudo com a extinção da DGEMN no enquadramento do PRACE, é referida a distribuição de competências pelos diversos organismos (IGESPAR, IHRU, etc).


    “A política do IPPAR é questionavel.
    A classificação dos edifícios é questionavel.
    As tecnicas são questionaveis.
    O desbaratar de recursos humanos e saber na área do património e reabilitação do património também é questionavel.
    Resta saber se alguém sabe qual a política de intervenção em património ou tem capacidade para resolver o assunto.”


    1. A política é questionável, não tem de ser do IPPAR ou de outro instituto público qualquer;
    2. Se não fosse a classificação dos edifícios não restava muito, por vezes é necessário recorrer à figura legal de “em vias de classificação” para travar a especulação imobiliária e salvar o pouco património que sobra.
    3. Gostava que me explicasse o que sabe sobre as técnicas de conservação, como sabe, o IPPAR e a DGEMN têm várias publicações periódicas referentes a intervenções e filosofias de intervenção realizadas em diversos tipos de património. Quando refere que as técnicas são questionáveis não diz nada.
    4. Há falta de técnicos e fundos económicos para o trabalho que tem de ser feito, pelo que não há nenhum desbaratar de recursos mas sim deficiência de meios. Estamos a falar de pessoas com experiência profissional que poucos de nós teremos oportunidade de alcançar nos dias de hoje.

    Intervenções no património implicam disciplina, saber e mais que tudo modéstia.
  8. Caros, Qualquer intervenção é questionável, o que não é questionável é questionar sem pensar na questão. A grande maioria do património classificado não está afecto ao IPPAR e a clasificação é por vezes a única maneira de fazer com que este património em mãos de privados, não seja violado e que qualquer intervenção realizada seja supervisionada. Por tanta gente pessar como o "Aaliz" é que o nosso património não está melhor, é uma mais valia ser proprietário de um imóvel classificado na maioria dos paises europeis, mas cá as pessoas acham que é uma chatice. Existem regalias fiscais, beneficios e fundos comunitários, acompanhamento técnico por parte dos institutos e entidades camarárias e mesmo assim é chato. Temos o nosso património a ser delapidado diariamente por causa da ignorância tanto de proprietários como dos agentes técnicos, e aqueles que procuram criar algum rigor e critério são criticados sem fundamento. Tanto o IPPAR como a DGEMN foram ambos extintos, e com todo o sentido pois a fronteira era ténue entre eles, dando origem ao IGESPAR, IP e às Regionais de Cultura (ex-Direcções Regionais), formados por técnicos de ambos or organismos extintos. A dúvida que fica é se o nosso património deverá ser gerido pelo Ministério da Cultura ou das Obras Públicas ou outro qualquer. Na minha opinião é o Ministério da Cultura que deve gerir, porque, por exemplo, em reabilitação de património estamos também a falar do património integrado (todo o património que integra o monumento, como pintura decorativa, escultura, azulejaria etc.) e este tipo de património exige outro tipo de intervenção, intervenção esta que geralmente é acompanhada por técnicos especializados de preferência fazendo parte da equipa, situação que acontece no Ministério da Cultura.

  9. acho que estamos a esquecer um pormenor importante, o quarteirão das OGerais é uma área com uma localização de extrema importancia (a norte da estação de belém, ao lado da marginal) e como deviam saber, o museu do coches encontra-se actualmente no antigo picadeiro, que não tem capacidade para albergar o uso actual (falta de espaço para reservas, condições precárias para quem conhece as IS, etc). É actualmente o museu com maior número de visitantes em portugal tendo lucros para o estado bastantes significativos. Parte deste facto deve-se à sua localização e à sua integração na rede de visitas definida pelas agencias de turismo, que elaboram pacotes de visitas (jerónimos, torre de belém, museu dos coches etc.) logo, a sua deslocação para longe seria o seu fim. De certeza que existem pressões imobiliárias para esta zona (tal como junto à torre de belém, na BP, onde está a ser construido um emprendimento imobiliário milionário, algés, etc...) por isso faço força para que o museu dos coches mude de instalações e que o quarteirão da OGerais seja convertido num espaço de qualidade de uso público. abraços

  10. os ARX são sem dúvida uma referência na arquitectura contemporanea portuguesa, e acho q mais uma vez vão ser exemplares na sua proposta. As vantagens do PdN é que caiu em graça pelos investidores, e acaba por ser um tubo de ensaio onde é dada uma liberdade acima da média, temos de tudo, bons, médios e maus exemplos da arquitectura actual. No fundo o que acontece um pouco pelas cidades em geral. abraços

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