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Arquitectura.pt


hugo

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Posts posted by hugo

  1. Estamos em portugal, e como tal acredito que o que o zedasilva descreve seja pratica comum onde trabalha (municipio). Ora nos municipios onde eu trabalho, a fiscalizaçao nao aprova nada que nao seja elaborada em projecto. Para ter uma ideia acabei de fazer um projecto de alteraçoes devido a 3 roupeios alterarem de localizaçao... pq o fiscal assim mencionou no livro de obra... Já vi obras embargadas (trabalhos parados) devido a alteraçoes a rede de aguas sem projecto. Mesmo com toda a conversa do DT. tb concordo que as telas finais sejam competencia de quem executa a obra - a responsabilidade ultima deveria ser dele. Mas a pratica (e a legislaçao do RJUE) diz-me o contrario.

  2. As telas finais são da responsabilidade do empreiteiro. Nada na lei obriga que este entregue a sua execução ao autor do projecto.
    As telas finais apenas são necessárias quando são introduzidas alterações á obra que não necessitam de autorização do autor do projecto.
    Quando existam alterações que exijam aurorização do autor do projecto esta como está já registada no livro de obra não é necessário qualquer outra autorização.



    Acho que está muito equivocado:

    As telas finais correspondem à parte grafica do pedido de utilizaçao. Deste processo fazem parte os termos de responsabilidade de todos os tecnicos autores de projecto, assegurando a execução de acordo com o projecto aprovado (leia-se licenciado), entre outros elementos.

    Assim as telas finais sao da responsabilidade do autor de projecto. Só poderão ser assinadas por outro, desde que o autor ceda os seus direitos de autoria.

    As telas finais sao sempre necessarias. Podem é ser em papel, normal ou nao, ou so em formato digital (depende das camaras).

    As alteraçoes que não impliquem novos projectos é que poderão ser realizadas nas telas finais. E desde que os fiscais não tenham feito mençao no livro de obra a respeito da necessidade de entregar projecto com essas alteraçoes.

    Nao conheço nenhum fiscal que, pelo facto do tecnico autor de projecto mencionar no livro de obra que autoriza a certas alteraçoes (que em condições normais precise novo projecto, por ex. alteraçao de tipologia), aceda que a obra prossiga, sem a entrega de projectos de alteraçoes.
  3. Por alto estariamos a falar de um valor de construção de 666 euros/m2. Nada de extravagante nos dias que correm. No entanto o tipo de sistema estrutural tem a sua influencia - betão armado e lajes maciças fungiformes vs. vigotas pré-esforçadas + abobadilhas. E depois não te poderias "esticar" mto. na parte dos acabamentos interiores, e recorrer sempre a soluções standard (portas, pavimentos,etc)

  4. Agradeço mais uma vez os comentarios/sugestoes. Mas surgiu-me outra duvida. Independentemente (ou talvez não) do tipo de isolamento que coloque (WEDI ou SCHULTER) não sei como passar as canalizações de esgotos. A rede de águas em multicamada passa na parede de pladur até chegar aos equipamentos. Mas como faço com a tubagem de PVC para passar os esgotos? A sanita resolve-se, se for de descarga à parede com tubo de 90mm. Mas já o bidé se nao for suspenso descarga para um sifao de pavimento, assim como banheira/base de duche e o lavatorio. Se tivesse betonilha (pelo menos 10 cm) resolvia-se facilmente. acontece que tenho so cerca de 5cm entre o limpo e as placas de OSB, que por sua vez estao sobre as vigas de madeira (20x7cm) Há forma de "mandar" a tubagem toda directamente para a parede de pladur e ligá-la ao tubo de 110 que faz a descarga total? Não é necessario sifao de pavimento para as loiças mencionadas? Como se costuma fazer nestes casos? Obrigado

  5. Coloca Viroc no pavimento como suporte da colagem dos mosaicos cerâmicos.




    Acabaram de me sugerir outra coisa, talvez até mais em conta. Agradeço à mesma a sugestão.

    Se tiveres interesse ve este video. o produto é Schulter Ditra.

    [ame="
    "]YouTube - Ceramic Tile Installation with Schluter Ditra[/ame]

    uma outra alternativa, em tudo parecido, sao os paineis hidrofugos da WEDI. permitem inclusive substituir as placas de gesso cartonado hidrofugas, e aparenta ser tao resistente que permite fazer algumas brincadeiras, do tipo nichos e prateleiras.


    obrigado.
  6. Boas, Coloco a seguinte questão, pois ainda não encontrei nada sobre a melhor forma de realizar o seguinte: numa reabilitação que estou a fazer, num edificio com estrutura de madeira, deparei-me com uma dúvida. Como fazer a colocação do mosaico nas casas de banho? a estrutura de madeira é composta pelas vigas e placa de OSB. nos outros compartimentos é por cima das placas pregado os sarrafos e depois o soalho em madeira. Nas casas de banho surge a duvida. O que colocar por cima do OSB de forma a impermeabilizar o compartimento, e permitir a correcta colocação do mosaico, de forma a ficar nivelado com os outros compartimentos. Agradeço sugestões, pois não tenho ideia como solucionar a questão. Obrigado

  7. Olá. Queria colocar uma dúvida que não encontro esclarecida aqui no forum: - foi-me proposto fazer um projecto para o centro de uma cidade alentejana. O proprietario tem 3 propriedades contíguas, que pretende alterar para duas para depois edificar 2 edificios, dividindo a área total de cerca de 1000m2 em 2. a questao é a seguinte, esta operaçao obriga a um loteamento? ou um projecto de edificação que identifique os 2 blocos habitacionais é suficiente? ja observei casos semelhantes e a resposta que me ocorre depende mto da camara. Esta é uma forma "esperta" de fugir aos encargos de um loteamento? Como se tratam de 3 propriedades no centro historico de uma cidade nao vejo a necessidade de um loteamento e as inerentes cedencias de áreas. Agradeço a resposta, e a descriçao de casos semelhantes e como os ultrapassaram tb! Obrigado hugo

  8. Boas.

    E o que fazer quando uma câmara exige a aplicação imediada para o interior dos fogos?? Move-se um processo junto do Tribunal Administrativo??

    É que, aquela gente é cabeça dura...

    Cumps



    Julgo que processar a camara nao adianta muito. A decisao de aplicar de imediato o decreto é errada. no entanto de muito pouco serve mover um processo contra a camara. so iria atrasar mais (talvez ate anos) o processo...

    O remedio é talvez "comer e calar".
  9. citação:
    "... O interior dos fogos só a partir de janeiro de 2008 é que as camaras poderao pedir que cumpram este decreto. ..."


    Uma pequena correcção

    em conformidade com o artigo 23º- Norma transitória aplicação das Normas Técnicas de Acessibilidade só serão aplicadas na área privativa dos fogos "no ano subsequente à entrada em vigor deste decreto-lei".

    O decreto-lei n.º 163/2006 só entrou em vigor em 9 de Fevereiro de 2007 sendo que em conformidade com o artigo 23º a aplicação na área privativa dos fogos será em 9 de Fevereiro de 2008.

    Abraços
    ArquitecturaAcessivel.com


    :D

    por acaso a leitura é como eu tinha referido.

    para, legalmente, ser a partir do dia 9 de fevereiro deveria-se ler algo como "um ano após a entrada em vigor". como o que o decreto menciona é apenas "o ano subsequente à entrada em vigor" isto significa ano judicial ou fiscal. como entrou em vigor em 2007 o" ano subsequente" é 2008, mais precisamente dia 2 de janeiro de 2008 - dia 1 é feriado :).

    mas dúvidas como esta são frequentes. infelizmente. e o proprio "escalonamento" da % de fogos que ao longo dos anos vão tendo que cumprir este decreto é tb no minimo infeliz. n seria muito mais facil ser aplicado para tudo e para todos e pronto. acabavam-se estas duvidas e a possibilidade de fazer varias leituras desaparecia. enfim, cada um tem aquilo que merece.

    abraços
  10. posso tentar ajudar um pouco com base no que sei.:

    Recebi um oficio da camara municipal a exigir um plano de acessibilidades que apresente a rede de espaços e equipamentos acessiveis bem como soluções de detalhe métrico, técnico e construtivo.
    1º - O problema é que nunca fiz nenhum plano, nem conheço nenhum colega que já o tenha feito. duvido que os técnicos das camaras saibam como se elabora um.


    -parte da minha resposta a esta questão já se encontra num post anterior. se optares por cumprir apenas o que está decretado tens que, graficamente, apresentar uma (ou mais) planta com os espaços comuns desse edificio, desde o exterior (rua) até à porta de acesso do fogo. sugiro que desenhes um percurso que consideres acessivel. O interior dos fogos só a partir de janeiro de 2008 é que as camaras poderao pedir que cumpram este decreto. a parte do detalhe métrico é tao simples como cotar todos os espaços que estao mencionados no decreto. a parte do detalhe técnico e construtivo, teras de mencionar o sistema de construçao adoptado. tb podes adicionar pormenores construtivos.

    2º - o projecto em causa é um edificio multifamiliar de 5 pisos, no qual existe um duplex.


    -sem qualquer problema. o duplex, para cumprir este decreto, tem que ter escadas de largura suficiente para a posteriori e se necessario poder instalar uma plataforma.

    3º - este edificio implanta-se num PP datado de 1990, logo os indices n estão adaptados a estas novas alterações.


    - n compreendo a que indices te referes. area bruta? estas novas alterações n interferem com indices, têm apenas a ver com dotar os fogos e demais edificos com capacidade para serem habitados ou visitados por qualquer pessoa, inclusive c/ mobilidade reduzida.
  11. no que diz respeito a este novo decreto aproveito para partilhar o meu desagrado com certas situações.

    Como se não bastasse vivermos num pais onde as leis vêm por vezes tarde demais para evitar o muito mal que já foi feito, ainda nos deparamos com decretos mal redigidos, com gralhas, com falhas legais, e sem a posterior formação de respectivos técnicos camarários. E com isto passo a explicar:

    Tal como aqui já referido parece que cada câmara municipal decide o que muito bem fazer e entender com este decreto. Após uma visita a este blog http://acessibilidade-portugal.blogspot.com/ onde poderão retirar as muitas duvidas ja aqui colocadas, das quais a mais importante: só a partir de janeiro de 2008 é que as camaras poderao pedir que os interiores dos fogos - e o decreto n distingue entre edificios uni e plurifamiliares - cumpram estas novas regras.

    agora a dificuldade está em passar esta informação - que alias esta explicitia no decreto - aos respectivos tecnicos camararios...

    n me alongo mais. vejam o blog e decidam por voces mesmos.

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