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Pedro Barradas

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Posts posted by Pedro Barradas

  1. E convém ir VISITAR o local. ainda por cima estás perto.

    Olha que vale bem a pena!!! Especialmente o espaço das pipas e claro a cobertura ajardinada com uma vista fantástica!!!

    visitei antes da mesma entrar em funcionamento "oficial"... telefona para lá e diz que és estudante, vê o o que se "arranja". 

     

    PS: Coitados dos trabalhadores.... especialmente os tecnicos, que não tiveram direito a uma única janela para o exterior...

     

    Tese de mestrado sobre adegas contemporâeas:

    https://estudogeral.sib.uc.pt/bitstream/10316/11738/1/tese_RaquelMargarido.pdf

  2. Essa decisão, em fase de projecto deve ser analizada em conjunto com engenheiro de estruturas... concordo com o TiCo.

    Não podemos opinar muito sem saber as condições dessa parede, o material constituinte e o nível de intervenção no teu edifício e claro a repercussões que possam haver para o do lado.

     

    Soluções, existem muitas... cada caso é um caso.

  3. Portas, ler a secção 4.9 do DL 163/2006. Larguras e condições das zonas de manobra das mesmas.... para TODAS as Portas no interior da Clinica.  o acesso à clinica, deve ter porta com largura útil não inferior a 87cm (90cm de folha)

    Mais uma vez, chamo atenção às condições SCIE da UTV... Largura de vias e portas e saidas dos locais e edificio, distâncias a percorrer até à saida, compartimentação, sistemas de SADI, Iluminação de segurança/ emergência, Meios de 1ª intervenção e respectiva sinaléctica, etc...

    Bem como lembro que devem ser elaboradas as Medidas de autoprotecção e enviadas para aANPC(CDOS, respectivo) 30 dias antes da entrada em funcionamento do estabelecimento.

  4. Boas.

    antes demais a IS para pessoas com mobilidade condicionada, o interior da clinica bem como os acessos ao interior da mesma devem cumprir o DL 163/2006.

    Relativamente à localização dessa IS, a mesm está ao fundo de um corredor, que comunica com  a area da sala de espera.Certo? neste caso está confinante com a área de acolhimanto. Atenção às larguras do corredor...1.20m., etc... Equipamentos de alarme na IS, etc...

    Se cumpre com os requisitos de SCIE e afins.

  5. Boas caro colega,
    ainda não vi a sua folha de calculo, no entanto tenho os seguintes reparos:
    O indice de estacionamento para pessoas com mobilidade condicionada (secção 2.8), APENAS se aplica ao edificios e estabelecimento (CAP 2 do DL 163/2006). Pelo que na elaboração do Loteamento urbano, o DL 163/ 2006, apenas se aplica o disposto no CAP. 1. ( via pública) do supracitado DL.

    Também os termos e siglas deveriam ser compatibilizadas com o DR9/2009 (conceitos urbanisticos)
    De qualquer maneira é uma boa iniciativa.

  6. Não percebi bem a sua questão, nomeadamente o tipo de solução estrutural para a cobertura, e muito menos esta frase "...as propriedades do betão não se adaptavam a uma estrutura de aço,...".

    Meta aqui o esquema da cobertura, um corte transversal.

  7. Pois, legislação especifica não existe, existe sim uma serie de legislação cujos requisitos têm de ser cruzados.
    Consoante as condicionantes impostas pelo projecto, os requisitos e o que se pode ou não fazer, o que é necessário ou não e em que condições só analizando o projecto em concreto.. e em sintonia com uma equipa de projecto pluridisciplinar (que no teu caso não vai existir)

    No meu tempo de estudante essas dúvidas tiravam-se com os professores de "construções"... também analizando as plantas de edificios de tipologias equivalentes, em revistas, por exemplo... ainda não havia a WEB que há hoje, a informação agora está muito facilitada.

  8. Será... mas não bastará. A ventilação passiva para o controlo de fumos nas UT II, tem de obedecer aos critérios do RT-SCIE, pelo que terá de prever vãos/ aberturas (admissão e extração) dispostos em fachadas opostas, devidamente dimensionadas e implantadas de acordo com o regulamento supracitado. Presumo que estás a falar de Estacionamento, integrado num edificio multifamiliar. Pois se estiver a falar de estacionamento em edificio unifamiliar, a coisa muda de cenário. como Nota: nas definições de SCIE, "garagem", é o equivalente a oficina de reparação e manutenção automóvel. Por isso passei a designar de estacionamento. ;)

  9. Oi... foi revogado.. ainda bem que te certificaste das minhas informações. ;) Relativamente às condições das instalações.... devido à desburocratização e ao "simplex"... quando de vistoria por parte da ARS, ACT, etc... se as condições declaradas e/ ou obrigatórias não estiverem implementadas, a entidade gestora sofrerá as devidas consequências... os técnicos que aconselharam e/ ou declararam as conformidades, também poderão vir a sofrer consequências, por parte do dono de obra, que poderá exigir idemnização devido às coimas a ele imputadas... Outra opção... se aplicável ao contexto, é requerer alguma coisa ao abrigo do art.º 21

  10. boa sorte, antes demais.. que não está fácil.. especialmente se não tiver uma rede de conhecimentos.

    Relativamente à questão das equipas e relacionamentos com os clientes, deve ir ver as sebentas da formação da OA. Frequentou, certo?!

    Deve também ler a Lei 31/2009, nomeadamente o seu art.º 6 e 7, "regime jurídico que estabelece a qualificação profissional exigível aos técnicos responsáveis pela elaboração e subscriçãode projectos, pela fiscalização de obra e pela direcção de obra, que não esteja sujeita a legislação especial, e os deveresque lhes são aplicáveis e revoga o Decreto n.º 73/73".

    Também venho lembrar, concerteza terá tido oportunidade de constatar durante o seu estágio ( ou possivlemente não), que a elaboração de projectos, hoje em dia necessita da participação de uma equipa pluridisiplinar desde a CONCEPÇÃO.. mais ainda quando o técnico tem pouca experiência.
    Essa participação, da restante equipa de consultores pode e deve ser feita de forma informal, desde o inicio. Deste modo o Projecto terá menos probablidades de ter de ser alterado, por questões legislativas, técnicas, construtivas e/ ou até de indole orçamental...

    Deve criar uma rede de parcerias com diversos técnicos... ver o trabalho destes por forma a ter a equipa mais adequada ao tipo de projecto e por forma a responder adequadamente ao Seu cliente...
    Nem todos servem para todos os projectos, existem os desinformados, os ignorantes, os picuinhas, os barateiros, os despachados, os careiros, os demorados... há que saber equilibrar essas valências.


    Relativamente às Obras, tem de respeitar o codigo deontológico da OA, pelo que, deve apostar o máximo possivel na ISENÇÃO (coisa dificil hoje em dia.. mas que é mais tarde valorizada pelos seus cliente) havendo comissões, estas devem ser comunicadas aos sus clientes.
    Faça-se pagar pelo seu serviço, consiga os melhores preços/ negócios para o SEU cliente, sem entrar em esquemas...

  11. Relativamente às deslocações as contas são feitas ao km?

    Para plantas para efeitos de IMI é necessário existir um técnico responsável pelas mesmas!?? (arquitecto, neste caso?)


    Relativamente
    à 1ª questão, é como entender. Depende se vai passar por SCUT's, AE's ou não ;) se a viatura gasta 12L, ou 3,8L/100km e o tipo de combustível , amortização de equipamentos, etc...
    a 2ª, questão, NÃO.
  12. Depende, da complexidade, das deslocações e dos meios diponíveis... Partindo do proncipio que o trabalho é perto da sede do prestador do serviço, e vai passar factura e trata-se de um edifico sem qq tipo de planta disponivel, de complexidade equivalnete a uma habitação unifamiliar, até cerca de 250m2 de area bruta. Pode variar entre 150 a 350€ + IVA. são coisas.. que só vendo... fazendo as contas às horas dispendidas ( no local e no posto de trabalho), nº deslocações, amortização de equipamentos, etc...

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