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  1. Fundação EDP reformula projecto de Amanda Levete em conformidade com o PDM10 de Janeiro de 2013 às 16:28:53 por ANA RITA SEVILHA
     

    A Fundação EDP alterou o projecto do centro cultural previsto para a zona de Belém, em Lisboa, em conformidade com o novo Plano Director Municipal (PDM), aprovado recentemente, e com recomendações da Direcção Geral de Património Cultural e da Provedoria de Justiça. A notícia foi avançada pela Lusa e pelo Público.

    Segundo as mesmas fontes, a Câmara de Lisboa teria aprovado em Fevereiro passado um pedido de informação prévia da Fundação EDP para a construção de um centro cultural que previa uma ocupação de 14 metros de altura e 150 metros de frente ribeirinha de Belém, junto à Central Tejo, onde neste momento existem antigos armazéns.

    O projecto, assinado pela arquitecta britânica Amanda Levete. “motivou críticas da oposição, com PSD e CDS-PP a considerarem que violava o PDM então em vigor, que permitia a construção no máximo de 50 metros de comprimento na frente rio e de 10 metros de altura, questões partilhadas pelo movimento cívico Fórum Cidadania LX, que apresentou uma queixa à Provedoria de Justiça”.

    Perante um conjunto de dúvidas, o presidente da Câmara de Lisboa, António Costa, admitiu, em resposta à Provedoria da Justiça, “erros relativos à área do prédio” e esclareceu que os terrenos pertencem à Fundação EDP e ao município, sendo que a câmara “prevê a sua cedência”.

    Com a aprovação do novo PDM em Julho, a Fundação transmitiu à câmara que “sem desistir” do centro cultural, previa “reformular o projecto” e, por isso, “abdicava da informação prévia favorável e dos direitos que lhe pudessem assistir”.

    O administrador da Fundação EDP, Sérgio Figueiredo, disse à agência Lusa que o projecto “sofreu alterações em função do novo PDM e recomendações da Provedoria e da Direcção geral do Património Cultural” em conformidade com as “preocupações” destas instituições, nomeadamente quanto à permeabilidade do solo. “Tivemos a disponibilidade para fazer alterações ao projecto no seguimento das sugestões feitas sem alterar nem as funções nem a arquitectura do centro. Fizemos uma nova versão do projecto, que foi entregue à câmara e que terá de ser novamente aprovado”, disse Sérgio Figueiredo.

    O administrador assegurou que a EDP mantém a intenção de avançar com o projecto – num investimento de 20 milhões de euros – ainda durante este primeiro semestre de 2013.

    O vereador de Planeamento e Política de Solos, Manuel Salgado, disse à Lusa que a discussão da nova versão do projecto aguarda formalidades da Fundação EDP e um “acerto patrimonial” com o município quanto aos terrenos, para ser debatido pelo executivo municipal.

     

     

    http://www.construir.pt/2013/01/09/concurso-recolhe-ideias-e-promove-preservacao-do-patrimonio-em-portalegre-marvao-e-sousel/

  2. Quote
    Arquitecto brasileiro desenhou edifícios para Chelas, no início dos anos 90
    António Costa não vai desistir de projecto de Niemeyer em terrenos que tem ao abandono

    O arquitecto brasileiro Óscar Niemeyer comemorou ontem, de forma discreta, 102 anos de idade. O acontecimento foi noticiado em Portugal, até porque o mestre da arquitectura brasileira continua a desenhar. O que ninguém recordou é que o terreno de Lisboa onde esteve para surgir aquela que seria a sua única obra no país - Niemeyer nega a autoria do casino da Madeira - está ao abandono vai para uma década.

    Questionado pelo PÚBLICO sobre o assunto, o presidente da câmara, António Costa, diz que a autarquia "continua interessada em construir" o projecto em questão, concebido no início dos anos 90 para albergar a Fundação Luso-Brasileira. Nesse sentido, o município "continua à procura de entidades, nacionais e brasileiras, com quem possa estabelecer uma parceria" para levar por diante o trabalho de Niemeyer. António Costa assegura que a autarquia gostaria de ter na cidade uma obra do homem que se tornou conhecido no mundo inteiro pelas curvas sensuais que imprime ao betão armado.

    O projecto, no qual se empenharam figuras como Mário Soares, incluía, além do edifício-sede, um anfiteatro em forma de cilindro, uma zona comercial, espaços para exposições e biblioteca. Na quinta existia um palácio cuja reconstrução devia ter sido feita pela fundação, para nele instalar um instituto de formação de quadros dos países lusófonos.

    Situado em Chelas, o terreno de 16 mil metros quadrados na Quinta dos Alfinetes foi entregue pela Câmara de Lisboa à Fundação Luso-Brasileira para que esta ali fizesse a sua sede. Niemeyer não só ofereceu o projecto como fez algo inédito, recorda o então presidente da fundação, Pedro Rebelo de Sousa: viajou até Lisboa de avião, apesar do seu pavor de voar. A obra até começou, só que o milhão e meio de contos (7,5 milhões de euros) necessários para que prosseguisse nunca apareceram e os trabalhos pararam em 1999, estavam já feitas as fundações, o primeiro piso e várias colunas de ferro apontadas ao céu. "Não houve vontade nem empenho das autoridades portuguesas, dos diferentes Governos", observa Rebelo de Sousa. "E as empresas brasileiras que tinham prometido donativos foram entretanto privatizadas e entenderam que já não deviam contribuir". Goradas foram, também, as hipóteses de instalar no local outras instituições, como o Instituto da Cooperação.

    Têm dez anos os escombros do que devia ser a obra de Niemeyer em Lisboa. O ex-presidente da fundação considera o processo lamentável. Os terrenos foram devolvidos à autarquia em 2004, em troca de 750 mil euros, que serviram à instituição luso-brasileira para pagar as dívidas às construtoras. O local permaneceu vedado, ao abandono, até há cerca de ano e meio, altura em que vândalos rebentaram com as protecções para se apoderarem das placas de metal que ali existiam. Foi mais ou menos por esta altura que a Quinta dos Alfinetes se tornou também local de deposição clandestina de entulhos. "O local necessita urgentemente de voltar a ser vedado", reclama o presidente da Junta de Freguesia de Marvila, Belarmino Silva. "A câmara deve resolver este assunto".

     

    Link da CML para o Plano de Pormenor da Quinta do Marquês de Abrantes e Alfinetes:

    http://ulisses.cm-lisboa.pt/data/002/004/index.php?ml=5&x=alfinetes.xml

     

     

     

    Quote

    Portugal tem três projectos de Niemeyer na gaveta
    MARISA SOARES, TOLENTINO DE NÓBREGA e ANA HENRIQUES 06/12/2012 - 16:51 (actualizado às 17:39)
    Um em Lisboa, outro no Algarve e outro nos Açores: o arquitecto brasileiro fez três projectos que nunca chegaram a concretizar-se.

    O legado de Oscar Niemeyer em Portugal não se resume ao Casino Park Hotel na Madeira. O arquitecto brasileiro, que morreu nesta quarta-feira à noite aos 104 anos, deixa também três projectos, um no Algarve (1965), outro em Lisboa (1991) e outro em Ponta Delgada (2010), que ainda não saíram do papel.

    Para Lisboa e ainda na década de 1990, Niemeyer desenhou – e ofereceu – o projecto da nova sede da Fundação Luso-Brasileira, que iria ser construída num terreno de 16 mil metros quadrados na Quinta dos Alfinetes, em Chelas. A obra chegou a começar mas os 7,5 milhões de euros necessários para a concluir nunca apareceram. Os trabalhos pararam em 1999 e os terrenos foram devolvidos à Câmara de Lisboa em 2004, em troca de 748 mil euros que a fundação usou para pagar as dívidas às construtoras.

    Em Dezembro de 2009, o presidente da Câmara de Lisboa, António Costa, dizia ao PÚBLICO que a autarquia continuava "interessada em construir" o projecto, estando "à procura de entidades, nacionais e brasileiras” para estabelecer parcerias. No entanto, ainda nada aconteceu. António Costa foi nesta quinta-feira para o Brasil, onde vai participar na 1ª Mostra de Imobiliário de Portugal, e por isso não está disponível para prestar declarações. A Fundação Luso-Brasileira também não respondeu.

    Há três anos, o terreno estava ao abandono e servia de local de deposição clandestina de entulhos. “O local necessita urgentemente de voltar a ser vedado”, reclamava na altura o presidente da Junta de Freguesia de Marvila, Belarmino Silva. O PÚBLICO tentou contactar hoje o autarca, sem sucesso.

    O projecto gizado por Niemeyer incluía, além do edifício-sede, um anfiteatro em forma de cilindro, uma zona comercial, espaços para exposições e biblioteca. No terreno existia um palácio cuja reconstrução devia ter sido feita pela fundação, para nele instalar um instituto de formação de quadros dos países lusófonos.

    Museu nos Açores à espera que passe a crise
    O projecto do Museu de Arte Contemporânea de Ponta Delgada, na ilha açoriana de São Miguel, foi encomendado a Niemeyer pela ex-presidente da câmara municipal, Berta Cabral. Em Março de 2010, Berta Cabral deslocou-se ao Brasil para assinar o contrato de elaboração do projecto com "o maior arquitecto vivo no mundo". Mas a obra, que deveria ser inaugurada antes das eleições regionais de Outubro passado (na sequência das quais a derrotada líder do PSD se demitiu), ainda não arrancou. Deverá avançar “logo que a conjuntura financeira o permita”, justifica agora a autarquia presidida por José Manuel Boleiro.

    "Mais do que uma obra de Ponta Delgada, é uma obra que vai colocar Ponta Delgada no mapa cultural mundial", integrando os Caminhos de Niemeyer, que ligam as obras do arquitecto em todo o mundo, salientou Berta Cabral quando apresentou o estudo prévio nos Açores. O futuro museu, a ser construído na Avenida do Mar, estava orçado em cerca de sete milhões de euros, dos quais 85% seriam assegurados por fundos europeus. Com uma área total de 4000 metros quadrados e desenvolvido em dois módulos ligados por uma passadeira, teria o nome do arquitecto brasileiro.

    O Museu de Arte Contemporânea será o segundo do género na ilha de S. Miguel, onde foi construído o Centro de Artes Contemporâneas da Ribeira Grande. "Nenhuma região pode dizer que tem equipamentos culturais a mais", justificava Berta Cabral ao PÚBLICO. "Vão funcionar os dois e ficaremos todos mais ricos", declarou, rejeitando haver disputa de protagonismo com o governo regional, que arrancou com as obras do Centro numa antiga fábrica.

    A única obra do arquitecto brasileiro construída em Portugal é o Casino Park Hotel, na Madeira, que inclui um casino e um centro de congressos. Foi encomendada em 1966 pela Sociedade de Investimentos Turísticos da Ilha da Madeira (ITI), propriedade da família António Xavier Barreto, tendo sido inaugurada a 3 de Outubro de 1976. Hoje pertence ao grupo Pestana que adquiriu ao governo madeirense a participação na ITI.

    A partir dos desenhos de Niemeyer (1996), o projecto do Casino Park Hotel foi concretizado pelo arquitecto português Viana de Lima, seu amigo e também já falecido. “Ele seguiu a minha orientação inicial, mas fez muito bem. Foi muito bom”, declarou numa entrevista concedida, em 2001, a Cláudia Galhós, publicada no site NetParque.

    O primeiro projecto para Portugal foi solicitado, em 1965, pela empresária Fernanda Pires da Silva (grupo Grão Pará) para o Empreendimento Turístico de Pena Furada, no Algarve, também em colaboração com Viana de Lima.

    Notícia actualizada com um terceiro projecto que está na gaveta

     

    http://www.publico.pt/cultura/noticia/portugal-tem-dois-projectos-de-niemeyer-na-gaveta-1576412#/1

  3. Banco de Portugal apresenta igreja que receberá o Museu do Dinheiro
     
    23.10.2012 - 15:33 Por Alexandra Prado Coelho Publico.
     
    A porta da casa-forte onde se guardavam as reservas de ouro A porta da casa-forte onde se guardavam as reservas de ouro (Foto: Nuno Ferreira Santos)
     
    Onde antes estavam encaixadas casas-fortes cheias de dinheiro surge agora o que resta de um antigo altar-mor. Onde anteriormente estacionavam carros, abre-se agora, clara e limpa, a nave principal do templo - depois de mais de dois anos de trabalhos, o Banco de Portugal apresentou ontem a convidados a obra de recuperação da antiga Igreja de São Julião, na Baixa de Lisboa. 
     
     
    O edifício, que durante anos serviu de armazém do Banco de Portugal, sendo violentado de diversas maneiras, foi agora recuperado com um projecto dos arquitectos Gonçalo Byrne e João Pedro Falcão de Campos, e receberá, a partir do segundo semestre de 2013, o Museu do Dinheiro.
     
    As imagens do que era a igreja até há relativamente pouco tempo impressionam. Pela porta principal, virada para a Praça do Município, entravam os carros, que estacionavam no interior. E, ao fundo, no que tinha sido a capela-mor, estavam, rompendo literalmente a parede, as caixas-fortes. "O que fizemos foi uma limpeza sucessiva para remover o betão, as argamassas, o cimento. Não fizemos mais do que relevar", disse João Pedro Falcão de Campos durante a visita.
     
    O projecto - com um custo final de perto de 34 milhões de euros, mais IVA - fez ainda "crescer" um piso as partes laterais da igreja, que passaram assim a cumprir o plano que o marquês de Pombal fez para a Baixa depois do terramoto de 1755 e que até agora a Igreja de São Julião não cumpria. Na esquina do lado direito de quem está virado para a igreja surge agora um óculo de vidro azulado - um dos detalhes mais polémicos da obra. "Não fizemos [o novo piso] de forma mimética, assumimos a contemporaneidade", explicou Falcão de Campos, reconhecendo, contudo, que "a concretização ficou aquém" das expectativas.
     
    O aumento de um piso permite que a visita à igreja e aos espaços onde será instalado o Museu do Dinheiro se faça de forma circular. Foi criado um corredor elevado junto à fachada principal, separado da igreja por uma parede de vidro, que serve não só para ligar as duas alas, como para reforçar a fachada principal, que corria riscos de derrocada em caso de sismo.
     
    "Jogo de equilíbrios"
     
    A igreja, originalmente do século XVII, mas reconstruída depois do terramoto, está integrada num quarteirão que pertence, todo ele, ao Banco de Portugal - foi, aliás, o último dos nove edifícios que o banco foi adquirindo entre 1868 e 1933, "fechando" assim o quarteirão. A recuperação foi uma tarefa de grande complexidade, não só pelas descobertas arqueológicas (ver caixa) mas também pelas exigências actuais de segurança e conforto. Onde colocar toda a parafernália técnica necessária?
     
    A solução foi sacrificar dois dos edifícios do quarteirão, contíguos à igreja, colocando neles toda a parte técnica, do ar condicionado aos elevadores, escadas de emergência e cabos. Não era possível enterrar tudo, por um lado, porque, segundo Falcão de Campos, "o nível freático é muito elevado" na zona e, por outro, as descobertas arqueológicas não o permitiam. A parte técnica ficou assim concentrada nos chamados "edifícios-sacrifício". "Esta obra é um jogo de equilíbrios", afirmou o arquitecto.
     
    A ideia é que o público passe a usar a porta antes usada pelos carros para entrar na igreja e aceder quer ao Museu do Dinheiro, quer às próprias instalações do Banco de Portugal, que podem ser vistas por detrás de um longuíssimo pano dourado, criado (tal como os painéis laterais nas antigas capelas) pela artista plástica Fernanda Fragateiro. A nave central é um espaço polivalente, que pode servir para concertos ou exposições temporárias.
     
    O museu será, disse Luís Abreu Nunes, responsável pelo projecto de conteúdos, uma "porta para a literacia financeira". Embora inclua peças do espólio do Banco de Portugal - para já o único objecto que pode ser visto é a enorme porta da antiga casa-forte onde se guardavam as reservas de ouro do país -, não será um museu "contemplativo", mas antes um espaço interactivo, no qual será contada a história do dinheiro e das trocas no mundo.
     
    A muralha de D.Dinis

     

     

     

    Museu do Dinheiro nasce no coração da Baixa de Lisboa em 2013
     
    22 de Outubro, 2012 por Tânia Ferreira
     
    Dentro de um ano vão abrir as portas do novo Museu do Dinheiro do Banco de Portugal, em plena Baixa Pombalina de Lisboa. Localizado no espaço da antiga e recuperada Igreja de São Julião, «o museu terá entrada livre e pretende ser um centro de literacia financeira, contando a história do dinheiro e a sua relação com a sociedade e as pessoas, mas também um espaço aberto à cidade e com forte programação cultural e educativa, em parceria com outras entidades artísticas, nomeadamente para receber exposições temporárias de outras temáticas, concertos e peças de teatro», revelou o governador do Banco de Portugal (BdP), Carlos Costa, na cerimónia sobre a obra de Reabilitação e Restauro do edifício da sede.
    O Museu do Dinheiro – que faz parte do quarteirão financeiro onde está a sede do Banco de Portugal – soma uma área total próxima dos dois mil metros quadrados. 
     
    O BdP promete que este espaço vai ser «um lugar interactivo, e não contemplativo, com uma forte componente virtual e uma museografia não convencional, assente em tecnologia inovadora, na criação de ambientes surpreendentes e na participação do visitante na construção do conhecimento».
     
    O horário de funcionamento do museu – que vai ter uma cafetaria aberta ao público – ainda está em estudo, mas fonte do Banco de Portugal indicou ao SOL que deverá estar em linha com os restantes museus da zona da Baixa lisboeta, com quem estão agora a ser desenvolvidos contactos para o estabelecimento de parcerias. E é esperada uma média anual entre 50 mil e 100 mil visitantes, de acordo com as estimativas preliminares do banco central.
     
    O processo de reabilitação e restauro da sede do Banco de Portugal durou perto de cinco anos e implicou um investimento na ordem dos 33,9 milhões de euros (mais IVA), tendo o projecto de arquitectura sido da responsabilidade da dupla de Gonçalo Byrne e Falcão de Campos. No total foram contratadas pelo supervisor do sector financeiro mais de 130 empresas, quase todas nacionais, e envolvidas mais de duas mil pessoas nos trabalhos.
     
    «Ao longo dos cerca de 150 anos de vida do Banco de Portugal no edifício-quarteirão foram realizadas sucessivas intervenções que alteraram profundamente a filosofia estrutural dos edifícios», argumentou Carlos Costa, apontando o exemplo da Igreja de São Julião «cuja morfologia foi sendo danificada». Antes destas obras, o espaço da igreja que agora vai ser o Museu do Dinheiro servia, nomeadamente, como garagem, arquivo e casas-fortes.
     
    Outra das ‘pérolas’ deste núcleo museológico é o troço da Muralha de D.Dinis, património nacional, que será possível ver na visita ao Museu. 
     
    «No decurso dos trabalhos foi identificado um troço, do qual se conseguiram manter cerca de 30 metros», adiantou o arqueólogo Artur Rocha, dando nota de que «foram feitos outros mais de 100 mil achados com interesse histórico dos níveis moderno, medieval e romano, bem como uma necrópole do século XIX, com 300 exumações».
     
    «A instalação do Museu do Banco de Portugal, desencadeada em 2007, insere-se no projecto da Câmara Municipal de Lisboa de revitalização da Baixa Chiado e é uma peça fundamental na nossa estratégia para dinamizar o coração da cidade», rematou o presidente da autarquia da capital, António Costa, na mesma cerimónia.
     
    tania.ferreira@sol.pt

     

     

    http://www.skyscrapercity.com/showthread.php?t=1118957&page=2

     

    FOTOGRAFIAS DE MARCO SOUSA

  4. Porto de Lisboa tem agendadas para este ano 367 escalas de navios de cruzeiros

    A Administração do Porto de Lisboa (APL) já publicou a sua agenda de escalas para este ano, na qual tem previstas 367 visitas de navios de cruzeiros, mais seis do que as que previu para 2012, 14 das quais serão de navios em estreia na capital portuguesa, mais duas que no ano passado.

    Abril e Setembro são os meses mais atarefados, respectivamente com 56 e 51 escalas, seguidos de Outubro e Maio, com 49 e 47 visitas, e que correspondem aos períodos em que normalmente os operadores fazem o reposicionamento dos seus navios para as diferentes temporadas.

    Fevereiro é o mês com menos escalas agendadas, com oito, seguido de Janeiro com 13. Março, com 19, Junho, com 17, Julho, com 16, e Dezembro, com 18, são os restantes meses em que as escalas agendadas até ao presente não chegam às duas dezenas.

    O número de navios em estreia na capital portuguesa aumenta este ano face a 2012, em que passaram por Lisboa 12 navios pela primeira vez. Até à data, a APL tem no seu planeamento anual de escalas 14 navios em estreia, cinco dos quais entram em operação este ano, como o Europa 2, o MSC Preziosa, o Royal Princess, o Le Soleil e o AIDAStella, ficando a faltar a visita do Norwegian Breakaway para Lisboa fazer o pleno.

    http://www.presstur.com/site/news.asp?news=40331

     

     

     

     

     

    Terminal de cruzeiros em Lisboa adiado
    Terminal de cruzeiros em Lisboa adiado
    Sol, 4 de Dezembro, 2012 por Ana Serafim
     
    Apresentado oficialmente em Julho de 2010, previa-se que estivesse pronto em 2013, após 24 meses de construção. Mas, até agora, o edifício que completará o terminal de cruzeiros de Santa Apolónia, Lisboa, não zarpou sequer do papel.
    «Prevê-se que a construção da gare de passageiros tenha início em 2013, encontrando-se o Porto de Lisboa a maximizar o projecto, minimizando os custos associados ao mesmo. A construção poderá ter dois momentos: um primeiro de construção do edifício e um segundo de execução dos arranjos exteriores. O edifício poderá funcionar no final de 2014, segundo as previsões actuais», revela a Administração do Porto de Lisboa (APL), questionada pelo SOL sobre a evolução do projecto.
     
    Em respostas por e-mail, a APL adianta ainda que, para o futuro edifício, «se prevê um investimento de 20 milhões de euros, estando em estudo a possibilidade de o mesmo vir a ser reduzido, face a optimizações em fase de projecto, no que respeita ao miolo do edifício».
     
    ‘Novo’ projecto em 2013
     
    Entregue ao arquitecto João Carrilho da Graça, após concurso público internacional, o projecto inicial estipulava um investimento de 25,5 milhões de euros. Agora, a par do custo da obra, também o projecto está a ser revisto, ainda que a autoridade portuária não indique que reajustes serão introduzidos. Diz apenas que «as alterações decorrem do desenvolvimento do projecto». E que «é perfeitamente compreensível que nesta fase de constante evolução da conjuntura económica se tenha procurado, com o projectista, ajustar os valores iniciais do projecto, sem prejuízo da qualidade e funcionalidade».
     
    Ao que o SOL apurou junto de um responsável do atelier de Carrilho da Graça, estão em causa alterações «pontuais» e funcionais nalguns espaços do edifício, relacionadas com a compartimentação e infra-estruturas técnicas. E a previsão é que o projecto esteja finalizado no fim do primeiro trimestre de 2013. Depois, o arranque dos trabalhos no terreno dependerá da APL.
     
    O modelo de exploração do futuro terminal de cruzeiros ainda está em estudo. E, segundo a APL, «será objecto de definição pela tutela proximamente». Questionado pelo SOL sobre este projecto, o Ministério da Economia, que detém a pasta dos portos nacionais, não respondeu.
     
    Turismo anseia pela obra
     
    Com a actividade cruzeiros a navegar de vento em poupa em Lisboa, a rápida conclusão do terminal de Santa Apolónia é um anseio das empresas e entidades turísticas. Encaram o futuro equipamento como fundamental para o crescimento desta área de negócio. E, por isso, o atraso na sua execução tem sido visto com alguma preocupação.
     
    Mas a APL desvaloriza. «A actual conjuntura nacional e internacional obriga-nos a efectuar um constante ajustamento aos objectivos traçados. A médio e longo prazo, não cremos que os objectivos traçados, como a forte aposta no crescimento do segmento de turnaround [cruzeiros que começam e/ou acabam na cidade] estejam a ser postos em causa», contrapõe.
     
    Em 2013, a gestora portuária prevê que o turismo de cruzeiros continue a aumentar, antecipando um aumento de 10% no número de escalas – esperam-se 348 – e de viajantes, que deverão totalizar 556 mil. A tendência de subida tem vindo a registar-se, pelo menos nos últimos cinco anos, com um crescimento médio anual de 14% dos cruzeiristas que passam pela capital do país. Evoluíram de 270 mil em 2006, para mais de 500 mil, no ano passado, volume que representou um recorde no Porto de Lisboa, ao ultrapassar o meio milhão de passageiros, num total de 330 escalas de navios.
     
    Já este ano, voltaram a superar-se números. No primeiro semestre – quando nove navios escalaram pela primeira vez no porto da capital – o volume de passageiros nas embarcações cresceu 14%, para mais de 230 mil, face ao mesmo período de 2010. E houve 147 escalas (+5%). Até ao final de 2012, estão previstas um total de 322 – já descontando as que foram afectadas pela greve nos portos – e 522 mil passageiros em Lisboa.

     

    http://www.skyscrapercity.com/showthread.php?t=465308

     

     

     
  5. Há mais um projeto de Frank Gehry em perspetiva para a região. O famoso arquiteto norte-americano foi convidado para elaborar a nova sinagoga de Belmonte, num desafio que se reveste de grande simbolismo, pois, se aceitar, será a primeira que o autor de ascendência judaica irá desenhar.

     

    Ainda não há nada confirmado, mas essa possibilidade está a ser acompanhada com «grande expetativa» pela mais antiga comunidade judaica do país. O seu presidente considera mesmo que ter uma sinagoga com a assinatura do «arquiteto mais famoso do mundo» é a garantia de «muita qualidade, ideias arrojadas e grande impacto». António Mendes espera que Gehry aceite o convite e que a comunidade seja ouvida sobre o projeto, pois Belmonte «é o centro do judaísmo em Portugal». O dirigente adianta que «até à data ainda não fomos abordados, mas o nosso rabino está envolvido». Na sua opinião, se esta intervenção se concretizar vai atrair «muita gente, o que é muito bom para a comunidade, mas também para toda a região», em termos de turismo. O autarca local comunga da mesma opinião, sublinhando que «em qualquer ponto do mundo é muito importante ter uma obra de Frank Gehry».

    No entanto, Amândio Melo diz que o município não tem «nenhuma informação oficial» sobre o assunto, até porque o projeto faz parte do empreendimento Cegonha Negra Golf Resort & Spa, que o empresário Alexandre Abreu está a construir na Quinta da Bica, entre Gonçalo (Guarda) e a localidade de Gaia (Belmonte). Mas o assunto já anda nas bocas do mundo. O próprio secretário de Estado da Cultura referiu-se à eventualidade de Frank Gehry desenhar para Belmonte a primeira sinagoga da sua via numa entrevista publicada na última edição do semanário “Expresso”. «Espera-se a resposta dele. Se for sim, imagine-se o que isso será», declarou. Para já, o que é certo é a construção de um hotel de cinco estrelas e do futuro Museu da Draga naquele resort, que serão os primeiros projetos do arquiteto no nosso país. A contratação de Frank Gehry deve-se ao envolvimento da comunidade judaica luso-americana e o objetivo é repercutir por cá a notoriedade que conquistaram edifícios emblemáticos como o Museu Guggeheim, de Bilbao (País Basco), ou o Hotel Marquês de Riscal, em Elciego (Rioja).

    Considerado um dos fundadores do Desconstrutivismo, tendência que rompe com a tradição e resgata o papel da emoção na arquitetura, Frank Gehry venceu em 1989 o Prémio Pritzker, tido como o Nobel desta área, por vários dos seus projetos se terem tornado ícones da arquitetura contemporânea. Classificado como Projeto de Interesse Nacional (PIN) pelo Governo, o Cegonha Negra Golf Resort & Spa representa um investimento total de 66 milhões de euros e criará 240 postos de trabalho, adiantou na altura Alexandre Abreu. A sua conclusão está prevista para 2014.

     

    Secretário de Estado elogia Rota das Judiarias

     

    Na entrevista ao “Expresso”, Francisco José Viegas também elogiou a criação da Rota das Judiarias, dinamizada pela Turismo Serra da Estrela, que considerou «a mais decisiva das redes para o turismo português». O governante assumiu igualmente que «o património será a nossa única fonte de riqueza», dando como exemplos as rotas das Catedrais, que envolve a Sé da Guarda, dos Patrimónios Mundiais (Vale do Côa e Douro Vinhateiro), dos Castelos da Raia e das Fortalezas Militares (Almeida). «Se dermos dignidade ao nosso património isso vai operar uma transformação importantíssima no desenvolvimento local», afirmou.

     

    http://www.ointerior.pt/noticia.asp?idEdicao=647&id=34668&idSeccao=8202&Action=noticia

     

  6. CENTRO DE CONVENÇÕES E ESPAÇO CULTURAL DO CONVENTO DE S. FRANCISCO
    A intervenção no Convento de São Francisco foi concebida pelo arquitecto Carrilho da Graça, prevendo o projecto, além da construção do auditório que será a maior sala de Coimbra, a recuperação do mosteiro e a criação de uma praça, entre outras funcionalidades, que ocuparão uma área total de 27 mil metros quadrados.
    O empreendimento criará, no imóvel do século XVII, um centro de congressos, com 1200 lugares, e outros espaços, designadamente salas de espectáculos.
    Cliente: Câmara Municipal de Coimbra

     

    http://www.mrg.pt/obras/obrascurso/Centro_Convencoes_S_Francisco/

     

     

     

    Câmara de Coimbra dá mais meio ano mas nega pagar trabalhos a mais no Convento de S. Francisco
     
    Arquivo - Luís Carregã
    A descoberta de uma extensa necrópole, na área em obras do Convento de S. Francisco, atrasou a empreitada do futuro centro de convenções em mais de meio ano.
    Por isso, a empresa adjudicatária pediu prorrogação do prazo, em 180 dias, e, também, o reembolso de 336 mil euros que diz ter gasto com os trabalhos a mais, “sem prejuízo dos demais sobrecustos ainda a apurar”. Em resposta, a câmara vai autorizar mais meio ano de obras (até abril de 2013), mas nega pagar aquela verba.
    A situação vai ser, hoje, objeto de discussão e deliberação pelo executivo municipal de Coimbra. Em causa um pedido de prorrogação de prazo e de ressarcimento financeiro por trabalhos não previstos, solicitados pela empresa MRG, a quem foi adjudicada a empreitada do Centro de Convenções e Espaço Cultural do Convento de S. Francisco.

     

    http://www.asbeiras.pt/2012/07/camara-de-coimbra-da-mais-meio-ano-mas-nega-pagar-trabalhos-a-mais/

  7. Video sobre a Pousada

     

     

     

    Pousada está para breve
     
    A reconversão do antigo edifício do Sanatório dos Ferroviários numa pousada turística está em fase terminal. Na empreitada que ascende a perto de 20 milhões de euros, os acabamentos interiores e alguns arranjos urbanísticos ditam a lista de prioridades nos últimos trabalhos. O Urbi apresenta-lhe as primeiras fotos.
     
    Por: Eduardo Alves 
     
    Em: Quarta, 6 de Junho de 2012
     
    Está praticamente concluída a empreitada de reconstrução do Sanatório dos Ferroviários. No espaço desenhado no início dos anos 30 do século passado, por Cottinelli Telmo, surge agora uma pousada com cerca de 90 quartos redesenhada por Souto Moura.
    Uma obra complexa que levou à reconstrução da maior parte do edifício. Depois de várias décadas encerrada, toda a estrutura sofreu fortes degradações. A par disso, várias tentativas de revitalização e novas vertentes de exploração acabaram por ditar a compra do edifício pela Enatur. A empresa detentora de um conjunto de pousadas viabilizou o projeto que aponta para a construção de um espaço com cerca de 90 quatros, diversas estruturas de apoio como piscinas e estacionamentos e novas abordagens ao imóvel. Neste campo, a mudança mais radical do espaço e que agora está já bem patente é a alteração da zona de acesso ao complexo turístico.
    Na reconversão de todo o imóvel, foi criada uma nova entrada principal localizada nas traseiras do edifício. Esta solução foi discutida com Souto Moura que quis assim deixar intacta toda a zona ajardinada que está na frente do sanatório. Tal implicou construir um novo acesso para os veículos e um parque de estacionamento subterrâneo.
    Com esta intervenção, o imóvel voltou a ganhar as suas cores originais. Toda a zona exterior do mesmo está já terminada, as paredes voltam a ter o pastel e o laranja tal como projetado por Cottinelli Telmo. Outro dos pormenores agora reintroduzido no edifício de largas dezenas de metros de comprimento foram as mansardas a rematar o telhado. Uma solução desenhada pelo arquiteto mentor do projeto e que acabou por não ter sido implementada ao longo da primeira construção.
    Toda a recuperação do imóvel, orçada em cerca de 20 milhões, dotou agora a nova pousada de mais de 90 quartos. A preocupação com os pormenores deste tipo está presente em todo o lado, desde os quartos às salas, passando pelas escolhas dos materiais utilizados. Todos os quartos estão decorados refletindo os espaços originais, o mesmo acontece em algumas das salas e espaços comuns.
    Já no que diz respeito às novidades desta nova pousada da Enatur, está já iniciada uma piscina exterior, numa das laterais. Passa a existir uma outra piscina interior e espaços de lazer que vão prestar apoio às serviços oferecidos pela nova pousada.
    O prazo de execução da obra sofreu um ligeiro atraso pelo que a finalização da empreitada deve agora prolongar-se por cerca de mais seis meses, segundo os responsáveis por esta operação, contados pelo Urbi. A entrega desta estrutura para exploração turística vai ser feita à Enatur, parceira do grupo Pestana, que na  região dirigem já, entre outras, a Pousada do Pousada do Convento de Belmonte, a Pousada de São Lourenço, em Manteigas e a Pousada de Amoras, em Proença a Nova.
    Para os responsáveis pelo Turismo Serra da Estrela, “esta é uma das mais importantes obras realizadas na região, nos últimos anos”. Com a entrada em funcionamento da nova pousada “ganha-se mais um espaço de qualidade e a recuperação de um imóvel histórico”, atestam os responsáveis.

     

    http://www.urbi.ubi.pt/pag/10379

     

     

     

     

    Sanatório dos Ferroviários pronto em março 
     
    A reconversão do antigo Sanatório dos Ferroviários na Serra da Estrela em Pousada de Portugal prevê-se que esteja concluída em fevereiro ou março, adiantou a ENATUR (Empresa Nacional de Turismo), responsável pela obra.
     
    «Caso não se venham a verificar mais imponderáveis, pensamos ter tudo pronto em meados do próximo ano», informa a ENATUR, que aponta março como o mês provável. Segundo a entidade responsável pela intervenção, os trabalhos estão na fase final. «Estamos em plena fase de acabamentos interiores e faltarão concluir os arranjos exteriores (plantações que aguardam condições climatéricas), bem como as ligações finais das redes de instalação de águas, esgotos, energia e telefones», adianta a ENATUR. Assim que o imóvel fique concluído, a intenção é que entre de imediato em funcionamento. A obra foi adjudicada há dois anos à Soares da Costa, por 13 milhões e meio de euros. Embora o investimento global ultrapasse os 19 milhões e meio de euros, incluindo o mobiliário, equipamento e a recuperação da zona envolvente. Um investimento apoiado a 70 por cento pelo Programa Operacional Temático de Valorização do Território, no âmbito do Quadro Nacional de Referência Estratégico Nacional (QREN). O prazo de execução, 16 meses, já terminou. A intervenção sofreu alguns meses de atraso mas, embora no local continue a indicação de que a unidade hoteleira abre em 2012, só se prevê que abra ao público no final do primeiro trimestre de 2013.
    Notícias da Covilhã  
    17-12-2012 15:58 

     

    http://www.guarda.pt/noticias/sociedade/Paginas/sanatrio-dos-ferrovirios-pronto-em-maro.aspx

     

     

     

     

    Sanatório pronto em Março
    2012-12-12
    Só faltam os acabamentos na futura pousada da Serra
     
     
    A reconversão do antigo Sanatório dos Ferroviários na Serra da Estrela em Pousada de Portugal prevê-se que esteja concluída em Fevereiro ou Março, adianta ao NC a ENATUR (Empresa Nacional de Turismo), responsável pela obra. “Caso não se venham a verificar mais imponderáveis, pensamos ter tudo pronto em meados do próximo ano”, informa a ENATUR, que aponta Março como o mês provável.
    Segundo a entidade responsável pela intervenção, os trabalhos estão na fase final. “Estamos em plena fase de acabamentos interiores e faltarão concluir os arranjos exteriores (plantações que aguardam condições climatéricas), bem como as ligações finais das redes de instalação de águas, esgotos, energia e telefones”, adianta a ENATUR. Assim que o imóvel fique concluído, a intenção é que entre de imediato em funcionamento.
    A obra foi adjudicada há dois anos à Soares da Costa, por 13 milhões e meio de euros. Embora o investimento global ultrapasse os 19 milhões e meio de euros, incluindo o mobiliário, equipamento e a recuperação da zona envolvente. Um investimento apoiado a 70 por cento pelo Programa Operacional Temático de Valorização do Território, no âmbito do Quadro Nacional de Referência Estratégico Nacional (QREN).
    O prazo de execução, 16 meses, já terminou. A intervenção sofreu alguns meses de atraso mas, embora no local continue a indicação de que a unidade hoteleira abre em 2012, só se prevê que abra ao público no final do primeiro trimestre de 2013.
    (Artigo completo na edição papel)
     
    Ana Ribeiro Rodrigues

     

    http://www.noticiasdacovilha.pt/pt/artigos/show/scripts/core.htm?p=artigos&f=show&lang=pt&pag=&area=2&idseccao=7&idartigo=1962

  8. PT garante incentivos do Estado para centro de dados na Covilhã

    O centro de processamento de dados ("data center") que está a ser construído pela Portugal Telecom na Covilhã recebeu incentivos financeiros para a inovação. O contrato assinado entre a PT e o Estado português está esta quinta-feira, 4 de Outubro, em Diário da República.

    Segundo o contrato de investimento, o centro de dados da Covilhã representa um investimento de 83,9 milhões de euros, que permitirá criar 86 postos de trabalho directos. A PT anunciou que numa segunda fase será aí instalado o centro de Supervisão e Gestão de Redes e Serviços de grande dimensão e que permitirá a criação de mais de 1.400 postos de trabalho.

    A PT estima alcançar um valor acumulado de vendas e prestação de serviços de 233,1 milhões de euros, para um valor acrescentado bruto acumulado de 151,7 milhões de euros.

    De acordo com o despacho esta quinta-feira publicado, "este projeto inclui-se na Estratégia de Eficiência Colectiva subjacente ao Polo de Competitividade e Tecnologia das Tecnologias de Informação, Comunicação e Electrónica e contribuirá para o aumento do emprego em indústrias e serviços de alta tecnologia, do peso da I&D empresarial no PIB e do valor acrescentado afecto aos sectores de alta tecnologia na indústria e nos serviços". 

    Por outro lado, acrescenta-se o investimento vai contribuir para aumentar as exportações. Estima-se que as exportações deste centro rondem os 30% do volume de negócios total da empresa.

    Por isso, atribui-se incentivos financeiros ao investimento que demonstra "relevante interesse para a economia nacional pelo seu efeito estruturante para o desenvolvimento, diversificação e internacionalização da economia portuguesa e ou de sectores de actividade, regiões, em áreas consideradas estratégicas".

    No Diário da República desta quinta-feira está ainda o despacho que aprova os incentivos financeiros para o contrato de investimento da CS — Coelho da Silva, que se propõe investir 32,5 milhões de euros na criação de uma nova unidade industrial para o fabrico de um novo produto, a lajeta, vocacionado para coberturas planas, bem como o aumento de capacidade instalada de telha plana. Criará 60 postos de trabalho directos e manterá 211.
    http://www.jornaldenegocios.pt/home....S_V2&id=582331

     

    http://www.skyscrapercity.com/showthread.php?t=1454399

  9. Ílhavo - Bacalhaus já nadam no único aquário da Europa que lhes é dedicado
     
     
    O Museu Marítimo de Ílhavo conta agora com o único aquário da Europa exclusivamente dedicado ao bacalhau, num investimento de quase três milhões de euros e que espera receber mais de cem mil visitantes. O aquário tem as dimensões de um prédio de três andares e recebe mais de cem bacalhaus.
     
    O Aquário dos Bacalhaus é inaugurado no âmbito das Comemorações do 75.º Aniversário do Museu Marítimo de Ílhavo. De acordo com o presidente, Ribau Esteves, «este museu é já, desde há quatro anos, o museu municipal mais visitado» e tem estado no grupo dos dez museus nacionais e municipais mais visitados do país, [contando] entre os 50 e os 80 mil visitantes por ano. 
     
    «A nossa aposta é proximamente passar a fasquia dos cem mil visitantes, na certeza de que o aquário vai aumentar muitíssimo a atractividade do Museu», disse Ribau Esteves, justificando que se trata de um investimento «num dos principais valores da História, da Cultura e da actividade económica» local. 
     
    O investimento foi superior a 2,8 milhões de euros (co-financiado em 85% pelo Programa Operacional da Região Centro - Mais Centro), o que para o autarca foi uma oportunidade histórica de aproveitar os fundos comunitários, integrando o Aquário de Bacalhaus no Programa de Regeneração Urbana do Centro Histórico de Ílhavo, por forma a completar o discurso expositivo do Museu Marítimo.
     
    Ribau Esteves salientou que Ílhavo continua a ter «uma actividade económica muito importante» na área da pesca: são do Porto de Aveiro os únicos 14 navios de pesca longínqua que o Portugal tem e é na indústria transformadora de pescado de Ílhavo que é transformado 80 por cento do bacalhau laborado em Portugal.
     
    O Aquário dos Bacalhaus tem uma capacidade de 120 metros cúbicos de água, com uma temperatura média de 12 graus centígrados, e com condições de salinidade próximas das existentes no habitat natural do bacalhau, recriadas artificialmente. 
     
    A alimentação dos peixes é assegurada gratuitamente pela Associação de Pesca Artesanal da Ria de Aveiro.
     
    A concepção e a construção do aquário foram acompanhadas pelo Museu Marítimo de Alesund (Noruega), no âmbito da cooperação institucional estabelecida pelo Museu Marítimo de Ílhavo. Parte dos bacalhaus que vão estar no museu de Ílhavo foram oferecidos pela instituição norueguesa.
     
    Quanto aos custos de manutenção, Ribau Esteves reconheceu que o museu terá mais encargos, mas garantiu que o valor anual do conjunto de patrocinadores privados supera largamente o aumento da despesa.
     
    Em conclusão, Ribau Esteves disse que agora é tempo de arrumar a obra, cuidar do dia-a-dia do novo aquário e convidar toda a gente a ver uma peça única à escala europeia.
     

     

    http://www.skyscrapercity.com/showthread.php?t=1581615

     

     

     

    Integrado no programa das Comemorações do 75.º Aniversário do Museu Marítimo de Ílhavo, A Câmara Municipal de Ílhavo (CMI) inaugura no próximo domingo dia 13 de janeiro, pelas 16h30, o Aquário dos Bacalhaus do Museu Marítimo de Ílhavo (MMI), numa aposta forte na promoção da Cultura de Mar do Município “Capital Portuguesa do Bacalhau”, fechando assim as Comemorações dos 75 anos do MMI, no dia em que se assinalam os 115 anos da Restauração do Município de Ílhavo .
    O “Aquário dos Bacalhaus do Museu Marítimo de Ílhavo” é uma obra localizada nos terrenos mais a Norte dos espaços exteriores da antiga Escola Preparatória de Ílhavo, atual CIEMar-Ílhavo, constituindo um novo elemento de atração do Município de Ílhavo, contribuindo para a dinamização do turismo e do setor económico local, bem como para complementar o discurso expositivo do MMI, iniciando a sua nova vida de tripla dimensão: museu, investigação e aquário.
    Apresentamos de seguida um conjunto de informação sumária que caracteriza a aposta e o investimento que a CMI tem executado no Museu Marítimo de Ílhavo, bem como alguns dados sobre o Aquário dos Bacalhaus.
    Museu Marítimo de Ílhavo – 75 anos de vida
    Composto por um riquíssimo património natural, histórico e cultural, desde logo pela sua proximidade à Ria e ao Mar, com forte tradição na Pesca do Bacalhau, o Município de Ílhavo, tem vindo a afirmar-se de forma crescente, como local privilegiado de eleição para todos quantos têm por objetivo desfrutar de bons momentos de cultura, de turismo e lazer.
    Marco incontornável da História e Cultura das gentes de Ílhavo, o MMI tem constituído uma aposta central da CMI na promoção e conservação do património do Município que tem “O Mar por Tradição”, afirmando-se como uma referência na museologia portuguesa, diferenciadora do Município, da Região de Aveiro, da Região Centro e de um Portugal intimamente ligado ao Mar, tendo no ano passado alcançado os 500.000 visitantes.
    Inserido no Projeto de Regeneração Urbana do Centro Histórico de Ílhavo (RUCHI), a intervenção do Centro de Investigação e Empreendedorismo (CIEMar) teve por principal objetivo a criação de um arquivo documental de temática marítima, investigação histórica, formação e incubação de empresas, dando uma nova vida ao edifício da antiga Escola Preparatória de Ílhavo, tendo sido inaugurado e ativado no dia 31 de março de 2012.
    Numa aposta de renovação e continuação do projeto cultural do Museu Marítimo de Ílhavo, a CMI disponibilizou a primeira unidade de Investigação Histórico-Documental a ser construída em Portugal integrando um Museu Marítimo, funcionando em articulação direta com as Universidades e os seus Centros de Investigação de reconhecida competência na área marítima.
    Mais recentemente a CMI investiu na construção do Aquário dos Bacalhaus do Museu Marítimo de Ílhavo completando discurso expositivo do MMI, conferindo a plenitude da nova tripla dimensão deste espaço de cultura.
    Aquário dos Bacalhaus do Museu Marítimo de Ílhavo
    Com um investimento total de 2,8 milhões de euros (cofinanciado em 85% pelo Programa Operacional da Região Centro – Mais Centro), o Aquário de Bacalhaus integra-se no Programa de Regeneração Urbana do Centro Histórico de Ílhavo (RUCHI), completando o discurso expositivo do MMI, conferindo a plenitude da nova tripla dimensão deste espaço de cultura: museu, aquário e investigação.
    O novo edifício de ampliação do MMI desenvolve-se com ligação física direta ao atual edifício do MMI e ao edifício do CIEMar-Ílhavo, contemplando uma área para instalação do Aquário para Bacalhaus, uma área social e também uma zona dedicada às reservas do Museu.
    O Aquário dos Bacalhaus tem uma capacidade de 120 m3 de água, com uma temperatura que em média rondará os 12.ºC, havendo a necessidade de atingir artificialmente as condições de salinidade próximas do existente no habitat natural, utilizando-se para tal um sal medicinal importado da Alemanha (uma vez que o sal nacional não reúne as características técnicas para responder às exigências).
    A alimentação dos Bacalhaus é assegurada gratuitamente pela APARA – Associação de Pesca Artesanal da Ria de Aveiro, numa aposta na valorização da cooperação institucional com o Município de Ílhavo, em particular com o seu MMI.
    O MMI é um elemento central na aposta da CMI nos valores principais da sua história, cultura e economia do Mar, sendo um fator de diferenciação do Município que tem “O Mar por Tradição”.
    --»» Cooperação com o Museu Marítimo de Alesund (Noruega)
    A Cooperação Institucional do MMI com o Museu Marítimo de Alesund (Noruega) teve inicio em 2006 aquando da visita do Presidente da CMI, na qual foi possível perceber o funcionamento e verificar as características do Aquário de Bacalhaus, bem como debater as primeiras linhas orientadoras para a colaboração entre os dois Museus Marítimos, com o objetivo principal de potenciar a divulgação da história e cultura do Bacalhau.
    Mais recentemente, em 2011, o Vice-Presidente da CMI deslocou-se ao Museu Marítimo de Alesund, acompanhado da equipa de projetistas do Aquário do Museu Marítimo de Ílhavo, com o objetivo de realizar um conjunto de reuniões técnicas promovidas no âmbito da boa cooperação institucional.
    O Museu Marítimo de Alesund assume um importante papel na cooperação institucional, prestando apoio técnico no âmbito da elaboração e do funcionamento do Aquário de Bacalhaus do Museu Marítimo de Ílhavo, bem como o fornecimento gratuito de parte dos Bacalhaus que vivem no Aquário do MMI.
    »» Alguns dados / números sobre o Aquário dos Bacalhau do MMI:
    » Projeto:
    ARX Portugal Arquitetos, Lda.
    Custo do projeto - 289.050,00 € (iva incluído)
    » Obra:
    Adjudicatário: Encobarra - Engenharia, SA
    Valor da obra: 2.934.708,00 € (iva incluído)
    » FEDER:
    PO da Região Centro – Mais Centro: 2.439.627,50€.
    » Fiscalização de Obra:
    Câmara Municipal de Ílhavo
    » Assistência técnica (funcionamento do aquário):
    ADN AQUARIUM DESIGN, LDA
    Contrato de assistência técnica (3 meses) 14.760,00 € (iva incluído)
    » Transporte dos bacalhaus:
    Flying Sharks, Lda.
    Custo: 14.000,00 € (iva incluído)
    » Alimentação dos bacalhaus:
    APARA – Associação de Pesca Artesanal da Ria de Aveiro
    Fornecimento gratuito – cooperação institucional

     

    http://www.cm-ilhavo.pt/pages/5?news_id=860

  10. Câmara do Porto destina 210 mil euros do orçamento a mercado concessionado
     
    A Câmara do Porto destina 210 mil euros do seu orçamento para 2013 ao Mercado do Bom Sucesso, cuja concessão e requalificação foi em janeiro de 2011 entregue a privados, escreve-se no documento a que a Lusa teve acesso.
     
    A informação consta do anexo VIII da proposta de orçamento camarário para 2013, referente aos "Investimentos a realizar pela empresa municipal de Gestão de Obras Públicas (GOP)".
     
    Na rubrica "espaços públicos" destes investimentos destaca-se a atribuição de 945 mil euros ao Mercado do Bolhão e 210 mil euros para o Mercado do Bom Sucesso, cuja gestão está desde 2011 entregue a uma empresa detida em 75 % pela Mota Engil.
     
    O mesmo valor consta dos instrumentos de gestão previsional da GOP para 2013, no quadro relativo aos "Contratos de gestão de empreendimentos e acordos de colaboração para o ano de 2013".
     
    A Câmara do Porto assinou a 25 de janeiro de 2011, com a Mercado Urbano (subsidiária da bracarense Eusébios & Filhos, SA), o contrato de concessão e requalificação do Mercado do Bom Sucesso.
     
    Em agosto de 2011 foi revelada a entrada da construtora Mota-Engil no capital da Mercado Urbano.
     
    A obra de requalificação do Mercado começou nesse mês e o espaço requalificado deve abrir portas em abril de 2013, quando estiverem prontas as obras de requalificação orçadas em 12 mil euros, anunciou em outubro a empresa concessionária.
     
    "Alvo de um cuidado projeto de requalificação e adaptação à modernidade, o Mercado Bom Sucesso tem data de inauguração agendada para o início de abril", adiantou à Lusa o gabinete de comunicação da empresa Mercado Urbano.
     
    O edifício classificado como Monumento de Interesse Público em janeiro de 2011 foi encerrado pela autarquia a 03 de junho de 2011, dois dias depois do previsto, devido a duas providências cautelares interpostas por alguns lojistas.
     
    Em meados de abril de 2011, a maioria dos 120 comerciantes já tinha aceitado a indemnização proposta pela empresa para abandonar o espaço.
     
    Em agosto, quando as obras começaram, foi revelada a entrada da Mota-Engil no capital da empresa.
     
    O vice-presidente da construtora, Arnaldo Figueiredo, garantiu na altura à Lusa não ter alterado "absolutamente nada" do projeto "contratualizado", explicando que os comerciantes que queiram regressar ao mercado terão de fazê-lo "nas mesmas condições" e cumprindo os mesmos "requisitos" de qualquer novo negócio.
     

     

    http://www.skyscrapercity.com/showthread.php?t=875998

  11. Obras de hotel dedicado ao chocolate arrancam em 2013 na antiga fábrica Avianense

    As obras de recuperação e reconversão da antiga fábrica de chocolates Avianense num hotel temático, com centro interpretativo dedicado ao chocolate , devem arrancar no início do próximo ano em Viana do Castelo. O investimento ronda o milhão de euros. O projecto tem um prazo de execução de cerca de dois anos e inclui a criação de um restaurante, com capacidade para acolher 50 pessoas, bem como a construção de dois novos arruamentos na cidade. O processo de licenciamento já recebeu "luz verde" da câmara municipal e o projecto acaba de ver aprovada a sua candidatura ao sistema de incentivos do Quadro de Referência Estratégico Nacional (QREN).

    Além dos fundos comunitários, o projecto beneficiará ainda da isenção de taxas com que o município contempla a instalação de novos empreendimentos turísticos no concelho, medida incluída num pacote de incentivo ao investimento e criação de emprego lançado no ano passado que se prolongará por 2013.

    Para a Câmara de Viana do Castelo, o "hotel do chocolate" culmina a vontade do executivo de promover a "refuncionalização” da antiga fábrica, além de servir o propósito de revitalização do centro histórico e de “contribuir para a preservação da memória histórica, comercial e industrial da cidade”.

    A recuperação da antiga fábrica de chocolates da cidade - fundada há quase um século, mas abandonada desde 2004, quando foi declarada falida pelo Tribunal de Viana - vem ao encontro da política de regeneração urbana do município. O empreendimento integra o projecto-piloto Fazer Acontecer a Regeneração Urbana, desenvolvido pelo município em parceria com a Confederação da Indústria Portuguesa (CIP) e a Associação Empresarial de Viana do Castelo.

    Numa primeira fase, este projecto-piloto desafiou 30 alunos da Escola Superior Gallécia, instalada em Vila Nova de Cerveira, a apresentarem propostas de regeneração de três de zonas urbanas de Viana, entre elas a da envolvente da antiga fábrica de chocolate. O projecto Doce Viana, centrado na antiga Avianense, foi um dos premiados. Agora segue-se o concurso público internacional, já aprovado pela autarquia, que vai seleccionar ideias inovadoras para a regeneração do centro histórico.

    O conceito desenvolvido pelo grupo promotor, cujo capital é detido maioritariamente por agentes locais, é, segundo o presidente da câmara, "muito importante". O autarca socialista José Maria Costa acredita que ele será "gerador de novas actividades culturais e de outro tipo de dinamismo no centro histórico, que pode vir a induzir novos investimentos”.

    Fundada em 1914, a fábrica de chocolates Avianense fechou em 2004, lançando para o desemprego 48 trabalhadores. Em causa estavam dívidas de 2,155 milhões de euros. O Estado era o maior credor da fábrica, reclamando uma dívida de 1,142 milhões de euros respeitantes a IRS, IVA e contribuições para Segurança Social. A marca Avianense, os equipamentos e a frota da empresa foram arrematados por cerca de 150 mil euros por um empresário que, em Agosto de 2005, retomou o fabrico dos chocolates em Durrães, Barcelos, aproveitando as instalações de uma fábrica de confecções, da qual também era proprietário.

    O Imperador, um bombom feito com uma amêndoa torrada nacional e chocolate de leite, é o ex-líbris da marca e o produto mais vendido. @Publico

     

    http://www.skyscrapercity.com/showthread.php?t=1569751

     

     

     

    20-04-2012 17:17 | Norte
    Fonte: Agência Lusa
    Viana: Antiga fábrica Avianense poderá receber hotel com 18 quartos dedicado ao chocolate
     
    Viana do Castelo, 20 abr (Lusa) - A antiga fábrica de chocolates Avianense, fundada em Viana do Castelo há quase um século, mas entretanto abandonada, poderá ser transformada num hotel de 18 quartos com centro interpretativo do chocolate.
     
    O anúncio foi feito hoje à Lusa por fonte da Câmara de Viana do Castelo, confirmando que o processo de licenciamento do empreendimento deu entrada nos serviços da autarquia a 17 de abril.
     
    O objetivo dos promotores consiste na instalação, na antiga fábrica, de uma unidade hoteleira, com restaurante e um Centro Interpretativo do Chocolate, através de um investimento de um milhão de euros.
     
    Segundo a fonte, o conceito da proposta apresentada pelos promotores - que já adquiriram o edifício - para licenciamento municipal assenta num "hotel temático do chocolate" e o licenciamento aguarda apenas "parecer de entidades externas".
     
    Fundada em 1914, a fábrica de chocolates Avianense foi declarada falida, pelo Tribunal Judicial de Viana do Castelo, a 24 de setembro de 2004, lançando para o desemprego 48 trabalhadores.
     
    Em causa estavam dívidas avaliadas em 2,155 milhões de euros e só o Estado era o maior credor da fábrica, reclamando uma dívida de 1,142 milhões de euros respeitantes ao IRS, IVA e à Segurança Social.
     
    A marca Avianense, bem como os equipamentos e a frota da empresa, foram arrematados, por cerca de 150 mil euros, por um empresário que em agosto de 2005 retomou o fabrico dos chocolates em Durrães, Barcelos, aproveitando as instalações de uma fábrica de confeções, também sua propriedade.
     
    O "Imperador", um bombom feito com uma amêndoa torrada nacional e chocolate de leite, é o grande ex-libris da marca e o produto, ainda hoje, mais vendido.
     
    A reconversão da antiga fábrica de chocolates para unidade hoteleira é uma solução apoiada pela autarquia e, garantiu fonte municipal à Lusa, representa o "culminar de uma vontade do executivo quando à refuncionalização" daquela antiga unidade, além de servir o propósito de revitalização do centro histórico e de "contribuir para a preservação da memória histórica, comercial e industrial da cidade".
     
    PYJ.
    Lusa/fim

     

    http://www.portocanal.pt/ler_noticia/16510/

     

     

     

    Antiga fabrica de chocolates Avianense vai dar lugar a um hotel temático com restaurante e Centro Interpretativo do Chocolate
    Viana do Castelo vai ter um "hotel do chocolate"
     
    11/12/2012 | 12:36 | Dinheiro Vivo
    A antiga fábrica de chocolates Avianense, fundada em Viana do Castelo há quase um século, mas entretanto abandonada, vai ser transformada, em 2013, num hotel com 18 quartos e centro interpretativo dedicado ao chocolate.
    O anúncio foi feito hoje pelo presidente da Câmara de Viana do Castelo, José Maria Costa, confirmando a intenção dos promotores em avançar com a obra já em 2013.
    "Foi essa a garantia que nos transmitiram. Inclusive já garantiram apoio de fundos comunitários na área do Turismo", explicou o autarca à agência Lusa.
    O processo de licenciamento do empreendimento deu entrada nos serviços da autarquia a 17 de abril de 2012 e também já foi aprovado.
    O objetivo dos promotores consiste na instalação, na antiga fábrica, de uma unidade hoteleira, com restaurante e um Centro Interpretativo do Chocolate, através de um investimento de um milhão de euros.
    Segundo a autarquia, o conceito da proposta apresentada pelos promotores - que já adquiriram o edifício - assenta num "hotel temático do chocolate".
    "Será também uma obra muito importante para a reabilitação daquela zona da cidade e insere-se no projeto de regeneração urbana que temos em curso", sublinhou José Maria Costa.
    Além do alojamento, com 18 quartos, o empreendimento vai conservar a histórica fachada do edifício principal e terá ainda uma área de restauração com capacidade para 50 pessoas.
    Fundada em 1914, a fábrica de chocolates Avianense foi declarada falida, pelo Tribunal de Viana do Castelo, a 24 de setembro de 2004, lançando para o desemprego 48 trabalhadores.
     

     

    http://www.dinheirovivo.pt/Buzz/Artigo/CIECO079639.html

     

     

     

    18 quartos e um centro interpretativo dedicado ao chocolate. É no que a antiga fábrica de chocolates Avianense, fundada em Viana do Castelo há quase um século, mas entretanto abandonada, vai ser transformada, em 2013.
     
    A notícia foi avançada pelo presidente da Câmara de Viana do Castelo, José Maria Costa. Os promotores vão avançar com o projecto em 2013.
     
    O processo de licenciamento do empreendimento deu entrada nos serviços da autarquia a 17 de Abril de 2012 e também já foi aprovado. O investimento ronda um milhão de euros.
     
    Além do alojamento, com 18 quartos, o empreendimento vai conservar a histórica fachada do edifício principal e terá ainda uma área de restauração com capacidade para 50 pessoas.
     
    Fundada em 1914, a fábrica de chocolates Avianense foi declarada falida, pelo Tribunal de Viana do Castelo, a 24 de Setembro de 2004, lançando para o desemprego 48 trabalhadores.

     

    http://www.verportugal.net/Viana-Do-Castelo/Viana-Do-Castelo/Noticias/Antiga-fabrica-de-chocolates-Avianense-transforma-se-em-hotel=005683

  12. EDP propõe três alternativas para a linha de muito alta tensão que vai atravessar o Douro
     
     
    A EDP propõe três traçados alternativos para a linha de muito alta tensão que vai ligar a Barragem de Foz Tua a Armamar e atravessa parcialmente o Douro classificado pela UNESCO em 2001.
     
    Esta linha tem como objetivo escoar a energia produzida no Aproveitamento Hidroelétrico de Foz Tua para a Rede Nacional de Transporte de Eletricidade.
     
    O primeiro projeto da linha de transporte de energia foi submetido a Avaliação de Impacte Ambiental em 2011, tendo sido objeto de um projeto de Declaração de Impacto Ambiental (DIA) desfavorável por não terem sido consideradas suficientes opções alternativas, nem avaliado o impacto do projeto sobre o ADV.
     
    Em consequência, a EDP teve que apresentar novas soluções que acomodem as preocupações manifestadas.
     
    Nesse sentido, a empresa propõe agora três traçados alternativos considerando que, à partida não são inviáveis do ponto de vista técnico ou ambiental.
     
    Estas soluções estão incluídas na Proposta de Definição de Âmbito (PDA) do Estudo de Impacte Ambiental (EIA) do projeto da Linha Foz Tua - Armamar, a 400 Kv, que se encontra em consulta pública durante 30 dias úteis, desde 17 de dezembro até 29 de janeiro.
     
    Segundo fonte da empresa, este documento precede o EIA é dá à comunidade a possibilidade de participar no processo e às autoridades nacionais a oportunidade de analisarem, identificarem e selecionar os aspetos principais a serem incluídos e estudados no EIA.
     
    A EDP explicou que, em termos de corredores de linhas são apresentadas nove soluções, das quais três são consideradas mais viáveis.
     
    De acordo com o documento consultado pela agência Lusa, a alternativa Um interliga Foz Tua à Subestação de Armamar, com travessia do Douro cerca de 1,5 quilómetros a montante da foz do rio Tua, aproveitando o corredor de uma linha existente a 60 Kv.
     
    A proposta número Dois também tem como ponto de ligação a Subestação de Armamar, mas que atravessa o rio Douro na zona da barragem da Valeira.
     
    A terceira alternativa segue para nascente, pela margem direita do Douro até uma zona a norte de Torre de Moncorvo, fazendo a ligação um posto de corte a construir na proximidade da linha existente Loagoaça-Armamar, a 400 Kv.
     
    O EIA considerará para cada alternativa duas soluções para o trajeto de saída da linha a partir do pórtico da subestação - uma saída para leste, atravessando o rio Tua em frente à central, e outra saída para norte, ao longo da margem direita do rio Tua, atravessando este a montante da barragem.
     
    A EDP garantiu que o PDA foi desenvolvido seguindo as recomendações do ICOMOS, órgão consultor da UNESCO.
     

     

     

     

    UNESCO: Barragem do Tua é compatível com Douro Património Mundial
     
    O relatório da missão da UNESCO ao Douro conclui que a Barragem de Foz Tua é compatível com a manutenção do Alto Douro Vinhateiro na lista do Património mundial.
     
    Parte do relatório foi revelada pelo ministério do Ambiente que avança com citações do parcer da agência das Nações Unidas para a cultura.
     
    Uma dessas citações diz que o «projeto revisto, é compatível com a manutenção do Alto Douro Vinhateiro na lista do Património Mundial».
     
    As peritas que visitaram a região dizem que a barragem da Foz do Tua tem um «impacto visual reduzido no Alto Douro Vinhateiro».
     
    O relatório "aplaude" a nova opção da EDP em construir a central hidroelétrica enterrada, uma solução da autoria do arquiteto Souto Moura e que é considerada tecnicamente «adequada».
     
    Além da central debaixo de terra, será ainda feito um pequeno reajuste do ângulo da própria barragem que pretende diminuir o impacto visual do paredão.
     
     

     

    http://www.skyscrapercity.com/showthread.php?t=1457626

  13. Os arquitetos foram contratados pelo consórcio formado pelas empresas Lend Lease, Capella Capital, AEG Ogden e Spotless.
     
    Em uma área de 20 hectares, o projeto prevê quatro grandes edificações. O Centro Internacional de Convenções de Sydney terá espaços flexíveis de convenções que podem abrigar até três eventos simultâneos com, no máximo, 2,5 mil pessoas, bem como um salão de festas. "O Centro de Convenções deliberadamente vestido com materiais que refletem a perspectiva espetacular do porto será complementado pelo resto do empreendimento, que tem vista para o parque", afirma Richard Breslin, arquiteto do Populous.
     
    Já o Centro de Exposições possui cerca de 40 mil m² para eventos internos e um deck de cinco mil m² para eventos externos e um terraço com paisagismo para esconder a doca de carregamentos.
     
    O plano ainda prevê um complexo hoteleiro com mais de 900 quartos e um local de entretenimento que pode ser convertido em um teatro com capacidade para oito mil pessoas sentadas.
     
    Além disso, o projeto inclui praças e parques ao ar livre. "Vai ser uma fusão de arquitetura e paisagem, de interiores e exteriores, e o envolvimento da educação, trabalho criativo e entretenimento. O projeto demonstra como sustentar a vida urbana neste momento crítico para as nossas cidades e comunidades", disse o arquiteto Ken Maher, líder do projeto no escritório Hassel.
     
    A construção começará em 2014, com conclusão prevista para 2016.

     

    http://www.piniweb.com.br/construcao/arquitetura/projeto-dos-escritorios-hassel-studio-oma-e-populous-preve-remodelacao-275876-1.asp

  14. 11/Janeiro/2013
    Arquitetos protestam com máscaras de Niemeyer e Lúcio Costa contra novo planejamento para Brasília
    Manifestação a favor da campanha "Niemeyer Sim! Brasília By Cingapura Não" aconteceu durante a 50ª Premiação Anual do IAB-RJ
     
    Gustavo Jazra
     
    O Instituto de Arquitetos do Brasil (IAB) realizou, na noite desta quinta-feira (10), um protesto contra a contratação da empresa Jurong Consultants, de Cingapura, para a execução do projeto Brasília 2060, que prevê o planejamento da cidade para os próximos 50 anos. A ação aconteceu durante a 50ª Premiação Anual do IAB-RJ, quando os participantes utilizaram máscaras dos arquitetos Oscar Niemeyer e Lúcio Costa, desenhadas pelo cartunista Aroeira.
     
    A manifestação faz parte da campanha "Niemeyer Sim! Brasília By Cingapura Não", promovida pelo IAB Nacional. Diversas entidades já se posicionaram contra a contratação, com comunicados, ofícios e pedidos de esclarecimentos, como o Departamento do Distrito Federal do IAB (IAB-DF), o Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Distrito Federal (CAU-DF), o Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Distrito Federal (Crea-DF) e a Federação Pan-americana de Associações de Arquitetos (FPAA).
     
    A contratação da Jurong Consultants para o desenvolvimento do planejamento urbanístico da capital brasiliense aconteceu em outubro, quando se iniciou a polêmica acerca do caso. Contratada sem licitação, a empresa de Cingapura deve levantar dados para a integração dos quatro eixos da cidade. Os serviços prestados pela empresa estão orçados em US$ 4,25 milhões.

     

    http://www.piniweb.com.br/construcao/carreira-exercicio-profissional-entidades/arquitetos-protestam-com-mascaras-de-niemeyer-e-lucio-costa-contra-276302-1.asp

  15. Governo quer apresentar, em 2013, a arquitetura portuguesa como uma marca
    12 Jan, 2013, 10:23 / atualizado em 12 Jan, 2013, 10:23
     
    O Governo está a desenvolver uma iniciativa que faz de 2013 o ano da arquitetura portuguesa. O objectivo é mostrar a arquitetura como uma marca de Portugal, melhorando a circulação de projetos e de pessoas e promovendo o emprego dos arquitetos. Além da arquitetura, a iniciativa poderá ter impacto na engenharia e nas obras públicas. Estão previstas ações nos países de Língua Portuguesa e em economias em crescimento.

     

    http://www.rtp.pt/noticias/index.php?article=618928&tm=4&layout=122&visual=61

     

     

     

    Programa vai envolver 10 países
     
    "Marca da arquitetura pode ajudar empregabilidade"
     
    “A arquitetura é uma marca de Portugal no Mundo” e pode ajudar a “empregabilidade dos nossos arquitectos”, disse o secretário de Estado da Cultura, Jorge Barreto Xavier, esta sexta-feira na apresentação da iniciativa ‘Ano da Arquitetura Portuguesa’, no Palácio da Ajuda, em Lisboa.
     
    11 Janeiro 2013Nº de votos (1) Comentários (2)
     
    Por:Catarina Nobre
     
    Esta primeira conferência de imprensa de Jorge Barreto Xavier lançou uma iniciativa, que reúne diversas instituições do Estado e agentes privados e da sociedade civil, e que levará uma programação a dez países e envolver ações na rede de embaixadas portuguesas e dos organismos ligados à língua, turismo e economia.
     
    Os parceiros envolvidos tiveram, nesta sexta-feira de manhã, uma reunião trabalho para preparar uma ação conjunta em três aspetos: divulgar a marca da arquitetura portuguesa, comunicando-a melhor, promover os serviços de arquitetura, facilitando a circulação e contratação de profissionais, e estimular a empregabilidade.
     
    O objetivo essencial é "reforçar a projeção internacional da arquitetura portuguesa" uma vez que esta “é um dos ativos contemporâneos portugueses” que pode “gerar oportunidades”, destacou Jorge Barreto Xavier.
     
    O ‘Ano da Arquitetura Portuguesa’ enquadra-se na decisão do Governo de destacar anualmente uma área da cultura que tenha importância em termos nacionais e impacto internacional. Este ano o destaque é atribuído à arquitetura, mas a ponta do véu já foi levantada para 2014 e 2015, onde o design e o cinema vã estar em realce, respectivamente.
     
    Exposições, conferências e projetos de conservação de património fazem parte de um programa que irá ser apresentado em 10 países, entre os quais Alemanha, Espanha, Reino Unido, Sérvia, Irlanda, Guiné-Bissau, Brasil, Moçambique, Argentina e Marrocos.
     
    Pedro Reis, presidente da AICEP (Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal), um dos presentes, divulgou que a AICEP vai “trabalhar junto da Ordem dos Arquitetos para ampliar mais ateliês” e criar seminários que coloquem em confronto “pistas importantes para a divulgação da estratégia de internacionalização” para promover uma “rede externa dos serviços portugueses de arquitetura”. 
     
    “Estamos a dar força a um sector que pode ajudar a recuperar a imagem de Portugal”, reiterou.
     
    Já o presidente da Ordem dos Arquitetos, João Belo Rodeia, defende que esta “dimensão cultural pode também ser económica” e que países africanos, como Guiné-Bissau e São Tomé e Príncipe, podem ser grandes apostas para mostras em centros culturais. “Se depender da Ordem, gostaríamos de ajudá-los [estes países] na sua sociedade de arquitectos”, disse.
     
    Sobre o orçamento para o ‘Ano da Arquitetura Portuguesa’, Barreto Xavier indicou não ser possível avançar um valor concreto, mas frisou que "não significa um acréscimo de despesa".
     
    Também esteve na mesa de intervenientes presente Ana Paula Laborinho, presidente do Instituto Camões e Frederico Costa, presidente do Turismo de Portugal.

     

    http://www.cmjornal.xl.pt/detalhe/noticias/lazer/cultura/marca-da-arquitetura-pode-ajudar-empregabilidade

     

     

     

    Álvaro Siza e Souto de Moura no Ano da Arquitetura Portuguesa
     
    A iniciativa foi hoje apresentada em Lisboa, pela Secretaria de Estado da Cultura (SEC), e abrange uma programação em 10 países, envolvendo ainda ações na rede de embaixadas portuguesas e dos organismos ligados à língua, turismo e economia.
     
    A iniciativa foi hoje apresentada em Lisboa, pela Secretaria de Estado da Cultura (SEC), e abrange uma programação em 10 países, envolvendo ainda ações na rede de embaixadas portuguesas e dos organismos ligados à língua, turismo e economia.
     
    A iniciativa foi apresentada no Palácio da Ajuda, pelo secretário de Estado da Cultura, Jorge Barreto Xavier, e pelos responsáveis da AICEP - Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal, Pedro Reis, do Turismo de Portugal, Frederico Costa, e do Camões – Instituto da Cooperação e da Língua, Ana Paula Laborinho.
     
    Também esteve na mesa de intervenientes, para explicar o projeto, João Belo Rodeia, presidente da Ordem dos Arquitetos, além de cerca de uma dezena de arquitetos e de outros responsáveis das direções-gerais da Secretaria de Estado da Cultura (SEC).
     
    O programa para 2013 estende-se a 10 países: Alemanha, Espanha, Reino Unido, Sérvia, Irlanda, Guiné-Bissau, Brasil, Moçambique, Argentina e Marrocos.
     
    Entre as ações está uma exposição, que decorrerá em março, em Berlim, com obras de Álvaro Siza Vieira, mas também outros criadores portugueses das artes plásticas, como Paula Rego e Adriana Molder.
     
    Na Argentina, no mesmo mês, na embaixada de Portugal, em Buenos Aires, estará patente a exposição "Qué ven los que no ven?", do arquiteto Carlos Mourão Pereira.
     
    No Brasil, também em março, será apresentada uma instalação dos arquitetos Álvaro Siza Vieira e Eduardo Souto de Moura, no Pavilhão Temporário do Parque Ibirapuera, em São Paulo, no âmbito do Ano de Portugal no Brasil.
     
    Na Irlanda, em maio, Souto de Moura e o fotógrafo Fernando Guerra vão proferir uma conferência, e o mesmo arquiteto, também com Siza Vieira, vão estar em destaque na Sérvia, em junho, na Universidade de Belgrado, e no evento de arquitetura portuguesa na Belgrade Design Week.
     
    Lusa / SOL

     

    http://sol.sapo.pt/inicio/Cultura/Interior.aspx?content_id=66173

  16. Segunda-feira, 14 de Janeiro de 2013
     
    Atelier português vai construir jardins na China
     
    O atelier de arquitetura paisagista Proap, responsável por inúmeros projetos exteriores como o da zona ribeirinha do Parque Tejo (Lisboa), estabeleceu, no fim-de-semana, uma parceria com um grupo chinês para a construção de jardins públicos naquele país asiático.
     
    O acordo assinado entre a Proap e o grupo chinês Tengtou, que trabalha com viveiros de plantas, é a oportunidade do atelier de arquitetura paisagista ficar envolvido na “produção de novos conceitos paisagísticos”, disse o presidente da Proap, João Nunes, à Lusa. Além disso, esta parceria define “um quadro geral de cooperação”.
     
    João Nunes, adiantou ainda à agência de notícias, que “a arquitetura portuguesa tem um enorme prestígio”, apesar de Portugal subestimar o valor cultural desta área. Este acordo é, então, o “primeiro passo na China, com um parceiro muito sólido e integrado no mercado”, acrescenta.
     
    Parques na cidade de Ningbo
     
    A “renovação dos Parques de Ningbo” é um dos projetos que está a ser estudado pela empresa do arquiteto. Ninghbo é uma das cidades chinesas mais prósperas e habita oito milhões de pessoas. A 150 quilómetros está Xangai, considerada a “capital económica” do país.
     
    A Proap é uma sociedade que se dedica à Arquitetura Paisagista fundada em 1989. Destinada a cinco áreas específicas, nomeadamente ordenamento do território, projeto, avaliação de impacto ambiental, coordenação e fiscalização e ainda projeto e planeamento urbanístico, o atelier português envolve profissionais de Arquitetura, de Arquitetura Paisagística e também de Design e Artes Plásticas.
     
    O atelier está também envolvido na renovação da Ribeira das Naus, entre o Terreiro do Paço e o Cais do Sodré, e apresenta obras em vários países como Bélgica, Itália, França, Moçambique, Angola, Espanha, Marrocos, Líbano e Suíça. Hoje em dia é considerado o maior e mais internacionalizado atelier português de arquitetura paisagista.
     

     

    http://boasnoticias.clix.pt/noticias_Atelier-portugu%C3%AAs-vai-construir-jardins-na-China_14215.html

     

     

     

     

    Atelier português de arquitetura paisagista estabelece parceria na China
     
    O atelier de arquitetura paisagista Proap, responsável pelo Parque do Tejo e Trancão em Lisboa, estabeleceu no fim de semana uma parceria com um grande grupo chinês construtor de jardins, confirmando o prestígio internacional de Portugal naquela disciplina.
     
    "O nosso país subestima o potencial cultural desta área: a arquitetura portuguesa tem um enorme prestígio", disse à agência Lusa o presidente do Proap, João Nunes, a propósito do acordo assinado em Ningbo, no leste da China, com o Tengtou, um grupo que tem viveiros de plantas e ateliers em quatro cidades chinesas.
     
    "É o nosso primeiro passo na China, com um parceiro muito sólido e integrado no mercado. Estamos muito contentes", acrescentou o arquiteto português.

     

    http://noticias.sapo.pt/internacional/artigo/atelier-portugues-de-arquitetura-paisagista-estabelece-parceria-na-china_15580726.html

  17. 14/Janeiro/2013
     
    Richard Meier vence competição para projeto de edifício multiuso na Alemanha
     
    Cobertura em formato ondulado separa as áreas públicas das privadas
     
    Gustavo Jazra
     
    O escritório norte-americano Richard Meier & Partners Architects venceu competição internacional de projetos para edifício de uso misto na cidade de Hamburgo, Alemanha. Zaha Hadid Architects e Foster + Partners eram finalistas do concurso. 
     
    Seguindo os requisitos do distrito de HafenCity, onde será implantado, o edifício de sete pavimentos é dividido em espaços de uso residencial e comercial, e deve se tornar a nova sede da empresa Engel & Völkers na cidade.
     
    O edifício híbrido de vidro, que ocupa um quarteirão, tem pátios emparelhados compostos por academia, lojas e café, entre outros.
     
    A cobertura de formato ondulado separa as áreas públicas das privadas. Apesar disso, funciona como um elemento visual de união para a arquitetura do prédio. De acordo com o escritório, a cobertura foi planejada para convidar os transeuntes a entrarem no interior do edifício, além de promover a iluminação natural e circulação interna do átrio.
     
    Segundo Richard Meier, sócio do escritório, "a proposta reflete a organização contínua, aberta e clara dos requisitos do programa complexo. O projeto acomoda várias qualidades de espaço e iluminação, fazendo com que a arquitetura não seja apenas monumental, mas visualmente e funcionalmente sensitiva".

     

    http://www.piniweb.com.br/construcao/arquitetura/richard-meier-vence-competicao-para-projeto-de-edificio-multiuso-na-276344-1.asp

  18. Moshe Safdie, o arquiteto por trás do Habitat 67
     
    “O Brasil precisa aceitar que os municípios têm a responsabilidade de regular o desenvolvimento urbano”, diz o israelense, famoso pela qualidade de vida em seus prédios
     
    São Paulo - Foi em 1967, quando os olhos do mundo estavam voltados para a Exposição Mundial de Montreal e pavilhões arrojados dos Estados Unidos e União Soviética disputavam a atenção dos turistas, numa inusitada batalha arquitetônica. Naquele ano, o edifício que atraiu mais olhares empolgados foi o Habitat 67, um conjunto de apartamentos construído pelo governo do Canadá e projetado pelo jovem Moshe Safdie, que era um jovem arquiteto de 28 anos.
     
    No Habitat 67, todos os 158 apartamentos têm um jardim no teto, recebem luz direta do sol e tem vistas para a rua. Isso porque o prédio não tem nada a ver com uma torre de apartamentos. Em vez disso, parece um conjunto de pirâmides, cada uma composta por caixas de concreto encaixadas umas às outras. Uma usina no canteiro de obras permitiu pré-fabricar os apartamentos no local e depois montá-los com um guindaste, diminuindo os custos da construção.
     
    Safdie projetou o Habitat em sua tese de mestrado, na qual investigou como construir edifícios nas grandes cidades capazes de abrigar muita gente em um terreno pequeno – e sem abrir mão de necessidades humanas básicas, como luz, contato com a natureza, convivência com os vizinhos, privacidade.
     
    Foi este projeto que transformou Safdie em um arquiteto-estrela, desses que projetam complexos hoteleiros e museus turísticos pelo mundo. A necessidade de criar espaços mais humanos nas grandes cidades orienta sua arquitetura desde 1967. Em visita ao Brasil, conversou com a reportagem do Casa.com.br sobre o tema. “Parte da resposta está em olhar para o passado”, diz. “Se fizer isso, verá que nas cidades, as pessoas construíam projetos individuais, mas cada projeto era uma contribuição para o espaço público”.
     
    Você tem projetos que respondem tanto à necessidade de fazer pessoas morarem em terrenos menores quanto à de melhorar a qualidade de vida. O que dá a seus projetos essas qualidades?
     
    Moshe Safdie - Quando eu desenhei o Habitat, tentei dar a cada casa ou apartamento um jardim a céu aberto. Em muitos projetos, tento criar a noção de que há jardins para todos – tanto literal quanto metaforicamente. Para a família individual e para a comunidade. Nós fractalizamos, quebramos, a superfície do prédio para criar muitas oportunidades para a natureza e os habitantes interagirem uns com os outros. Fazemos isso tanto nos espaços públicos, quanto nos diferentes andares dos prédios e no espaço privado. Além disso, você precisa projetar de uma maneira tal que o nível da rua seja cheio de vida. Significa providenciar as condições para isso. Ou seja, separar as torres de maneira que elas não sombreiem o espaço público no nível do chão. Isso faz parte da estratégia de criar espaço público que está entrelaçada aos meus projetos.
     
    Em sua opinião, o que torna as cidades em espaços mais humanizados?
     
    Safdie - Acho que parte da resposta está em olhar para o passado. Se fizer isso, vai ver que, nas cidades, as pessoas construíam projetos individuais, mas cada projeto era uma contribuição para o espaço público. Pense, por exemplo, na Piazza de San Marco [em Veneza]. Existe a Igreja, e então edifícios de um lado e de outro. As construções são bonitas, mas o principal é que eles criam um maravilhoso espaço público.
     
    Hoje não temos esse mecanismo. Primeiro, a maioria dos edifícios que construímos são altos – é muito difícil criar espaços públicos nos prédios altos. E segundo, você precisa de uma ideia mais ampla do que é espaço público. A maioria dos projetos de hoje têm uma torre aqui, outra ali, com uma lojinha na base. Eles não criam um lugar.
     
    Eu crio espaços públicos maravilhosos nas cidades. Por exemplo, em Marina Bay Sands, em Singapura, construímos um 1 milhão de metros quadrados, três torres... poderia ter sido terrível. Mas fizemos prédios mais baixos; colocamos lojas junto à cultura. Unimos a natureza à água, ao passeio público e à paisagem. Então o Marina Bays se tornou um espaço multifacetado, como um espaço público deve, mesmo, ser. Penso que isso pode ser feito mais e mais em complexos de uso misto – se é que o objetivo é criar um espaço público maravilhoso.
     
    Você veio para o Brasil em outras épocas. Notou mudanças nos edifícios e nas cidades? Você acha que estamos repetindo os erros de urbanização de outros países?
     
    Safdie -  As cidades estão muito maiores. Você vem de avião e vê plantações de torres. Com certeza vocês estão repetindo os erros. Por exemplo, quando você anda por São Paulo, não percebe a mão do zoneamento, aquelas regras que dizem “aqui você pode construir alto; ali, baixo, aqui deveria construir edifícios abertos”. Então vê uma casa, depois uma torre, três casas, uma nova torre... Parece não haver lógica quanto a onde há densidade alta e densidade baixa.
     
    Mas quais soluções podem ser aplicadas para humanizar as grandes metrópoles em um país como o Brasil – que não é rico, nem tem uma indústria da construção muito avançada em termos tecnológicos?
     
    Safdie - - Bem, a China tem um PIB per capita menor que o do Brasil. Mesmo assim, os chineses estão investindo enormes recursos em infraestrutura em trens de alta velocidade, transporte público, metrôs e trens urbanos.O Brasil deveria estar investindo em infraestrutura – e pesado.
     
    Além disso, a China está começando a se reconciliar com o que chamamos “arquitetura da rédea” - todo tipo de leis quanto à luz natural, quanto a não posicionar os prédios de maneira a sombrearem um ao outro, quanto a trazer a luz para a cidade, todos os tipos de regulamentações e zoneamento.
     
    O Brasil precisa aceitar que os municípios têm a responsabilidade de regular o desenvolvimento urbano. Se você não regular, obtém o caos. E você regula por meio do controle e por meio da infraestrutura – esta, a mais poderosa das regulamentações.
     
    Ter crescido no Oriente Médio influenciou sua arquitetura?
     
    Safdie - Acho que inspirou minha arquitetura doméstica, residencial. Cresci em Israel, bem quando o Estado estava sendo formado. Então você via dois tipos de arquitetura ao seu redor: uma era a arquitetura tradicional, as vilas, as cidades antigas, os mercados, feitos principalmente de pedras. Outra era a arquitetura do início do modernismo, composta por exemplares do moderníssimo estilo Bauhaus, com prédios de cinco andares empilhados sobre pilotis, formas curvas e tudo mais. E, claro, havia o kibutz onde eu passava os verões - o espaço socialista, a organização idealizada da comunidade.Esses três ambientes tiveram uma grande influência sobre mim.
     
    Mas hoje eu lido principalmente com o espaço público em meu trabalho. Isso exige que eu vá além das minhas memórias do lugar onde cresci. Ao fazer uma biblioteca, um museu ou o Instituto da Paz, tenho que usar um vocabulário muito mais rico de geometrias, formas e figuras.

     

    http://exame.abril.com.br/brasil/noticias/moshe-safdie-o-arquiteto-por-tras-do-habitat-67?page=2

  19. Nova direcção quer Jornal dos Arquitectos com mais jornalismo do que ensaio
     
    ALEXANDRA PRADO COELHO 20/12/2012 - 10:03
     
    Em 2013 e 2014 a revista será dirigida por André Tavares e Diogo Seixas Lopes, que querem trabalhar sobre "assuntos concretos da actualidade"
     
    Pragmático, a preto-e-branco, directo ao assunto, mais jornalístico – o "Jornal dos Arquitectos" (JA) tem um novo projecto editorial para os próximos sete números, que sairão em 2013 e 2014.
     
    André Tavares, o director, e Diogo Seixas Lopes, director-adjunto, venceram o concurso aberto pela Ordem dos Arquitectos para esta nova fase do JA, e substituem a equipa composta por Manuel Graça Dias e Ana Vaz Milheiro. Explicam que “o jornal quer ser uma revista de actualidade sobre assuntos concretos que resultam da profissão dos arquitectos”. Esses assuntos serão tratados “privilegiando o género jornalístico em detrimento do ensaio e de estruturas temáticas”. Visualmente, passará a ser a preto-e-branco, com projecto gráfico dos R2, e fotografias de Valter Vinagre, Nuno Cera e André Cepeda.
     
    O novo JA “quer construir uma visão crítica sobre a transformação da cidade e da paisagem e aceder à dimensão propositiva que os arquitectos sempre conseguiram na sociedade”, explica Diogo Seixas Lopes. “Para tal, em vez de temas, quer falar dos conteúdos que a realidade tem para nos oferecer”. Em cada número serão também apresentados projectos não construídos, em construção, e já concluídos, para além de uma secção de crítica que vai para além do projecto, abrangendo outras áreas ligadas à arquitectura (exposições, livros, etc.).
     
    A redacção, que o director-adjunto descreve como “estável e cúmplice”, é composta por Pedro Baía, Isabel Barbas, Pedro Campos Costa, Marta Labastida, Ivo Poças Martins, Rui Mendes, Paulo Moreira, Joaquim Moreno e Mariana Pestana.
     
    O número zero desta nova fase tem uma capa só com texto, onde se lê que “a arquitectura é uma arte complexa” porque se cruza “com uma multiplicidade de interesses, muitas vezes contraditórios”. Está aberto o debate para se perceber como conjugar estes interesses para conseguir a melhor forma de transformar a cidade e a paisagem. A apresentação do novo JA aconteceu no dia 18, na galeria Carpe Diem, em Lisboa, tendo como convidado o curador britânico Justin McGuirk, vencedor do Leão de Ouro na Bienal de Arquitectura de Veneza 2012 e membro do conselho editorial da revista.  

     

    http://www.publico.pt/cultura/noticia/nova-direccao-quer-jornal-dos-arquitectos-com-menos-ensaio-e-mais-jornalismo-1578092

  20. Arquitecto japonês cria catedral de cartão na Nova Zelândia
     
    A catedral de Christchurch, na Nova Zelândia, que foi arrasada por um terramoto em 2011, será substituída por uma igreja de cartão. A nova catedral é um projecto do arquitecto Shigeru Ban, um pioneiro na chamada «arquitectura de emergência», em que estruturas podem ser rapidamente erguidas em zonas de desastres.
     
    «Quando eu comecei a fazer isso, em 1986 ninguém falava de temas ambientais, ecologia, arquitectura verde. E depois virou moda. Não comecei a fazer isso por uma estratégia comercial ou ambiental, era um material reciclável, que podíamos voltar a usar. A moda veio depois», afirma Ban.
    Construída a partir de tubos de cartão revestidos com poliuretano à prova de água e bloqueadores de fogo, a nova estrutura poderá abrigar 700 pessoas. Em princípio, a estrutura deverá funcionar por apenas dez anos, até que uma nova igreja seja construída.
    Mas Ban espera que a resposta entusiasmada à sua catedral de cartão na Nova Zelândia poderá fazer com que esta se torne permanente.

     

    http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?id_news=608225

  21. Pombal – Governo classifica “Casa Arte Nova” como “Monumento de Interesse Público”
     
    Projecto é do arquitecto suíço Ernesto Korrodi
     
     
    Pombal 97 fm / Arquitectura – A denominada “Casa Arte Nova”, em Pombal, encontra-se entre os 40 edifícios e conjuntos arquitectónicos de todo o País, classificados pela Secretaria de Estado da Cultura como monumentos de interesse público, segundo portarias publicadas no último dia de 2012, no “Diário da República”.
    Implantada na malha urbana de Pombal, a “Casa Arte Nova” foi edificada na década de 30 do século XX, sob projecto do arquitecto suíço Ernesto Korrodi, chegado a Portugal em 1889 e fixando residência em Leiria, a partir de 1894.
     
    “Entre os muitos projectos definidos por Korrodi, ou pelo seu atelier, deverá encontrar-se o imóvel de Pombal, cujas características ‘Arte Nova’ denunciam a proximidade com outras obras do arquitecto, apesar de não constar do inventário recentemente efectuado por Lucília Verdelho da Costa”, lê-se numa nota do Instituto de Gestão do Património Arquitectónico e Arqueológica (IGESPAR).
     
    “Em última análise, e no contexto urbano de Pombal, este imóvel impõe-se nas artérias em que se insere, destacando-se pelas fachadas de grande cenografia”, conta Rosário Carvalho, da Direcção-Geral do Património, referindo que “esta casa de habitação, de planta rectangular, desenvolve-se num volume compacto, cujas fachadas se abrem para a Rua Almirante Reis, no caso da principal, para a Rua Capitão Tavares Dias, a lateral, e para um jardim de dimensão reduzida, a posterior”.
     
    “Todas são revestidas, até ao segundo andar, por azulejos rectangulares verdes, e percorridas por um friso de azulejos, junto à cimalha, que no caso do alçado Este dá início à empena”, adianta Rosário Carvalho, explicando que “na fachada principal, de dois andares, abrem-se quatro portas, a que correspondem, no piso superior, duas janelas de sacada nas extremidades e, ao centro, um conjunto de três janelas salientes e fechadas, formando uma espécie de balcão, de linhas rectas e de tendência mais geometrizante, apoiado sobre mísulas”.
     
    O padrão linear e vegetalista deste friso é idêntico ao que Ernesto Korrodi aplicou na reconstrução de um prédio de rendimento na Praça Rodrigues Lobo, em Leiria, segundo a mesma nota.

     

    http://pombal97.com/index.php?lang=pt&post=2625

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