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Arquitectura.pt


engpsilva

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Posts posted by engpsilva

  1. Boas. Por acaso sei do que estão a falar. Pois bem, esse sistema de fixar pladur directamente ao tijolo com "batatas" de gesso é um erro. E porquê?? Porque o comportamento da parede de tijolo vai se soliedarizar com as placas de pladur, o que pode provocar microfissura nas uniões da placas, e até descolagem do pladur ao tijolo. O correcto é sem dúvida promover a tal estrutura que o Pedro disse. Para divisórias, o melhor é mesmo construí-la totalmente em pladur, com calhas de 7cm de largura, com placa dupla em cada face, e lã de rocha com 40 kg/m2. E desta forma, resulta um conforto térmico e acústico, e garante o não aparecimento das fissuras tradicionais que se vê nos revestimentos de reboco, estanhado ou até mesmo gesso projectado, para além de se dizer adeus á porcaria dos roços. Note-se que falo com conhecimento de causa. Fiz a minha casa assim, e tá 5 estrelas. Quando se entra dentro de casa, nota-se toda a diferença. Meus amigos, esta solução é o futuro. E já vamos um pouco atrasados, comparado com outros paises. Muita gente não gosta do pladur nas paredes porque bate a ôco. Com franqueza, as paredes são para dividir e não para andar ás pancadas. Cumps Psilva

  2. Boas. Eu penso que a altura máxima para industrias e armazens vem definida nos Regulamento de PDM local, ou até mesmo nos Regulamento Municipais de Urbanização e Edificação (RMUE). Ou até mesmo em Alvara de Loteamento, mediante representação dos perfis. Fiquem Bem Psilva

  3. Boas. Vocês têm razão. Ás vezes, a irra toma posse de nós.... O facto é que, de cabeça quente, olhámos muitas vezes pró nosso umbigo... e refazer todo um conjunto e projectos só porque uma câmara tem uma interpretação errada e sungular, tira o sério a qualquer um... Quanto á questão da França e Alemanha, só me basiei em comentários feitos com familiares meus, habitantes naqueles países, integrados no domínio da aqruitectura, engenharia e construção, e foram eles próprios que me disseram que, em termos legislativos, as coisas não são tão incisivas... se é ou não, não sei??? confesso e condeno a minha precipitação no comentário feito... Temos mesmo é de nos adaptar, e começar a pensar em novas soluções para vencer principalmente aqueles desníveis tão usados, tanto no interior das habitações, como no seu exterior ou cotas de soleira. Fiquem Bem... Psilva

  4. Boas.
    É obvio que nao tenho qualquer intenção de interpor junto do Trib. Admin. Pois só uma força de expressão. Mas irrita-me tamanha propotência e teimosia. Também é preciso fazer-se notar que o está aqui em causa são projectos que foram cozinhados em função daquilo que o diploma prevê, e não com base em interpretações dúbias, sem justificação e singulares. O que está aqui em jogo são trabalhos que foram pensados durante meses, mesmo antes de entrar em vigor as Normas, a pensar no caracter transitório e agora, só porque a câmara "acha" que não há transição para ninguém, lá vai todo um projecto pró lixo, e com o cliente a massacrar "..o que se passa??..., o sr. projectista é um incompetente...., não lhe pago... eu até já tinha umas casitas reservadas, .... vou processá-lo...". Vejam bem a minha situação. Andava eu a fazer um conjunto de moradias, inseridas num condomínio fechado, todas as casitas iguais, e agora, vou ter projectar outras tipologias, a pensar nas cotas de soleira e rampinhas.... francamente!!!
    Sem querer ser inssencível, e menosprezante com as pessoas de mobilidade condicionada, esta lei é demasiada "castradora", comparada com o universo das pessoas para quem a lei está orientada. Nós, que somos o país pequenino, com fraco poder económico, vamos nesta precisa altura de crise, ser-mos o "país exemplar, aquele que tem uma visão social ampla", quando a construção está em crise, as vendas caem, as encomendas escasseiam. Sim, porque este diploma tem implicações sob ponto de vista financeiro.... só em corrimãos. Não vejo os países como a frança, alemanha, etc a preocupar-se com as acessibilidades, esses sim, deviam ter essa obrigação.
    Faz-me lembrar aquela cena da Certificação Energética. Que palhaçada. Portugal, que é um páis tão pobrezinho, cujo o seu contributo para a degadação ambiental é tão reduzido comparado com outros países, aí estamos nós, na vanguarda da aplicação da directiva comunitária sobre esta matéria. Como somos um país rico, já vamos pôr em pratica a adopção de Paineis Solares, sistemas de isolamentos e de ventilação caríssimos, isto tudo, numa época de crise sem igual. Com franqueza!!!

    Fiquem bem

    Psilva

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