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Arquitectura.pt


faquineu

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Posts posted by faquineu

  1. post-3371-0-27910900-1417610519_thumb.jp

     

    Caros Colegas,

     

    Para quem possa estar interessado e precise, deixo-vos a a presentação da nossa empresa - MAQUETES DE ARQUITECTURA

     

    Reproduzimos qualquer projeto de arquitetura, urbanismo, paisagismo e de engenharia a escalas reduzidas em diversos materiais disponíveis no mercado.

     

    Fazemos maquetes realistas, concetuais e de estudo com a máxima qualidade e profissionalismo.

     

     

    Para os colegas que já têm quem faça as maquetes dos vossos projetos, não deixe de nos pedir orçamentos. Após a receção dos elementos e informações necessárias, respondemos em menos de 24 horas.

     

    Visite-nos em www,maquetesdearquitectura.pt e conheça melhor o nosso trabalho

     

     

    Com os melhores cumprimentos e um muito obrigado a todos

     

    Tiago Faquinéu, arq.

  2. Olá Diana Esteves, É verdade que nos casos gerais, as obras de alteração de interiores não carecem de aprovação da parte da Câmara Municipal. O problema é que não vai existir alterações só no interior... As varandas são espaços exteriores que pertencem à fachada. Qualquer alteração que exista pelo exterior dos edifícios (encerramento de varandas como é o caso) tem que ser entregue à câmara um projecto de alterações. Geralmente para ser autorizado, o encerramento tem que ser geral (em todo o edifício) e cujas caixilharias sejam idênticas na materialidade e no seu desenho (como é óbvio e faz todo o sentido), e claro com a aprovação de todos os condóminos. Mas depois vem o problema maior. Não se trata só de encerramento de varanda mas sim do aumento de área de construção do próprio fogo. E isso já trás mais problemas porque os construtores quando constroem vão até ao limite legal permitido para rentabilizarem ao máximo o negócio. Nestes casos quando a área já está no máximo legal, a obra é ilegal e a câmara se vier a saber, não a vai permitir quase de certeza. E aliás, pode até pedir projecto de estabilidade para o corpo balançado porque agora recebe carga não calculada e projecto térmico para as paredes encerradas ao exterior. Quanto à sua responsabilidade..., antes de se fazer qualquer "traço" e assumir o compromisso do que se está a pensar, o arquitecto tem conhecer as suas responsabilidades em relação à sua profissão. Caso haja dúvidas, o melhor é agendar uma reunião na câmara com o arquitecto daquela área e expor-lhe o assunto e depois falar com o seu cliente sobre a viabilidade da proposta. Espero que a resposta tenha ajudado.

  3. Caros colegas, solicito a vossa ajuda na seguinte dúvida. Fui contratado para elaborar o estudo prévio para a adaptação e remodelação de interiores de um estabelecimento de bebidas. "Dar umas ideias" como o cliente lhe chama para saber a viabilidade do negócio. Para que o projecto possa avançar, este tem que dar entrada na Câmara Municipal como Pedido de Comunicação Prévia. Queria saber qual é a forma de garantir que o meu trabalho e as minhas ideias não sejam usurpadas por um outro colega caso o cliente decida contratar outro arquitecto para proceder às obras no estabelecimento. Agradeço desde já a vossa ajuda

  4. Viva arquitetura.pt. Venho mais uma vez recorrer ao vosso conhecimento e dos vossos colaboradores. Alguém me sabe dizer qual a legislação para espaços de festas e actividades infantis? É que preciso de licenciar um espaço que não englobe todos os compartimentos exigidos para um ATL e que não seja tutelado pela segurança Social. Será possível, uma vez que os destinatários são crianças? Desde já agradeço a vossa ajuda.

  5. Viva arquitetura.pt. Venho mais uma vez recorrer ao vosso conhecimento e dos vossos colaboradores. Alguém me sabe dizer qual a legislação para espaços de festas e actividades infantis? É que preciso de licenciar um espaço que não englobe todos os compartimentos exigidos para um ATL e que não seja tutelado pela segurança Social. Será possível, uma vez que os destinatários são crianças? Desde já agradeço a vossa ajuda.

  6. Viva caríssimos colegas e amantes da arquitectura. Aqui no atelier onde colaboro surge sempre uma dúvida bastante pertinente e que gera desacordo entre colegas. Como se mede a área de implantação? Será a área medida pelo exterior de todos os volumes projectantes no plano horizontal do terreno incluindo enventuais volumes do 1ºpiso em consola (quartos, escritórios, etc), ou será a área medida pelo exterior de todos os volumes que interceptam o plano do solo. Obrigado

  7. Eu já entreguei ontem a minha proposta para cumprir o prazo estipulado e já me estou a sentir lesado! Penso que os prazos são para ser cumpridos e não alterados! Isto é um concurso...

  8. UNIVERSAL MODULE

    TIAGO FAQUINÉU


    O tema do habitar é, em si, motivo primeiro do pensamento arquitectónico. Qualquer espaço só é válido enquanto expressão máxima da arquitectura, no preciso momento em que oferece condições optimizadas para poder ser habitado. Mas, o tradicional entendimento e compreensão de um espaço habitável é quebrado quando o seu objectivo é ser apropriado temporariamente por um qualquer indivíduo, de uma qualquer cultura, numa qualquer urbe, de um qualquer lugar.

    Universal Module ou “UM” (abreviado), é um projecto que pretende ser um habitáculo desvinculado de qualquer premissa que comprometa o sítio e o utilizador em si, porque na realidade se liga as todos os sítios e a todos os utilizadores. É uma resposta singular às questões da adaptabilidade universal na era da globalização.

    UM” cumpre as 5 premissas importantes de um espaço habitável temporário: adaptabilidade, transporte, auto-suficiência, flexibilidade e standardização. Não obstem, no entanto, de adoptar uma linguagem arquitectónica de época, de produto de consumo imediato, objecto de moda, característico de uma sociedade contemporânea totalmente dependente do poder da imagem. Pretende-se um espaço que por um reduzido período de tempo, seja apaixonadamente usado pelo(s) seu(s) habitante(s) de momento.

    Com 19,10m3 de volume e com as dimensões de 3,00 x 2,45 x 2,60, “UM” é:

    ADAPTÁVEL a qualquer urbe porque, embora tenha escala para estar localizado num espaço público, apresenta-se enquanto objecto temporário com uma linguagem universal, e sem qualquer ligação com as qualidades intrínsecas de cada cidade.

    TRANSPORTÁVEL pelas suas dimensões idênticas a um contentor marítimo, aproveita os sistemas de transporte correntes, facilitanto a sua deslocação por via aérea, terrestre ou marítima a qualquer ponto do planeta.

    AUTO-SUFICIENTE pela capacidade de gestão de recursos durante um longo período, sem dependência exterior. Os pacotes autónomos de instalação sanitária e cozinha encontram-se equipados, com módulos de baterias, reservatórios de água e depósitos de esgoto químico.

    FLEXÍVEL porque oferece resposta às necessidades básicas de habitar a qualquer utilizador, independentemente das suas raízes culturais, ou sociais. Do módulo simples, à adição de mais “UMs”, aumenta a capacidade de abrigo de 1 pessoa a famílias de 3 ou mais indivíduos. Esta flexibilidade permite-nos utilizar o “UM” de acordo com as necessidades do momento.

    STANDARDIZÁVEL da forma como se constrói e dos materiais utilizados, o que por sua vez lhe confere um carácter próprio do seu processo de fabrico, sendo possível produzir o volume em todos os países industrializados.
  9. Já vi que ninguém tem informações sobre este tema! :)

    Mas não tem necessariamente a ver com a construção sustentável! Se os carissimos participantes deste forúm souberem informações só do tema "edifícios Flexíveis" ou "Flexibilidade na Arquitectura", também serve!


    Toda a ajuda é pouca!

    Obrigado

  10. Viva caros colegas e membros do Arquitectura.pt

    Estou neste momento a elaborar um trabalho de pós-graduação sobre a flexibilidade nos edifícios e a sua relação com a construção sustentável!

    Gostaria de saber se alguém me disponibiliza informações sobre este tema (nomes de livros, sites de internet, arquitectos investigadores, etc)!

    Desde Já muito obrigado!

  11. Viva, Antes de mais gostaria de dar os parabéns pela vossa iniciativa! 1. Gostava de saber se estão a pensar em criar alguma forma de publicação com os trabalhos vencedores, para além de serem expostos na Joker Art Gallery? 2. Quanto ao logotipo, tenho dúvidas se ele tem que estar presente em todas as 5 imagens a entregar. Ou seja, é valida a proposta se o logotipo estiver colocado num sítio do projecto que só seja visivel de um determinado angulo? E que por acaso só aparece numa única imagem? É que pode acontecer... Abraço e até breve

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