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the_architect

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  1. Parece extremamente interessante... vou manter-me atento à publicação.
  2. Como o tico disse as únicas limitações de acesso a um curso do ensino superior são a média e as disciplinas específicas. Para Arq tens de obter aprovação nos exames nacionais do 12º ano a essas disciplinas que cada Universidade define como específicas para o seu curso de Arq. Há universidades que pedem Geom. Des., outras Geom. Des e Mat., outras (privadas) apenas Português B se me recordo bem (também podem ter mudado entretanto). O melhor mesmo é pensares já superficialmente a que universidades te vais querer candidatar e que específicas pedem. Depois é só fazeres os exames respectivos no 12º quer como aluno interno (frequência das aulas) ou externo (auto-proposto).
  3. Também estou a concorrer :p http://www.arquitectura.pt/forum/f62/whos-next-competition-14412.html#post80721
  4. Não tinha reparado em vocês. Então já somos dois projectos representantes :p Fixe!
  5. A Freegreen lançou uma competição de Arquitectura na qual participei. Podem encontrar o texto justificativo aqui > http://digitality.tumblr.com/ (com link para a página do projecto no fundo) e os elementos de entrega no site da competição aqui > http://www.freegreen.com/whosnext/view/plan-general.aspx?id=259 Como existe uma votação pública e tem um peso de 50% na classificação final, gostaria de pedir que, caso achem o projecto interessante, dessem o vosso voto. Ainda não encontrei mais nenhuma submissão portuguesa e penso que seria bom se qualquer representante de Portugal ficasse bem colocado (neste caso eu). Quem quiser contribuir tanto votando como disseminando a informação pelos seus conhecidos fica com o meu agradecimento prévio. Caso sintam a vontade de comentar, pedia que além de o fazerem aqui no forúm o fizessem também na minha página no site da competição. Desde já um muito obrigado a todos, Nuno Relvão
  6. Presumo que a visita "ao local" seja mais uma questão de visita "de obra". Para se poder observar a estrutura. Por isso, na minha opinião, talvez fosse mais interessante procurares edifícios ainda em construção. Em relação à moradia Casa 1 em Penafiel do arq. Cláudio Vilarinho tens, se não me equivoco, algumas fotos da habitação ainda em obra aqui no fórum num tópico só sobre a mesma.
  7. Boa noite, penso que, infelizmente, a cliente poderá ter razão. Se houve contrato no sentido de a martilu fazer acompanhamento de obra e até mesmo a firmação de um termo de responsabilidade, então quaisquer problemas de execução estarão sob a sua responsabilidade. Quer seja a falta de qualificação dos intervenientes ou a não conformação com o projecto aprovado a responsabilidade é de quem se encarregou de fazer o acompanhamento. Esta é no entanto uma opinião empírica de modo que pode estar completamente errada. O melhor mesmo é consultar um advogado pois parece-me uma questão mais de direito que de arquitectura. Espero que lhe corra tudo bem.
  8. Kazuyo Sejima - Villa in the Forest - 1992 to 1994 - Nagano, Japan http://tinyurl.com/ylh9x84 http://tinyurl.com/yjg56lo Sugiro no entanto que procures antes em livro.
  9. Ainda assim, no caso de inexistência de um moinho autêntico (ou vários), essa forma redonda, que pressuponho ser cilíndrica, é mais uma escolha simplesmente formal, e desde logo gratuita, do que resultado de uma investigação. Mesmo em termos económicos surge o problema de que com paramentos curvos é muito possível que todo o mobiliário tenha que ser feito por medida o que sem dúvida vai encarecer muito o preço da obra. A questão principal, na minha opinião, passa por até que ponto ser imprescindível, justificável ou até mesmo desejável a inclusão da forma curva neste projecto, tendo sempre em conta que é vocacionado para programa habitacional. Em termos de obras cilíndricas sempre gostei muito da Casa do Bosque da Kazuyo Sejima. Aconselho no entanto a, se o objectivo do projecto é de facto "voltar" o interior "para a paisagem alentejana", que investigues observatórios (ornitológicos, de natureza, etc) ou algumas casas de pradaria americanas em torre, que têm algo de comum com esses postos de observação. Apesar de todos eles serem de secção ortogonal. By the way, se precisares eu sou sub-contratável. ^^
  10. Construir moínhos do nada para servirem de habitação de turismo rural? Isso parece-me algo gratuito e artificial... Percebo o conceito de requalificações de pré-existências, mas não de construções de raiz. Talvez por isso seja grande a dificuldade no desenvolvimento da proposta. Se possível, aconselho a alterar a directriz da investigação.
  11. Encontrei, por acaso, este artigo que apesar de ser nos estados unidos mostra como se devem tratar os estágios: artigo completo aqui: http://archinect.com/features/article.php?id=93642_0_23_0_M
  12. O que o próprio presidente da Ordem, o Arq.to João Belo Rodeia, me confirmou pessoalmente foi que a discussão está a dar-se a nível Europeu e que quando uma decisão for efectivamente tomada será aplicada aos estágios das respectivas Ordens de todos os países membros. Se lerem o novo regulamento de estágios (possivelmente o nome é diferente mas não me recordo do correcto) disponível no site da Ordem está lá também escrito que apesar do estágio ser neste momento de um ano se está a estudar o caso de passar a ser de dois.
  13. Depois de me ausentar durante algum tempo da discussão regresso para, (também) finalmente, ler ao que parece o texto que originou os rumores. Eu, ao contrário da Margarida, acho as justificações muito más, indexar o saber a tempo é sempre falacioso, uma pessoa andar mais tempo a fazer certa coisa não tem por consequência directa que o fique a fazer melhor. Além disso o nosso panorama construído de hoje foi na maioria desenhado por não-recém-licensiados e não vejo como isso nos tenha ajudado. Na verdade, os melhores exemplos que vão saindo são exactamente dos mesmos recém-licensiados a quem querem adiar o direito de exercício da profissão por alegada falta de capacidades. Em medicina, que penso ser a profissão que todos concordamos deva ter os mais bem preparados alunos (idealmente seriam todas claro, mas tendo de hipoteticamente escolher uma penso que concordaríamos ser esta), os alunos do curso começam a interagir em hospitais bem antes de terminarem o curso e depois de terminado têm o estágio, sim, mas a receber como iguais e sendo-lhes aumentada gradualmente a responsabilidade. Mas não começam por tirar cafés ou trabalhar como enfermeiros. Primeiro apenas acompanham e observam, depois começam a ajudar e finalmente são lhes dado casos menores para eles gerirem sozinhos. Se estão preocupados com a falta de "real prática" de recém-formados então englobem isso na formação académica. Em relação às médias de acesso ao ensino superior que também foram mencionadas: as médias mínimas para acesso são iguais para (quase) todos os cursos, são média 10 (sim, até para medicina), salvo aqueles casos que se ouviu falar à uns anos de médias negativas, o número de vagas e as médias de quem se candidata é que atribui a média do último aluno a entrar nesse ano que a maioria usa como barómetro para os acessos do ano seguinte. Sem contar que mais importante que umas décimas devia ser uma profunda análise das vocações dos candidatos. Em todas os cursos. Por isso é que depois somos atendidos por médicos-máquina sem o mínimo de capacidade de lidar com pacientes. Da mesma forma não sei como indexam uma mais valia para a arquitectura a um 20 num exame de geometria (bem sei que também entram outras cadeiras, mas esta é normalmente a específica, onde não é assim tão difícil tirar o tal 20 e as outras cadeiras ainda têm menos a haver com arquitectura). Em outros países, além das notas, contam actividades extra-curriculares e todos os candidatos são entrevistados para avaliar, em pessoa, cada um deles. Se querem seriar, seriem assim. Sem contar que se querem seriar, então em primeiro lugar que se façam testes de reavaliação a todos quantos já exercem, que todos sabemos que a par dos cursos adjudicados entrou muita porcariazinha por esse mercado de trabalho e que, no caso de uma seriação indexada ao número efectivo de arquitectos em exercício num determinado momento, podem estes vir a tirar lugar a recém-licenciados muito melhores que os referidos. Desculpem por me ter alongado.
  14. Entretanto tive que sair. ponto 1. se pessoas com a 4ª classe têm direito a um rendimento mínimo garantido, um licenciado/mestre não tem nenhuma garantia? ponto 2. se bons estágios não se encontram nas árvores então alguns há que por muito que escolham vão ter sempre de se resignar ao que lhe oferecem os restantes mesmo que sejam condições deploráveis. Mas também concordo que é uma questão de reinvindicação de direitos laborais, mas com regulamentação da ordem sempre existia um enquadramento legal onde basear essas reinvindicações. Mesmo com um salário mínimo, uma boa procura poderia render mais umas centenas de Euros por mês. Eu não estou minimamente a pensar resignar-me a fracas propostas de trabalho, mas tenho a certeza que quando chegar a gabinetes e dizer que por menos de x não trabalho e que exigo participação nas actividades y e z muitos me vão porventura achar arrogante quando se trata apenas de justiça em relação ao meu investimento e às minhas capacidades adquiridas. E eu quero um estágio onde possa aprender e melhorar nos meus aspectos menos positivos. Tudo isto devia encontrar uma base de justificação nos estatutos da Ordem, é para isso que ela serve.
  15. Mas pelo que leio aqui de vários utilizadores, essa situação não é transversal, pelo que, penso, deveria ser regulamentada. Assim como remunerações mínimas.
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