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Arquitectura.pt


Against

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Everything posted by Against

  1. Mas era para ser as más!! não as boas!!!
  2. Epa tinha de vir alguém que já sabe o 163 de cor... eu também vou sabendo... :nervous:
  3. Os meus anos 90 não foram em português!! Maaas e esta: [ame="http://www.youtube.com/watch?v=_bsniYwSaWg"]YouTube - Britney Spears - ...Baby One More Time[/ame]
  4. Erm... que próximos filmes de Ledger? O actor morreu em Janeiro... Começou a filmar o novo de Terry Gilliam - The Imaginarium of Doctor Parnassus -, mas não o acabou.
  5. Ainda ninguém se tinha lembrado desta??? [ame="http://www.youtube.com/watch?v=9z7t-Ox3XvU"]YouTube - Los Del Rio - Macarena[/ame]
  6. Olha que é bem capaz! Ou então é para pessoas que, como o nuno, sonham com castelos de areia! :)
  7. À semelhança de "Soft as a Rock" chegam novas ideias almofadadas que recriam troncos de árvores. Apesar de não terem um aspecto tão realistas como as pedras, não deixam de ter a sua piada. Furni Oki Log Pillow é uma criação norueguesa que desenvolvida pelo designer de tecidos Joel Dewberry.
  8. O arquitecto Vladimir Plotkin mostrou recentemente no festival de arquitectura Archstoyanie em Nicola-Lenivets (Rússia) um modelo para uma casa flutuante. Plotkin explicou que a jangada e a casa propriamente dita são construções separadas, a jangada serviria para banhos de sol, BBQ, e convívio durante o dia. Depois poderia subir para a casa, onde encontra tudo que uma casa de férias precisa. Parece-me bem! Já evita ter que acampar!
  9. Se o campismo vos chateia, se um Hotel é demasiado dispendioso, e se gostam de praia e ar livre, quando forem até Weymouth em Inglaterra podem sempre ficar neste "hotel de areia", no mínimo peculiar... Foi construído a partir de 1000 toneladas de areia, e custa a módica quantia de 10 libras por noite. Há quartos dulpos e solteiros. Foi construído em 8 dias por uma equipa de voluntários que trabalharam 14 horas por dia. Não se fazem é reservas... Sou só eu, ou mais alguém acha que a areia é capaz de incomodar? Fonte
  10. The Dark Knight!! WOW!! ;)
  11. Against

    Reputacao

    Eu quero pontinhos!!! Já estou como diz a m a r g a r i d a, têm que zelar pelas meninas da equipa! :icon_chick:
  12. Eu uso um da microsoft e até funciona bastante bem e é "confortavelzinho"! Tenho que ver se quem me deu este me arranja outro... :whistle:
  13. E depois há sites com uns quadradinhos minúsculos onde temos que carregar e o ponteiro do rato não acerta... ;)
  14. Tinha que ser uma rampa por causa do 163...:)
  15. Wanted!! Oh banda sonora fantástica! E finalmente um filme de acção em condições! :icon_pistoles:
  16. Já consultaste o site: www.acessoensinosuperior.pt ? de lá consegues link para a várias universidades, onde, por norma, encontras o currículo do curso.
  17. Como assim o que vais encontrar de novo? Não sabes no que consiste um curso de arquitectura? I'm confused... Para saberes o tipo de currículo que vais ter (é isto que queres saber certo?) tens que consultar as várias universidades. :)
  18. Terminei hoje o meu primeiro ano na Universidade. :icon_chick: Entrei em arquitectura numa universidade que foi escolhida como a minha 5ª opção (aquelas que só colocamos por segurança). Como o meu percurso escolar não foi o mesmo que muitos dos meus outros colegas que vinham de artes, tive ideia que me iria custar mais, e que não iria conseguir atingir os meus objectivos tão facilmente. Também tinha ideia que me ia custar imenso adaptar-me a uma turma, em que grande parte dos meus colegas, eram mais novos. Como me enganei em relação a tanta coisa… Acabei o primeiro semestre com notas mais altas que muito dos meus colegas, a disciplinas a que eles supostamente teriam mais facilidades. Acabei o semestre de cabeça erguida e convencida que estava no rumo certo. Tinha-me distinguido a desenho e tornei-me “perita” a fazer maquetes. O segundo semestre foi invadido com trabalhos de grupo. Os “contactos” que fui fazendo no primeiro semestre foram o mote para a minha escolha, pessoas da mesma cidade (por comodidade) e que não se fossem opor às minhas decisões. Resultado: cheguei à conclusão que trabalhos de grupo são mitos. Não é verdade que há trabalho em grupo. Correcção, há trabalhos de grupo quando há o elemento grupo! Não quando se lida com crianças. No fundo, o que me choca é o nível de infantilidade com que se chega ao ensino superior. Já para não falar na falta de responsabilidade, de rigor e de seriedade. Ora os trabalhos de grupo acabaram por ser resolvido na semana antes da entrega. Para aligeirar o tom do meu discurso, deixo-vos as minhas desavenças e dissabores nestes trabalhos. Trabalho de grupo que teria uma parte teórica de pesquisa e uma maquete. A parte teórica foi desenvolvida por mim e uma colega. Andei o semestre inteiro à espera da parte dela (supostamente seria metade). Até que às 22h do dia anterior à entrega, recebo no mail a contribuição dela: um parágrafo de 5 linhas e uma imagem. O que me valeu foi ter previsto a situação e ter adiantado o trabalho. O que não me dispensou no entanto, de uma noitada para afinar o texto. Este trabalho ainda resultou no corte da mesa de café da sala, porque um dos elementos do grupo não sabia que o x-acto chegava à mesa (sem comentários). Trabalho para a cadeira de materiais, e para este não resisto em citar aqui algumas pérolas da parte escrita (desta vez havia parte teórica para todos os elementos). A introdução que me foi apresentada: “Para este trabalho orientado para a disciplina de Materiais, tivemos com objectivo principal a selecção dos materiais a utilizar na habitação apresentada pelo professor. Para tal meta alcançar, tivemos que ter em conta vários aspectos: impermeabilidade, isolamento, terreno, clima, meio envolvente, entre outros factores que influenciaram para a decisão final. Como conclusão, temos neste trabalho uma tabela síntese de maneira a tornar mais explícito a variedade de materiais de construção especificamente escolhidos.” Quem é que acaba o 12º ano a escrever assim? O trabalho ainda tinha outras pérolas da língua portuguesa: “Nas cerâmicas, o interesse se situa no peso. (…)Em relação ao peso, por exemplo, há cerâmicas mais leves que a água, e outras de grande peso." , “Secagem: ao toque, em duas horas, de acordo com a temperatura e a umidade (…)”, e ainda escreverem “especificamente” listarem e acabarem com “etc”. Entre mais algumas que denotam a seriedade com que se fazem os trabalhos. Outra situação que achei curiosa foi o nível de conhecimentos com que se entra na universidade. Ouvi de tudo! Colegas que não sabiam o que eram as águas-furtadas, que não sabiam usam um X-acto e compravam um novo assim que a primeira lâmina deixava de cortar. Não conhecerem minimamente obras de arquitectura, não saberem como se escreve Siza, não terem ideia quem é o Tadao Ando ou o Byrne. No fundo entra-se para arquitectura por que é moda (foi esta imagem com que eu fiquei) e não porque se quer fazer disto vida. Não sabem escrever (ler as memórias descritivas era um gozo tremendo), tremem quando lhes é dito que têm que ler 4 livros e meia dúzia de fotocópias para uma frequência, não têm cultura musical (e não estou a dizer que só gostam de uma ou outra banda, mas sim que simplesmente não conhecem nada), não fazem ideia quem foi Hitchcock, e desconhecem filmes como Blade Runner ou Fight Club. Fazem o curso na onda de que o que interessa é passar e não é grave tirar 10 a tudo. Pensam que as imagens do Google são as melhores e que a wikipedia é a fonte mais fiável. Não têm interesse por arquitectura e isso fica visível assim que se tenta alguma conversa específica, porque não conhecem e não se interessam. Comprar livros de arquitectura com fotografias bonitas e avaliam os projectos pela fotografia. Enfim. :tired: No fundo não gostei, fiquei desiludida porque sempre acreditei que o carimbo de geração rasca era injusto. Mas não o é. E o que se verifica é que quem não o é, acaba por ser a excepção e não a regra numa sociedade em que o importante é entrar na universidade, depois é permitido mudar para qualquer curso, viajar de moda, design ou outro qualquer curso para arquitectura… No fundo tenho receio, receio que consigam acabar o curso e que venham a fazer arquitectura. Acabo assim o meu desabafo… E vou de férias!! :)
  19. Eu não sei se gosto mais da maquete ou dos desenhos... Wow...
  20. Eia! Mas esses dois filmes são bem mais puxados! É normal que agora precises de uma desintoxicação!
  21. Epa eu para pormenores tenho um olho do caraças! Não me escapa nada! Eu sei que já vi um filme demasiadas vezes quando começo a usar as expressões que eles usam! Por exemplo, há duas semanas eu não dizia "o quê?!" dizia: "In the quiet words of the virgin Mary, come again?!"! Dá mais trabalho, maaaaaaas tem mais pinta! ;) :p
  22. A minha média quando gosto mesmo de um filme é vê-lo pelo menos uma vez por mês, ora tenho sempre comigo o Snach, o Fight Club, Amélie, Se7en, star wars... Este vai pelo mesmo caminho! I'm a geek...:)
  23. Eu já vi o Juno 9 vezes... Sim, agora depois vês o Hard Candy, mas não é tão leve como Juno, é mais puxado.
  24. Os arquitectos que constam na lista receberam todos o prémio Pritzker, daí só haver um nome português! :)
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