Jump to content
Arquitectura.pt


SVA

Membros
  • Posts

    63
  • Joined

  • Last visited

Posts posted by SVA

  1. Adorei este artigo no Jornal Público online, gostava de saber a vossa opinião.


    Gestor lança iniciativa particular destinada a sensibilizar população
    Campanha antimarquises arranca em Setembro


    As marquises nas fachadas dos prédios são um dos alvos de uma campanha que arranca no mês que vem para sensibilizar a população para os aspectos estéticos do fenómeno. As caixas de ar condicionado e os estendais também vão estar na berlinda nesta iniciativa, que, apesar de ter o apoio do Ministério do Ambiente, partiu de um gestor privado.

    Aos 56 anos, Luís Mesquita Dias, que é presidente do conselho de administração da Unilever-Jerónimo Martins, decidiu que era altura de chamar a atenção dos portugueses para um fenómeno que diz nunca ter visto em parte nenhuma da Europa desenvolvida senão aqui - apesar de ter morado vários anos em Barcelona e Bruxelas e também em Banguecoque: "Choca-me ver o meu país degradar-se. Estamos a hipotecar a nossa paisagem urbana". Depois de, há 12 anos, ter tentado - sem sucesso - sensibilizar todas as câmaras municipais e várias outras entidades para a necessidade de pôr cobro àquilo que designa por "desordem urbanística", resolveu agir.

    Um spot televisivo, outro radiofónico e cartazes nas ruas de Lisboa são as armas de que se muniu para desafiar a "impunidade com que se intervém nas fachadas dos prédios" e "a falta de controlo das entidades" responsáveis pela fiscalização.

    Com apenas 30 segundos, o spot televisivo mostra algumas marquises dos milhares delas que têm sido fechadas clandestinamente, aparelhos de ar condicionado colocados de forma indiscriminada e estendais "com cuecas que teimam em pingar", como diz a voz off do vídeo. "A cidade que temos é a cidade que fazemos", lê-se no final.

    Casado e com dois filhos, Luís Mesquita Dias está ciente das reacções negativas que esta campanha - à qual se associaram parceiros não só institucionais como também privados, que pagaram os custos das suas diferentes vertentes - vai desencadear. As famílias com muitos filhos vão dizer que não têm outra alternativa senão pôr uma das crianças a dormir na marquise, antevê. "Mas não há famílias nos países onde o fenómeno nunca atingiu proporções semelhantes às portuguesas?", questiona.

    Realista, o gestor sabe que é impossível arrancar as centenas de milhares de marquises clandestinas espalhadas pelo país. Por isso, apresenta uma solução: a colocação de estores brancos nestas excrecências acrescentadas às varandas. Todos iguais, de forma a uniformizar as fachadas.

    O bastonário dos arquitectos, João Rodeia, ignorava a campanha que aí vem. Mas congratula-se por um particular ter resolvido chamar a atenção para o problema. "Não conheço outro país europeu em que isto aconteça", confirma. "Em Espanha as varandas têm toldos e as pessoas usufruem delas sempre que o bom tempo o permite". Então o que se passa em Portugal? "É uma questão de educação cívica", responde o bastonário. "E cada varanda tem um sistema de fecho diferente, o que desfigura ainda mais os edifícios". "Compreendo a necessidade de espaço das pessoas, mas todos têm o direito a que as cidades não fiquem desfiguradas", acrescenta, referindo os anos e anos de permissividade das autoridades. "O que é mais angustiante é que a maioria das pessoas habituou-se a estes fenómenos e não os acha estranhos". Embora arranque em Lisboa, a campanha deverá estender-se ao Porto e eventualmente a outras cidades.

    :margarida_beer:

    http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1397931&idCanal=59
  2. "SVA.. Já leu/ estudou a Legislação?!?! parece-me que não... acha que pequenos estabelecimentos comerciais se enquadram em categorias 3 e 4?!?!" De facto já li, mas fiquei sem perceber o caso de pequenos estabelecimentos comerciais (categoria 1), daí a minha questão.

  3. Tens razão Dreamer, obrigada por recordares-me essa conversa :) De facto já tinhamos falado sobre o assunto, mas tinhamos aprofundado mais o "Director Técnico de Empresa". A minha dúvida está mais à volta do "Director Técnico de Obra". Sei que uma das funções é aquela que indicaste "correcta execução da obra, segundo os projecto de arquitectura e restantes especialidades". Mas por exemplo, imagina que aplicaram mal o mosaico... será que a responsabilidade é minha? se sim, qual é a minha responsabilidade, tenho que comprar novo mosaico para eles aplicarem bem? ou imagina que na obra rebenta um tubo de canalização e isso faz alguns estragos, quem é que tem que comportar esses danos? A minha dúvida está em casos específicos como estes...

  4. Tens razão Dreamer, obrigada por recordares-me essa conversa :) De facto já tinhamos falado sobre o assunto, mas tinhamos aprofundado mais o "Director Técnico de Empresa". A minha dúvida está mais à volta do "Director Técnico de Obra". Sei que uma das funções é aquela que indicaste "correcta execução da obra, segundo os projecto de arquitectura e restantes especialidades". Mas por exemplo, imagina que aplicaram mal o mosaico... será que a responsabilidade é minha? se sim, qual é a minha responsabilidade, tenho que comprar novo mosaico para eles aplicarem bem? ou imagina que na obra rebenta um tubo de canalização e isso faz alguns estragos, quem é que tem que comportar esses danos? A minha dúvida está em casos específicos como estes...

  5. Olá pessoal do Fórum!
    Surgiu-me a hipótese de ser técnica responsável de obra de uma loja que projectei, mas estou com certas dúvidas quanto ás minhas funções e responsabilidades.
    Sabem dizer-me quais são as funções exactas de um técnico responsável de obra e se alguma coisa correr mal, qual será a minha responsabilidade?
    Obrigada a todos.
    :)
  6. Olá pessoal do Fórum!
    Surgiu-me a hipótese de ser técnica responsável de obra de uma loja que projectei, mas estou com certas dúvidas quanto ás minhas funções e responsabilidades.
    Sabem dizer-me quais são as funções exactas de um técnico responsável de obra e se alguma coisa correr mal, qual será a minha responsabilidade?
    Obrigada a todos.
    :)
  7. Á excepção do natural interesse pelos port-folios, creio que estes resultados estão a refletir uma lacuna do nosso ensino: materiais, sustentabilidade e ecologia.
    Eu terminei o curso há 4 anos e notei bem estas lacunas, quando comecei a trabalhar.

    É uma votação que dá que pensar.


    Concordo contigo. Desde que acabei o curso pouco apliquei do que aprendi para a "vida real"... existe uma grande disparidade e existe um grande choque quando deixamos de estar protegidos pelas paredes do ensino. Se não forem os sites, fóruns, livros, conferências, exposições, viajar, (...) ficamos imbecis.
  8. Ah ok, não tinha associado porque não conhecia a AECOPS e fiquei intrigada porque há cerca de um ano fui à IMOPPI e perguntei acerca da tabela de honorários e eles disseram-me que não existia. Ah e já agora ouvi dizer que os arquitectos só podem assinar Classe I e II, sabem dizer-me se isso se verifica? Quanto ás funções de um Técnico Responsável de Alvará sempre fez-me muita confusão, porque sempre ouvi dizer que convém conhecer e ter cuidado com a empresa de construção em que metemo-nos... mas por outro lado só conheço casos que só vão assinar. Alguém consegue responder-me concretamente quais as funções de um Técnico Responsavel de Alvará e se a coisa correr mal quais as penalizações?


  9. Tabela de 2004
    Grupo III ---------648,40€
    Grupo IV ---------622,80€
    Grupo V ---------552,00€

    Quadro Técnico
    Vencimentos

    Classe alvará -------- % ------- Licenciados”III” ----- Bacharéis “IV” ------ ATAE “V”
    ----- 1 ---------------- 30 -----------194,52 ---------------- 186,84 ------------ 165,60
    ----- 2 --------------- 40 ----------- 259,36 --------------- 249,12 ------------ 220,80
    ----- 3 --------------- 50 ----------- 324,20 --------------- 311,40 ------------ 276,00
    ----- 4 --------------- 100 ---------- 648,40 --------------- 622,80 ------------ 552,00

    Classe 4 e 100%, porque obriga a um técnico a tempo inteiro


    Olá Zebat. Onde foste buscar esta tabela? E que valores são aqueles do Grupo III, IV e V?
    :)
  10. Na minha opinião ambos estão correctos. Sou apologista que enquanto estamos no ensino temos que aprender a base, ou seja, os enquadramentos com a envolvente, usar linhas simples e pouca cor. Só depois de dominarmos a base (e isto é sempre relativo porque ás vezes nunca chegamos lá) é que podemos inverter o jogo com inteligência. Não sou grande fã de Richard Rogers mas já fui ao Centro Pompidou de Paris e não me chocou nada, muito antes pelo contrário...

  11. ainda não pude ver. recomendas?


    Eu gostei muito mas filmes como o Body Rice são complicados de recomendar a pessoas que não conhecemos porque não é um filme "comercial" nem um filme "fácil". A história é muito simples e tem uma produção, realização e fotografia muito boa e diferente daquilo que estamos habituados em longa-metragens portuguesas. Bem, só por aí acho que vale a pena arriscar.

    Deixo aqui um cheirinho:
    http://www.youtube.com/watch?v=kM0DDBHOJeE
    http://www.youtube.com/watch?v=vNEFhOG6d5Y

    :)
  12. A qualidade do som, nos últimos 10 anos não é nada má, pelo contrário, os valores de produção do cinema nacional (oliveira incluido) têm dado saltos de gigante.


    Temos já o exemplo da primeira obra do realizador Hugo Vieira da Silva, "Body Rice" que ganhou a Menção Especial do Júri no Festival de Locarno. Na minha opinião a produção do cinema nacional deu um grande salto, já para não falar na fotografia que para mim está no topo do cinema português.
×
×
  • Create New...

Important Information

We have placed cookies on your device to help make this website better. You can adjust your cookie settings, otherwise we'll assume you're okay to continue.