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Arquitectura.pt


HelderLemosARQ

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Posts posted by HelderLemosARQ

  1. Sim... A mobilidade condicionada vai desde a mulher grávida, ao idoso, ao individuo temporariamente doente até à pessoa que possa andar de cadeira de rodas. Assim, se as rampas e elevadores são os meios as "cadeiras de rodas" transitarem entre desníveis ou pisos. As escadas servem a mulher grávida, ao idoso, ao individuo temporariamente doente. Logo as escadas devem cumprir as Acessibilidades.

  2. Como já anteriormente esclareceram... para a fase de Licenciamento a estimativa orçamental segue a Portaria 1545/2008, ou outro valor indicado em Regulamento Municipal do concelho em questão. E apenas terá que se fazer uma ligeira multiplicação dos m2 de projecto pelo valor anunciado. Uma estimativa mais acertada ao real custo dependerá no nível de equipamento a utilizar, da quantidade de quartos e de pisos... Apenas para concurso público terá que seguir a Portaria 701H-2008 do Código dos Contratos Públicos.

  3. Não confundir mobiliário com alteração à fachada... Há isenção de qualquer controlo ou comunicação prévia das pequenas obras de escassa relevância urbanística, bem como as obras de conservação e de alteração no interior dos edifícios ou suas fracções autónomas que não impliquem modificações da estrutura dos edifícios, das cérceas e das fachadas. O termo utilizado de "Cortina de Vidro", parece-me querer distanciar-me das "miseráveis" marquizes. Pelas imagens disponibilizadas no site, e estas não possuírem perfis metálicos, não deixa de ser um "fechar" de uma varanda, que implica alteração à fachada... mesmo existindo ligeiro impacte arquitectónico (mas basta uma "ligeira alteração" para que seja "uma alteração". E atenção aos direitos de autor. Haverá consentimento do autor do projecto para que se feche uma varanda?

  4. Como cidadão tem todo o direito de se expressar... e presumo que no UK também exista o período de discussão pública. E eu gostava que a "arquitectura de nome" (Novel e outros) fosse de igual modo respeitada e não houvesse uma discriminação positiva apenas por ser Novel, Herzog, Holl, Gehry, Siza e outros... o nome deles produz, por si só, "obras primas". E atenção, sou fã destes e de outros "arquitectos de nome"!

  5. A "velha" história do telhado... ou o grande tabu do telhado! Não vejo que a utilização de cobertura em telhado possa menosprezar a arquitectura! O prémio Secil de Arquitectura 2002 contemplou uma casa com telhado. Tudo passa pela "génio" do arquitecto. A questão de casa simples é relativa e subjectiva! Tudo depende do terreno, do programa tipológico e da disponibilidade financeira do Dono de Obra (DO). E da liberdade projectual... O custo, ou o baixo custo, pode ser um desafio no projectar de uma casa! Claro, que quanto maior a área de construção, maior o custo (lógico). Mas, pelo que li e inicialmente a conversa é sempre a mesma... "estou a ver casas nas revistas"... Na minha óptica, um bom arquitecto desenha a casa conforme o cliente, e família. É necessário um bom entendimento entre o DO e o arquitecto, bastantes conversas para entender o tipo de vivências que se iram materializar no projecto da casa. E, claro, o terreno a implantar também tem um forte contributo (a tal questão do chalé suisso nas planicies e planaltos portugueses, ou a casa de granito do Norte na lezíria do Tejo). Desta forma, digo que, uma boa escolha e selecção de arquitectos (com o devido pedido de honorários e disponibilidade) fará uma casa mais alegre e melhor adaptada. Porque cada um tem um estilo próprio e cada casa de revista corresponde a vários arquitectos, e o que se enquadrou para uma família não se coaduna a outra. E, faça-o com um arquitecto! A primeira poupança começa em trabalhar com um arquitecto, mesmo que os honorários sejam mais dispendiosos do que os fornecido por Agente Técnicos, Desenhadores e Engenheiros. O aconselhamento, apoio e veracidade são superiores, assim como os conhecimentos técnicos.

  6. Quanto a livros, recomendo-te dois livros breves que consegues ler rapidamente: Óscar Niemeyer "Conversa de arquitecto"; Fernando Távora "Da organização do espaço". E depois tens os clássicos de iniciação... às vezes maçudos de ler: Bruno Zevi "Saber ver a arquitectura"; Bruno Zevi "Uma definição de arquitectura"; Gordon Cullen "Paisagem urbana"; entre outros... E um outro livro que gostei muito de ler. Apesar de inicialmente me questionar porque me mandaram ler aquele livro. O resultado de o ter lido só mais tarde o compreendi. Edward T. Hall "A dimensão oculta"

  7. A tua insegurança é bastante normal... Eu estudei, no secundário, numa escola com a variante de Artes e nem por isso fui mais preparado para o curso de Arquitectura. O meu primeiro contacto, mais a sério, foi quando fiz os pré-requisitos nas Fac. Arq. de Lisboa aquando da entrevista. Percebi que nem "tenrinho" era!!! Mas o 1º ano serve para isso mesmo, adaptação, sensibilização e alguma selecção... No 1º ano há muitos trabalhos de grupo e bastante apoio dos professores das disciplinas práticas! E trabalha-se muito nas aulas. Essencialmente, no meu 1º ano aprendi os aspectos práticos e alguma teoria. Apenas nos anos seguintes assimilei a verdade na arquitectura, a intenção, a espacialidade e temporalidade, bem como outras sensibilidades inerentes à arquitectura. Mas isto quando os cursos eram mais prolongados... talvez agora seja tudo mais rápido devido ao Bolonha!!! Para mim o 2º ano foi um dos anos decisivos, i.e., ou se sabe e tem mesmo vocação ou irás ser um eterno 2ºano!

  8. Pauloss, interessante, o texto do meu RGEU é diferente:
    "Art.º 84.º
    1- Em cada habitação, as IS serão quantitativamente proporcionadas ao n.º de compartimentos e terão, como mínimo, uma instalação com lavatório, banheira, uma bacia de retrete e um bidé." Redacção dada pelo art.º1 do DL 650/75, 18-11

    A IS terá de ter no mínimo 3,50m2 (art.º 68º RGEU).

    Ver também RGEU, art.º 86º a 90º

    Quanto ao DL 163, e como estás numa de reabilitação/restauro, podes alegar o não cumprimento do DL163.

    Mais... nem todas as banheiras têm 1,70m, há banheiras no mercado com 1,00m... o RGEU nada informa sobre a dimensão da mesma.

  9. FDionísio, concordo contigo! Ainda mais na CM a que me refiro... o vereador pouco ou nada opina, pois nada percebe, apesar de se mostrar interessado! Vitor Mina, fiquei um pouco confuso com a tua opinião, i.e., o espaço interior da trapeira faz parte do espaço do desvão (obrigatoriamente), mas não entendi a tua posição em relação à utilização da mesma. Embora eu acredite ser possível a utilização, no teu comentario não ficou claro a tua opinião. A trapeira além do arejamento ajuda na iluminação natural e melhora o pé direito naquele espaço.

  10. A questão não está no Desvão... porque esse claro que cumpri as regras do RGEU.

    A questão está na utilização do Vão de Trapeira que a CM alega eu não poder utilizar.

    Em duas informações diferentes ao requerente, a CM afirma que "o desvão do telhado é simplesmente o desvão das águas simples" e a utilização de trapeira ultrapassa o desvão.

    Ao qual eu anteriormente, pelo requerente, avisava a CM que desvão é o espaço entre o piso no sótão e o forro da cobertura " s.m. espaço entre o telhado e o forro do último andar de um edíficio" E que Vão de Trapeira é "s.f. janela ou postigo aberto no telhado para arejamento.

    Eu considero que a Trapeira é algo colocado no telhado e que nada interfere com o desvão. O RGEU não impede e segundo a definição de sótão do RMUE também nada impede.

    E outras coisas mais informei.

    Eu solicito é informações sobre a utilização de trapeira em sótãos.

  11. Estou com um projecto de Reconstrução/Reabilitação de uma casa de aldeia em que estou a utilizar o Desvão do Telhado para inserir quartos. Por questão de pé dto estou a utilizar um vão em trapeira como forma de dar espaço habitável ao sótão.


    A CM em questão do seu RMUE nada diz sobre trapeiras e a definição de sótão é: “é o aproveitamento do desvão do telhado, não podendo a inclinação do telhado exceder o definido da legislação em vigor, não sendo permitido ter varandas, sacadas e terraços.”

    No entanto a CM não me licencia o projecto devido ao uso do vão em trapeira, ao qual eu já reclamei e considero que tenho direito de a utilizar.

    Solicito informações de legislação e comentários sobre o assunto.





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