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Arquitectura.pt


JAG

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Posts posted by JAG


  1. A última vez que fiquei até ao fim dos créditos foi no Iron Man porque era prometida uma cena no fim, que seeeeeeeeca!! Os cerca de 10min que aquilo demora parecem uma eternidade... :)



    Para um apreciadora de cinema... ate é estranho dizer isso... lool


    Mas percebo-te... eu por norma não fico a ver a ficha técnica, mas ao mesmo tempo, sempre que vejo um filme que considere bastante bom, fico com vontade de ver os créditos (apesar de normalmente não ver), pois é uma forma de demonstrar algum valor as dezenas de pessoas que trabalham no filme, e nunca ou raramente são reconhecidas pelo o trabalho que tiveram.



    PS.: Against... lembras-te daquele projecto que falei aqui no fórum a tempos, para o cinema português!?

  2. No Arquitectura.pt, cada utilizador tem o directo de expor as suas ideias, desde que essa exposição não desrespeita as regras deste fórum. A opinião de cada um deve ser respeitada. Como todos gostam de ver as suas opiniões respeitadas, devem respeitar a opinião dos outros. Uma opinião por norma baseasse na informação disponivel. Cabe a cada um expor as informações que dispõem para apoiar ou questionar, de forma respeitadora, a opinião expressa. Por isso, o Arquitectura.pt, solicita a todos que respeitam a opinião uns dos outros. Cabe a cada utilizador deste fórum, o civismo de ao observar alguma opinião alheia, caso deseje, expor a sua sem menosprezar a dos outros. Caso contrario, será preferível não participar no debate da respectiva opinião. Obrigado.


  3. Acabei de ver o The Curious Case of Benjamin Button, achei fantástico... Mirabolante, enternecedor, e tocante. Toda a gente se queixa das 3 horas do filme, mas sinceramente, não lhe retiraria um segundo que fosse. Deveras fantástico. Um registo bem diferente para o realizador que nos deu Fight Club e Zodiac, mas igualmente memorável. E os efeitos especiais meus senhores... É um filme a que voltaria a assistir de muito bom grado.


    Também já vi... e é um bom filme...
    Quem critica as 3 horas, vale mais estar calado.

    Só tenho uma coisa apontar ao filme... mas não convém dizer, pois irei revelar o fim do filme...
    Por isso fica uma coisa para quem viu o filme, alguma coisa MP... :foto:

  4. Estudo versa o seu legado como arquitecto, artista plástico e pedagogo

    "Estudar para aprender a preservar, conhecer para conservar." Foi em 1996, nas páginas de Cultura do DN, que Maria João Fernandes iniciou o que viria a revelar-se uma longa caminhada, inicialmente quase solitária, em nome da Arte Nova em Portugal. Até aí, e também após esses anos, muito do edificado nascido sob essa égide do Belo sucumbira à demolição, não raras vezes integral.

    Então sem inventariação sistemática e deixado à margem de mecanismos de protecção legal, parte dele sucumbiria também às mãos de processos de descaracterização violenta - de interiores, de fachadas, da envolvente imediata; de desenho, de técnicas, de materiais -, que os destituíram de escala, sentido e relação.

    "Condenado por interesses imobiliários" vorazes, grande parte desse património perdeu-se pelo caminho de forma irremediável, como recorda Maria João Fernandes ao DN, mas o que persistiu espelha, apesar de tudo, o alcance da enorme riqueza que Portugal poderia hoje deter neste campo se a tivesse sabido olhar em devido tempo.

    Crítica de arte e poeta, Maria João Fernandes apresenta hoje um retrato detalhado desse percurso, em monografia resultante da sua tese de mestrado, e em exposição, também comissariada por si. Fá-lo-á em Aveiro - ainda e sempre "capital da Arte Nova em Portugal", na definição de José-Augusto França -, em homenagem a seu bisavô: Francisco da Silva Rocha (1864-1957), um dos nomes mais representativos da Arte Nova no nosso País e "autor da quase totalidade dos edifícios" que consolidaram essa gramática naquela cidade.

    Será um retrato complementar, centrado no contributo de Silva Rocha na qualidade de arquitecto, artista plástico, pedagogo e homem de Cultura: prefaciado por Álvaro Siza Vieira, Francisco da Silva Rocha (1864-1957): Arquitectura Arte Nova, Uma Primavera Eterna será apresentado na Assembleia Municipal de Aveiro, por Emília Nadal, presidente da Sociedade Nacional de Belas-Artes. No Museu de Arte Nova de Aveiro (antiga Casa Major Pessoa, que o arquitecto igualmente projectou), será inaugurada, paralelamente, a exposição "Francisco da Silva Rocha: arquitecto artista (1864-1957)".

    Defendida em 2000, na Faculdade de Letras da Universidade do Porto, Francisco da Silva Rocha (1864-1957): Arquitectura Arte Nova, Uma Primavera Eterna foi a primeira tese de mestrado a abordar a produção Arte Nova em Portugal e, mais especificamente, a trajectória e a criação - arquitectónica, plástica e pedagógica - do autor.



    Fonte: DN

  5. Correcção do texto em cima...

    É na Amadora (Quinta da Falagueira)...

    Não é na "Quinta da Falagueira"... mas sim na Brandoa!

    Gostava de saber qual era a fonte desse artigo, para enviar um email correctivo sobre o mesmo... (Se foi tirado de um jornal, mete dó alguns jornalistas... enfim...)


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    Realmente vai ser um espaço bastante grande, segundo consta muitas das lojas terão mais de 1000m2... pouco não?
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