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Posts posted by JAG


  1. Morreu o arquitecto brasileiro Oscar Niemeyer, aos 104 anos. Estava internado há várias semanas num hospital do Rio de Janeiro.


    Oscar Niemeyer foi internado dia 2 de Novembro, pela terceira vez este ano, devido a uma desidratação. Desde então o seu estado de saúde foi-se agravando.

    O seu nome confunde-se com a arquitectura moderna. Oscar Niemeyer foi o arquitecto do betão armado, dos edifícios de linhas curvas que o seu lápis desenhou.

    Formado em Arquitectura e Engenharia em 1934, Niemeyer viu o seu primeiro edifício ser construído em 1937 no Rio de Janeiro, a cidade onde manteve o seu atelier na avenida que olha a baia de Guanabara. 
     
    Niemeyer, que integrou a equipa de arquitectos que projectou a sede das Nações Unidas em Nova Iorque, foi sempre um homem dado à política. Filiou-se no Partido Comunista brasileiro, em 1945. 
     
    Influenciado pelo arquitecto francês Le Corbusier, Oscar Niemeyer foi o responsável pelo projecto da cidade de Brasília, onde desenhou edifícios emblemáticos como o Palácio do Planalto, sede do governo brasileiro.
     
    Em Portugal, tem apenas uma obra, na cidade do Funchal: o Pestana Casino Park, projecto de 1966.
     
    Oscar Niemeyer, que ultrapassou a barreira dos 100 anos sempre no activo, definia assim a matéria de que se faz um arquitecto: “Sempre digo e insisto muito que o ensino da Arquitectura, de qualquer outra escola superior, devia ser seguido de conversas paralelas, literatura, de ciências sociais, Filosofia, não para transformar o arquitecto num intelectual, mas num homem familiarizado com a vida”.

     

    Fonte: Renascença


  2. Olá malta,

    Eu gosto muito de por vezes, aos fins-de-semana, ir conhecer algumas localidades de Portugal.
    E todos nos sabemos que o nosso País tem locais bastante bonitos de visitar.

    Como nem sempre sabemos onde ir, num das minhas pesquisas na Internet, para encontrar locais diferentes e interessantes de visitar, encontrei este site muito útil.

    http://www.trivago.pt/portugal-31481

    Apesar do ponto forte ser os hotéis, o site tem "montes" de informações sobre locais interessantes para visitar em Portugal (e também do mundo lol).

    Já foi útil, para eu escolher alguns locais a visitar, por isso deixo aqui a sugestão, para quem gosta de viajar e fazer estas "escapadelas" da rotina ao fim-de-semana (por ex.).

    Já agora, também gostam de fazer estas curtas viagens ao fim-de-semana?


  3. A segunda edição do Prémio SIM, no valor de 25 mil euros, vai voltar a distinguir este ano a criatividade e o empreendedorismo, e quer receber pelo menos 150 propostas que incorporem novas tecnologias.

    (...)

    No ano passado o Prémio SIM distinguiu o projecto de arquitectura ambiental«A Casa Girassol», desenvolvido por Pedro Bandeira, Dukcineia Neves e Filipe Bandeira, que teve consultoria da Escola de Arquitectura da Universidade do Minho e do Instituto Tecnológico da Construção da Universidade de Coimbra.

    (...)

    O galardão contará com o apoio da Associação Nacional de Jovens Empresários (ANJE), e da Federação Nacional de Associações de Business Angels (FNABA), entre outras entidades.

    (...)

    As candidaturas podem ser apresentadas a partir de quarta-feira, dia 04 de Abril, em www.premiosim.com.



    Noticia completa: SOL

  4. O arquitecto português Paulo Moreira acaba de vencer a 7ª edição do Prémio Fernando Távora, atribuído pela Ordem dos Arquitectos – Secção Regional do Norte. O Júri distinguiu por unanimidade a proposta ‘Exploratório Urbano da Chicala: Um Percurso Alternativo pela Topografia Pós-Colonial de Luanda, Angola’. O trabalho tem como lema melhorar a vida de seres humanos através da arquitectura, topografia urbana e suas práticas.

    (...)

    Com a bolsa atribuída pelo Prémio Távora, o arquitecto Paulo Moreira propõe-se agora passar trinta dias em Angola - entre Abril e Maio deste ano - para aprofundar o seu trabalho e, segundo o Júri, "chamar a atenção para uma realidade urbana global, particularmente comum a tantos outros países de miscigenação cultural semelhante, procurando assinalá-la enquanto fenómeno contemporâneo".

    (...)

    Nas edições anteriores do Prémio Fernando Távora foram premiados os arquitectos Nelson Mota, Sílvia Benedito, Maria Moita, Cristina Salvador, Armando Rabaça e Marta Pedro.



    Fonte/Artigo completo: CM

  5. Casa Girassol é o nome do projeto assinado por três jovens portugueses que venceu a 1ª edição do Prémio SIM - inserido no Movimento pela Criatividade em Portugal e com um valor de 25.000 euros. Propõe a criação de uma casa rotativa.

    Como o nome deixa adivinhar, a casa em questão seria capaz de girar 360 graus para, desta forma, tirar o melhor partido possível da energia solar, procurando assegurar a auto-sustentabilidade do edifício.

    De acordo com os seus autores, trata-se de "um projeto inovador que fomenta a captação e combinação de dois recursos energéticos naturais (sol e vento) com as mais recentes tecnologias informáticas oferecendo, do ponto de vista arquitetónico, uma linguagem tecnológica numa relação dinâmica com a paisagem".

    Pedro Bandeira, Filipe Bandeira e Dulcineia Neves dos Santos são os responsáveis pelo conceito, que reuniu o consenso de um júri constituído por nomes de áreas tão distintas como a música, o marketing, a rádio ou a arquitetura, e entre os quais se encontram, por exemplo, António Câmara, o CEO da Ydreams Portugal, Guta Moura Guedes, presidente da Experimenta Design, os estilistas Storytaillors e o presidente da Samsung Electrónica Portuguesa, Woosoon Park.

    O projeto de arquitetura sustentável é o grande vencedor do primeiro concurso levado a cabo no âmbito do SIM - Movimento pela Criatividade em Portugal, uma iniciativa lançada em maio pela Samsung que visa apoiar a criação de projetos que aliem a criatividade à tecnologia e tenham viabilidade financeira.

    Imagem colocada


    Fonte: TeK

  6. Sucessivos recursos estão a adiar “sine die” a demolição do Centro Comercial Bom Sucesso, no Porto, que deveria ter ocorrido em Maio, conforme decisão judicial de 2007, explicou o advogado Paulo Duarte.

    De acordo com o representante do arquitecto José Pulido Valente, “houve vários recursos contra a decisão de demolição e contra decisões anteriores”, e “a maior parte deles tem efeitos suspensivos”.

    Em declarações à Lusa, José Pulido Valente considerou “uma vergonha” a não execução da sentença no prazo definido pelo tribunal (42 meses), afirmando que “está tudo feito para que fique em águas de bacalhau” um processo por si iniciado há 16 anos.

    O Centro Comercial Cidade do Porto, conhecido por Shopping do Bom Sucesso, foi construído pela empresa Soares da Costa no início dos anos 1990 com base numa licença camarária que foi considerada nula pelo Supremo Tribunal Administrativo.

    Em 2003, o Tribunal Administrativo e Fiscal do Porto ordenou a demolição do edifício e 4 anos depois o mesmo tribunal determinou que a sentença teria de ser executada até Maio de 2011, caso entretanto a Câmara do Porto não legalizasse o edifício, o que não aconteceu.

    Além de um recurso da autarquia, entraram em tribunal nos últimos meses recursos de proprietários de algumas parcelas do edifício, entre os quais advogados, alegando que desconheciam o processo.

    “É impensável fazer justiça assim”, criticou Pulido Valente, criticando a autarquia e os proprietários por terem recorrido “à última hora”, deixando passar os anos sem nada fazer.

    Para o arquitecto, que já admite que o processo se arraste por mais 15 anos, “o problema é que os tribunais e as leis são tão imprecisos e irresponsáveis como o resto”.

    “Tenho 75 anos e, felizmente, não dependo de ninguém. Fiz o meu dever cívico desde 1970. Não fiz fortuna, mas estou conformado com isso. A história fará justiça”, disse.

    Para o ex-vice-presidente da Câmara do Porto Paulo Morais, que tem denunciado alegados casos de corrupção envolvendo promotores imobiliários e autarquias, o não cumprimento da decisão judicial de demolição corresponde à “impunidade total”.

    “O urbanismo é uma área que funciona à margem da lei em Portugal”, afirmou Paulo Morais, frisando que no país “há uma justiça para ricos e outra para pobres”.

    As autoridades são céleres a demolir um anexo de uma casa de um lavrador pobre, mas as obras ilegais das grandes construtoras nunca são demolidas, criticou.


    Fonte: porto24
    Data: 31-08-2011

  7. É possível. Se um arquitecto, tem o projecto todo montado na cabeça e depois começar a desenhar directamente no computador, porque é que vai fazer algum tipo de esboço em papel? Se um arquitecto pensa num projecto e depois passa a sua ideia para o papel e depois para o PC, qual é o problema de saltar o passo de fazer um esboço em papel? Agora, se me disserem que é mais fácil fazer primeiro um esboço em papel e depois passar para o computador, concordo perfeitamente. Por exemplo falaram do F. L. Wight, se ele tive-se computador na época, será que ele precisava de fazer um esboço em papel para desenhar a sua ideia no computador? Certamente que não. Ele era capaz de passar meses sem tocar num projecto com a ideia na cabeça...


  8. Como se costuma dizer os prémios valem o que valem... A dezenas de anos atrás, não havia prémios de arquitectura e os grandes projectos arquitectónicos são actualmente reconhecidos. Depois tudo depende dos gostos. Uns não gosto do António Gaudí, outros não gosto de Frank Lord Wight, e há quem não goste de Le Corbusier, entre outros. Uns gostam de vivendas, outros de arranha-céus.. Tudo depende do gosto. Os prémios normalmente, apesar de dizerem seguirem padrões de qualidade e inovação, e sabido de muitos que não é bem assim. Normalmente os prémios são atribuídos por interesses económicos ou apenas por interesses populistas e/ou fama social/mundial. Muitas vezes em vez de ser os prémios a darem a conhecer indevidos, são os indevidos que dão a conhecer os prémios. Esta situação não acontece apenas na Arquitectura, acontece na maioria dos concursos/prémios que existem actualmente. Prémios de arquitectura, musica, cinema, futebol, etc... Para combater esta situação a única solução é criar um novo concurso/premio, mas das duas uma... ou começa a fazer o mesmo que os outros, ou então ninguém o conhece nem lhe da valor... É a sociedade que temos... --- PS.: Segundo o novo acordo ortográfico, a palavra "parágrafo" pode ser escrita da seguinte forma "paragrafo". Pode-se não concordar com o novo acordo, mas ele existe e pode ser utilizado... A culpa? É de quem aprovou este novo acordo... Lá esta, é a sociedade que temos...


  9. É verdade que um grande numero de pessoas, faz e utiliza coisas simplesmente porque a maioria o faz ou porque alguem de uma determinada elite diz que é moda. Por isso mesmo, uma empresa de software não ter um programa para a "moda" do iPad ou afins, é estar "fora de moda"...


  10. Diferente, inovador e de grande qualidade... as pessoas muitas vezes confundem inovação, com palhaçadas a F.G., num País com dois Pritzker´s, as pessoas deveriam começa a pensar, que o nacional em termos de Arquitectura, é muito bom, principalmente quando é exportado para fora.


    Podes, explicar melhor este paragrafo!? ;)

  11. os Arquitectos, não fazem apenas projectos de arquitectura... este ponto não vale a pena voltar a abordar.


    Sim... eu sei... o que dei foi só exemplos.

    ---

    karatiz... Isso é sempre o maior dilema não só dos arquitectos, mas de diversas areas profisionais e dava outro tema de debate... que é...

    > Novo no mercado de trabalho... ponto forte: conhecimento das novas tecnologias e das novas modas; ponto fraco: falta de experiencia e não é conhecido no mercado de trabalho.

    > Experiente no mercado de trabalho... ponto forte: experiencia e conhecido no mercado de trabalho; ponto fraco: não esta tão a par das novas tecnologias e novas tendecias.

    (Quem é o melhor!?)

  12. Já estamos a chegar ao ridículo de desenhar num iPad?


    Acho que é mesmo moda todas as empresas de software de renome, fazerem programas para iPad e iPhone... O mais incrivel é que na maioria dos casos, acabam por ser programas que não trazem grande utilidade na genarilidade dos potenciais utilizadores desses mesmos programas.

    E tambem passa pela moda, de dizer... "Há eu tenho iPad e consigo mexer em CAD, sou muita bom... não sou!?" ;)
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